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sexta-feira, agosto 21, 2026
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Entrevista: “Meu melhor momento na carreira eu vivi no Goiás”, afirma xerifão esmeraldino Silvio Criciúma

Arte: Ildeu Iussef/EG

Atuando pelo Goiás, Silvio Criciúma é considerado um xerifão pelos torcedores esmeraldinos. Na equipe, o zagueiro escreveu sua história no futebol goiano com grandes exibições e conquistas importantes. Afinal, em 5 anos vestindo a camisa do Goiás, o ex-jogador conquistou 7 títulos.

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Em entrevista especial ao Esporte Goiano, dando sequência a série com atletas que fizeram história no futebol goiano, o ex-jogador Silvio Criciúma relembrou conquistas e histórias com a camisa esmeraldina. Confira a entrevista na íntegra!

EG – Silvio como foi que o futebol surgiu em sua vida?

Jogo futebol desde pequeno, apesar de não ter recebido nenhuma influência familiar. Comecei em um time profissional da cidade de Tubarão, chamado Ferroviário, hoje não existe mais, com 16 anos joguei no profissional. Aos 18 anos fui para a base do Criciúma, profissionalizei no ano seguinte, em 1991 já fazia parte daquela equipe que foi campeã da Copa do Brasil.

EG – Você foi revelado pelo Criciúma e logo no começo da carreira profissional participou do grupo que conquistou a Copa do Brasil e disputou a Libertadores. Como foi começar a carreira com conquistas importantes?

Tive a oportunidade de jogar na melhor época do Criciúma. Fiz parte de um grupo que já era campeão catarinense e tive a oportunidade de participar da conquista de mais dois títulos estaduais, da Copa do Brasil e uma participação marcante na Libertadores, tudo isso em 3 anos. Comecei minha carreira tendo grandes treinadores, como Levir Culpi e Felipão.

EG – Você defendeu o Goiás entre os anos de 1996 e 2001 e com a camisa esmeraldina conquistou quatro títulos goianos (1997, 1998, 1999 e 2000); duas Copa Centro-Oeste (2000 e 2001) e a Série B (1999). No Goiás foi onde vieram as grandes conquistas da sua carreira como jogador?

No Goiás, também, joguei no melhor momento do clube. Foram 7 títulos em 5 anos. Logo na minha chegada, em 1996, fomos semifinalistas do Brasileiro. Conquistamos o primeiro título nacional (Série B de 1999), o tetra e pentacampeonato goiano, boas participações em Copas do Brasil, foram anos de muita alegria para o torcedor.

Meu melhor momento na carreira eu vivi no Goiás. Fui cotado para a Seleção Brasileira em 1997. O Felipão queria me levar para o Palmeiras, mas o seu Hailé nem abriu conversa para negociar. Em 1998, ainda no Campeonato Goiano, lesionei meu joelho e não pude jogar mais naquele ano. Coincidentemente, naquela temporada o Goiás foi rebaixado, mas voltei a jogar em 1999 quando tivemos as conquistas inéditas: campeão brasileiro da série B e tetracampeões goiano. Me sinto muito honrado de participar da seleção de todos os tempos, eleita pelos torcedores.

EG – Qual é a importância do Goiás na sua carreira como jogador de futebol?

O Goiás foi o clube que me projetou para o cenário nacional, onde tive muitas conquistas e onde fui batizado de Silvio Criciúma. Também, em Goiânia nasceram minhas duas filhas.

EG – Tem algum jogo (ou jogos) que ficaram marcados na sua memória no período em que defendeu o Goiás?

Considero dois jogos como os mais importantes no Goiás, coincidentemente dois jogos do primeiro título nacional do clube. Goiás 4×4 Bahia, foi um jogo muito disputado e com oito gols bonitos, inclusive de bicicleta do Fernandão, fiz dois gols nesse jogo, sendo um deles o mais bonito da minha carreira. 

outra partida, que eu considero a mais importante que fiz pelo Goiás, foi contra o Vila Nova, em uma quarta feira à noite onde vencemos o rival por 1 a 0 e conseguimos o acesso.

EG – Mesmo depois que deixou de jogar bola sua relação com o futebol goiano se manteve, pois você treinou o Trindade, Aparecidense, Anapolina, Itumbiara, Grêmio Anápolis e Goiás. Gostaria que você falasse um pouco dessa sua relação com as equipes e o futebol goiano.

Minha relação com o futebol goiano se deve ao período que joguei no Goiás Esporte Clube. Fui chamado para outros trabalhos no estado justamente pelas conquistas que obtive no time esmeraldino, e pela relação de amizade com as pessoas do futebol goiano.

EG – Silvio enquanto jogador você ficou marcado por ser um zagueiro forte e brigador, um xerifão que por onde passou carregou a faixa de capitão. Como treinador, qual é a sua característica?

Forte e brigador foi somente no sentido de luta pelo objetivo, pois sempre fui muito equilibrado e tomando a frente das situações. Minha relação com imprensa, diretoria e torcedores sempre foi transparente e positiva. Hoje como treinador sou o reflexo do que fui como atleta.

EG – Para encerrar a entrevista, gostaria de saber a origem do apelido Silvio “Criciúma”?

Em 1996 quando cheguei no Goiás, tinha um atleta no grupo com o mesmo nome. Silvio, um atacante que jogou no Bragantino, Fluminense e na Seleção. Daí tiveram que mexer no meu nome e quem acrescentou o “Criciúma” no meu nome foi o então Diretor de Futebol da época, Raimundo Queiroz.

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Natação: Torneio Centro-Oeste de Clubes, em Anápolis, é cancelado

Goiás
Foto: CBDA

A epidemia de Covid-19 causou o cancelamento de uma das principais competições regionais de natação. O Torneio Centro-Oeste de Clubes, que reúne nadadores de todos os estados da região e o Distrito Federal, foi cancelado.

O evento estava marcado para a próxima semana, entre os dias 14 e 16 de maio, na UniEvangélica, em Anápolis. A disputa seria em piscinas de 25m e 50m e reuniria atletas de infantil a sênior.

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O Torneio Centro-Oeste de Clubes é realizado duas vezes por ano. Uma, no período de outono-inverno e outra na temporada primavera-verão. Comumente, a primeira disputa do ano é feita em Anápolis. A segunda de 2020 está agendada para setembro, em Cuiabá.

Além do regional, a Federação Aquática de Goiás (Fago) comunicou a suspensão de mais uma competição estadual. Trata-se do 2º Torneio Fago – Mirim e Petiz, que ocorreria no próximo domingo (9), no Sesi Ferreira Pacheco, em Goiânia.

Confira os eventos da natação afetados pela Covid-19

Março
1º Torneio Fago – Mirim e Petiz
1º Torneio Fago – Infantil a Sênior

Abril
Campeonato Brasileiro Absoluto – Troféu Maria Lenk – Rio de Janeiro
2º Torneio Fago – Infantil a Sênior

Maio
2º Torneio Fago – Mirim a Petiz
Torneio Centro-Oeste de Clubes

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Entrevista: Perda de sócios do Goiás durante pandemia está sendo pequena, afirma vice-jurídico

Foto: Rosiron Rodrigues/GEC

A paralisação do futebol em virtude a pandemia do coronavírus fez com que os clubes redobrassem as atenções para os seus programas de sócios torcedores, uma vez que essa vem sendo uma das principais fontes de renda para as agremiações, no atual cenário.

A interrupção dos campeonatos fez com que as equipes perdessem vários patrocínios, que ajudavam na folha salarial dos clubes por mês, o Goiás foi um dos afetados. Agora os times procuram alternativas para manter o rigor financeiro em dia e sem atrasos, e uma dessas saídas está sendo o programa de sócios.

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Dyogo Crosara, vice-presidente jurídico do Goiás, e um dos responsáveis diretos pelo plano de sócio torcedor Sou Verdão, concedeu entrevista ao repórter Willian Rommel do Esporte Goiano e argumentou como anda a situação do programa de sócios dos esmeraldinos. Além disso salientou das vantagens oferecidas (pelo clube) ao torcedor, nesse período, para não ter uma grande perca de adesões. Acompanhe:

ATUAL SITUAÇÃO DO PROGRAMA

Dyogo afirmou que a perda de sócios durante essa pandemia esta sendo pequena.

 

O SOU VERDÃO ESTÁ SENDO A ÚNICA FONTE DE RENDA DO CLUBE?

Crosara destacou a importância do apoio da torcida pela vigência dos planos e salientou que ele não é o único meio de renda, mas esta sendo um dos mais importantes.

 

NOVOS BENEFÍCIOS PARA OS TORCEDORES

Dyogo confirmou que novos benefícios e novas ações, estão sendo estudadas e vão ser implementadas ao programa. Isso tem como o objetivo, atrair ainda mais novos torcedores, e aumentar a rede de benefícios dos que já são sócios.

 

ATUAL NÚMERO DE SÓCIOS DO CLUBE

O Goiás hoje, segundo o vice-presidente jurídico do clube, conta com quase 9 mil sócios ativos.

 

RECOMPENSAS PARA O SÓCIO QUE PAGA O PLANO MAS NÃO USUFRUI POR CAUSA DA PANDEMIA

Dyogo afirmou que o sócio que está adimplente e que não está pegando o seu ingresso, por motivos da falta de jogos pela pandemia, será recompensando futuramente. Ouça a explicação do que foi definido.

 

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Vila Nova adia novamente reapresentação dos atletas

Foto: Douglas Monteiro/Vila Nova FC

Em meio a pandemia causada pelo coronavírus, o Vila Nova adiou novamente a reapresentação dos atletas. Anteriormente marcada para o dia 11 de maio, a data sofreu acréscimo de uma semana, tendo sido remarcada para o dia 18 do mês. No entanto, a data pode sofrer nova alteração. Segundo a diretoria, o retorno aos treinos está sendo avaliado semanalmente.

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No dia 30 de abril, os atletas encerraram o período de férias coletivas que havia sido dado pelo clube. Desde então, os atletas estão realizando a preparação física em suas casas e  sendo supervisionados pelo departamento físico do clube.

O Campeonato Goiano segue sem estimativa de retorno. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), havia solicitado a volta para o dia 17 de maio. Porém, a Federação Goiana de Futebol (FGF), considera a data inviável.

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Basquete Integração adia mais torneios e mira retorno em agosto

Foto: Willian Rommel/Esporte Goiano

Torneios do Basquete Integração previstos para o mês de maio foram adiados. Além da Liga URB, que já havia comunicado o cancelamento, foram afetados o Circuito Goiano de Basquete 3×3, Circuito Vianópolis e a Copa Aparecida de Basquete em Cadeira de Rodas.

Ao todo, já são 11 competições do calendário de 2020 do Basquete Integração que sofreram modificações por conta da epidemia de Covid-19 em Goiás.

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Apesar de não ter oficialmente suspendido torneios de junho e julho, a direção do Basquete Integração trata como improvável qualquer competição antes do mês de agosto. Com treinamentos proibidos, a paralisação do calendário deve se prolongar.

– As equipes têm que voltar a treinar antes. Temos dificuldades em relação a isso. Em junho e julho é pouco provável. O governador ainda fala em voltar a aumentar as restrições – disse o diretor Vinícius Valentin.

Uma das ideias do Basquete Integração era aguardar o retorno da temporada do Novo Basquete Brasil (NBB) para negociar a volta dos torneios em Goiás. Contudo, a principal liga do país encerrou a competição. Agora, a estratégia é esperar outras modalidades. “Vamos aguardar o futebol voltar para ter possibilidade de negociação”, revelou Valentin.

Veja os torneios do Basquete Integração já afetados pela epidemia:
Março
Copa Vermelho e Branco
2ª Copa da Amizade – Troféu Denílson Fernandes
3ª etapa do Circuito Master
Abril
3ª etapa Circuito Goiano Basquete 3×3
Open Caldas
Jogos Universitários Goianos
Copa Centro-Sul Piracanjuba
Maio
1ª etapa Liga URB
2ª etapa Circuito Vianópolis
4ª etapa Circuito Goiano Basquete 3×3
Copa Aparecida de Basquete em Cadeira de Rodas
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Entrevista: Fernando Prass relembra conquistas e passagem no Vila Nova: “Time de torcida, com cobrança e com camisa”

Arte: Ildeu Iussef/EG

Fernando Prass é considerado um dos melhores goleiros que aturaram no Vila Nova, pela torcida colorada. O atleta chegou ao Tigrão na metade do ano de 2000 e fez história com a camisa 1 ao conquistar o título do Campeonato Goiano de 2001.

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Em entrevista especial ao Esporte Goiano, dando sequência a série com atletas que fizeram história no futebol goiano, o goleiro Fernando Prass relembrou conquistas do tempo em que vestia a camisa colorada, falou da sua carreira debaixo das traves e dos planos para o futuro.

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Entrevista: Jadílson relembra passagem no Goiás, conquistas e o desempenho nos clássicos: “Jogava muito, deitava no Vila”

Arte: Willian Rommel/EG

Eleito o melhor lateral esquerdo do campeonato Brasileiro de 2005, pela revista Placar, Jadílson é considerado um dos melhores jogadores da posição que aturaram no Goiás, pela torcida esmeraldina, nesse século. O atleta chegou ao time esmeraldino no ano de 2004 e fez história com a camisa verde, conseguindo a primeira classificação a uma competição internacional, que foi a Sul-Americana de 2004, e posteriormente a vaga na Libertadores de 2005.

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Em entrevista exclusiva e especial ao repórter Willian Rommel do Esporte Goiano, dando sequência a série com atletas que fizeram história no futebol goiano, o ex-jogador que defendeu o Goiás, relembrou histórias e conquistas do tempo em que vestia a camisa esmeraldina.

A CHEGADA AO CLUBE

Jadílson falou como se deu sua chegada ao Goiás, após ter passado por Fluminense e Paraná.

 

COMPANHEIROS QUE MARCARAM SUA PASSAGEM NO VERDÃO

Jadílson lembra alguns nomes que, na sua opinião, foram os melhores atletas que atuaram com ele no Goiás.

 

SONHO FRUSTRADO DE NÃO IR A SELEÇÃO E PARTIDAS NA LIBERTADORES 2006

O atleta revelou que sonhava com a seleção e que merecia por tudo o que fez durante sua passagem pelo Goiás, principalmente em 2005.

 

RECONHECIMENTO DO CARINHO DA TORCIDA E CLÁSSICOS CONTRA O VILA

Jadílson agradece por tudo o que viveu jogando ao lado da torcida esmeraldina. Ressaltando que no Goiás, teve a melhor fase de sua carreira e que sempre o time esmeraldino vai estar no seu coração. Além do mais falou sobre suas ótimas partidas contra o maior rival o Vila Nova.

 

AGRADECIMENTOS AO CLUBE E MENSAGEM A TORCIDA

O ex-lateral agradeceu tudo o que passou dentro do Goiás e exaltou a torcida esmeraldina, que sempre o apoiou na sua passagem ao clube.


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Pedro Canedo sugere transformação da Anapolina em clube-empresa

Foto: Rossini Pasti/AAA

O presidente do Conselho Deliberativo da Anapolina, Pedro Canedo, disse que somente um investidor disposto a aportar grande quantidade de recursos na Xata e transformá-la em clube-empresa pode fazê-la ser competitiva novamente.

Em entrevista ao repórter Wagner Almeida, da Manchester News, Canedo citou o alto montante de dívidas trabalhistas da equipe colorada, além dos custos de manutenção de elenco e do CT Leandro Ribeiro, que, somadas à escassez de receitas, inviabilizam a formação de um elenco competitivo.

– A Anapolina, que está no fundo do poço, tem que buscar uma saída que seja investidor sério, que queira transformá-la num clube-empresa, tomar conta, assumir todas as dívidas e montar uma equipe que seja boa. É a única forma. Não há mais abnegado. Não tem mais como sacrificar os conselheiros, que já ajudam na manutenção do CT – afirmou.

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Canedo relembrou a última grande campanha da Xata, em 2018, quando o clube foi à semifinal do Goianão. Em 2019, a Rubra viveu um drama e chegou a ser ameaçada de rebaixamento. Jogadores também quase não entraram em campo, o que resultaria num W.O. e suspensão da Anapolina de competições oficiais por dois anos. Neste ano, o rebaixamento estava praticamente decretado quando o Estadual parou.

Na opinião de Canedo, as épocas de glórias coloradas só podem retornar se houver uma remodelação do futebol do clube. Caso contrário, o mandatário teme até pelo futuro da Rubra.

– Isso (brigar por títulos estaduais) não vai acontecer nunca mais se a Anapolina não modificar sua forma de existir. Do jeito que vem fazendo, não dá absolutamente nada. Temos um excelente CT, mas precisa passar por uma remodelação. Isso é só com dinheiro, com investidor. Se aparecer, ótimo. Se não, com essa crise, não sabemos as consequências que advirão ao futebol brasileiro – ponderou.

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Entrevista: Psiquiatra do Esporte “não vê surpresa” em aumento dos sintomas de depressão e ansiedade entre os jogadores de futebol

Arte: Ildeu Iussef/EG Foto: Arquivo Pessoal Dr. Helio Fádel

Com a paralisação das atividades nos clubes de futebol, tem se discutido muito sobre cuidados com a preparação física e pouco a respeito da saúde mental dos atletas. De acordo com dados da pesquisa divulgada recentemente pela Federação Internacional dos Jogadores Profissionais de Futebol (FIFPro), os futebolistas têm revelado crescentes sintomas de depressão e ansiedade desde a interrupção das competições devido à pandemia da covid-19.

O estudo foi realizado entre 22 de março e 14 de abril, pela FIFPro e as associações nacionais afiliadas de jogadores que entrevistaram 1.602 jogadores profissionais de futebol em países que implementaram medidas drásticas, como o confinamento em massa em casa, para conter a disseminação do coronavírus. Participaram da pesquisa 1.134 jogadores do sexo masculino, com idade média de 26 anos, e 468 jogadoras do sexo feminino, com idade média de 23 anos.

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Segundo os dados divulgados pela FIFPro: 22% das mulheres jogadoras e 13% dos homens jogadores relataram sintomas consistentes com o diagnóstico de depressão.  Enquanto, 18% das mulheres e 16% dos homens relataram sintomas compatíveis com o diagnóstico de ansiedade generalizada.

Por isso, o Esporte Goiano entrou em contato com o Dr. Helio Fádel, Psiquiatra do Esporte, membro da Sociedade Internacional de Psiquiatria do Esporte (ISSP) e co-autor do livro “Psiquiatria do Esporte: Estratégias para qualidade de vida e desempenho”. Confira abaixo a entrevista exclusiva na íntegra!

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Departamento de Esportes Olímpicos do Vila mantém treinos à distância

Foto: Divulgação

Em meio a pandemia causada pelo coronavírus, clubes e entidades foram obrigados a mudar o planejamento para a temporada 2020. Seguindo essa tendência, o Departamento de Esportes Olímpicos do Vila Nova também passou por essa mudança de planos. Criado no início de 2020, o departamento conta atualmente com 160 atletas.

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Para que os atletas não fiquem parados, treinamentos estão sendo realizados em casa. De maneira virtual, as sessões de treinamento estão sendo acompanhadas pelas comissões de cada modalidade. Além disso, lives estão sendo realizadas nas redes sociais.

Impossibilitado de reunir os atletas de maneira presencial, os treinos são passados para que os atletas mantenham o preparo físico. Ainda não há previsão para o retorno das atividades em grupo.

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