Goiânia foi sede pela primeira vez no ano passado. (Foto: Willian Rommel/EG)
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) informou na última quarta-feira (22) o cancelamento do Festival Paralímpico de 2020. O evento, que seria realizado no dia 19 de setembro, ocorreria em Goiás nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis.
Conforme o CPB, a decisão se deve pela falta de uma previsão de retorno das atividades esportivas por conta do avanço da epidemia de Covid-19. Um novo edital para a edição de 2021 do evento será publicado.
Esta seria a terceira edição do Festival, que começou em 2018, com 48 cidades. Na ocasião, Anápolis representou Goiás. No ano passado, o evento se expandiu para 70 sedes, com a inclusão de Aparecida e Goiânia, e atendeu mais de 10 mil crianças.
Entre as atividades praticadas estão: Futebol de Cinco, Arremesso de Disco, Arremesso de Peso, Salto em Distância e Bocha, são inclusivas. Em Anápolis, pelo menos 120 crianças e adolescentes com deficiência (PCD) seriam atendidos, além de 30 sem deficiência.
Apesar de ficar sem sediar o evento pela primeira vez em três anos, a cidade apoia a decisão do CPB. “Neste momento, numa atitude de responsabilidade com a saúde dos atletas, o Comitê Paralímpico Brasileiro cancela o evento. Neste momento de pandemia é impossível realizar o festival, para evitar o contágio”, disse o secretário de Esportes, Karim Abrahão.
O meio campista Silvinho marcou história no Goiânia fazendo parte do elenco profissional que conquistou o Campeonato Goiano de 1968 e a Copa Brasil Central de 1967. Sem falar do faro de gols do camisa 8 alvinegro que anotou 4 gols na campanha do título estadual de 1968 e na temporada de 1969 foi o artilheiro do Galo Carijó com 6 gols.
Em entrevista exclusiva e especial ao Esporte Goiano, dando sequência a série com atletas que fizeram história no futebol goiano, o ex-jogador que defendeu o Goiânia por mais de uma década, relembrou histórias e conquistas do tempo em que vestia a camisa alvinegra.
Em 2012, o Goiás conquistou a Série B pela segunda vez em sua história. Os comandados de Enderson Moreira levaram a equipe a conquista após 38 rodadas. Ao longo do campeonato, a equipe somou 78 pontos. Foram 23 vitórias, nove empates e seis derrotas, um aproveitamento de 68%.
Ao lado do Athlético Paranaense, a equipe teve a melhor defesa da competição, com 37 gols somados e o segundo melhor ataque, com 75 gols marcados, atrás apenas do Criciúma, vice-campeão da Série B.
Na 15º rodada, a equipe foi até Minas Gerais para enfrentar o Ipatinga. Com show da dupla Walter e Ricardo Goulart, que anotaram três e dois gols respectivamente, a equipe goleou a equipe mineira pelo placar de 6×0. O outro gol da partida foi marcado pelo volante Amaral. Relembre como foi essa partida!
O Jogo
Atuando em casa, o Ipatinga tentava manter as ações ofensivas do jogo no início da partida. O Goiás buscava sair nos contra-ataques, mas sem ameaçar o gol defendido por Bruno. Antes dos 20 minutos, a equipe mineira já havia criado três chances, mas sem conseguir abrir o placar.
Após sofrer com a pressão inicial do Ipatinga, o Goiás abriu o placar aos 27 minutos. Egídio cobrou escanteio na área, Ramon desviou e Ricardo Goulart, de primeira, colocou no fundo da rede. A equipe ampliou aos 40 minutos, da intermediária, Walter cobrou falta e acertou no ângulo.
Goiás amplia o placar e transforma em goleada
O Goiás marcou o terceiro antes do terceiro minuto da etapa final. Egídio fez o cruzamento, Amaral finalizou na trave e Walter, no rebote ampliou o placar. Aos 12 minutos, Walter chegou ao hat-trick. Em um replay do primeiro gol, Egídio cobrou escanteio na área, Ramon desviou na primeira trave e o atacante colocou no fundo da rede.
O esmeraldino chegou ao quinto aos 31 minutos, Renan Oliveira deu passe em profundidade, a defesa falhou e Ricardo Goulart marcou o segundo dele na partida. Aos 37 minutos, Amaral deu números finais a partida. Renan Oliveira cobrou falta na área e o volante marcou o sexto gol da equipe.
Ficha Técnica
Ipatinga 0x6 Goiás – 15º rodada da Série B 2012 Data: 03 de agosto de 2012 Local: Estádio Ipatingão, Ipatinga (MG) Horário: 21h
Árbitro: João Batista de Arruda (RJ) Assistentes: Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ) e Rodrigo Henrique Corrêa (RJ)
Gols: Walter, aos 41′ 1T, 1′ e 12′ 2T; Ricardo Goulart, aos 27′ 1T e 31′ 2T e Amaral, aos 38′ 2T (GEC) Cartões Amarelos: Tiago Alencar (IPA)
Ipatinga: Bruno; Marcel, Pedrão, Thiago Alencar e Azevedo; Leanderson, Max Carrasco (Vinicius Kiss), Wellington Bruno e Laécio (Eliandro); Chiquinho e Márcio Diogo (Bachin). Técnico: Flávio Lopes
Goiás: Harlei; Vitor, Ernando, Valmir Lucas e Egídio; Amaral, Marcos Paulo, Ramon e Ricardo Goulart (Marinho); Walter (Juliano) e Iarley (Renan Oliveira). Técnico: Enderson Moreira
O Goiás planeja entregar as obras da segunda fase da reforma do estádio da Serrinha em agosto. O prazo, no entanto, depende da manutenção das atividades de construção civil durante o período da epidemia de Covid-19 no estado.
Caso não sejam editados novos decretos proibindo ou restringindo as obras, a direção esmeraldina crê que a nova arquibancada leste será entregue em cerca de 40 dias. Antes da paralisação, o prazo de término era o final de junho.
– Devido a paralisação vamos ter de fazer novo cronograma para entrega. Vamos aguardar mais duas semanas para saber se novos decretos serão publicados, caso possamos continuar com as obras, vamos definir a nova data. Provavelmente vamos adiar no período que ficamos parados, 40 dias – disse o engenheiro responsável pela obra, Eduardo Júnior, em entrevista à TV Goiás.
As obra recomeçaram na última terça-feira (21). O cálculo inicial de investimento era de R$ 10 milhões. Contudo, com a paralisação, o clube refaz as contas e acredita que a reforma ficará mais cara.
A parte de demolição estava praticamente finalizada. A fase de terraplanagem está em andamento e, a partir daí, conforme Eduardo Júnior, a fundação para os pré-moldados poderá ser feita. Boa parte dessas estruturas são produzidas fora da Serrinha.
Com o término da fase 2, a capacidade do estádio crescerá de 10 mil para 14 mil e poderá receber jogos do Brasileirão. A obra completa ainda prevê outras duas fases, com a construção da nova arquibancada oeste, a ala mais nobre e, portanto, mais dispendiosa, e serviços de acabamento da fachada e construção de edifício-garagem.
O Grêmio Anápolis anunciou a contratação do volante Thiago Batista, de 26 anos. O jogador estava por último no Anápolis e é a primeira contratação da equipe para a próxima temporada.
Antes de defender as cores do Galo, o jogador construiu sua carreira em clubes do interior de São Paulo, como União Barbarense, Mirassol e Água Santa.
No Goianão 2020, o Grêmio Anápolis estava na 9º colocação, com 11 pontos conquistados. A equipe não figurava entre as classificadas para as quartas de final do estadual e nem entre os clubes rebaixados na competição.
Em 2006, o Goiás fez sua estreia na Copa Libertadores da América, o torneio de futebol mais importante do continente sul-americano. O Esmeraldino havia conquistado a vaga para a disputa da Libertadores, graças a campanha no Campeonato Brasileiro de 2005, no qual alcançou a marca de 74 pontos, terceira colocação, a melhor do time na competição nacional.
No entanto, o Goiás não ingressou direto na fase de grupo do torneio, mas sim na conhecida “Pré-Libertadores”, na qual teve de encarar o Deportivo Cuenca, equipe do Equador que havia sido vice-campeã do Torneio Clausura.
Pelo duelo de ida, no Estádio Alejandro Serrano Aguilar, na cidade de Cuenca, no Equador, o Goiás havia empatado pelo placar de 1 a 1. O Esmeraldino saiu na frente com Rogério Correa aos 14 minutos, mas na etapa final, aos 13 minutos, o Deportivo Cuenca empatou com Holguer Matamoros.
O JOGO
O Goiás mesmo tendo a vantagem do empate sem gols para avançar na Libertadores, iniciou a partida pressionando e não dando chances ao adversário, que só teve uma oportunidade de gol, mas parou em Harlei.
Desperdiçando muitas oportunidades, o Goiás abriu o marcador aos 28 minutos da primeira etapa. Jadílson desceu pela esquerda, cortou o marcador e chutou forte, de fora da área, acertando o ângulo esquerdo do goleiro Klimowicz.
Na segunda etapa, o time equatoriano resolveu entrar no jogo, apostar no tudo ou nada e chegou a pressionar o esmeraldino nos primeiros 15 minutos. A partir daí, o Goiás tomou as rédeas da partida, ampliando o placar aos 30 minutos, com Romerito, de cabeça. Logo em seguida, após bela jogada individual, Welliton foi derrubado na área. Na cobrança de pênalti, Romerito marcou mais um e deu números finais ao marcador: Goiás 3×0 Deportivo Cuenca.
Com o resultado, o Esmeraldino avançou à Fase de Grupos da Libertadores, ficando na Chave 3, ao lado do Newell’s Old Boys (Argentina), Union Española (Chile) e The Strongest (Bolívia).
Ficha Técnica
Goiás3×0Deportivo Cuenca (EQU) – 1ª Fase da Copa Libertadores da América de 2006 Data: 01 de fevereiro de 2006 Estádio: Serra Dourada, Goiânia (GO)
Público e Renda: não divulgados
Árbitro: Martín Vázquez (Fifa/Uruguai) Assistentes: Fernando Cabrera (Fifa/Uruguai) e Fernando Cresci (Fifa/Uruguai)
Cartões amarelos: Fabiano, Júlio Santos e Leonardo (Goiás); Gámez (Deportivo Cuenca) Cartão vermelho: Parra (Deportivo Cuenca) Gols: Jadílson aos 29 min/1T; Romerito aos 30 e 37 min/2T (Goiás)
Goiás: Harlei; Rogério Corrêa, Júlio Santos e Leonardo; Cléber (Vitor), Fabiano, Danilo Portugal, Juliano (Jardel) e Jadílson; Nonato (Welliton) e Romerito. Técnico: Geninho.
Deportivo Cuenca: Klimowicz; Fleitas, Parra e Gámez; Bohórquez, Guerra, Mina, Gutiérrez e Matamoros (España); Alvarado e Quiñónez (Romero). Técnico: Diego Barragán.
A Federação Aquática de Goiás (Fago) anunciou o adiamento do 2º Torneio Fago, que seria realizado neste final de semana (dias 25 e 26). A postergação é por tempo indeterminado, por conta da epidemia de Covid-19 no estado.
O campeonato seria o segundo das categorias infantil a sênior. A competição seria no Clube Sesi Ferreira Pacheco, em Goiânia, em piscinas de 50m.
Segundo a Fago, cerca de 150 atletas participariam do torneio. Com a epidemia em avanço, ainda não há perspectiva de retomada dos treinos dos nadadores nas academias. Por isso, seria inviável realizar a competição.
A Fago diz que aguarda recomendações das autoridades para que possa permitir a volta aos treinos e, posteriormente, o retorno das disputas competitivas.
Este é o terceiro Torneio Fago afetado pela epidemia de Covid-19, o segundo das categorias infantil a sênior. A competição de mirim a petiz também foi adiada. Foi afetada a realização do curso de arbitragem. A próxima disputa do calendário está prevista para o dia 9 de maio.
No ano de 1999, Anapolina e Fluminense se enfrentaram pela 1ª fase da Série C do Campeonato Brasileiro, no Jonas Duarte. A fase inicial da terceira divisão nacional estava entrando na reta decisiva e naquela altura do torneio o Serra-ES já havia garantido vaga à segunda fase, enquanto o Tricolor das Laranjeiras, na vice-liderança do grupo com 12 pontos, precisava vencer a Rubra que era concorrente direto, com 11 pontos.
O JOGO
O primeiro tempo foi bastante movimentado. Logo aos 8 minutos, o goleiro do Fluminense defendeu um chute de Marcelo Santos. Na sequência, Arinélson deu a resposta exigindo uma bela defesa do arqueiro da Anapolina que mandou a bola para escanteio.
A Rubra dava mais velocidade ao jogo, jogando com mais objetividade e criando boas chances. Porém, foi o Tricolor das Laranjeiras que abriu o marcador aos 29 minutos com Roger, de cabeça, ao escorar um bom cruzamento de Válber, em cobrança de falta. Após o gol, o Fluminense, seguindo as orientações do treinador Parreira, passou a sair jogando com a bola no chão, trocando passes e, assim, equilibrando as ações ofensivas da partida. Final de primeiro tempo: Fluminense 1×0 Anapolina.
Na volta do intervalo, logo no primeiro minuto, Marcelo Santos, livre de marcação, mandou uma bomba de fora da área e a bola ganhou o fundo das redes, empatando a partida. Com o tento da igualdade, a Anapolina fez jus ao apelido de Xata e passou a incomodar o Fluminense, principalmente com Aílton pelo lado esquerdo.
Aos 17 minutos, em bela jogada de velocidade pela esquerda, após receber um passe na medida, Wallace só teve o trabalho de estufar as redes do goleiro adversário e fazer o gol da virada: Anapolina 2×1 Fluminense.
Porém, o Fluminense precisando do resultado insistiu e conseguiu o gol de empate aos 33 minutos da segunda etapa. Em bola alçada na área, Júlio César se antecipou a marcação da rubra e subiu no primeiro pau para cabecear a bola para o fundo das redes.
No entanto, quando tudo se encaminhava para um empate, aos 45 minutos, após uma bela jogada individual de Wallace que arrancou em velocidade, tabelou com o companheiro e colocou Aílton na cara do gol para anotar o gol da vitória da Rubra. Final de jogo, no Jonas Duarte, Anapolina 3×2 Fluminense.
Ficha Técnica Anapolina 3×2 Fluminense – Grupo D 1ª Fase do Campeonato Brasileiro Série C de 1999 Data: 03/10/1999 Horário: 20h Estádio: Jonas Duarte, Anápolis (GO)
Público e Renda: não divulgados
Árbitro: Romildo Correia (SP)
Cartões amarelos: Paulo Roberto e Róbson (Fluminense); Márcio Defendi, Leonardo e Bob (Anapolina) Gols: Roger aos 29 min/1T (Fluminense); Marcelo Santos ao 1º min/2T (Anapolina), Wallace aos 17 min/2T (Anapolina); Júlio César aos 33 min/2T (Fluminense) e Aílton aos 45 min/2T (Anapolina).
Anapolina: Márcio Defendi; Tupã, Camilo, Leonardo e Carlos Eduardo; Leandro, Marcelo Santos e Alessandro (Vandinho) e Bob; Aílton e Wallace. Técnico: José “Vica” Luis Mauro.
Fluminense/RJ: Diogo; Paulo César, Emerson, Alexandre Lopes e Paulo Roberto; Marcão, Válber (Júlio César), Arinélson (Rogério) e Yan; Róbson e Roger. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
Diante a pandemia global da Covid-19, várias são as movimentações de empresas, pessoas e afins, no desenvolvimento de ações no combate a disseminação da nova doença. No mundo esportivo não vem sendo diferente, clubes e entidades que comandam o esporte, por exemplo vem tomando algumas atitudes.
Kit colorado
Foto: Comunicação Vila Nova
Nessa semana, o Vila Nova lançou uma linha de produtos que ajudam no combate a disseminação do novo coronavírus. Por meio de suas redes sociais o clube informou que a sua loja oficial, está comercializando produtos como máscaras de proteção facial e álcool gel.
Segundo o clube os valores adquiridos na venda dos produtos, serão destinados uma parte para o time e a outra para instituições que estão na linha de frente do combate a doença.
O torcedor que quiser adquirir, basta entrar em contato com a loja oficial do time pelo whatsapp (62) 99103-8552, ou pelo direct no Instagram da Loja Nação Colorada. Os preços são de R$ 15 as máscaras, R$ 15 álcool gel de 500ml, e 98 reais o de 5L.
Atlético e Goiás também comercializam seus kits
Foto: Comunicação Atlético-GO
O Atlético foi o primeiro clube goiano a começar a vender máscaras de proteção contra a covid-19. O clube comercializa no site da Dragão Premium, e custam R$ 35,80 duas unidades e R$ 71,60 o pacote com 4. A Tolledo Sports, que fabrica esses produtos tanto do Vila Nova quanto do Atlético, irá produzir uma linha mais barata no valor de R$ 9,90 ainda nos próximos dias.
O Goiás por sua vez ainda não tem o produto para ser comercializado, mas segundo os gestores de marketing do time eles serão lançados ainda nessa semana. Quatro modelos serão disponíveis para a compra no site da Go Store, as máscaras deverão custar o preço de R$ 14,90.
O presidente do Anápolis, Marlon Caiado, afirmou que o clube é favorável ao retorno do Goianão após o período de restrições imposto para evitar a disseminação do novo coronavírus.
Em entrevista à Rádio São Francisco, o mandatário tricolor lembrou que o Galo da Comarca tem boas possibilidades de ser um dos três goianos que se classificarão à Série D de 2021, principal objetivo do clube no retorno à elite estadual. Além disso, Caiado destacou que o presidente da FGF, André Pitta, está empolgado com as possibilidades de concluir o Estadual.
– O Anápolis está numa condição de poder se classificar para a Série D do Brasileiro, que é nosso grande sonho. Temos total interesse em que a competição continue para que tenhamos oportunidade de nos qualificarmos para a Série D. Já tive algumas conversas com o André Pitta, e ele está muito animado e acredita que vai terminar o campeonato, nem que seja em dezembro. Vamos aguardar terminar esse problema e achar uma fórmula ideal para terminar o campeonato – afirmou.
Uma das maiores questões que se põem quanto ao retorno seria que metade dos clubes participantes do Goianão ficam sem calendário e poderiam ter que remontar elencos já desfeitos para apenas quatro jogos, o que poderia ser inviável financeiramente.
No Anápolis, segundo o presidente, não haveria esse problema. O Galo tem o retorno de grande parte da base original do Campeonato Goiano apalavrada e está pronto para se movimentar no mercado assim que a ordem de reinício for dada.
– O Anápolis não está parado. Temos várias negociações. Conversamos com vários daqueles jogadores que estavam presentes. Todos têm interesse em retornar. Quando for definido o retorno, teremos uns 20 dias de prazo para montar a equipe que vai reiniciar o Goiano – pontuou.