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segunda-feira, setembro 21, 2026
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No último jogo antes da Série A, Atlético encara o Capital/DF

Arte: Willian Rommel/EG

O Atlético realiza, neste sábado (1), sua última partida de preparação antes do início do Brasileirão Série A. O duelo contra o Capital-DF será disputado no CT Urias Magalhães, a partir das 15h. O jogo-treino terá dois tempos de 45 minutos, diferente dos três testes anteriores, que foram com duas etapas de 60 minutos.

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O Dragão chega invicto nos três jogos-treinos. Anteriormente, goleou Goiânia (6 x 0) e Vila Nova (3 x 0) e, no último compromisso, empatou em 1 a 1 com o Cuiabá.

Para o jogo-treino diante a equipe do Capital-DF, Vagner Mancini não vai contar com, ao menos, dois titulares: o meia Jorginho, que não participa dos treinos há duas semanas, e o atacante Renato Kayzer, que sofreu um rompimento parcial do adutor da coxa esquerda no último jogo, e fica fora por tempo indeterminado.

O goleiro Maurício Kozlinski deve seguir como titular na atividade. Everton Felipe deve seguir na formação titular, enquanto Júnior Brandão deve ser a novidade no ataque.


O Capital irá para o seu terceiro compromisso antes do retorno do Candangão 2020. O time está nas quartas-de-finais da competição, onde irá enfrentar o Real Brasília, por uma vaga nas semifinais.

Até o momento, o time do Distrito Federal enfrentou o Goiás, sendo derrotado (1 x 0), em amistoso na Serrinha. Em seguida, ganhou do Luziânia por 2 x 0.

Comandando por Marquinhos Carioca, o time tem força máxima para o duelo contra o Atlético. Todo o elenco está a disposição do treinador, que deve repetir a escalação da primeira partida teste.

Ficha técnica:
Atlético-GO x Capital-DF
Jogo-treino
Data: 1° de agosto de 2020
Horário: 15h
Local: CT Urias Magalhães, em Goiânia
Atlético Goianiense: Kozlinski; Reginaldo, Gilvan, Éder e Nicolas; Edson, Marlon Freitas e Everton Felipe; Matheuzinho, Gustavo Ferrareis e Júnior Brandão.
Técnico: Vagner Mancini.
Capital-DF: Michael; Everton, Juan, Medeiros e Victor Souza; Werick, Rodrigo Alves, Clécio e Robert; Victor Cruz e Romarinho.
Técnico: Marquinhos Carioca.


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De olho na Série D, Goianésia anuncia dois goleiros

Foto: Divulgação/Goianésia EC

A montagem do elenco do Goianésia foi iniciada. Na noite desta sexta-feira (31), o Azulão do Vale anunciou as contratações dos goleiros Edson e Thiago Santos. São as primeiras peças visando a Série D do Campeonato Brasileiro.

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Thiago Santos retorna ao Azulão do Vale. O goleiro de 29 anos atuou no clube em 2019 e em 2020, quando disputou os dez jogos do Goianão até a paralisação. Além disso, já defendeu São Bernardo/SP, Anápolis, Trindade, entre outros clubes,

Edson é ainda mais experiente. Aos 34 anos, defendeu ABC, Vila Nova, Goiás, Atlético/GO, Atlético/MG e Aparecidense, seu último time. No Camaleão, foi titular nas 10 partidas do estadual.

A estreia do Goianésia no Campeonato Brasileiro Série D será contra o Vitória/ES, no estádio Valdeir José de Oliveira. O duelo está programado para o dia 20 de setembro. No grupo 5, enfrentará também Operário de Várzea Grande/MS, Goiânia, União/MT e Águia Negra/MS. A outra vaga era do Crac, que desistiu da competição, e deve ser substituído pela Aparecidense.

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Mancini confirma Jean como goleiro titular do Atlético no Brasileirão

Jean ACG
Foto: Paulo Marcos/Atlético CG

Vagner Mancini confirmou, em entrevista nesta sexta (31), que o goleiro do Atlético na Série A 2020 será Jean. O arqueiro que veio por empréstimo do São Paulo, onde já havia trabalhado com o treinador, ganhou a titularidade nos jogos-treinos e irá permanecer no time para o Campeonato Brasileiro. O técnico também frisou que, por enquanto, o time rubro-negro não deve fazer novas contratações.

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Segundo o treinador do Atlético, a grande questão de escolha para o titular no gol do clube campineiro foi o fator da fácil adaptação de Jean, em jogadas com os pés. Segundo Mancini, isso seria um trunfo maior para a equipe.

“Minha escolha foi baseada por tudo aquilo que eu vi, o Jean tem um bom jogo com os pés, por mais importante que eu digo, é usar as mãos, os pés passa a ser um recurso interessante quando você pede a iniciação da jogada. Então a escolha pelo Jean foi baseada naquilo que eu vi como goleiro, e pela sua saída com os pés”.

O treinador também descartou qualquer tipo de contratação para o Atlético no início do campeonato nacional. A dificuldade de adaptação junto ao elenco novo, em pouco tempo antes da estreia, seria o maior empecilho:

“Dificilmente vamos ter a chegada de algum atleta, que possa estrear no jogo do Corinthians. Acho que não teria o tempo hábil para que ele fizesse toda a chegada, assinatura, e dentro de campo que tivesse a consciência tática de estratégia da equipe. Então tudo ao seu tempo, acho difícil, diante do Corinthians a gente vai ter esses atletas que está aqui.”

Mesmo sem novos atletas até a estreia, o comandante não descartou mais reforços ao longo da temporada. A estreia na Série A será dia 9 de agosto, contra o Corinthians, em São Paulo. Na sequência, o Dragão enfrentará o Flamengo, no estádio Olímpico, em Goiânia.

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Treinador valoriza “volume de jogo” do Vila no terceiro jogo-treino

Foto: Douglas Monteiro/VNFC

O Vila Nova venceu um dos três jogos-treinos que disputou antes da Série C. Após ter vencido o Real/DF e sido derrotado pelo Atlético/GO, o Tigre empatou em 1 a 1 com o Brasiliense, nesta sexta (31). O técnico Bolívar vê saldo positivo nas atividades, visando o Campeonato Brasileiro.

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“Foi muito bom (desempenho). A gente conseguiu ter um bom volume de jogo hoje, apesar do resultado. A arbitragem acabou prejudicando no final, ficou um jogo muito faltoso. Temos de tirar as ideias e a construção que a equipe teve, tudo aquilo que a gente está trabalhando nesses 45 dias. Todos os setores se movimentaram bem, criamos inúmeras oportunidades. Isso é importante para estrearmos bem na próxima semana”, destacou, animado.

O Vila Nova tem mais uma semana para trabalhar antes do início do Campeonato Brasileiro. A estreia na Série C será dia 8 de agosto, sábado, às 19h, contra o Manaus, na Arena da Amazônia.

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Vila Nova empata com Brasiliense no último teste antes da Série C

Foto: Douglas Monteiro/VNFC

O Vila Nova encerrou seus jogos-treinos em preparação para a Série C na tarde desta sexta-feira (31). No Distrito Federal, o Tigre ficou no empate com o Brasiliense: 1 a 1. Talles fez o gol colorado, enquanto Zé Love, de pênalti, igualou o placar, já nos minutos finais.

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No seu terceiro embate contra um clube goiano (antes havia empatado sem gols com o Goiânia e sido goleado pelo Goiás), o Brasiliense conseguiu se mostrar mais consistente. O primeiro tempo foi equilibrado e o técnico Bolívar foi obrigado a promover uma alteração, após Lucas Silva receber o segundo amarelo e ser expulso. Como combinado entre as equipes, em caso de expulsão, o atleta foi substituído e o jovem Caíque entrou na formação colorada.

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No início da etapa final, Caíque fez boa jogada individual pela ponta esquerda e cruzou para Talles, que dominou e, de canhota,  mandou no ângulo. Com a vantagem e diversas alterações (apenas Fabrício, Adalberto e Rafael Donato seguiram no time por mais tempo), o Vila acabou sofrendo o empate. Aos 41 minutos, em cobrança de pênalti, Zé Love deixou tudo igual.

Ficha técnica:
Brasiliense 1 x 1 Vila Nova
Jogo-treino
Data: 31/07/2020
Horário: 15h30
Local: CT do Setor de Clubes Sul
Arbitragem: Luís Freire; Robson Alves e José Eustáquio
Cartão vermelho: Lucas Silva (VILA)
Gol: Talles (VILA) a 1′ 2T (0-1) e Zé Love (BRA) aos 41′ 2T (1-1)
Brasiliense: Fernando Henrique; Raylan, Naylhor, Keynan e Fernandinho; Romário, Radamés, Douglas e Esquerdinha; Renatinho e Zé Love.
Técnico: Márcio Fernandes
Vila Nova: Fabrício; Jonh Lennon, Adalberto, Rafael Donato e Formiga; Derli, Dudu e Emanuel Biancucchi; Talles, Richard Salinas e Lucas Silva (Caíque).
Treinador: Bolívar

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Sandro fala sobre ser “substituto” de Léo Sena: “Não é minha função”

Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC

O volante Sandro, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (31), falou sobre fazer a função de segundo volante no time de Ney Franco, substituindo Léo Sena, que deixou o Goiás para atuar no Atlético-MG. De acordo com o jogador, ele não se sente a vontade atuando na posição, mas pode “quebrar o galho”.

– Não é minha função, mas se por acaso tiver precisando de alguém ali, eu posso tentar ajudar. A minha função é ali atrás da zaga, onde eu gosto e me sinto a vontade jogando. Não é uma função que eu gosto de fazer, mas eu posso quebrar o galho, se por acaso for preciso.

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A estreia do Goiás está marcada para o dia 9 de agosto, contra o São Paulo, que deverá vir em um momento turbulento após a eliminação precoce no Campeonato Paulista. Perguntado se o time esmeraldino poderá se aproveitar disso, Sandro acredita que não e que a situação não pode ser vista assim.

– Isso é uma armadilha pra nós. A gente sabe que não pode pensar nisso e quem estiver pensando assim, está errado. Pra nós, o São Paulo é uma grande equipe e tem grandes jogadores e vão chegar aqui pra ganhar o jogo, e temos que saber que nós vamos ter que jogar muito pra ganhar deles.

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Árbitros goianos realizam testagem para Covid-19

Foto: Divulgação SAFEGO

O Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de Goiás (SAFEGO) realiza, nesta sexta-feira (31), a testagem rápida quanto à Covid-19 do quadro de árbitros associados a entidade. A iniciativa é uma parceria entre o SAFEGO e a empresa Nutriex, com o apoio da Federação Goiana de Futebol (FGF) e Prefeitura de Goiânia.

 

Serão verificadas as situações dos árbitros para identificar aqueles que contraíram o novo coronavírus, mesmo assintomáticos. Em caso positivo, o associado iniciará quarentena, em isolamento total, evitando a propagação da doença.

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Com o retorno das competições oficiais no Estado, o SAFEGO pretende ter uma ideia da situação geral dos associados. A entidade lembra que os exames são gratuitos, beneficiando os árbitros.

“Buscamos a parceria com a Nutriex porque sabemos que o retorno as atividades está próximo e a primeira medida é se prevenir adaptando a protocolos que garantam a volta responsável e segura ao futebol. Teremos uma nova rotina nos jogos e o árbitro deve se familiarizar e orientar a todos sobre procedimentos e ações para preservar a saúde das pessoas”, destaca Adriano Mendes, vice-presidente do Safego e coordenador da ação.

Nas próximas semanas, o SAFEGO realizará lives sobre as regras do futebol, protocolos de atividades físicas e treinamentos além de discussões de interesse da categoria. Todos os eventos contaram com o apoio de trabalhos em conjunto com a FGF e sua Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol (CEAF-GO).

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Jorginho e Kayzer devem ficar fora da estreia do Atlético na Série A

Foto: Paulo Marcos/Atlético CG

O Atlético Goianiense deve ter dois grandes desfalques na estreia do Campeonato Brasileiro. O meia Jorginho e o atacante Renato Kayzer estão no departamento médico e suas presenças contra o Corinthians foram, praticamente, descartadas pelo treinador Vagner Mancini, em entrevista nesta sexta (31).

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Ausente nos dois últimos jogos-treinos, contra Vila Nova e Cuiabá, o meia Jorginho segue fora por tempo indeterminado. O clube não divulga informações sobre o atleta, que não tem participado das atividades.

Renato Kayzer teve uma ruptura parcial do adutor da coxa esquerda no jogo-treino contra o Cuiabá, na última quarta (29). O tempo de recuperação não foi estimado, pois varia da evolução de cada atleta.

A estreia rubro-negra na Série A está programada para o dia 9 de agosto, contra o Corinthians, em São Paulo. Porém, existe a possibilidade do jogo ser adiado, caso o clube alvinegro avance às finais do Campeonato Paulista.

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Professor de tênis de Goiânia é homenageado por Fernando Meligeni nas redes sociais

Meligeni, Nunes e Marcelo Cesana, ex-tenista profissional treinado por Nunes. (Foto: Arquivo pessoal)

José Flávio Nunes, ou simplesmente Nunes, é um professor de tênis que trabalha em Goiás há exatos 30 anos. Entre os vários alunos que teve ao longo de sua trajetória, um em especial se destaca: Fernando Meligeni. Argentino, naturalizado brasileiro, alcançou o 25º lugar do ranking da Associação de Tenistas Profissionais (ATP), com uma semifinal do Grand Slam de Roland Garros e um título Pan-americano no currículo.

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Nesta semana, Fernando Meligeni resgatou uma foto antiga de sua infância e homenageou seu primeiro professor de tênis em sua conta no Instagram. Nunes, que é nascido em São Paulo, dava aulas no tradicional clube da Associação Hebraica, na capital paulista. Foi lá que, entre tantos alunos, ensinou as primeiras lições do esporte para aquele que viria a ser um dos maiores nomes da história do tênis no Brasil. O professor revela que mantém contato com Meligeni e que foi consultado antes da publicação da homenagem.

– Até hoje nos falamos contato. Às vezes conversamos e lembramos das histórias de antigamente. Há poucos dias ele me disse que iria escrever um texto sobre mim, algo que estava dentro dele, que seria de coração. Fiquei emocionado – declara.

Fernando Meligeni foi treinado por Nunes até seus 14 anos, quando deixou São Paulo e retornou para a Argentina, sua terra natal, onde se dedicou integralmente ao esporte que o consagrou. Anos depois, Nunes recebeu um convite para lecionar tênis em Goiânia, para onde se mudou no ano de 1990.

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Hoje recebi algumas fotos e vídeos de quando eu tinha 8, 9 e 10 anos. Assim que recebi entrei em contato com o Nunes meu primeiro professor de tênis e ficamos bons momentos mandando mensagens e lembrando dessa época. Nos vídeos e fotos aparece um menino alegre, divertido, solto, curtindo estar no clube antes dos jogos sem pressão e aquecendo pro jogo jogando futebol com o adversário e outros meninos. Na outra lembrança vemos um menino batendo paredão com boleiros e mais risada. O Nunes era o incentivador de tudo isso. Os pais eram presentes mas tirando um ou outro sabiam que aquilo era muito mais que um jogo de tênis. Era a escola da vida. As diferenças para agora são enormes. Éramos felizes, sociabilizávamos, éramos amigos, tínhamos rivalidade, mas com coerência. Entendíamos que o tênis era um esporte para a vida. Não a vida era o esporte. Hoje ao conversar com pais, técnicos e jogadores vemos que a vida competitiva que a criança terá no futuro é colocada aos 10 anos. A pressão é mostrada, as frustrações precisam ser jogadas na cara. Perdemos a alegria dos meninos já cedo querendo que eles sejam o 1 do Brasil e já se ensina achar atalhos para a vitória ou se dar bem quando precisamos entrar no esporte e entender que 90 ou 90% desses meninos não serão tenistas, serão trabalhadores em diferentes áreas. Falta paixão e inteligência. Falta menos ganância e coerência ao incentivar um menino ao esporte. Precisamos entender que eles não são número ou futuros campeões. São crianças. Ah, mas será que se perde tempo? Será quero mundo mudou? Pode ser mas o humano é igual, os sentimentos de uma criança também. E hoje os pais e técnicos querem que as crianças não vivam as derrotas que os adultos tiveram. Desculpem mas com essa atitude além de derrotas eles serão tristes. Uma frase entrou e não sai mais nesta manhã de sábado. Fe, Você era feliz. Você queria estar lá brincando e fazendo seu melhor. Sem cobranças exageradas. Tênis era um aprendizado pra vida. Só depois virou uma profissão. Esse foi o nosso “pulo do gato”. Obrigado Nunes

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Tênis goiano

Durante os 30 anos que atua como professor de tênis em Goiás, Nunes se envolveu com a formação de tenistas infanto-juvenis e amadores no estado com participação em diferentes gestões da Federação Goiana de Tênis. Sua atuação sempre foi técnica, relacionada diretamente ao treinamento de atletas e atividades em quadra.

Atualmente, Nunes é professor de tênis no Country Clube de Goiás, localizado em Aparecida de Goiânia, na Grande Goiânia, onde tem alunos de diferentes idades e níveis de jogo. Com 59 anos de idade, afirma ter orgulho da profissão que exerce desde a adolescência.

– Entrei no tênis como pegador de bola, com seis anos de idade. Aos 15, comecei a dar as primeiras aulas. Tenho prazer ensinar as pessoas a jogar e principalmente em torná-las vencedoras, seja em competições oficiais ou em torneios internos do clube – afirma.

Entre os atuais alunos de Nunes se destacam os infanto-juvenis Felipe Costa, Vitor Machado, Isabela Daher, Maria Flor, Gustavo Taleb e João Camelo, todos com pontos válidos pelo ranking da Confederação Brasileira de Tênis (CBT). Por outro lado, José Silvestre é outro tenista de destaque do cartel de Nunes, já que o tenista de 79 anos é o número do Brasil na categoria 75+ em competições Senior promovidas pela Federação Internacional de Tênis (ITF na sigla inglesa).

Nunes ao lado dos membros da comissão de pais, presidente da CBT, Rafael Westrup e presidente da FGT, Alexandre Canário.
Futuro

Além de ministrar aulas de tênis, Nunes é integrante do departamento infanto-juvenil da FGT, na posição de Coordenador Técnico. Ele foi nomeado pela comissão de pais que gerencia a pasta, por sua experiência no esporte e envolvimento com atletas que estão envolvidos em competições oficiais. Apesar de elogiar o trabalho que vem sendo realizado e o nível técnico dos jogadores, revela ser muito difícil produzir um tenista que atue em alto nível.

-Temos excelentes jogadores em Goiás. Atletas com bom nível técnico que estão ganhando torneios pelo Brasil e até fora do país. Não posso dizer que eles não têm capacidade de chegar longe, já que os resultados são muito positivos. No entanto a maior dificuldade no país é o investimento. O gasto é muito alto e chega um momento em que é necessário focar no esporte. É preciso treinar em dois períodos, para competir em igualdade com os adversários – declara.

Para Nunes, a falta de segurança na carreira de tenista e a ausência de investidores que fomentem o esporte fazem com que muitos talentos sejam desperdiçados.

-Vemos atletas com potencial, mas é uma escolha muito difícil para a família. Já vi muitos pais de tenistas falirem em Goiás tentando investir na carreira dos filhos. Por esse motivo muitos bons jogadores param de jogar e partem para carreira mais sólidas, com base nos estudos. Acabam se tornando médicos, engenheiros, advogados ou empresários – analisa.

O professor de tênis avalia também que há uma parte muito importante do processo que cabe ao jogador. Para Nunes o tenista precisa aguentar a pressão do esporte.

– Quando o tenista chega ao circuito profissional é preciso jogar ao menos uns 4 anos para ver se aguentará a pressão que o esporte impõe. É preciso manter constância de resultados, equilíbrio emocional e estar preparado para renunciar a uma parte da sua vida social e não se render a atrativos que o façam perder o foco no esporte – finaliza.

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Com live, Vila Nova deve bater meta de arrecadação para julho

Arte: Vila Nova FC

A live de comemoração dos 77 anos da fundação do Vila Nova foi tida como um sucesso para o marketing do clube. Ela, segundo o diretor de marketing Murilo Reis, fará o clube bater a meta de arrecadação para julho, estipulada pelo presidente Hugo Jorge Bravo em cerca de R$ 200 mil.

O valor arrecadado durante a transmissão ao vivo ainda não foi levantado, mas Reis está certo de que superará as expectativas.

– Praticamente alcançamos essa meta. Ainda não temos o valor exato que conseguimos com a live, pois alguns parceiros estavam fazendo captação de recursos. Criamos diversas formas de rentabilizar isso e ainda não tivemos condições de sentar para fechar. Mas eu digo que a meta que o presidente estipulou, na casa de R$ 200 mil, estamos muito próximos de bater – disse em entrevista ao Esporte Goiano.

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Para Murilo Reis, a live, com Thiago Brava, Bruno e Barretto e outros, “superou todas as expectativas do ponto de vista de qualidade”. “Queríamos fazer uma live que desse orgulho e fosse do tamanho do próprio Vila”, disse. O clube obteve cerca de 70 mil visualizações com o show, com pico de 5 mil internautas simultâneos.

Após a quarta live promovida pelo clube no período de epidemia de Covid-19, o diretor diz que, para realizar uma nova, precisa apenas de um motivo. “Se tiver motivo, a gente vai fazer. Se continuar a pandemia, possivelmente vamos fazer”, afirmou.

Uniformes

O Vila Nova bateu a meta de 2 mil ‘Mantos do Povo’, novo terceiro uniforme, comercializados em pré-venda. A ação também foi considerada um sucesso pelo marketing colorado. “A gente conseguiu arrecadar um valor expressivo e bater essa meta de 2 mil e entregamos quase 3 mil no final da pré-venda”, revelou Reis. A camiseta segue disponível, agora no valor de R$ 179.

Além disso, o clube lançou uma edição limitada e retrô inspirada no uniforme de 1977, que marcou o primeiro título da sequência do tetracampeonato goiano do Vila Nova. Serão apenas 250 unidades, sem possibilidade de novas confecções. “Seria até desrespeitoso com o torcedor que compra acreditando que ela será limitada”, afirmou Murilo Reis.

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Conforme o diretor de marketing, a ideia é seguir lançando camisetas que rememorem o tetracampeonato até 2023, quando o clube fará 80 anos. A cada novo ano, haverá mais uma estrela relembrando o feito do fim da década de 70. “Todo aniversário do Vila agora, até 80 anos, vamos relembrar os títulos do tetracampeonato”, explica.

A ideia é reaproximar o torcedor do Vila Nova, principalmente os mais jovens. Para isso, várias ações serão implementadas nos próximos anos, como a de realizar batismos.

– A gente quer trazer o torcedor desde pequeno, desde bebê. Temos toda uma campanha de marketing para aproximar mais o torcedor vilanovense do nosso clube e transformá-los em grandes consumidores do clube. O Vila vai se tornar maior quando transformarmos todos os nossos torcedores em consumidores. As campanhas são nesse sentido – destacou.

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