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sexta-feira, agosto 21, 2026
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Departamento de Esportes Olímpicos do Vila mantém treinos à distância

Foto: Divulgação

Em meio a pandemia causada pelo coronavírus, clubes e entidades foram obrigados a mudar o planejamento para a temporada 2020. Seguindo essa tendência, o Departamento de Esportes Olímpicos do Vila Nova também passou por essa mudança de planos. Criado no início de 2020, o departamento conta atualmente com 160 atletas.

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Para que os atletas não fiquem parados, treinamentos estão sendo realizados em casa. De maneira virtual, as sessões de treinamento estão sendo acompanhadas pelas comissões de cada modalidade. Além disso, lives estão sendo realizadas nas redes sociais.

Impossibilitado de reunir os atletas de maneira presencial, os treinos são passados para que os atletas mantenham o preparo físico. Ainda não há previsão para o retorno das atividades em grupo.

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Acompanhando os atletas, Vila prepara retorno gradativo e seguro da base

Foto: Matheus Alves/Vila Nova FC

A pandemia causada pelo coronavírus suspendeu o futebol por tempo indeterminado. Impossibilitado de reunir todos os atletas em um mesmo ambiente, o Vila Nova vem trabalhando de maneira individual com os jogadores das categorias de base.

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Para minimizar a perda física dos atletas, o clube está propondo metodologias e treinamentos específicos para cada jogador. O trabalho é monitorado pelos integrantes das categorias de base do clube.

Por outro lado, a diretoria também segue se planejando para a continuidade da temporada. Estão sendo realizadas reuniões com funcionários do clube para definir o planejamento, além de acompanhamentos dos resultados dos treinamentos dos atletas.

Retorno as atividades

O futebol segue sem previsão de retorno no Brasil. Em Goiás, o retorno das competições de base está prevista para acontecerem a partir de agosto. Trabalhando com essa estimativa, o Vila prepara o retorno dos atletas a partir do dia 20 de junho. Contudo, essa data inicial pode sofrer alteração. O clube aguarda os protocolos da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e Federação Goiana de Futebol (FGF), mas a única certeza no clube é que o retorno será feito de maneira segura e gradativa.

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Federação Goiana de Judô descarta retorno de competições no 1º semestre

Foto: Federação Goiana de Judô/Reprodução

A Federação Goiana de Judô (Fegoju) descartou qualquer chance de retorno de competições chanceladas pela entidade até o fim do mês de junho. Com isso, mais duas etapas do Campeonato Goiano, em 16 de maio e 20 de junho, são afetadas. Além delas, a 3ª etapa, que seria em 18 de abril, também já havia sido suspensa.

Ao Esporte Goiano, o presidente Josmar Amaral afirmou que a intenção é retomar o calendário a partir do segundo semestre. Como a Fegoju não tem atividades em julho, as competições voltariam em 22 de agosto, com uma etapa do Estadual. O retorno, porém, depende de autorizações sanitárias em Goiânia ou Anápolis, que sediam o torneio. Se tudo der certo, ainda haveria mais quatro etapas, totalizando seis na temporada 2020.

– Nós não vamos realizar etapas no primeiro semestre. Serão somente no segundo semestre, dependendo da análise do governo e dessas autorizações. Se Goiânia e Anápolis forem liberadas, conseguimos fazer as etapas. A princípio, mantemos o calendário do segundo semestre, com etapas em agosto, setembro, outubro e novembro – disse.

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Algumas cidades goianas começaram a afrouxar as restrições ao funcionamento de academias. Em Anápolis, por exemplo, elas podem funcionar, desde que atendendo a uma série de medidas para impedir o contágio pelo novo coronavírus. Mesmo assim, estão mantidas as restrições ao contato físico, vedando realização de treinos de lutas. O cenário é ainda mais desfavorável em municípios como Goiânia, que mantém todas as academias fechadas.

A Fegoju elaborou um protocolo para poder retomar treinamentos em academias de cidades que já flexibilizaram as restrições. Em Anápolis, sede da entidade, o documento será apresentado às autoridades de saúde.

– A princípio, academias de lutas não poderiam reiniciar atividades. Temos um protocolo de atendimento que vamos passar para a Vigilância Sanitária. No caso das lutas, que têm um contato direto, poderíamos fazer um trabalho funcional. Não precisaríamos fazer a luta em si. Vamos apresentar esse protocolo ao secretário de Esportes, à Vigilância (Sanitária) e quem sabe conseguimos ir retornando aos poucos, sempre com muita segurança – relatou Josmar.

Eventos da Fegoju já atingidos pela crise sanitária

– Campeonato Brasileiro – Regional Centro-Oeste – 4 e 5 de abril – Mato Grosso
– 3ª etapa do Campeonato Goiano – 18 de abril – Goiânia
– Taça Brasil sub-21 – 8 e 9 de maio – Belo Horizonte
– 4ª etapa do Campeonato Goiano – 16 de maio – Anápolis
– Copa Sesc de Judô – 23 de maio – Anápolis
– Campeonato Brasileiro sub-18 – 23 e 24 de maio – Teresina (PI)
– Campeonato Brasileiro sub-21 – 6 e 7 de junho – Rio de Janeiro
– 5ª etapa do Campeonato Goiano – 20 de junho – Anápolis
– Jogos Abertos de Anápolis – 21 de junho

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Na memória: Em 1982, jogando no Mineirão, Anapolina vence Cruzeiro pela Taça de Ouro

Arte: Willian Rommel/EG

Em 1982, a Anapolina disputou a Taça de Ouro – torneio equivalente a Série A do Campeonato Brasileiro – após ter sido vice-campeã da Taça de Prata – torneio equivalente a Série B do Campeonato Brasileiro – no ano anterior perdendo o título para o Guarani-SP.

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Na 1ª fase da Taça de Ouro, a Rubra ficou no Grupo H ao lado: do Inter de Santa Maria-RS, Joinville-SC, Londrina-PR e XV de Jaú-SP. A Anapolina fez uma ótima campanha ao terminar em primeiro lugar da chave e garantiu vaga na fase seguinte com cinco vitórias, dois empates e uma derrota.

Já na 2ª fase da Taça de Ouro, a Anapolina ficou no Grupo P ao lado: do Fluminense-RJ, Cruzeiro-MG e Moto Club-MA. Pela 5ª rodada, a Rubra foi até Belo Horizonte, encarar o Cruzeiro, no Estádio do Mineirão.

Jogando contra um dos gigantes do futebol brasileiro, a equipe goiana não decepcionou e fez jus a estrofe do seu hino “Anapolina é um show de futebol”! Com um gol de Edu logo aos dois minutos de partida, a Xata venceu a Raposa e escreveu mais um capítulo de glória em sua história.

Ficha Técnica
Cruzeiro 0x1 Anapolina –  5ª rodada do Grupo P – 2ª Fase da Taça de Ouro de 1982
Data: 20 de março de 1982
Horário: 17h
Local: Estádio Mineirão, Belo Horizonte (MG)
Público: 36.145 torcedores
Renda: Cr$ 8.609.770,00 cruzeiros
Árbitro: Carlos Sérgio Rosa Martins (RS)
Assistentes: Leonel Tandolfo (RS) e Valdir Vione (RS)
Cartões amarelos: Macedo (Cruzeiro); Ribas, Paulo Sérgio, Roldão e Marquinhos (Anapolina)
Gol: Edu aos 2 min/1T (Anapolina)
Cruzeiro: Luiz Antônio; Nelinho, Abel Braga, Calu e Jorge Luís; Toninho, Tobi (Bendelack) e Macedo (Joãozinho); Carlinhos, Lívio e Jésum.
Técnico: Hércules Brito.
Anapolina: Déo; Vinícius, Sidney, Ribas e Wilson; Paulo Sérgio, Mateus e Nei; Roldão, Sávio (Veiga) e Edu (Marquinhos).
Técnico: Osmar Lima.
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Na memória: Anápolis bate o Atlético-GO e faz a festa no Serra Dourada pelo Goianão 2016

Arte: Willian Rommel/EG

Em 2016, o Anápolis fez história ao bater o Atlético na semifinal do Campeonato Goiano e chegar à decisão do Estadual após 21 anos. A última vez que o Galo da Comarca havia chegado à final tinha sido em 1995, quando perdeu para o Vila Nova e foi vice-campeão.

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O JOGO

Logo no primeiro minuto, o Anápolis mostrou seu cartão de visitas para o Atlético com uma finalização perigosa, de fora da área, do lateral Marcelo que exigiu boa defesa do goleiro Márcio. As duas equipes mostravam pouca inspiração e quase não criavam boas oportunidades.

Porém, precisando do resultado o Dragão abriu o placar aos 31 minutos. O meia Magno Cruz aproveitou bobeira de Marcelo e Toró na área do Anápolis, saiu cara a cara com o goleiro Felipe e não perdoou, colocando o Atlético à frente no marcador.

O Galo da Comarca encontrava dificuldades e passou sufoco com as boas chances desperdiçadas pelo Atlético antes do intervalo. Primeiro aos 38 minutos, Luiz Fernando aproveitando um rebote, soltou uma bomba da entrada da área e a bola passou perto do travessão. Depois aos 41, em bola alçada na área do Anápolis, o zagueiro Leandro Euzébio tentou fazer o corte e quase anotou um gol contra. Final de primeiro tempo: Atlético 1×0.

“Galo forte brigador. Entrou no terreiro o ravo guerreiro…”

Na volta do intervalo, porém, o Anápolis acordou. Logo aos seis minutos, Toró arriscou um chute de fora da área, de perna canhota, e anotou um belo gol no Serra Dourada para empatar o jogo. Anápolis 1×1 Atlético.

Precisando vencer, o Atlético se lançou ao ataque. Contudo, em momento algum chegou a pressionar de fato o adversário. Faltava poder de criação ao Dragão, que até marcou com Alison, de cabeça, mas o gol foi anulado pela arbitragem, que viu falta de ataque.

A reta final da partida foi de fortes emoções, o Atlético montou uma verdadeira blitz. Aos 38 minutos, Ednei levantou bola na área do Anápolis, mas a defesa fez o corte e colocou pela linha de fundo. Na cobrança de escanteio, Ednei tentou surpreender o goleiro Felipe que conseguiu espalmar para fora da área.

Nos acréscimos, aos 47, o Anápolis conseguiu encaixar um contra-ataque mortal com Rafael Furlan, que bateu na saída do goleiro Márcio e deu números finais ao marcador. Na comemoração, o lateral do Galo da Comarca, recebeu o segundo amarelo e acabou expulso por tirar a camisa na comemoração do gol. Final de jogo, no Serra Dourada: Anápolis 2×1 Atlético.

Ficha Técnica
Atlético-GO 1x2 Anápolis – Jogo de volta da Semifinal do Campeonato Goiano de 2016
Data: 23 de abril de 2016
Horário: 16h
Local: Estádio Serra Dourada, Goiânia (GO)
Público: 4.883 pagantes
Renda: R$ 52.560,00 reais
Árbitro: Elmo Resende (GO)
Assistentes: Bruno Pires (Fifa/GO) e Alexandre Amaral (GO)
Cartões amarelos: Gilsinho e Romário (Atlético); Rafael Furlan e Jânio (Anápolis)
Cartão vermelho: Rafael Furlan (Anápolis)
Gols: Magno Cruz aos 31 min/1T (Atlético); Toró aos 6 min/2T e Rafael Furlan aos 47 min/2T (Anápolis).
Atlético Goianiense: Márcio; Ednei, Lino, Marllon e Romário; Gilson Alves (Gilsinho); William Schuster, Magno Cruz, Jorginho (Elton) e Luiz Fernando (Amorim); Alison.
Técnico: Wagner Lopes.
Anápolis: Felipe; Marcelo, Leandro Euzébio, Renato Justi e Rafael Furlan; Toró, Felipe Baiano, Helder (David) e Lucas Sotero; Marcelinho (Caíque) e Michel Platini (Jânio).
Técnico: Waldemar Lemos.
Confira os melhores momentos (Imagens: Diário de Goiás com narração de Hugo Sérgio)
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Primeiro campeão goiano do interior, Anápolis completa 74 anos

Foto: Divulgação

O Anápolis Futebol Clube completa nesta sexta-feira (1) 74 anos de existência. Fundado em 1 de maio de 1946, o Galo da Comarca foi o primeiro clube do interior do estado a levar o título do Campeonato Goiano, no ano de 1965.

O Tricolor da Boa Vista nasceu sob o mantra de um time popular, fundado por um grupo de carroceiros da cidade, com o nome de Operário Futebol Clube. Na época, a principal equipe do município era o Anápolis Sport Club, que daria origem à Anapolina.

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O nome Anápolis Futebol Clube foi adotado em 1951, após a antigo rival se transformar na atual Rubra. A rivalidade, porém, só foi crescendo, com os dois clubes dividindo as paixões dos torcedores da cidade.

O título de 1965 veio com uma virada histórica sobre o Vila Nova, por 3 a 2, no Jonas Duarte. O time titular daquele jogo teve: Sorriso; Nina, Osmar, Paraguaio e Áli; Genésio e Eudécio; Zezito, Dida, Nelson Parrila e Deca. O técnico era Agnaldo Felisberto, o Caxambu.

A conquista do Goianão garantiu ao Galo a vaga na Taça Brasil do ano seguinte, garantindo ao clube tricolor o posto de primeiro time do interior do estado a jogar a competição nacional.

Depois de vários anos de oscilação e ostracismo, com alguns rebaixamentos à Divisão de Acesso, o Anápolis voltou à final do Estadual em 2016, mas acabou derrotado pelo Goiás nos pênaltis, no Serra Dourada. Com a campanha, o Tricolor pôde jogar a Copa do Brasil, na qual foi eliminado após um empate em casa com o Bragantino, e a Série D de 2017, onde caiu ainda na fase de grupos.

Outros títulos

Além do Campeonato Goiano de 1965, o Anápolis tem um título estadual não contabilizado pela FGF como o Goianão. Trata-se do Supercampeonato Goiano de 1947. O Galo também levou o título do interior naquele mesmo ano. Também estão na galeria tricolor o Torneio Início de 1966, a Copa Goiás de 1967 e os troféus da Divisão de Acesso de 1990 e 2012, além de algumas taças de torneios citadinos.

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Na memória: Em 2011, Crac humilha o Goiás na Serrinha pelo Campeonato Goiano

Arte: Willian Rommel/EG

“A maior derrota na casa esmeraldina”. Foi assim que ficou conhecida a goleada impiedosa do Crac em cima do Goiás, pela segunda rodada do Campeonato Goiano em 2011. Naquela oportunidade o Leão do Sul, que estava 100% na competição, vinha de goleada na estreia por 5 a 2 em cima do Morrinhos, e aproveitando o embalo, passou por cima do time esmeraldino.

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O JOGO

O Crac sobrou dentro de campo desde o apito inicial, desde cedo buscou o ataque e pressionou o Goiás em praticamente todo o jogo. Logo no começo conseguiu abrir o placar aos 2 minutos com Luís Carlos, de cabeça, após escanteio cobrado por Pachola. Após o gol, o Leão do Sul continuou a dominar a partida, e poucas vezes o Goiás chegava com perigo.

A melhor oportunidade do time esmeraldino veio aos 31 minutos, numa jogada individual de Felipe Amorim, que limpou a marcação, e rolou a bola para dentro da grande área, Marcelo Costa, sozinho, desperdiçou a chance do empate.

Após essa chance desperdiçada pelo Esmeraldino, o Leão do Sul voltou a crescer e ampliou o placar no final do primeiro tempo, aos 40 minutos. Reinaldo Silva recebeu lançamento de Danilo Santos e tocou por cima do goleiro Harlei para marcar o segundo. Final de primeiro tempo: Crac 2×0.

“Ninguém segura o Leão do Sul…”

A etapa final começou com uma substituição inusitada pelo lado Esmeraldino. O técnico Artur Neto sacou o atacante Diogo Galvão para a entrada do zagueiro Valmir Lucas, para atuar improvisado no ataque. O Goiás voltou melhor e aos 4 minutos descontou com Carlos Alberto.

Após o gol o time esmeraldino tentou esboçar uma reação por completo, mas foi em vão. O Crac era muito ciente do que procurava, e sólido na defesa, apostava nos contra-ataques em velocidade. Aos 15 minutos, após receber um passe que rasgou a defesa esmeraldina, Danilo Santos penetrou na área e na saída do goleiro bateu com força para fazer o terceiro tento da equipe de Catalão.

Aos 43 minutos, em cobrança de falta, Pachola encheu o pé e mandou a bola foi no ângulo do goleiro Harlei, estufando pela quarta vez as redes do Verdão. E para dar números finais ao jogo, aos 45, Edinei driblou a zaga esmeraldina e o goleiro do Goiás, para fechar a goleada do Leão do Sul. Final de jogo: Crac 5×1 Goiás.

Ficha Técnica
Goiás 1×5 Crac – 2ª rodada do Goianão 2011
Data: 19/01/2011
Horário: 22h
Local: Estádio da Serrinha, Goiânia (GO)
Árbitro: Wellington Branquinho (GO)
Assistentes: Evandro Gomes Ferreira (GO) e Adaílton Fernando (GO)
Gols: Carlos Alberto aos 4 min/2T (Goiás); Luís Carlos aos 2 min/1T, Reinaldo Silva aos 40 min/1T, Danilo Santos aos 15 min/2T, Pachola aos 43 min/2T e Edinei aos 45 min/2T (Crac).
Público: 1.080 pagantes
Renda: R$15.330,00
Goiás: Harlei; Oziel, Rafael Tolói, Ernando e Marcão; Amaral (Zé Antônio), Carlos Alberto, Marcelo Costa e Felipe Amorim; Tardelly (Rithelly) e Diogo Galvão (Valmir Lucas).
Técnico: Artur Neto.
Crac: Fernando; Flávio (Renan), Luís Carlos, Fábio Paulista e Mendes; Thiago Carpini, Danilo Portugal, Nildo e Pachola; Danilo Santos (Reinaldo) e Reinaldo Silva (Edinei).
Técnico: Wanderley Paiva.
Confira os gols da partida 
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Na memória: Em 2006, Mineiros fez história ao vencer o Atlético-MG pela Copa do Brasil

mineiros x atlético mineiro
Arte: Willian Rommel/EG

Na temporada de 2006, o Mineiros disputou a Copa do Brasil pela 1ª vez em sua história. A classificação foi conquistada após a 3ª colocação no Goianão, em 2005. Pois o Goiás, vice-campeão do estadual no ano anterior, disputou a Copa Libertadores.

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A caminhada do Mineiros naquele ano começou diante do Americano (RJ). Atuando em casa, a equipe venceu por 3×1. No confronto da volta, os goianos foram derrotados por 4×2. No entanto, pelo critério de gols marcados fora de casa, o MEC avançou a 2ª fase. Pela frente, o Atlético Mineiro.

Casa cheia e show de Castor no 1º tempo

Dono da casa, o Mineiros deu indícios que não entraria em campo apenas para se defender. No primeiro minuto, Marcelo Goianira finalizou pra fora e mostrou as credenciais dos mandantes. Logo depois, Vicente cruzou e Ramon bateu de primeira, mas Douglas fez a defesa. Em seguida, o Galo teve uma nova chance. Ramon cruzou na área para a cabeçada de Leandro Cardoso, mas a bola se perdeu pela linha de fundo.

A pressão da equipe visitante surtiu efeito. Aos 10 minutos, Rodrigo Dias finalizou e Douglas espalmou, mas Ramon apareceu livre e abriu o placar para o Galo. O gol não abalou o Mineiros, que se lançou ao ataque. Dessa maneira, o empate do Mineiros era questão de tempo. Aos 21 minutos, Castor fez bela jogada individual, deixou dois marcadores para trás e bateu colocado, sem chances para o goleiro. No entanto, o empate não bastava para os goianos, que chegaram a virada aos 33 minutos. Após cruzamento na área, o lateral Vicente tocou com a mão na bola. Imediatamente o árbitro apontou para a marca da cal. Na cobrança, Castor balançou a rede e decretou a virada da equipe da casa.

Mineiros sofre susto, mas confirma vitória

O Mineiros teve a chance de ampliar o placar. Logo aos três minutos da etapa final, Elionar Bombinha foi lançado em velocidade, ganhou da defesa, mas bateu pela linha de fundo. Em busca do gol de empate, o Galo tentava chegar ao ataque, mas faltava criatividade para chegar a meta do adversário.

Com dificuldades para entrar na área do Mineiros, o Galo chegou ao gol de empate de outra maneira. Aos 17 minutos, Everton finalizou de fora da área e mandou no ângulo do goleiro Douglas. A alegria do Galo durou pouco tempo. Logo depois, Marcinho cobrou escanteio na área, Elionar Bombinha subiu mais alto que a marcação e colocou no fundo da rede.

Ficha Técnica
Mineiros 3×2 Atlético Mineiro – 2ª fase da Copa do Brasil 2006
Data: 05 de março de 2006
Local: Estádio Odilon Flores, Mineiros (GO)
Árbitro: Edílson Ramos da Mata (MT)
Gols: Castor, aos 22′ e 34′ 1T, Elionar Bombinha, aos 18′ 2T (MEC); Ramon, aos 10′ 1T e Éverton, aos 17′ 2T (CAM)
Cartões Amarelos: Andrezinho (MEC); Rafael Miranda (CAM)
Mineiros: Douglas; Andrezinho, Eraldo, Zacarias e Freitas; Henrique, Marcelo Goianira (Luisão), Flavinho (Torrinha) e Castor (Wagner); Marcinho e Elionar Bombinha
Técnico: Vitor Hugo
Atlético Mineiro: Bruno; Leandro Cardoso, Lima (Everton) e Leandro Castan; Rodrigo Dias, Rafael Miranda, Márcio Araújo, Jonathan Fabbro (Rafael Gaúcho) e Vicente; Ramon e Tiago Cavalcanti (Éder Luís)
Técnico: Lori Sandri
Confira os melhores momentos da partida 
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Vila Nova comunica adiamento do retorno aos treinos

Foto: Comunicação/Vila Nova FC

O Vila Nova adiou para, pelo menos, dia 11 de maio o retorno dos atletas aos treinamentos presenciais. Inicialmente, o Tigre esperava retomar as atividades já na próxima segunda-feira (4), mas mudou os planos após reunião com a CBF e a falta de vislumbre da volta de jogos competitivos.

Segundo o clube, a data de 11 de maio é apenas uma possibilidade e será avaliada semanalmente, de acordo com o avanço da Covid-19 no estado. O prazo de reapresentação pode ser revisto novamente.

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Os atletas encerram o período de férias coletivas nesta quinta-feira (30). Depois disso, cada jogador fará atividades físicas em casa, sob supervisão remota do departamento físico, para tentar mitigar impactos da paralisação.

Na quarta-feira (29), o Goiás já havia comunicado o adiamento do retorno das atividades também para o dia 11 de maio. O Verdão pretendia voltar a trabalhar no CT Edmo Pinheiro a partir de sábado (2).

A CBF havia pedido que, se possível, as federações estaduais retomassem os torneios regionais no dia 17 de maio. A FGF, porém, sinalizou que esse cenário é praticamente inviável. Com isso, o Atlético, que gostaria de retornar treinamentos no CT na sexta-feira (1), também postergará o prazo.

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Goiás Superbike adia 2ª etapa da temporada 2020

Foto: Willian Rommel/EG

A Federação de Motociclismo de Goiás (FMG) comunicou o adiamento da 2ª etapa da temporada 2020 do Goiás Superbike. A competição seria realizada no próximo fim de semana (dias 2 e 3 de maio), no Autódromo Internacional de Goiânia.

Em contato com o Esporte Goiano, o presidente da FMG, Kurt Feichtenberger, explicou que o adiamento da etapa é por tempo indeterminado e se deve à crise sanitária provocada pela Covid-19. “Adiada, sem data definida. Este primeiro semestre não vai ter nada de motociclismo”, informou.

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O calendário 2020 do Goiás Superbike prevê a realização de seis etapas. A primeira delas foi no dia 15 de março, com portões fechados. A prova foi marcada por uma tragédia, com a morte da piloto Indy Muñoz. Por isso, somente as categorias 300cc e 600cc foram concluídas.

A próxima etapa está prevista para julho. Mesmo assim, a FMG vê a realização do evento com preocupação. Com a temporada em xeque, a entidade vê uma redução no número de etapas como inevitável.

– Fatalmente será reduzido o número de etapas. Mas tudo depende de quando acabará a Covid-19, além da disposição de datas no calendário de eventos do autódromo. Há outros eventos que também necessitam de datas, patrocinadores com disponibilidade financeira, prefeituras com condições técnicas e financeiras, são muitos fatores que temos que aguardar de estarem em condições. Só aguardando mais um tempo para tomarmos decisões – explicou Feichtenberger.

Motocross afetado

O Campeonato Goiano de Motocross também já teve três etapas adiadas. A primeira delas seria no dia 12 de abril. A segunda estava marcada para o próximo domingo (3), enquanto a terceira seria realizada no dia 17 de maio. Com isso, restam outras quatro datas pré-estabelecidas pela FMG: 13 de junho, 6 de setembro, 11 de outubro e 8 de novembro.

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