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quarta-feira, junho 24, 2026
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Volta Ciclística de Goiás é transferida para agosto

Foto: Willian Rommel/EG

A Liga Goiana de Ciclismo informou neste domingo (17) o adiamento da Volta Ciclística de Goiás para o período entre 5 e 9 de agosto. Inicialmente, a competição começaria na próxima quarta-feira (20), seguindo até 24 de maio.

A Volta Ciclística de 2020 é a 17ª edição da tradicional competição. Em mais um ano, a corrida começa em Caldas Novas. Estão previstas etapas passando por Rio Quente, Pires do Rio e Ipameri. As provas variam de 58km a 140km. Também há uma sub-etapa de contrarrelógio individual, de 15km, na estrada de Furnas. O fechamento se dá com uma corrida dentro da cidade de Caldas, de 1h30 mais três voltas.

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Conforme Tonny Magalhães, organizador da competição, caso a epidemia de Covid-19 continue oferecendo riscos à saúde dos participantes, a Volta Ciclística poderá sofrer novo adiamento. “Faremos somente com segurança para todos”, afirmou.

Magalhães relata que atletas e amantes do ciclismo estão ansiosos para o retorno das competições. Ele espera que a disputa em Goiás possa ser ocorrer, desde que tenha segurança, e finalmente marcar o retorno dos torneios de bike.

– Todos estão com a adrenalina a mil. Imagina, (atletas) acostumados com treinos diários de 100, 120, 150, até 200 km todos os dias e, de repente, para tudo. Não é fácil, o corpo pede a intensidade dos treinos. O atleta precisa assimilar o psicológico, ou seja, a cabeça precisa de cuidados também, enfim faz parte do momento. Mas todos conscientes que em primeiro lugar devemos preservar a vida – disse.

As inscrições são feitas pelo Sistime. Cada equipe pode inscrever de quatro a seis ciclistas. Em caso de equipes A e B, cada equipe poderá ter no máximo quatro ciclistas. Atletas individuais poderão se inscrever. A inscrição é paga e inclui hospedagem e alimentação completa, além de logística.

Competições adiadas

A Volta Ciclística de Goiás é a quarta competição da Liga Goiana de Ciclismo adiada pela epidemia de Covid-19. Antes dela, já sofreram alterações o GP Goiás de Mountain Bike, a Taça Magalhães de Bairros, com 10 etapas, e a Expedição Caminho de Cora.

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Entrevista: Fisiologista aponta preocupação com retorno imediato das atividades e alerta para disparidades entre as equipes

Arte: Ildeu Iussef/EG

Nas últimas semanas, paralelo ao crescente número de óbitos registrados devido à pandemia do coronavírus, temos presenciado a discussão a respeito do retorno das atividades e campeonatos de futebol no Brasil. Além disso, os dirigentes dos clubes vêm
fazendo um lobby junto as autoridades sanitárias para a retomada das atividades em seus Centros de Treinamentos.

Coincidentemente, na Revista Brasileira de Medicina do Esporte, do bimestre maio/junho de 2020, foi publicado um artigo que aponta a existência de risco à saúde dos atletas de alto rendimento diante do novo coronavírus.

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Por isso o Esporte Goiano entrou em contato com o Fisiologista do Esporte, Hebert Soares, profissional graduado em Educação Física pela Universidade Salgado Filho, com Pós-Graduação em Futebol pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Mestrado em Ciências do Esporte pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e que possui experiência de 15 anos como Preparador Físico no futebol nas categorias de base e profissional de equipes de Minas Gerais (2005 a 2011 / 2016 a 2018), e na Seleção Haitiana de Futebol (2012 a 2015). Confira abaixo a entrevista especial na íntegra!

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Na memória: Goiás conquista empate heroico diante do Santos, no Brasileirão 1973

Arte: Willian Rommel/EG

Em 1973, o Goiás disputou o Campeonato Brasileiro torneio organizado pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD), que contou com a participação de quarenta clubes de vinte estados.

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A primeira fase do Campeonato foi disputada entre os meses de agosto e dezembro do ano de 1973. Se classificavam para a segunda fase, apenas os vinte primeiros colocados na classificação geral.

O Goiás terminou a primeira fase na oitava posição à frente de equipes, tais como: Internacional/RS, Guarani/SP, Botafogo/RJ, Vasco/RJ Corinthians/SP e Atlético Mineiro/MG; e dessa forma garantiu vaga na segunda fase da competição.

Na segunda fase do Campeonato, que foi disputada nos meses de janeiro e fevereiro do ano de 1974, o time esmeraldino enfrentou o Santos, de Pelé, no Estádio do Pacaembu.

O JOGO

O Goiás não pôde contar com Alexandre e Macalé que estavam lesionados. Em virtude disso, o técnico Dino Sani teve de promover algumas alterações no time esmeraldino. Já o Santos tinha o elenco todo a disposição para a partida contra o Verdão.

Os vinte primeiro minutos foram marcados por bastante equilíbrio, com o Santos tendo a iniciativa e o Goiás sabendo se defender muito bem. Porém, aos 20 minutos, o Peixe tirou o zero do marcador. Em bola alçada na área buscando a Pelé, a defesa esmeraldina fez o corte, mas a pelota caiu nos pés de Léo que encontrou a Nenê, livre dentro da área, para bater na saída do goleiro e estufar as redes.

O Santos precisava de uma vitória para manter as chances de lutar por uma vaga na fase final do Campeonato. Aos 32 minutos, Edu foi lançado em profundidade, fez a finta no marcador e cruzou a bola para a área, a defesa esmeraldina cortou de qualquer maneira e a bola sobrou, na medida, para Nenê ampliar a vantagem: Santos 2 a 0.

Logo na sequência, aos 37 minutos, o Alvinegro Santista veio trocando passes desde o campo de defesa, chegou tranquilamente ao campo de ataque, onde Edu encontrou a Nenê, que livre de marcação bateu com força, da entrada da grande área, para fazer o terceiro gol do Santos.

O Goiás ainda conseguiu descontar, aos 44 minutos, Raimundinho foi até a linha de fundo e cruzou, na medida, para Paghetti, de cabeça, mandar a bola para o fundo do gol. Final do primeiro tempo: Santos 3×1 Goiás.

“A nossa garra, nossa gente, nossa história…”

Na volta do intervalo, logo aos 13 minutos, o Santos chegou trocando passes pela esquerda e Léo arriscou um chute de fora da área que bateu na cabeça de Emílio e deslocou o goleiro Lumumba, deixando o Santos próximo da vitória. Santos 4×1 Goiás.

Após o gol sofrido, o Esmeraldino se lançou ao ataque na tentativa de diminuir o prejuízo. Em jogada individual, Lincoln foi parado com falta pela defesa alvinegra e o árbitro Arnaldo César Coelho assinalou a infração. Na cobrança de falta, aos 34 minutos, Lincoln deu um tiro seco e rasteiro, o goleiro santista rebateu e a bola sobrou para Paghetti balançar as redes. Santos 4×2 Goiás.

Na sequência, aos 37 minutos, em uma bela finalização do ataque esmeraldino a bola explodiu no travessão e caiu nos pés do oportunista Paghetti, para diminuir a diferença no marcador. Santos 4×3 Goiás.

Após os dois gols sofridos, o Santos se perdeu dentro de campo e o Goiás passou a ter o controle da partida. E aos 46 minutos, após uma pressão esmeraldina, Lucinho recuperou a bola, tocou para Hertz que levantou a bola na medida para Paghetti, Lincoln fez o porta-luz e a bola sobrou para Lucinho que estufou as redes alvinegras. Final de jogo, no Pacaembu, Santos 4×4 Goiás.

Ficha Técnica
Santos 4×4 Goiás
– 8ª rodada da 2ª Fase do Campeonato Brasileiro 1973
Data: 06/02/1974
Horário: 20h
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Público: 27.246 torcedores
Renda: Cr$ 288.023,00 cruzeiros
Árbitro: Arnaldo César Coelho
Assistentes: Jarbas de Castro Pedra e José Maria Brandão
Gols: Nenê aos 20 min/1T, 32 min/1T e 37 min/1T (Santos); Paghetti aos 44 min/1T (Goiás); Emílio contra aos 13 min/2T (Santos); Paghetti aos 34 e 37 min/2T (Goiás); Lucinho aos 46 min/2T (Goiás).
Santos: Cejas; Carlos Alberto Torres, Marinho Perez, Vicente e Zé Carlos; Clodoaldo (Roberto) e Léo; Pelé, Nenê, Mazinho e Edu.
Técnico: Pepe.
Goiás: Lumumba; Triel, Emílio, Matinha e Cláudio; Tuíra, Hertz e  Paghetti; Lucinho, Lincoln e Raimundinho.
Técnico: Dino Sani.

Confira os gols da partida (Imagens: TV Cultura e Narração: Luiz Noriega)

 

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FGFS descarta cancelamento da Copa Goiás e Metropolitano de Futsal

Foto: Divulgação/FGFS

A Federação Goiana de Futebol de Salão (FGFS) não contempla a possibilidade de cancelar a Copa Goiás e o Campeonato Metropolitano de Futsal, competições que decorrem no primeiro semestre do calendário, mas sequer começaram neste ano por conta da epidemia de Covid-19.

Em entrevista ao Esporte Goiano, o presidente da entidade, Murilo Macedo, afirmou que algumas estratégias são avaliadas para evitar o cancelamento das competições. A principal delas é uma readequação do calendário, postergando o início do Campeonato Goiano e utilizando o mês de julho, que funciona como recesso do futsal, para jogos.

– Dá para enxugar, fazer jogos no meio de semana e espremer a competição para que ela aconteça e não prejudique o calendário. As equipes estão ansiosas para jogar. Há uma agonia das pessoas querendo jogar, competir. Estamos atrelados à legislação e não podemos descumprir – relata o presidente.

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Outra estratégia sob análise na FGFS é condensar as duas competições num único torneio, caso não haja tempo hábil para realizá-las em paralelo. “Existe a possibilidade de unir os times e fazer o campeão da Copa Goiás e do Metropolitano serem os mesmos”, explica Macedo.

Antes, a previsão da federação é que as atividades competitivas pudessem ser retornadas no fim deste mês. Com a aceleração da curva epidêmica, no entanto, os planos foram adiados. A ideia agora é começar os campeonatos no fim de junho ou início de julho

– Eu acredito que na segunda quinzena de junho ou início de julho estaremos começando a competir. Temos essa esperança e podemos utilizar essas lacunas e apertar. Acredito que a concordância dos clubes vai ser de quase 100%- pontua o presidente.

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Vila Nova inicia segunda fase da venda de ingressos antecipados: “A gente espera lotar o OBA”, afirma diretor de marketing

Foto: Divulgação Vila Nova

Com a suspensão dos campeonatos devido a pandemia do novo coronavírus, os times de futebol seguem buscando fontes alternativas de renda para manterem seus compromissos financeiros em dia.

No futebol goiano, o Vila Nova adotou uma estratégia coordenada pelo Departamento de Marketing do clube, na pessoa do diretor Murilo Reis, que concedeu uma entrevista ao Esporte Goiano.

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De acordo com o diretor de marketing colorado, o projeto “Pelo Vila jogamos juntos” surgiu para suprir a falta de recursos financeiros no clube: “Essa ideia surgiu da necessidade imediata de receita, devido à situação calamitosa em que o clube se encontra. Este ano não temos qualquer tipo de receita de televisão e precisamos através de diferentes meios, e esse foi o meio que encontramos, arrecadar”, afirmou.

Murilo ainda ressaltou que o clube sabe que nem todos os torcedores podem contribuir, mas espera que àqueles que podem colaborar, ajudem o clube a continuar honrando seus compromissos nesse momento de crise.

O programa “Pelo Vila jogamos juntos” consiste na venda de ingressos para um jogo futuro do Tigrão, pelo valor que o torcedor escolher R$10, R$20, R$50, R$70 ou R$100, como explicou o diretor de marketing do clube.

“Todos os ingressos dão direito a arquibancada, sem exceção. A gente só distinguiu o valor, para abranger todos os torcedores. Prioritariamente, os ingressos valem para o primeiro jogo com público, após a quarentena. Estabelecemos essa situação, para não ficar algo genérico e, também, para determinarmos a quantidade de bilhetes a serem comercializados nessa partida. Daí para os demais jogos do Vila seria venda normal”, declarou Murilo Reis.

Quando questionado à respeito da adesão do torcedor colorado a iniciativa, o diretor colorado disse: “A adesão do torcedor poderia ser maior e estar melhor, mas entendemos o porque de não estar como pretendíamos. De fato, esperávamos que fossem comercializados mais ingressos e, consequentemente, arrecadássemos mais recursos. Porém, compreendemos a situação financeira do trabalhador, do torcedor colorado e sabe que nem todos conseguem ajudar”.

Murilo Reis ainda destacou que a expectativa da diretoria colorada é muito boa. “A gente espera lotar o OBA (Onésio Brasileiro Alvarenga), com 10 mil ingressos vendidos previamente, não havendo comercialização de bilhetes para esse primeiro jogo da volta”, afirmou.

Os ingressos estão disponíveis para comercialização no site ou na Loja Oficial Nação Colorada (contato via direct no Instagram ou Whatsapp (62) 99103-8552).

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Na memória: Aparecidense elimina o Sport e cala a Ilha do Retiro, pela Copa do Brasil 2016

Arte: Willian Rommel /EG

Nos últimos anos, a Aparecidense teve exibições histórias na Copa do Brasil eliminando equipes de primeira divisão do Campeonato Brasileiro. Em 2016, o Camaleão fez sua primeira participação na história da Copa do Brasil e havia chegado à competição por ter sido vice-campeão do Campeonato Goiano em 2015.

Quis o destino que o adversário da Aparecidense pela primeira fase da competição fosse o Sport Recife, equipe que estava na Série A do Campeonato Brasileiro. O time goiano fez bonito e surpreendeu a todos, inclusive, o próprio adversário que jogou as duas partidas com um time alternativo.

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No jogo de ida, com maior entrosamento, a Aparecidense dominou o Sport e venceu por 2 a 0, no estádio Anníbal Batista de Toledo, em Aparecida de Goiânia, com gols de Robert e Filipe.

O CONFRONTO

Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco

Com uma boa vantagem construída no jogo de ida, a Aparecidense soube usar do regulamento, esperando os momentos oportunos para vencer mais uma vez o Leão da Ilha do Retiro. O Sport começou melhor, foi para cima, mas a defesa do Camaleão sabia se posicionar bem e suportar a blitz rubro-negra.

Mesmo com a pressão nos 15 minutos iniciais, o time pernambucano não conseguiu criar de fato uma jogada de perigo ao gol defendido por Busatto. E em uma dessas jogadas, o time rubro-negro errou na criação e deu a oportunidade para o Camaleão aumentar a vantagem no placar agregado.

Aos 19 minutos, em jogada de contra-ataque: Mateus Magro aproveitou o vacilo da defesa do Sport e cara a cara com o goleiro Magrão não desperdiçou e colocou a Aparecidense à frente no marcador. Aparecidense 1 a 0.

Com a vantagem no placar, o Camaleão se defendeu ainda mais, o que fez com que o Sport aumentasse a pressão para cima da zaga goiana e a estratégia do Leão da Ilha deu resultado aos 35 minutos. Diego Souza completou de primeira um cruzamento vinda da esquerda de Christiano para deixar tudo igual no marcador. Após isso, o primeiro tempo acabou no empate em 1 a 1.

“Aparecidense nasceu para vencer…”

Foto: Rafael Martins/ Esp. DP

Na segunda etapa, com a larga vantagem e o desinteresse claro do time pernambucano em conseguir a vaga, visto que visava a entrada na Copa Sul-Americana, o jogo caiu muito de rendimento. A Aparecidense sabia se defender e chegava poucas vezes ao ataque, sem necessidade de desespero em passar na frente do placar.

No entanto, mesmo jogando sem grandes pressões o Camaleão conseguiu passar novamente a frente do placar, aos 17 minutos, em uma bela cobrança de falta de Clayton Sales. O jogador bateu com efeito na bola e venceu o goleiro Magrão, que não havia colocado barreira. Aparecidense 2 a 1.

Com o resultado o Sport deveria fazer mais quatro gols para se classificar, o que acabou não acontecendo e a Aparecidense fez história estrear com pé direito e conseguir ganhar com autoridade em sua primeira participação na Copa do Brasil.

Além disso, dos quatro clubes goianos que participaram nesta edição do torneio (Atlético-GO, Goiás e Goianésia eram os outros), apenas o Camaleão continuou vivo e representando o futebol goiano. Porém, na segunda fase, a Aparecidense acabou eliminada pelo Ypiranga-RS.

Ficha Técnica
Sport Recife 1x2 Aparecidense – Jogo de volta da 1ª fase da Copa do Brasil de 2016
Data: 28 de abril de 2016
Horário: 19h15
Local: Estádio Ilha do Retiro, Recife, Pernambuco
Renda: R$ 16.165,00 reais
Público: 1.599 torcedores
Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Assistentes: Breno Rodrigues (MG) e Wesley Moreira (MG)
Gols: Mateus Magro aos 19 min/1T e Clayton Sales aos 17 min/2T (Aparecidense) e Diego Souza aos 35 min/1T (Sport Recife)
Sport Recife: Magrão; Maicon, Luís Gustavo, Matheus Ferraz e Christiano (Evandro); Ronaldo, Neto Moura, Everton Felipe e Diego Souza; Clayton (Fábio) e Johnatan Goiano (Wallace). 
Técnico:
Thiago Gomes.
Aparecidense: Bussato; Clayton Salles, Filipe (Robson), Anderson Santos e Chiquinho; Matheus Magro (Jeferson), Foguinho, Geovane e Washington (Jarlan); Robert e Careca. 
Técnico:
Márcio Azevedo.
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Entrevista: “Objetivo é desenvolver um bom trabalho, que permita abrir portas no futebol brasileiro”, afirma Rui Sampaio

Foto: Divulgação Assessoria

A Divisão de Acesso do Campeonato Goiano não tem data para começar devido à pandemia do coronavírus. Porém, o Itumbiara já iniciou a preparação de seu elenco pela internet, sob a orientação do treinador português Rui Sampaio.

O profissional de 50 anos falou em entrevista exclusiva ao Esporte Goiano, sobre a sua formação profissional, visão de jogo e como está sendo o trabalho no Tricolor da Fronteira.

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Rui Sampaio possui a licença B de treinador da UEFA, pela Federação Portuguesa de Futebol e já trabalhou em equipes de futebol em Angola, Albânia, Grécia e Portugal. De acordo, com o treinador sua formação acadêmica é um diferencial no seu trabalho.

“Sou graduado e possuo mestrado em Treino Desportivo, especializado em Futebol. Isso me ajuda, na forma como planejo, organizo e implemento o meu trabalho. Com base no conhecimento científico, procuro a otimização e potencialização individual dos jogadores, no âmbito das quatro dimensões do treino /jogo: psicológica, física, técnica e tática, em prol do coletivo”, afirma Rui Sampaio.

O comandante do Itumbiara, também falou a respeito do modo como monta sua equipe em campo: “Prezo pela eficiente organização defensiva, reagindo à perda da bola, não deixando o adversário pensar o jogo, retirando-lhe a iniciativa do mesmo. Para que a minha equipe possa ter o controle do jogo em posse de bola, com transições ofensivas rápidas, tentando desequilibrar o adversário”.

Desde a conquista da Eurocopa de 2016 pela seleção portuguesa, mas principalmente com o sucesso de Jorge Jesus no Flamengo, o modelo de jogo adotado pelos treinadores portugueses passou a chamar a atenção dos dirigentes de futebol ao redor do mundo. Questionado a respeito do grande diferencial dos técnicos portugueses, Rui disse:

“Rigor, disciplina e profissionalismo. Capacidade de adaptação ao contexto. Capacidade de encontrar estratégias para superar as dificuldades, dentro e fora de campo. Honestidade e frontalidade para lidar com os jogadores, colocando o ser humano em primeiro plano e em segundo plano o atleta”, opinou.

O treinador do Itumbiara, Rui Sampaio, juntamente com os portugueses Jorge Jesus, do Flamengo e Jesualdo Ferreira, do Santos, veio tentar a sorte nos relvados brasileiros. “Experienciar o futebol brasileiro recheado de bons talentos e potencializar o meu trabalho num clube que se identificou com a minha metodologia. O meu objetivo é desenvolver um bom trabalho, que me permita abrir portas no futebol brasileiro”, declarou.

Rui Sampaio chegou ao Brasil justamente quando iniciou o surto do coronavírus e deu-se início ao isolamento social. Por esse motivo o treinador do Tricolor da Fronteira não pôde comandar nenhuma atividade no gramado. Porém, Rui tem utilizado da mesma metodologia do seu irmão Márcio Sampaio, que é auxilar técnico do Flamengo.

“Envio todos os dias, sessão de treinos para serem realizadas duas vezes por dia aos jogadores e efetuo a monitorização da gestão das cargas, através de um aplicativo chamado ID Coach, utilizada também pelo meu irmão no Flamengo”, afirmou.

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Etapa do Campeonato Goiano de Jiu-Jitsu é cancelada

Foto: Willian Rommel/EG

A Federação de Jiu-Jitsu de Goiás (FJJGO) comunicou o cancelamento da 2ª etapa do Campeonato Goiano de 2020. A decisão se dá por conta das restrições estabelecidas pelas autoridades para evitar a disseminação da Covid-19 em Goiás.

A etapa seria realizada no próximo domingo (17), em Goiânia. Segundo o presidente da FJJGO, Fábio Neres, entre 350 e 400 atletas participariam da competição.

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Segundo Neres, ainda não há uma posição se a etapa poderá ser retomada mais para frente ou se o cancelamento implicará numa redução do número de etapas do Campeonato Goiano. Inicialmente, a FJJGO previa quatro torneios em 2020.

Para o presidente, o cenário que desponta é negativo. Com academias fechadas e as lutas proibidas, ele teme que não seja possível realizar mais competições neste ano.

– Mesmo que haja uma liberação, acredito que, neste ano, será difícil fazer campeonato de jiu-jitsu. Caso aconteça dos treinamentos serem liberados em agosto, setembro estaremos treinando e voltamos às competições em outubro e novembro. Mas provavelmente só terá uma etapa este ano – afirmou Fábio Neres.

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Com participação de goianos, Taça Brasil de futsal tem novas datas

Foto: CBFS

A epidemia de Covid-19 no Brasil fez a Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS) alterar as datas de realização das competições nacionais de 2020. Nenhum torneio será realizado até julho, e a Taça Brasil de Clubes, com participação de goianos, começa a partir de agosto.

Até o momento, o estado tem equipes confirmadas em três categorias. No sub-9, sub-11 e sub-15. Nas demais categorias, incluindo as femininas, Goiás ou não enviará representantes ou a CBFS ainda não abriu ofício para convocação. Competições de 1ª divisão (segundo nível do futsal) ainda não foram definidas.

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No sub-9 e sub-11, o representante é o Goiás. No sub-15, é a Arena, de Anápolis. No caso do sub-9, a competição será entre 4 e 10 de outubro, em João Pessoa. Também em outubro, de 11 a 17, o sub-15 compete em Recife. O sub-11 ficou para 1 a 7 de novembro, em Fortaleza.

As datas podem ser alteradas novamente, de acordo com a evolução da epidemia no Brasil, conforme alertou a CBFS.

Os detentores de vagas para a Taça Brasil de Clubes por Goiás em 2020, conforme a Federação Goiana de Futebol de Salão (FGFS), são: Clube Jaó (sub-7), Goiás (sub-9, sub-11, sub-15 feminino, sub-17 feminino e sub-20 feminino), Arena (sub-13, sub-15 e sub-17) e Anápolis FC 31 de julho (sub-20).

Veja a projeção de calendário

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Anapolina é condenada a pagar R$ 80 mil a Léo Lima

Foto: Divulgação/AA Anapolina

A Anapolina foi condenada a pagar R$ 80 mil ao meia Léo Lima, que jogou pela Xata em duas partidas do Goianão no ano passado. A decisão é da juíza Wanessa Rodrigues Vieira, da 2ª Vara do Trabalho de Anápolis.

O contrato de trabalho vigoraria de 2 de janeiro a 25 de abril de 2019. Contudo, segundo alegou o atleta, a Rubra não pagou os salários e direitos de imagem e enviou a rescisão contratual a Léo Lima em 6 de fevereiro, justificando a demissão por “iniciativa unilateral imotivada do empregador”.

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Na decisão, a juíza acatou o pedido do jogador e determinou o pagamento do salário do mês de janeiro; saldo de salário de seis dias; 13º proporcional; férias proporcionais acrescidas do terço constitucional; e FGTS com 40%. A Anapolina também terá que pagar indenização correspondente à Cláusula Compensatória Desportiva, que são salários do atleta até o fim do contrato, além de reparação por dano moral de R$ 5 mil e multa.

A Rubra foi sentenciada ainda ao pagamento dos honorários advocatícios de Léo Lima, tendo a verba sido fixada em 10% sobre o valor da condenação. A decisão da juíza é do dia 22 de abril.

Léo Lima teve passagem conturbada pela Xata. Em seu curto período no clube, criticou as instalações do recém-inaugurado CT Leandro Ribeiro e provocou desconforto na diretoria colorada após uma exposição negativa em rede nacional.

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