O presidente do Anápolis, Marlon Caiado, afirmou que o clube é favorável ao retorno do Goianão após o período de restrições imposto para evitar a disseminação do novo coronavírus.
Em entrevista à Rádio São Francisco, o mandatário tricolor lembrou que o Galo da Comarca tem boas possibilidades de ser um dos três goianos que se classificarão à Série D de 2021, principal objetivo do clube no retorno à elite estadual. Além disso, Caiado destacou que o presidente da FGF, André Pitta, está empolgado com as possibilidades de concluir o Estadual.
– O Anápolis está numa condição de poder se classificar para a Série D do Brasileiro, que é nosso grande sonho. Temos total interesse em que a competição continue para que tenhamos oportunidade de nos qualificarmos para a Série D. Já tive algumas conversas com o André Pitta, e ele está muito animado e acredita que vai terminar o campeonato, nem que seja em dezembro. Vamos aguardar terminar esse problema e achar uma fórmula ideal para terminar o campeonato – afirmou.
Uma das maiores questões que se põem quanto ao retorno seria que metade dos clubes participantes do Goianão ficam sem calendário e poderiam ter que remontar elencos já desfeitos para apenas quatro jogos, o que poderia ser inviável financeiramente.
No Anápolis, segundo o presidente, não haveria esse problema. O Galo tem o retorno de grande parte da base original do Campeonato Goiano apalavrada e está pronto para se movimentar no mercado assim que a ordem de reinício for dada.
– O Anápolis não está parado. Temos várias negociações. Conversamos com vários daqueles jogadores que estavam presentes. Todos têm interesse em retornar. Quando for definido o retorno, teremos uns 20 dias de prazo para montar a equipe que vai reiniciar o Goiano – pontuou.
No ano de 2010, Atlético Goianiense e Corinthians se enfrentaram pela 29ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, no Pacaembu. As equipes se encontravam em situações distintas na tabela de classificação: os paulistas estavam na terceira posição brigando pelo título ao lado de Fluminense, Cruzeiro, Santos e Internacional; enquanto os goianos ocupavam o 18º lugar lutando para escapar da zona do rebaixamento junto com o Atlético Mineiro, Avaí, Goiás e Vitória.
O Timão vinha de quatro rodadas sem vencer, precisava da vitória para recuperar a segunda colocação e se aproximar da ponta. Já o Dragão vinha de três derrotas e tinha uma rara chance de deixar a zona de rebaixamento, muito embora precisasse de uma combinação de resultados.
Além disso, o Atlético teve de lidar com o desfalque do seu principal jogador, o meia Elias, entregue ao departamento médico.
OJOGO
Antes do primeiro minuto, Bruno César cobrou escanteio da esquerda, e Thiago Heleno cabeceou na trave. No rebote, o meia cruzou rasteiro e Leandro Castán completou para a rede. O gol do Corinthians contra o Atlético-GO, a um minuto de jogo, parecia ser o pontapé inicial de uma reação tranquila dentro do Campeonato Brasileiro. A equipe alvinegra tinha o controle da partida. O Timão com bom toque de bola, envolvia o adversário. Mas não tinha finalização. Quando tinha, saía tudo errado.
Então, o Atlético fez valer o ditado popular “quem não faz, leva”. Foram três chutes e três gols. Aos 19 minutos, Robston estava em posição de impedimento quando recebeu a bola na esquerda, mas a zaga alvinegra parou totalmente e viu Juninho marcar.
O Corinthians sentiu o gol e passou a jogar nervoso. Melhor para o Dragão que aos 38 chegou ao segundo gol. Em cobrança de falta, Robston levantou a bola para dentro da área corintiana e Gilson só teve o trabalho de rolar para o fundo do gol, mesmo com sete jogadores do Timão na área.
Sabendo aproveitar o mau momento do adversário, o Atlético chegou ao terceiro gol aos 45 minutos. Thiago Heleno vacilou na marcação e na linha de impedimento, permitindo toque de Juninho para Marcão: Atlético 3 a 1. Final de primeira etapa.
“A força quente de um Dragão…”
As primeiras ações da etapa final davam indícios de que seria ataque do Corinthians contra defesa do Atlético. Mas o nervosismo do Timão ainda propiciava espaços ao Dragão. Só que a situação não melhorou. Piorou com a expulsão de Leandro Castán aos 12 minutos, por conta de uma cotovelada no adversário. Se com o mesmo número de jogadores, o Corinthians já tinha dificuldades em superar o Dragão, com um a menos as chances de reação diminuíam.
Então, aos 22 minutos, o eficiente time do Atlético fez o quarto gol. Marcão recebeu bom passe de Adriano e não deu chance para o goleiro Julio Cesar. Atlético 4 a 1. Aos 26, o Corinthians ainda conseguiu marcar. William Morais recebeu de Jucilei e mandou para a rede, dando esperança aos torcedores corintianos. E aos 41, Thiago Heleno aumentou esse sentimento ao marcar de cabeça.
Porém já era tarde e aquela tarde de domingo era mesmo do Atlético Goianiense. Final de jogo, no Pacaembu, Corinthians 3×4 Atlético-GO.
Ficha Técnica Corinthians 3×4 Atlético GO – 29ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A de 2010 Data: 10/10/2010 Horário: 16h Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Gols: Leandro Castán a 1 min/1T (Corinthians); Juninho aos 19 min/1T (Atlético); Gilson aos 38 min/1T (Atlético); Marcão aos 45 min/1T e aos 22min/2T (Atlético); William Morais aos 26min/2T (Corinthians) e Thiago Heleno aos 41 min/2T (Corinthians).
Corinthians/SP: Julio Cesar; Alessandro, Thiago Heleno, William (Chicão) e Leandro Castán; Moacir (Defederico), Paulinho, Jucilei e Bruno César; Iarley e Souza (William Morais). Técnico: Adilson Batista.
Atlético Goianiense: Márcio; Adriano, Daniel Marques, Gilson (Jairo) e Thiago Feltri; Agenor, Pituca, Robston e Anaílson (Renatinho); Juninho (William) e Marcão. Técnico: René Simões.
Natural do interior de São Paulo, Finazzi se considera goiano pela história que fez no futebol goiano defendendo alguns dos times do estado e, também, devido ao carinho que possui com a cidade de Goiânia.
Em entrevista exclusiva e especial ao Esporte Goiano, dando sequência a série com atletas que fizeram história no futebol goiano, o ex-jogador que por muito pouco não se tornou Engenheiro, relembrou fatos marcantes na carreira, falou da sua passagem no Goiânia e do momento atual fora das quatro linhas.
No início do mês, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou um auxílio de R$ 120 mil aos clubes da Série D do Brasileirão. O Goianésia foi um dos beneficiados e comemorou o aporte. Embora a direção se mostre contente com a ajuda, o valor é considerado insuficiente.
Conforme o diretor de futebol Fabrício Leopoldo, o dinheiro oriundo da CBF não cobre todos os custos que o Azulão terá com logística extracampo e salários, já mirando a disputa da Série D.
– Toda ajuda é bem-vinda. É um recurso que nos ajudará bastante no planejamento da Série D, mas não é o suficiente. Serão de quatro a cinco meses de campeonato. Não temos só a folha de pagamento. Temos custos de alimentação, hospedagem e muita coisa fora de campo – avaliou.
Neste momento, o Azulão fica sem despesas de salários, já que o elenco foi dispensado e a folha de março está paga. No entanto, a ideia da diretoria é brigar pelo acesso, o que implica em uma folha inflada quando o futebol retornar. “Nosso planejamento é fazer uma equipe forte, para chegar e, quem sabe, subir o Goianésia para a Série C”, pontuou.
A direção ainda não dialogou com os parceiros que aportavam recursos no clube durante o Goianão. A receita dos patrocínios também é uma das contabilizadas para cobrir custos da participação na Série D. O presidente Marco Antônio Maia espera um arrefecimento da epidemia para sentar com empresários e definir renovações nos acordos.
Apenas quatro equipes do interior conseguiram ganhar o Campeonato Goiano. O Anápolis foi o primeiro a conseguir a façanha, em 1965. Dois anos depois, em 1967, o Crac levantou a taça do Goianão, fato que voltou a se repetir em 2004. A terceira equipe do interior a vencer o estadual foi o Goiatuba, em 1992. Por último, o Itumbiara, em 2008.
O Esporte Goiano decidiu relembrar as camisas desses times que marcaram época no estado. Devido a dificuldade no acervo de fotos, Anápolis e Itumbiara foram lembrados apenas nas camisas titulares. Dando prosseguimento a série das camisas marcantes em nosso estado, reveja as dos campeões do interior:
ANÁPOLIS 1965
Arte: Esporte Goiano/Foto: História do Futebol/Anápolis
Em 1965, o Anápolis foi a primeira equipe do interior a vencer o Campeonato Goiano. Naquele ano o estadual foi disputado no sistema de pontos corridos.
Confira o time base do Galo naquele ano: Moraes; Nina, Osmar, Paraguaio e Áli; Genésio e Eudécio; Zezito, Dida, Nelson Parrila e Deca. Outros nomes de destaque eram Baiano e Wilson.
CRAC 1967
Arte: Esporte Goiano/Foto: Terceiro Tempo
O Crac foi o segundo time do interior a vencer o estadual. Naquele ano, a equipe derrotou o Atlético na decisão.
O Leão do Sul tinha na base do seu elenco os seguintes nomes: Nego; Gato, Lázaro, Dema e Silvio Salomão; Luiz Carlos, Wagner, Dezoito e Recife; Toninho Índio e Toró.
GOIATUBA 1992
Arte: Esporte Goiano/Foto: Revista Série Z e reprodução internet
O Goiatuba foi a terceira equipe do interior a vencer o Campeonato Goiano. Em 1992, o Goianão foi disputado inicialmente em pontos corridos, onde as quatro melhores equipes se classificavam para o quadrangular final. Além do Goiatuba, Goiás, Atlético e Vila foram os outros classificados. O título veio após a vitória sobre o Vila Nova neste quadrangular.
O time base do Goiatuba tinha os seguintes nomes: Marol; Cachola, Bilzão, Edvaldo Costa e Jorge Luís; Cláudio, Luizinho, Romeu e Pirata; Estrela e Tornado.
CRAC 2004
Arte: Esporte Goiano/ Fotos: Memória do Esporte e Reprodução Internet
No ano de 2004, o Crac se tornou o maior campeão goiano do interior. Na final, o Leão do Sul venceu o Vila Nova. Após perder o primeiro jogo por 2×1, a equipe venceu a partida decisiva por 3×0 e ficou com o título ao vencer nos pênaltis.
O time base da equipe era o seguinte: Helder; Baiano, Cristiano, Cleiton Mineiro e Marcinho; Pedrinho, Celinho, Cacá e Guarú; Sandro Oliveira e Sandro Goiano.
ITUMBIARA 2008
Arte: Esporte Goiano/Foto: Reprodução Internet
O Itumbiara é o último time do interior a vencer o Goianão. Em 2008, o Gigante da Fronteira se sagrou campeão após vencer o Goiás na final, triunfando nos dois jogos da decisão. No primeiro, a vitória foi por 1×0. No jogo decisivo, em pleno Serra Dourada, a equipe venceu o Goiás por 3×0.
O time base do Itumbiara tinha os seguintes nomes: Sérgio; Claudemir, Anderson, Henrique e Thyago Fernandes; Leandro Carvalho, Luciano Totó, Caíco e Wellington Saci; Landu, Basílio e Paulo César.
Dos clubes do interior que foram campeões, qual teve a camisa mais bonita?
O Goiás anunciou um planejamento para retomar os treinamentos no CT Edmo Pinheiro no dia 2 de maio. Segundo o clube, as atividades seguirão protocolos rigorosos para garantir a saúde de todos os envolvidos. As normativas vêm sendo discutidas com autoridades de saúde.
Em entrevista à Rádio Sagres, o presidente esmeraldino, Marcelo Almeida, disse que os atletas farão atividades sem contato, proeminentemente físicas. “Não vai existir embate de um jogador com o outro. Vamos pegar dois campos e dividi-los em quatro quadrantes cada, colocando apenas dois atletas por quadrante”, explicou.
Conforme Almeida, os equipamentos também serão exclusivos dos jogadores que treinam naquele quadrante. O uso de máscaras será adotado por atletas, comissão técnica e todos que estiverem no clube. Entre outras medidas, os jogadores precisarão ir ao CT já uniformizados.
As férias do elenco se encerraram nesta segunda-feira (20). A partir desta terça, atividades no estilo home office devem ser passadas pelo departamento físico. A intenção é atenuar a queda de rendimento causada pela prolongada paralisação.
No ano de 1999, Goiânia e Fluminense o se enfrentaram pela primeira fase da Série C do Campeonato Brasileiro. O adversário do Galo Carijó contava com os atacantes Roni que havia atuado no Vila Nova e feito parte do elenco colorado campeão invicto da Série C de 1996, e Magno Alves que havia sido descoberto pelo Tricolor das Laranjeiras após uma temporada excepcional pelo Criciúma em 1997. Ambos formaram um dos ataques mais rápidos da história do futebol brasileiro.
O Goiânia chegava para essa partida com apenas uma vitória em seis jogos disputados, enquanto o Fluminense já havia conquistado três vitórias em quatro duelos.
O JOGO
O Fluminense teve um começo de partida animador. Aos 17 minutos, Roni recebeu a bola e da entrada da grande área, na meia-lua, abriu o marcador. Logo na sequência, aos 19 minutos, o Goiânia teve o zagueiro Peta expulso por matar um contra-golpe do Tricolor das Laranjeiras, puxado pelo atacante Roni.
Porém, mesmo com um jogador a menos, o Galo Carijó jogava de igual para igual e chegou ao gol de empate com Eusébio. Aos 33 minutos, Niltinho deu um belo passe em profundidade para o meia que dominou a bola no peito e ajeitou para a perna direita, empatando a partida.
Na base da pressão, aos 43, o time alvinegro conseguiu uma falta do lado esquerdo do campo, na cabeça da grande área. Airton Fraga caprichou na cobrança e marcou um belo gol surpreendendo o arqueiro adversário. Final de primeiro tempo: Goiânia 2×1 Fluminense.
Foto: Reprodução YouTube
“O Galo Carijó é brigador…”
No intervalo, o técnico do Fluminense, Carlos Alberto Parreira promoveu duas alterações na equipe. Com a entrada de Carlos Alberto e Marco Brito, o Tricolor das Laranjeiras o time aumentou o volume de jogo e conseguiu chegar ao gol de empate. Aos nove minutos do segundo tempo, após uma bela arrancada, Magno Alves cruzou a bola na medida para Roni desviar de cabeça para o fundo do gol.
O Fluminense pressionava. Aos 20 minutos, em cobrança de escanteio, Emerson, livre de marcação dentro da área, cabeceou para colocar os cariocas novamente à frente no marcador. Na sequência, o Tricolor das Laranjeiras teve a chance de fazer o quarto gol com Magno Alves, mas a bola explodiu no travessão.
O Goiânia não se entregou e aos 30 minutos o atacante alvinegro, Daniel foi calçado dentro da área por Emerson e o Galo Carijó chegou ao gol de empate. Na cobrança de pênalti, Adriano cobrou com precisão e muita força a penalidade sem chances para o goleiro.
Quando o jogo ia se encaminhando para o final, o lateral alvinegro, Rogério Sousa arrancou em velocidade do meio campo e após costurar meio time do Fluminense saiu cara a cara com o goleiro e anotou o gol da vitória do Galo. Final de jogo: Goiânia 4×3 Fluminense
Ficha Técnica Goiânia 4×3 Fluminense – Grupo D 1ª fase do Campeonato Brasileiro Série C de 1999 Data: 18/09/1999 Horário: 15h Estádio: Serra Dourada, Goiânia (GO)
Amarelos: Eusébio (Goiânia) e Emerson (Fluminense) Vermelho: Peta (Goiânia) Gols: Roni aos 17 min/1T e aos 9 min/2T (FLU); Eusébio aos 33 min/1T (GOI); Airton Fraga aos 43 min/1T (GOI); Emerson aos 20 min/2T (FLU); Adriano aos 30 min/2T (GOI) e Rogério Sousa aos 40min/2T (GOI)
Goiânia: Wellington; Rogério Sousa, Peta, Rogério e Edgar (Clayton); Airton Fraga, Cristiano e Eusébio (Fabiano); Niltinho (Adriano), Daniel e Rodrigo Mendes. Técnico: Luiz Dário
Fluminense/RJ: Gabriel; Paulo César, Edimar, Emerson e Gilson; Marcão, Roger (Carlos Alberto), Robson (Marco Brito) e Rogério; Roni (Odair) e Magno Alves. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
Na madrugada desta segunda-feira (20), por meio de decreto, o governador Ronaldo Caiado liberou as atividades relacionadas a construção civil e as classificou como essencial. Com isso, o Goiás irá retomar as obras de ampliação da Serrinha, que haviam sido iniciadas antes da pandemia causada pelo coronavírus.
Em entrevista a Rádio Sagres 730, Eduardo Junior, superintendente de patrimônio do Goiás falou sobre a retomada das obras. Segundo ele, o retorno das obras devem acontecer na próxima quarta-feira (22), mas que o andamento da ampliação da Serrinha depende de reuniões que serão feitas com Marcelo Almeida, presidente do clube e o setor financeiro. Por último, Eduardo Junior falou que dependendo do calendário, as obras podem durar mais tempo que o esperado.
“Até antes da paralisação a gente já estava com 80% da fundação realizada, então temos esses 20% da fundação para terminar. A partir daí vamos iniciar a montagem do pré-moldado, lembrando que a empresa responsável pela execução do pré-moldado ela já executou grande parte, quase tudo já foi fabricado. Agora é esperar a fundação terminar e começar essas montagens, tanto do pré-moldado quanto da cobertura. São empresas que já tem um volume grande de peças produzidas para iniciar essas montagens.
A questão do cronograma não depende só da parte de obras. A gente vai sentar com o presidente, para estar vendo o cronograma. Fica difícil cravar uma data, pois todo dia tem uma mudança, uma surpresa. Acho prudente aguardar o retorno ao ritmo normal de obras, provavelmente nessa quarta-feira (22).
Vamos aguardar umas duas semanas para ver o andamento, se não vai ter surpresa, outro decreto, se irão retomar o ritmo normal. Juntamente com a presidência e o financeiro vamos tomar uma decisão do ritmo das obras. A gente não tem definição de quando começam os campeonatos, então nós podemos flexibilizar essas questões de prazos, inclusive fazendo um desembolso menor na parte financeira. Isso tudo a gente vai estar estudando com a diretoria para ver qual seria nosso cronograma físico e financeiro”, falou o superintendente sobre a retomada da ampliação da Serrinha.
“Acho que tem muito da genética nisso aí. Diz que filho de peixe, peixinho é né! Então foi assim que aconteceu comigo”
É assim que o ex-goleiro Márcio resume como deu início a trajetória nessa posição amada por uns e odiada por outros no futebol. Embora, atuasse debaixo das traves não foi impedido de desafiar os “especialistas da bola parada” e anotar 41 gols em cobranças de falta e pênaltis.
Em entrevista especial ao Esporte Goiano, dando sequência a série com atletas que fizeram história no futebol goiano, o ex-jogador relembrou fatos marcantes na carreira, falou da sua passagem vitoriosa no Atlético, do momento atual fora das quatro linhas e dos planos para o futuro.
Torcedor rubro-negro relembre o primeiro gol de Márcio com a camisa do Atlético, em jogo contra o Vila Nova, válido pela fase final da Série C do Campeonato Brasileiro de 2007, no Estádio Serra Dourada.
Decreto publicado na madrugada desta segunda-feira (20) pelo governo de Goiás mantém a proibição de eventos públicos ou privados de quaisquer natureza, inviabilizando assim qualquer tentativa de retorno de atividades esportivas como o futebol no curto prazo.
A nova normativa assinada pelo governador Ronaldo Caiado não estabelece prazo, diferente dos dois decretos anteriores. Segundo a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), isso possibilita ao governo avaliar de forma mais dinâmica e com maior celeridade os cenários e, destarte, tomar medidas com mais agilidade.
Durante entrevista coletiva realizada no Palácio das Esmeraldas na manhã desta segunda, o governador foi questionado sobre a possibilidade do retorno do futebol. Caiado lembrou a obrigatoriedade do uso de máscaras imposta pelo decreto e sinalizou que a retomada das atividades esportivas é inviável neste momento.
– Jogar futebol com máscara é complicado. Não acredito nessa possibilidade da prática de qualquer esporte, principalmente esporte de competição – resumiu o governador.
A versão da Federação Goiana de Futebol (FGF) é de que, no atual contexto, não é possível discutir a retomada, já que, caso a situação se agravasse, o campeonato teria que ser paralisado novamente. Outras federações esportivas de Goiás também descartam qualquer tipo de atividade até, pelo menos, a segunda quinzena de maio.
O Goianão foi paralisado no dia 17 de março, portanto, há mais de um mês. A última rodada foi realizada no dia 15 do mês passado. Seis dos 12 clubes do Estadual ficam sem calendário no restante do ano e, por isso, o retorno da competição ainda é questionável, pois os elencos dessas equipes já foram liberados.