O futebol e os campeonatos estão paralisados, mas a solidariedade é titular no Vila Nova. Na noite desta quinta-feira (21), o clube promoveu uma ação solidária de distribuição de refeições para a população em situação de rua da região leste e central de Goiânia. A ação fez parte da contrapartida da venda das máscaras personalizadas e álcool em gel da loja oficial, em iniciativa para ajudar no combate à pandemia de Covid-19.
A ação social foi organizada pela Diretoria Social, presidência, vice-presidência, Diretoria de Marketing e Diretoria de Comunicação Social do Vila Nova. Ao todo, foram distribuídas aproximadamente 300 refeições aos moradores em situação de rua do Centro, Setor Universitário, Campinas, Setor Sul e demais regiões da capital onde esta população se encontra.
A epidemia de Covid-19 deixa o futuro do futebol incerto no Brasil e em Goiás. Ainda não há prazo para retorno sequer para os treinamentos no estado. Para a volta das competições, a indefinição é ainda maior. Diante do cenário nebuloso, uma das possibilidades é que o Goianão de 2020 não seja encerrado dentro de campo.
Caso o Estadual não termine como previsto inicialmente, o presidente do Atlético, Adson Batista, afirma que o Dragão tem o direito de ser declarado o campeão goiano de 2020.
– Acho que o Atlético tem que ser homologado campeão. Não quero ser oportunista, mas espero o bom senso da FGF e que clubes que pensam diferente respeitem o que foi feito dentro de campo até aqui. Mais da metade do campeonato foi disputado. Se não tiver campeonato, tem que homologar o Atlético. Vejo isso como justiça – afirmou.
Várias vezes durante a live realizada na última quarta-feira (20), o presidente rubro-negro destacou que mais de 50% do torneio já havia sido disputado, o que daria ao Dragão o direito da homologação do título. “Não podemos ser penalizados (pela paralisação)”, pontuou Adson.
Quando o Goianão foi paralisado, cerca de 70% das partidas já haviam sido disputadas. O Atlético liderava, com 23 pontos, três a mais que o Jaraguá, que já expressou apoio à declaração de título para o Dragão. Restavam dois jogos para o fim da fase de classificação e ainda todo o mata-mata.
O Campeonato Brasileiro de 2010 foi o retorno do Atlético à Elite do nacional depois de vários anos de amargura em divisões inferiores. Naquela temporada, o time rubro-negro se safou do rebaixamento na última rodada, porém realizou partidas memoráveis durante a competição.
Em uma delas o Dragão massacrou o Palmeiras em pleno estádio do Pacaembu, justamente no dia do aniversário do time paulista, com uma goleada de 3 a 0. Naquela partida o grande nome do time foi do meia Elias, que simplesmente anotou um hat trick e garantiu a vitória do time goiano. Relembre o jogo!
Naquela oportunidade, o Atlético foi até o Pacaembu, encarar o Palmeiras que contava com o apoio da sua torcida na festa de comemoração do aniversário de 96 anos. O Dragão já tinha sido o algoz do Alviverde Paulista na Copa do Brasil há pouco mais de três meses e queria surpreender o aniversariante. Por outro lado, o Palmeiras vinha de uma invencibilidade de seis partidas no Campeonato Brasileiro.
O DUELO
Com a bola rolando, o Palmeiras jogava mal, tinha nas criações de jogadas de Valdivia as melhores oportunidades do clube, no entanto o meia chileno não estava em uma noite inspirada.
Na última posição do Brasileiro até o início da rodada, o Atlético seguia o que pediu o técnico René Simões. Quando tinha a bola nos pés, avançava com praticamente os dez jogadores de linha. E assim, aos 15 minutos, levou perigo ao gol de Marcos, que barrou o chute de Elias, nome que se transformaria em um pesadelo mais para frente para a defesa palmeirense.
O Palmeiras até esboçou uma resposta ofensiva, aos 23 minutos. Valdivia deu belo passe para Gabriel Silva, que cruzou na medida pelo lado esquerdo, mas viu Tadeu se atrapalhar e perder a chance de abrir o marcador.
Depois disso, o que se viu foi o desespero palmeirense e a festa rubro-negra. Aos 28 minutos, Thiago Feltri foi derrubado por Gabriel Silva dentro da área e o árbitro assinalou pênalti. Na cobrança Elias deslocou, com técnica, o goleiro Marcos e abriu o marcador: Atlético 1 a 0.
Com o gol sofrido, o Palmeiras ficou ainda mais desesperado dentro da partida e em uma dessas jogadas precipitadas o Dragão acabou marcando o segundo gol, aos 37 minutos. Após receber passe de Diguinho, Elias dominou com estilo,, dentro da grande área, e chutou cruzado sem chances ao goleiro alviverde: 2 a 0. Final de primeiro tempo, o time palestrino foi para o vestiário sob vaias.
“A força quente de um Dragão…”
Na volta do intervalo, o Palmeiras se impôs procurando ao menos o empate, no entanto o mesmo cenário do primeiro tempo se repetiu, com um agravante, a pressão da torcida. O técnico Felipão até fez duas mudanças na volta para a segunda etapa, mas foi em vão.
O Atlético com ampla vantagem no placar passou a jogar com sabedoria. O time comandado por Renê Simões fez com que a pressão da torcida adversária, fosse jogada contra os próprios donos da casa, com o passar do tempo. O que culminou em mais erros e poucas jogadas criadas pelo Alviverde Paulista.
Com 30 minutos do segundo tempo, a torcida palestrina já deixava o Pacaembu e depois de ter vaiado o time na saída para o intervalo, as arquibancadas pediam “vamos jogar bola”, além do “não é mole não, tem mercenário jogando no Verdão”.
Quem permaneceu no estádio viu o terceiro gol atleticano que saiu aos 38 minutos. Depois de um belo lançamento de Anaílson, Elias mais uma vez, saiu cara a cara com o goleiro Marcos, e novamente não desperdiçou, dando números finais ao jogo. Atlético 3×0.
Ficha Técnica Palmeiras 0x3 Atlético – 16ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro 2010 Data: 26/08/2010 Horário: 21h Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa/PR). Assistentes: Gilson Bento Coutinho (PR) e Bruno Boschilia (PR)
Gols: Elias aos 28 min/1T, 37 min/1T e 38 min/2T (Atlético-GO) Cartões Amarelos: Thiago Feltri, Diguinho e Elias (Atlético-GO)
Palmeiras: Marcos; Vítor, Maurício Ramos, Danilo e Gabriel Silva (Patrik); Edinho,Tinga, Valdivia (Vinícius) e Rivaldo; Luan (Ewerthon) e Tadeu. Técnico: Luis Felipe Scolari.
Atlético-GO: Márcio; Vitor Ferraz (Agenor), Welton Felipe, Daniel Marques e Thiago Feltri; Ramalho, Robston (Chiquinho), Pituca e Diguinho (Anailson), Elias e Marcão. Técnico: René Simões.
Jogadores da Anapolina reclamam que, mais de dois meses após a parada do Campeonato Goiano por conta da epidemia de Covid-19, ainda não receberam parte dos salários de fevereiro e os dias trabalhados de março.
Em contato com o Esporte Goiano, um porta-voz do grupo expôs a situação. “No mês de fevereiro, falaram que iam nos pagar na semana seguinte a que o campeonato foi paralisado. Nos pagaram a metade do mês de fevereiro somente no começo de abril. Estão nos devendo a outra metade de fevereiro e dias trabalhados de março”, afirma o jogador, que preferiu não se identificar.
Conforme o atleta, de um grupo de cerca de 28 jogadores, três deles não receberam sequer a meia folha que o restante do elenco. Seriam esses os casos de Feijão, Rafhael Lucas e Natan. Os jogadores reclamam ainda que a diretoria não tem oferecido muito diálogo nas últimas semanas.
– Para eles está tudo certo. A gente manda mensagem, nem respondem. Quando respondem, são meio grossos, como se não fosse obrigação deles. Sei que nossa situação neste ano foi difícil, mas isso não vem ao caso. Quando o Jair Rabelo saiu, eles reuniram o grupo e falaram que teriam o dinheiro das três folhas e não precisávamos nos preocupar com salário. Mentiram.
Diretoria explica
A reportagem do Esporte Goiano tentou contato com o presidente do Conselho Deliberativo da Anapolina, Pedro Canedo, mas não foi atendida. Quem explicou a situação foi o diretor Washington Rabelo. O dirigente confirmou o atraso, mas disse que há alguns atletas já havia sido pago o mês de fevereiro integralmente. Outros, conforme Rabelo, receberam entre 70% a 80% dos vencimentos.
No caso de Rafhael Lucas e Feijão, o diretor explica que houve um pagamento adiantado, ainda na assinatura de contrato, para os jogadores, que seria referente ao último mês de vínculo que teriam com a Rubra. Rabelo também diz a diretoria da Xata corre atrás de recursos para quitar o restante da folha de fevereiro e 15 dias trabalhados de março.
– A diretoria está correndo atrás dos patrocinadores. A situação está meio difícil. Os patrocinadores pediram um tempo para repassar o restante do dinheiro. Temos que ver a questão do nosso último jogo, que foi de portões fechados – afirmou.
Washington Rabelo disse que não sabe informar quanto o clube ainda deve aos atletas e reiterou que a Anapolina tenta angariar aportes tanto dos parceiros privados, atingidos pela crise sanitária, quanto do programa Torcida Premiada. Nesse caso, os dirigentes tentam negociar com a prefeitura, já que não houve liberação para a presença de público no duelo com o Jaraguá.
O Atlético está sem um treinador efetivo desde o dia 25 de fevereiro, quando demitiu Cristóvão Borges. Desde então, o Dragão é comandado pelo interino Eduardo Souza, mas o presidente Adson Batista deixa claro que, após o retorno do futebol, o clube contratará um novo comandante.
Em live realizada pela conta de Instagram rubro-negra nesta quarta-feira (20), o mandatário atleticano ressaltou que a ausência de um técnico efetivo, neste momento, acabou beneficiando os cofres do Dragão. A chegada de um profissional para o cargo, portanto, deve haver somente quando existir certeza sobre a volta do futebol competitivo.
– Eu tenho uma programação. Vamos buscar um treinador, mas preciso de uma sinalização da CBF de quando os campeonatos vão retornar. Não posso trazer um treinador para ficar parado. E não posso, nesse momento de contenção, trazer alguém para ficar pagando e só falar que tenho treinador. São situações que vamos avaliar no momento oportuno – afirmou.
O presidente garantiu também que o clube, apesar da paralisação, segue atento ao mercado de jogadores. A intenção, quando o futebol for retomado, é trazer reforços para o Brasileirão.
– Com o campeonato voltando, temos interesse de melhorar nosso elenco. Isso vai ser um desafio, mas espero melhorar nossa equipe. Só assim poderemos fazer um grande campeonato – destacou.
Adson disse ainda que o mercado internacional é uma opção para o Dragão, que já conta com o boliviano Henry Vaca. “Analisamos sim. Claro que tem a questão da adaptação, mas estamos de olho”, disse.
O presidente do Atlético, Adson Batista, afirmou nesta quarta-feira (20), durante live transmitida pelo Instagram do clube, que o Rubro-Negro está preparado para o retorno dos treinamentos. Segundo o dirigente, o desejo era de já ter voltado às atividades. Porém, sem o aval das autoridades de saúde estadual e municipal, os planos foram adiados.
– Por mim e pelo Atlético, era para ser ontem, mas dependemos dos órgãos. Esperamos que eles possam avaliar com muito critério e cuidado. Precisamos sinalizar que estamos prontos, os protocolos são de exigência e podemos oferecer condições para os atletas voltarem a treinar. Todos assinaram um termo de compromisso. É um desejo mútuo de diretoria, comissão técnica e atletas – afirmou.
O Centro de Operações de Emergência (COE) se reuniu nesta quarta-feira (20) e recomendou que a proibição aos treinos seja mantida. A informação contrariou Adson, que já avalia tentar um diálogo com o governador Ronaldo Caiado para retomar as atividades no CT. “Vamos ter que tentar uma reunião com o governador, pois já vi que o secretário de Saúde (Ismael Alexandrino) não tem bom senso. Eu os convido para vir ao nosso CT, ver que é um ambiente seguro”, disse.
– Espero que o governador nos dê essa oportunidade. É importante demais nos ouvir. Não adianta o secretário ficar olhando a distância. Se fôssemos os primeiros a voltar, tudo bem. Mas tem muita gente já treinando. Quero que o governador possa nos ouvir – completou Adson.
Protocolo e investimento
O Atlético construiu protocolos sanitários para garantir segurança na volta aos treinos. Conforme Adson, o clube seguiu diretrizes da CBF e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Além disso, o presidente relata que o Dragão adquiriu medidores de temperatura e exames para diagnosticar a Covid-19 para garantir cuidados com os atletas.
– O Atlético está totalmente preparado. Nosso protocolo é baseado no que a CBF nos passou, com o que a OMS exige. Estamos respaldados. Adquirimos aparelhos de medição de temperatura, os exames. Eu seria o maior responsável se eu tivesse um problema. Temos protocolos para preservar a segurança dos jogadores. Ninguém aqui é maluco de ficar correndo riscos. Vejo total segurança para que possamos voltar ao trabalho – pontuou.
Em 1982, a Anapolina disputou a Taça de Ouro – torneio equivalente a Série A do Campeonato Brasileiro – após ter sido vice-campeã da Taça de Prata – torneio equivalente a Série B do Brasileirão – no ano anterior perdendo o título para o Guarani-SP.
A Rubra chegou às oitavas de final do torneio, após ter deixado para trás adversários como: Inter de Santa Maria-RS, Joinville-SC, XV de Jaú-SP, Cruzeiro-MG e Moto Club-MA.
O adversário das oitavas foi o São Paulo que contava com Waldir Peres, Oscar, Serginho Chulapa e Renato, jogadores que disputariam a Copa do Mundo naquele mesmo ano. O Tricolor do Morumbi fazia uma campanha impecável no Brasileiro, em 14 partidas foram 10 vitórias, 1 empate e 3 derrotas – sendo dois revés para o Flamengo na primeira fase e um para a Ponte Preta na segunda fase.
O jogo marcou a estreia do técnico Paulo Henrique à frente da Anapolina, que tinha duas dúvidas para definir a equipe da Rubra: Sidney ou Wilson Santos na zaga; e Veiga ou Edu na ponta esquerda, para suprir a ausência de Paulo Neli que estava suspenso.
Enquanto, o treinador Formiga não tinha muitos problemas para escalar o São Paulo. A única dúvida era o meio campista Paulo César, que havia sofrido uma pancada no joelho no duelo contra o Athlético Paranaense. Porém, o Tricolor Paulista contava com o retorno de Mário Sérgio da suspensão automática pela expulsão contra o Ceará.
OJOGO
Com mais pontos somados no Campeonato, o São Paulo tinha a vantagem de jogar por dois empates contra a Anapolina nas oitavas de final.
A Anapolina dominava as ações do jogo com Paulo Sérgio, Nei e Mateus e, com o apoio da torcida, pressionava o São Paulo que demonstrava bastante nervosismo e via Renato bem marcado sem conseguir arrancar em velocidade, Ricardo sem tocar na bola e Serginho Chulapa isolado na frente.
Buscando fazer um jogo ofensivo, os laterais Getúlio e Marinho avançavam, procurando auxiliar o ataque são-paulino, o mesmo acontecendo com os zagueiros Oscar e Dario Pereira. No contra-ataque, a Rubra fez o primeiro gol da partida. Aos 15 minutos, aproveitando a bobeira da defesa adversária, Mateus recebeu um belo passe na entrada da área e frente a frente com Waldir Peres não desperdiçou.
A Anapolina continuava apostando nos contragolpes e o segundo gol saiu aos 27 minutos. Aproveitando da falha do lado esquerdo da defesa do time do Morumbi, Vinícius avançou com liberdade e cruzou, na medida, para Sávio cabecear para o fundo das redes. Anapolina 2 a 0.
Após o segundo gol da Rubra, o São Paulo passou a reagir. A defesa da Anapolina continuava a marcar muito bem, mas o Tricolor Paulista crescia em campo. A recompensa do esforço são-paulino veio aos 45 minutos da primeira etapa. Jaiminho recebeu um cruzamento da esquerda e tocou rasteiro, vencendo o goleiro Déo. Final de primeiro tempo: Anapolina 2×1 São Paulo.
“Dá-lhe Xata! É gol, é gol! É mais um show…”
O São Paulo retornou do vestiário com disposição para buscar o empate à qualquer maneira, porém deixava a defesa desguarnecida. E aos 18 minutos da etapa complementar, Nei lançou o lateral direito Vinícius, que correu em direção à bola e cruzou para área. Sávio com muito oportunismo, antecipou-se ao marcador e cabeceou para o fundo das redes de Waldir Peres, fazendo 3 a 1.
O terceiro gol deixou o Tricolor Paulista mais desorientado em campo e a torcida da Xata mais eufórica. A Rubra suportou a pressão são-paulina e garantiu o resultado positivo. Fim de jogo, no Jonas Duarte, Anapolina 3×1 São Paulo.
Ficha Técnica
Anapolina 3×1 São Paulo– Oitavas de Final do Campeonato Brasileiro 1982 Data: 28/03/1982 Horário: 17h Local: Estádio Jonas Duarte, em Anápolis (GO)
No último sábado (16), o Goianésia Esporte Clube realizou uma live solidária na qual foi sorteada a rifa da camisa utilizada por Wendell Lira no gol que deu ao jogador o prêmio Puskás, em 2015. O ganhador da rifa foi, Fábio Jacometto, bilhete 318, morador da cidade de Campinas, interior de São Paulo.
Durante a realização do evento houve arrecadação de alimentos bem como de insumos para instituições filantrópicas que estão passando por dificuldades em virtude da pandemia do coronavírus.
Segundo os dados divulgados pelo clube, os números foram ótimos, e o objetivo de ajuda foi alcançado ao longo da live com a arrecadação de: 420 cestas básicas, 555 unidades de álcool gel, 240 Kits de produtos alimentícios, 1 tonelada de produtos de limpeza, 100 cobertores e um total de R$ 4.241,50 reais.
Tais produtos de limpeza e alimentos, bem como a renda obtida serão doadas as instituições: Lar do Idoso Francisco Quagliato, Lar do Idoso São Vicente de Paula e a APAE de Goianésia.
Pelo terceiro ano consecutivo, Goiás não terá representante na categoria adulto da Taça Brasil de Futsal. O Corumbaíba, atual campeão estadual, teria direito à vaga, mas declinou pela necessidade de investir recursos municipais no combate à Covid-19.
Em entrevista ao Esporte Goiano no ano passado, o prefeito disse que a intenção era, depois de três anos, jogar a competição nacional e que recursos seriam angariados para isso. A epidemia, porém, atrapalhou os planos.
– A administração local chegou ao consenso de que teriam que investir muito na prevenção da Covid-19 e não teriam condições de montar uma estrutura para a equipe viajar e participar com chances de ser campeã. Participar só por participar, eles não queriam – relatou o presidente da Federação Goiana de Futebol de Salão (FGFS), Murilo Macedo.
Após a negativa do Corumbaíba, a FGFS convidou o vice-campeão Goiás. O clube esmeraldino está reformulando o elenco de futsal e também recusou a participação na Taça Brasil.
Por fim, a federação tentou repassar a vaga ao Vila Nova, que se uniu à Universo, terceira colocada em 2019. Os dirigentes abriram diálogo com o diretor Willian Mendes, mas o Tigre também não pôde aceitar. “Estão estruturando o departamento e não haveria tempo hábil para irem a uma competição dessa magnitude”, afirmou Macedo.
Em 2020, a CBFS convidou quatro equipes que vinham disputando a 1ª Divisão (segundo degrau na pirâmide nacional) para jogar a Divisão Especial, considerada a elite. Como Corumbaíba não havia participado nos dois anos anteriores, Goiás ficou de fora.
Marcos Egídio diretor Administrativo do Atlético
Arte: Willian Rommel EG/ Foto: Thiago Martins
O Atlético Clube Goianiense esta seguindo o caminho moderno do futebol nos últimos tempos, e tem tudo encaminhado para virar um clube empresa de sociedade anônima. Outros clubes do Brasil já passaram por esse processo, dentre eles o Botafogo do Rio de Janeiro, o Figueirense-SC e até mesmo o Bragantino-SP, que é uma situação que se assemelha, mas é distinta na essência dos demais.
Em entrevista especial ao Esporte Goiano, juntamente ao repórter Willian Rommel, o diretor administrativo do Dragão, Dr. Marcos Egídio, explicou com está a atual situação desse novo projeto junto ao clube, bem como nos objetivos a serem alcançados com esse projeto. Confira abaixo a entrevista na íntegra!