Um dos grandes destaques da Divisão de Acesso 2018, o atacante Batata vai atuar na elite do futebol goiano. Ex-Jaraguá, o jogador de 28 anos vai reforçar o Crac na sequência do Goianão 2020.
Natural de Brasília, Junnior Batata já rodou por diversas equipes brasileiras e estava atuando no Moto Club/MA, onde marcou um gol em duas partidas no estadual 2020. Seu melhor momento foi no Jaraguá, quando terminou como vice-artilheiro da Divisão de Acesso goiana, com 8 gols marcados. Nonato, com nove gols, foi o artilheiro, defendendo o Goianésia.
Com 5 pontos – e um jogo a menos -, o Crac ocupa o sétimo lugar na classificação geral. O próximo jogo da equipe catalana será na segunda-feira, às 20h30, no OBA, contra o Vila Nova, oitavo colocado, com a mesma pontuação.
Ficha técnica:
Nome completo: Wilkerson Junnior de Souza Gomes
Apelido: Batata
Idade: 28 anos (09/08/1991)
Naturalidade: Brasília/DF
Altura: 1m88
Peso: 81 kg
Clubes anteriores: Botafogo/DF, Grêmio Maringá/PR, Brasília, Araguaína/TO, Ceilândia/DF, Gurupi/TO, Barretos/SP, Jaraguá, Sergipe/SE, São Raimundo/PA, Santa Lúcia/MLT e Moto Club/PB.
O Iporá anunciou Leandro Niehues como seu novo treinador. O profissional, que estava como auxiliar técnico no Paysandu, chega para substituir Paulo Pereira, demitido na segunda-feira (10).
Natural de Toledo/PR, o novo treinador trabalhou no Athletico-PR (auxiliar), Inter de Lages/SC, Volta Redonda/RJ, Arapongas e também no futebol goiano. Dirigiu o Vila Nova, em 2016, por apenas 13 dias e foi dispensado após quatro jogos (uma vitória, dois empates e uma derrota). Curiosamente, foi um empate que culminou na saída do profissional: empate sem gols com o Gama, no duelo de ida das quartas de final da Copa Verde.
A estreia de Leandro Niehues será diante do líder Jaraguá, às 15h30 de domingo, no Ferreirão. O Iporá ocupa o sexto lugar, com seis pontos.
Atlético, Goiás e Vila Nova se classificaram à segunda fase da Copa do Brasil, após terem eliminado União Rondonópolis, Fast e Galvez, respectivamente. Com isso, o Tigrão embolsou R$ 1.190.000 de reais; enquanto o Esmeraldino e o Dragão ganharam R$ 1.953.000,00 de reais, pela participação na primeira fase e a classificação à fase seguinte.
Na 2ª fase da Copa do Brasil, o adversário do Atlético será o Santa Cruz-PE, a partida será realizada no Estádio Olímpico. Enquanto, o Goiás irá visitar o Santo André-SP, no Bruno José Daniel. Já, o Vila Nova irá encarar a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli. Todas essas partidas, ainda terão suas datas e horários confirmados pela CBF.
Após desfalcar o Goiás nas partidas diante do Fast (Copa do Brasil), Goianésia (Campeonato Goiano) e Sol de América (Copa Sul-Americana), Léo Sena foi liberado pelo departamento médico do clube esmeraldino e deve retornar ao Goiás no clássico contra o Atlético. O atacante Mike também deve ser novidade na formação esmeraldina no duelo de domingo, 16h, no Olímpico.
Nas três partidas em que Léo Sena esteve fora, a equipe acumulou um triunfo (contra Fast), empate (contra Goianésia) e uma derrota (contra Sol de América).
A última partida do jogador foi no empate contra o Vila Nova. Após o clássico, o jogador foi diagnosticado com uma entorse no tornozelo direito, que o tirou de combate por pouco mais de 10 dias. Com o retorno de Léo Sena, a tendência é que Thalles vá para o banco de reservas. No entanto, o atleta deve retornar aos poucos ao time.
Foto: Rosiron Rodrigues/GEC
O clássico diante do Atlético deve marcar a estreia de Mike pela equipe esmeraldina. Contratado no final do mês de janeiro, o jogador foi apresentado na tarde de hoje e está apto para enfrentar a ex-equipe.
“Fui muito bem recebido por todos. Tenho que, quando tiver a chance, mostrar para a torcida que mereço estar no Goiás. Não adianta falar coisas em entrevistas, para imprensa, tenho de mostrar em campo”, afirmou o atacante de 26 anos, que assinou contrato até o fim de 2020.
Mike se apresentou no início de fevereiro, com a temporada já em andamento e, apesar disso, garante estar bem fisicamente para estrear. “A concorrência é grande, já que o clube conta com bons atacantes. Tenho como característica entrar sempre na área, acreditar em todas as bolas”, afirmou.
O goleiro Jean, de 24 anos foi apresentado na tarde de hoje pelo Atlético. Treinando com o grupo há mais de um mês, o arqueiro teve a apresentação tardia devido a trâmites burocráticos. No final de 2019, o jogador foi acusado de agredir a sua até então esposa nos Estados Unidos, mas pouco tempo depois o processo foi arquivado pela justiça do país.
Quem apresentou o atleta foi Adson Batista, presidente do Atlético. Segundo Adson, o Atlético está feliz por participar da recuperação do jogador. Porém, caso Jean volte a pisar na bola, o clube não irá aliviar para o jogador.
“A gente vai procurar recuperar esse atleta, ele vai dar sequência na sua vida de maneira correta. Ele sabe que se não for assim não tem espaço aqui no Atlético. Dentro disso eu tenho confiança que vamos fazer um grande ano, vitorioso e você (Jean), vai nos ajudar muito. E que você possa ser feliz na sua vida pessoal, cuidar das suas filhas, das suas responsabilidades, porque isso pra gente é muito importante”, justificou o dirigente a contratação do atleta.
Arrependimento pela agressão
Em sua apresentação, o goleiro pediu desculpas pelo erro que cometeu. Segundo ele, logo mais novos esclarecimentos serão dados sobre o episódio que ocorreu no final do ano passado. Em sua defesa, o jogador justificou que o acontecimento foi devido a uma reação que ele nunca havia tido. Para Jean, a imprensa também colaborou a criar uma imagem negativa, de um “monstro”.
“Pedir desculpa pelo meu erro, toda história tem dois lados, mas como o Adson falou não justifica a agressão. Não estou aqui para dizer que por a história ter dois lados que eu estou certo em agredir. Foi uma reação que eu tive, mas que eu nunca tinha tido. Eu não sou esse menino agressor, quem me conhece sabe que eu sou um cara de coração bom, quem me conhece sabe de toda a minha história e se surpreendeu com o que aconteceu. Tem coisas que eu só vou poder falar em breve e não posso entrar em detalhes. De antemão, estou aqui para me apresentar, dar minha cara a tapa, pedir desculpas para todas as pessoas, todas as mulheres que se sentiram ofendidas de alguma forma. Eu não sou esse monstro que a imprensa fez de mim, eu não sou essa pessoa ruim e estou muito arrependido do que eu fiz”, se desculpou Jean pelo episódio ocorrido no final do ano passado.
Gratidão
Com o contrato suspenso pelo São Paulo, clube que defendia antes de vir para o Atlético, o goleiro agradeceu ao Atlético e a Adson Batista pela segunda chance dada. Para o atleta, caso o Atlético não tivesse dado essa oportunidade, ele não poderia arcar com o sustento das filhas.
“Eu tenho que agradecer muito ao Atlético, ao Adson por abrir essa porta para mim. Eu não sou esse monstro que fizeram de mim, eu nunca havia agredido uma mulher, nunca tinha tocado o dedo em uma mulher. Foi uma situação de reação do momento por fatos que eu vou esclarecer depois, mas que não justificava o ato de agressão. Se não fosse o Atlético hoje, eu não teria como ganhar dinheiro, trabalhar para sustentar e dar educação para minhas filhas. Eu tenho que ser eternamente grato ao Atlético, ao Adson por ter aberto as portas para mim, pra eu reiniciar minha carreira”, agradeceu o jogador a chance dada pelo Atlético de retomar a sua carreira.
Ameças de Morte
No início do ano, o jogador teve seu nome ventilado no Ceará. Porém, devido a reações negativas por parte da torcida, o atleta acabou não se transferindo para a equipe do nordeste. No Atlético, o jogador também recebeu reações negativas, protestos principalmente nas redes sociais. Segundo o goleiro, ameaças de morte também foram recebidas por meio das redes.
“Não só a situação do Ceará, por ter voltado atrás. Eu acho que a situação de eu chegar aqui, querendo ou não você entra nas redes sociais e vê pessoas te julgando, te xingando, comparando a pessoas que cometeram crimes absurdos e foi uma coisa que mexe com o ser humano. Eu não sou aquilo, não sou um monstro que falaram, nunca fui. Isso é o que mexe muito comigo, em redes sociais eu recebo até ameaças de morte de pessoas que escutaram apenas um lado da história. Toda história tem dois lados, eu não podia falar antes, mas em breve vou estar dando esclarecimentos para as pessoas entenderem melhor o que passou”, revelou o atleta sobre as ameaças de morte que recebeu após o episódio.
Término precoce da carreira
O jogador revelou que pensou em encerrar a sua carreira. No entanto, após conversas com família, empresários ele repensou essa decisão e que ela foi tomada principalmente pelas duas filhas.
“Eu pensei em parar de jogar, no momento que eu estava sendo atacado de todos os lados, pessoas me xingando, me julgando em tom agressivo, ameaçando até de morte. Cheguei a comentar com meus empresários e com a minha família que não queria mais jogar futebol. Sofri bastante durante esse tempo, ainda estou sofrendo, mas por outro lado em conversas com a minha família, meu empresário eles me questionaram o que eu sabia fazer. E eu não soube responder, o que fez dar tudo para minhas filhas e para a minha família foi o futebol. Jogar futebol é a única coisa que eu sei fazer. Por mim, se eu fosse sozinho na vida eu teria parado de jogar, mas eu tenho minhas filhas que eu amo muito, eu tenho que dar educação, alimentação, tudo do bom e do melhor e é por esse motivo que eu não deixei de jogar futebol”, explicou o jogador sobre o quase término da sua carreira
No Acre, o Vila garantiu a sua vaga para a segunda fase da Copa do Brasil. Diante do Galvez, a equipe venceu por 1×0. Após a partida, em entrevista a Rádio CBN, Gilsinho destacou a entrega da equipe. Substituído durante a partida, o jogador disse estar desgastado, segundo ele por ajudar na parte defensiva e tática, além de participar na parte ofensiva.
“Futebol de hoje exige muito. Você correr bastante, poder se dedicar na marcação, na parte tática, poder ajudar também na parte ofensiva, então acaba tendo desgaste sim. Graças a Deus consegui correr bem esse jogo, depois acabei cansando, mas já estávamos com o 1×0, a gente conseguiu controlar bem a partida depois da expulsão e saímos com a classificação”, revelou o jogador o desgaste durante a partida contra o Galvez.
O Vila fez seis jogos oficiais na temporada. Cinco pelo Campeonato Goiano e um pela Copa do Brasil. Em todos eles, Gilsinho foi presença carimbada entre os 11 que iniciaram a partida. Apesar de não ter descanso, o jogador disse estar tranquilo com isso, mas que irá entender a decisão de Ariel Mamede caso queira poupa-lo.
“A gente sempre quer jogar. Se o Ariel achar o momento de ser poupado, a gente vai entender. A principio a gente está se recuperando bem, tendo bom descanso, alimentação, para a gente sempre estar preparado para jogar”, falou o atleta sobre a sequência de titular que vem tendo nesse início de temporada.
No último domingo (09), o Goiânia conquistou sua primeira vitória no estadual, ao vencer de virada o Vila Nova, pelo placar de 2 a 1. Com quatro pontos conquistados, o Galo Carijó está em décimo lugar e há um ponto de entrar na zona de classificação para a próxima fase do Goianão.
De acordo com o volante Anthony, os problemas externos não tiveram influência dentro das quatro linhas, mas impactaram o grupo.
“É difícil de falar dos problemas externos, porque nós jogadores tentamos, ao máximo, nos preocupar somente com o que acontece dentro de campo. Eu acredito, que atrapalhou no início do campeonato, mas conseguimos lidar com essa situação. E durante a última semana, nós viemos conversando e pontuando o que seríamos capazes de fazer para conquistarmos a primeira vitória.”, declarou.
Segundo Anthony, o elenco do Goiânia possui um espírito de guerreiro que se mostra na entrega e determinação de cada um dos jogadores dentro de campo, na busca pelo resultado.
O próximo compromisso do Galo Carijó será no domingo (16), às 16h, diante da Anapolina, no estádio Jonas Duarte, em Anápolis.
O Basquete Anapolino anunciou nesta quarta-feira (12) mais uma contratação para o Campeonato Brasileiro de 2020. Trata-se do pivô Rômulo Oliveira, de 28 anos. O último time do atleta foi o Unifae/São João da Boa Vista (SP).
Ele se junta a Alef César como reforços oriundos de outros estados. Douglas Corrêa também havia sido contratado, mas deixou as águias por questões físicas. Para seu lugar, chegou o ala-pivô Lucas Gato, ex-Vultures.
A diretoria auriazul ainda busca mais uma contratação. A esperança é fechar com um jogador de peso. A comissão técnica está de olho em um atleta de alto nível, mas só vai anunciá-lo quando ele conseguir sua liberação junto à atual equipe.
Amistoso confirmado
Neste sábado (15), o Basquete Anapolino fará seu primeiro amistoso. O adversário será o Cerrado, que também é o rival na estreia do Brasileirão. A partida está marcada para 16h, no ginásio da Iesplan, na Asa Sul, em Brasília.
A Aparecidense decepcionou mais uma vez ao empatar com o Crac na quarta-feira (12). Para o atacante Alex Henrique, faltou capricho nas finalizações para tirar o zero do placar e garantir mais um triunfo ao Camaleão. O atacante faz, inclusive, um mea culpa pelos gols que perdeu no confronto na Serrinha.
Apesar da lamentação pelo empate, Alex Henrique destaca que é importante seguir pontuando no Goianão.
– Falta a gente colocar a bola para dentro. Eu me incluo com minha parcela de culpa. Tive duas oportunidades de gol, mas não consegui concluir bem. O empate é ruim por conta da derrota no jogo passado, mas também temos que pensar que pontuamos. Se tivéssemos pontuados noutros jogos, estaríamos melhor na tabela. Ainda temos mais um jogo em casa no primeiro turno e temos que focar. Não dá pra terminar com nove pontos, mas podemos terminar com sete – afirmou.
Em mais um ano de grande investimento, a Aparecidense ainda não emplacou e está próxima da zona de rebaixamento. Contra o Anápolis, a vitória é considerada crucial para as pretensões azuis.
– A gente tenta passar tranquilidade nesse momento, mas só uma vitória para dar uma acalmada nos ânimos e, pensando em tabela, só uma vitória poderia nos colocar na briga. Está tudo embolado – ponderou Alex Henrique.
O Vila Nova não brilhou, mas venceu o Galvez em Rio Branco para avançar à 2ª fase da Copa do Brasil. Após o confronto, o presidente Hugo Jorge Bravo afirmou que a classificação na competição nacional era obrigação.
– Não fizemos mais do que nossa obrigação, que era vencer. Sempre respeitamos o adversário, mas cumprimos nosso dever de sair classificados – disse o mandatário em entrevista à Rádio CBN Goiânia.
Pela classificação, o Tigre recebe R$ 650 mil. Porém, uma determinação da Justiça do Trabalho deve bloquear boa parte dos recursos para pagamento de ações trabalhistas de ex-jogadores do clube.
Para superar os problemas orçamentários, Bravo pede o apoio do torcedor. O presidente colorado espera que os vilanovenses encham o OBA diante do Crac, na segunda-feira (17) para que o dinheiro da bilheteria seja utilizado no pagamento de premiações.
– Só quero pedir o apoio do torcedor, para comparecer segunda-feira porque preciso pagara a premiação pela classificação. Neste ano, não teremos o prazer, como foi nos outros anos, de tirar do próprio prêmio pago pela CBF. Sei que o torcedor ainda está magoado pelo resultado de domingo (contra o Goiânia), mas venha abraçar o processo de reconstrução – ponderou.