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sexta-feira, agosto 21, 2026
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Na memória: Em 1981, jogando no Serra Dourada, Brasil atropela Venezuela pelas Eliminatórias

Arte: Willian Rommel/EG

Em 1981, a Seleção Brasileira esteve em Goiânia para disputar contra a Venezuela a última partida das Eliminatórias da América do Sul para a Copa do Mundo, que seria disputada na Espanha no ano seguinte.

O Brasil chegou para a partida com vaga já garantida no Mundial de 1982, mas mesmo assim o torcedor goianiense compareceu em peso ao Serra Dourada para ver a Seleção Canarinho, comandada por Telê Santana.

Na véspera da partida, o assunto que movimentava os bastidores não era a perspectiva de uma goleada do Brasil sobre a frágil Venezuela, mas a possibilidade de ser a última partida de Telê Santana no cargo de técnico da Seleção.

No entanto, isso não atrapalhou a preparação da seleção brasileira que teve de treinar no ginásio da Esefego (Escola Superior de Educação Física do Estado de Goiás), pois uma forte chuva atrapalhou os planos do treinador de comandar um recreativo no Serra Dourada.

O JOGO

Desde o início da partida, o Brasil envolveu os adversários com certa facilidade, tanto que com 6 minutos já poderia estar vencendo, se Reinaldo e Sócrates tivessem aproveitado as oportunidades que tiveram.

A Venezuela procurou fazer seu jogo na defensiva, com praticamente todos os jogadores atrás da linha do meio campo e apenas Filomeno e Carrero buscando timidamente os contra-ataques. Porém, a teimosa defesa venezuelana e a competência do goleiro Vegas não foram capazes de conter a Seleção.

Aos 35 minutos, Getúlio cobrou falta pela direita e Tita, se adiantando ao goleiro, acertou uma cabeçada indefensável para estufar as redes e colocar o Brasil à frente no marcador.

“Voa, Canarinho voa…”

Na volta do intervalo, logo no primeiro minuto da etapa final: Reinaldo, lançado por Éder, driblou o goleiro e, na linha de fundo, tocou para Zico que, da entrada da área, chutou rasteiro e a zaga venezuelana fez o corte. Mas aos 10 minutos, Éder cobrou uma falta na esquerda próximo a linha de fundo e Sócrates de cabeça aumentou a vantagem: Brasil 2 a 0.

Não demorou muito para a Seleção Canarinho aumentar o placar, pois aos 12, em jogada de velocidade do ataque brasileiro, Zico abriu para Getúlio na ponta direita, que cruzou para outra cabeçada de Sócrates. O zagueiro venezuelano salvou em cima da linha, Zico chutou, a defesa voltou a salvar, mas aí apareceu o oportunista Tita para estufar as redes e fazer Brasil 3 a 0.

Mesmo com uma baita vantagem no placar, a seleção brasileira continuou pressionando em busca de mais um gol. Em uma das escapadas de Zé Sérgio, pela esquerda, Ochoa o derrubou dentro da área aos 26 minutos. Na cobrança da penalidade máxima, Zico com perfeição, mandou bola para um lado e goleiro para o outro. Brasil 4 a 0.

A Venezuela também chegou com perigo à meta brasileira. Aos 35 minutos, em cobrança de escanteio, bola alçada na área, Garcia testou com muito perigo na trave e no rebote Gutierrez desperdiçou uma bela chance de descontar. Porém, o Brasil não perdoou e aos 39, Zico deu um passe perfeito para Júnior, que saiu cara a cara com o goleiro e deslocando o arqueiro deu números finais ao marcador, no Serra Dourada: Brasil 5×0 Venezuela.

Ficha Técnica
Brasil
 5x0 Venezuela – Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 1982
Data: 29 de março de 1981
Horário: 17h
Estádio: Serra Dourada, Goiânia (GO)
Público: 34.229 torcedores
Renda: Cr$ 24.328.000,00 cruzeiros
Árbitro: Jorge Romero (Fifa/Argentina)
Assistentes: Carlos Sposito (Fifa/Argentina) e Abel Gneco (Fifa/Argentina)
Cartões amarelos: Vegas e Salas (Venezuela)
Gols: Tita aos 35 min/1T e aos 12 min/2T; Sócrates aos 10 min/2T; Zico aos 26 min/2T e Júnior aos 39 min/2T
Brasil: Valdir Peres; Getúlio, Oscar, Luisinho e Júnior; Batista, Sócrates e Zico; Tita, Reinaldo (Serginho “Chulapa”) e Éder (Zé Sérgio).
Técnico: Telê Santana.
Venezuela: Vegas; Ochoa, Castro, Acosta e Salas; Torres, Filomeno e Carrero (Aguirre); Gutierrez (Castilho), Febles e Garcia.
Técnico: Walter Roque.
Confira os melhores momentos (Imagens: TV Cultura com narração de José Cunha)
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Goiás adia retorno aos treinos e mantém home office

(Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC)

O Goiás comunicou na manhã desta quarta-feira (29) que decidiu adiar o retorno dos atletas aos treinamentos no CT Edmo Pinheiro. Inicialmente, a reapresentação estava prevista para o sábado (2). Agora, ela não ocorrerá antes de 11 de maio.

A decisão foi tomada após reunião de representantes dos clubes com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta terça-feira (28).

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No comunicado, o Verdão informa que avaliará o cenário local da Covid-19 semanalmente para estabelecer um retorno seguro às atividades presenciais. Quando isso ocorrer, os treinamentos seguirão rígidos protocolos sanitários para evitar a disseminação do coronavírus.

Até o retorno ao CT Edmo Pinheiro, o Goiás diz que os atletas manterão as atividades em home office, com exercícios propostos pelo departamento físico. O clube mantém monitoramento e atendimento virtual aos jogadores por parte da equipe multidisciplinar.

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Entrevista: Wando, ídolo colorado, relembra conquistas e 2008: “Se não tivesse machucado, o Vila subiria”

Arte: Willian Rommel/EG

Conhecido como Wando “Capetinha da Toca”, o atacante marcou história no Vila Nova nos anos 2000. O jogador atuou 8 anos no clube e teve participações heroicas vestindo a camisa colorada. Em uma dessas temporadas o atleta conquistou o último título goiano do clube, em 2005, e participou da campanha do quase acesso em 2008.

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Em entrevista exclusiva e especial ao repórter Willian Rommel do Esporte Goiano, dando sequência a série com atletas que fizeram história no futebol goiano, o ex-jogador que defendeu o Vila, relembrou histórias e conquistas do tempo em que vestia a camisa colorada.

A CHEGADA AO CLUBE

Wandro lembrou sobre o início da carreira e outras curiosidades no começo com a camisa do Vila.

 

MELHOR JOGADOR E TREINADOR QUE ATUOU JUNTO

O atleta fez menção a Donizete, Vanderlei Paiva entre outros nomes, que marcaram sua passagem no Tigrão.

 

CLÁSSICOS CONTRA O GOIÁS

O atacante relembrou seus ótimos desempenhos contra o time rival, além do mais analisou sua passagem no clube esmeraldino posteriormente, falando que na época não se arrependia desse fato.

 

A “DOR DO QUASE” EM 2008 E MENSAGEM À TORCIDA COLORADA

Wando, também, comentou a grande decepção na temporada de 2008, na qual o Vila Nova quase subiu para a série A, tentou explicar alguns motivos e disse que se tivesse atuado nas rodadas finais, a história seria diferente.

 

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Na memória: Márcio brilhou e garantiu o Atlético na semifinal da Copa do Brasil em 2010

Foto: Reprodução/YouTube

Em 2010, o Atlético fez a sua melhor campanha na Copa do Brasil. Naquela edição do torneio, a equipe avançou até a semifinal da competição, sendo eliminado pelo Vitória (BA).

A caminhada da equipe na competição passou pela região nordeste do Brasil. O primeiro adversário foi o ASSU (RN), vitória do Dragão por 3×0. Na segunda fase, o Dragão enfrentou o Bahia. Em casa, o Atlético triunfou por 2×0, na partida da volta, derrota por 1×0 e vaga garantida nas oitavas de final.

Nas oitavas de final, a equipe enfrentou o Santa Cruz (PE). Fora de casa, o Atlético venceu a partida de ida por 2×1, na volta, mais um triunfo do Dragão, dessa vez por 2×0 e vaga garantida nas quartas de final. Pela primeira vez, o adversário não seria uma equipe do nordeste, mas o Palmeiras.

Derrota na partida de ida e decisão em casa

Diante do Palmeiras, a equipe foi derrotada na partida de ida. No Parque Antártica, os paulistas tiveram dificuldades, mas venceram pelo placar de 1×0. No último minuto, Cleiton Xavier marcou de pênalti para o alviverde. Na partida da volta, o Atlético precisava devolver o placar do primeiro jogo ou vencer por dois ou mais gols de diferença para avançar a semifinal.

Em casa, o Atlético começou indo pra cima. O rubro negro se aproveitava da postura defensiva do adversário, que buscava o contra-ataque. Apesar do bom início da equipe atleticana, o Palmeiras foi ligeiramente superior, mas apesar da vontade das duas equipes, faltava técnica.

Precisando do resultado, o Atlético voltou com outra postura do vestiário. Em 10 minutos, a equipe colocou Marcos para trabalhar em duas oportunidades, mais trabalho do que nos 45 minutos iniciais. A sorte do Dragão começou a mudar aos 14 minutos, com a expulsão de Pierre. O volante já tinha amarelo, fez falta em Elias e foi para o chuveiro mais cedo.

Com um a mais, não demorou muito para o Atlético abrir o placar. Aos 25 minutos, Marcão recebeu passe de Elias e finalizou da entrada da área, a bola saiu fraca, mas foi o suficiente para balançar a rede e garantir a disputa por pênaltis no Serra Dourada.

Nos pênaltis, Atlético conta com a estrela de Márcio para vencer

Na marca da cal, o Palmeiras abriu o placar com o atacante Ewerthon. O Atlético deixou tudo igual, com Márcio. A partir daí, o que se viu foi um show de cobranças ruins e defesa dos goleiros no Serra Dourada.

O segundo pênalti do Palmeiras foi cobrado por Danilo, que parou na defesa de Márcio. Herói do tempo normal, Marcão teve o pênalti defendido por Marcos. A terceira cobrança do Palmeiras foi de Figueroa, que mandou pra fora. Robston desperdiçou a chance de passar a frente, o volante parou no goleiro Marcos.

Responsável pela quarta cobrança do Palmeiras, Ivo parou no goleiro Márcio. O Atlético teve novamente a chance de passar a frente, mas novamente Marcos defendeu a penalidade, dessa vez cobrada pelo atacante Juninho.

A última cobrança do Palmeiras foi de Cleiton Xavier, que novamente parou no goleiro Márcio. Se o Atlético marcasse, avançaria a semifinal. O encarregado da cobrança decisiva era Elias, que tomou distância e bateu no meio do gol, colocando o Atlético entre os quatro melhores times da competição.

Ficha Técnica

Atlético (2) 1×0 (1) Palmeiras – Quartas de final Copa do Brasil 2010
Data: 05 de maio de 2010
Local: Estádio Serra Dourada, Goiânia (GO)

Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF)
Assistentes: Enio Ferreira de Carvalho (DF) e João Antônio Souza Paulo Neto (DF)

Gols: Marcão, aos 25′ 2T (ACG)
Pênaltis: Márcio e Elias (ACG); Éwerthon (PAL)

Cartões Amarelos: Agenor, Márcio, Jairo, Ayrton e Welton Felipe (ACG); Maurício Ramos, Márcio Araújo e Marcos Assunção (PAL)
Cartão Vermelho: 
Pierre (PAL)

Atlético: Márcio; Ayrton, Welton Felipe, Jairo e Tiago Feltri; Agenor (Elias), Pituca, Ramalho e Robston; Juninho e Rodrigo Tiuí (Marcão)
Técnico: Geninho

Palmeiras: Marcos; Márcio Araújo, Danilo, Maurício Ramos e Armero; Pierre, Edinho, Marcos Assunção (Figueroa); Cleiton Xavier e Lincoln (Ivo); Robert (Éwerthon)
Técnico: Antônio Carlos Zago

Confira o gol do Atlético e as cobranças de pênalti

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As goleadas impiedosas dos times goianos na história do Campeonato Brasileiro

Arte: Willian Rommel/EG

O Campeonato Brasileiro aos longos dos anos sempre sofreu com mudanças dentro e fora de campo, seja no nome, forma de disputa, localidades, datas entre outras coisas. No entanto algo que sempre marcou presença nas edições foram as grandes goleadas em algumas partidas que ficaram na história.

Decidimos então levantar as maiores goleadas aplicadas pelos times goianos nessa competição nacional incluindo todas as séries, desde a quarta divisão até a primeira. O critério de escolha foram de partidas que tiveram a diferença mínima de 5 gols, sendo assim, o resultado se tornou mais palpável de pesquisa e demonstração.

Partidas como por exemplo: Flamengo 1×4 Atlético-GO na série A de 2011, Corinthians 1×4 Goiás, Internacional 1×4 Goiás, na série A de 2009 e de 2006 respectivamente, além de Vila Nova 4×1 Londrina na série C de 2015, Anapolina 4×0 Grêmio na série B de 2005, entre outras goleadas, não entraram na escolha, mas sempre serão inesquecíveis aos torcedores goianos.

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Com base nesses critérios, e na pesquisa no site da CBF e no Portal Campeões do Futebol, a lista tem os seguintes representantes do futebol goiano: Atlético, Anapolina, Goiás, Itumbiara e Vila Nova. Confira as goleadas:

O Dragão aplicou goleadas massacrantes nas três divisões nacionais. Séries A, B e C.

SÉRIE A
18/08/1968 = Atlético 5×0 Operário-MT (Estádio Olímpico)

SÉRIE B
11/06/2009 = Atlético 5×0 Paraná (Estádio Serra Dourada)

SÉRIE C
06/09/2007 = Atlético 7×1 Itumbiara (Estádio Antônio Accioly)
23/09/2007 = Atlético 5×0 Esportivo-RS (Estádio Serra Dourada)
13/10/2007= Atlético 6×0 Barras-PI (Estádio Serra Dourada)
19/10/2008 = Atlético 6×0 Confiança-SE (Estádio Serra Dourada)
01/11/2008 = Atlético 5×0 Rio Branco – AC (Estádio Serra Dourada)

A Rubra aplicou goleadas na Série C e na Série D do Brasileirão, sendo a equipe que goiana que mais venceu por 5 gols de diferença nessas divisões.

SÉRIE C
16/09/1998 = Anapolina 7×0 Alvorada-ES (Estádio Jonas Duarte)
01/11/1998 = Anapolina 5×0 Esporte Clube Limoeiro-CE (Estádio Jonas Duarte)
06/12/1998 = Anapolina 5×0 Itabaiana-SE (Estádio Jonas Duarte)
06/08/2006 = Anapolina 5×0 Luziânia (Estádio Jonas Duarte)

SÉRIE D
17/10/11 = Anapolina 6×1 Tocantinópolis-TO (Estádio Jonas Duarte)

O Verdão aplicou goleadas em duas divisões do brasileiro, na série A e na Série B. Sendo o time que mais goleou por mais de 5 gols na série A entre os goianos.

SÉRIE A

16/07/1978 = Goiás 5×0 Londrina (Estádio Serra Dourada)
13/11/1988 = Goiás 6×1 Vitória (Estádio Serra Dourada)
09/07/1997 = Goiás 6×0 Grêmio (Estádio Serra Dourada)
27/04/2003 = Goiás 7×0 Juventude (Estádio Serra Dourada)
12/10/2003 = Goiás 6×1 Fluminense (Estádio Serra Dourada)
22/10/2004 = Goiás 5×0 Ponte Preta (Estádio Serra Dourada)
21/09/2014 = Goiás 6×1 Palmeiras (Estádio Serra Dourada)

SÉRIE B
03/08/2012 = Ipatinga-MG 1×6 Goiás (Estádio Ipatingão-MG)
16/10/2012 = Goiás 5×0 Guarani (Estádio Serra Dourada)

Com apenas uma goleada avassaladora, por mais de 5 gols em competições nacionais, o Gigante da Fronteira marcou presença no nosso quadro na série C.

SÉRIE C
19/10/1998 = Itumbiara 7×2 Alvorada-TO (Estádio JK)


Bicampeão da Série C o Tigrão aplicou uma goleada humilhante apenas na terceira divisão, dentro desses critérios escolhidos por nós.

SÉRIE C
03/11/1993 = Vila Nova 7×2 Tocantinópolis-TO (Estádio Serra Dourada)

Qual foi dentre essas goleadas, a mais marcante torcedor?

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Festival Paralímpico, que seria realizado em três cidades goianas, é cancelado

Goiânia foi sede pela primeira vez no ano passado. (Foto: Willian Rommel/EG)

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) informou na última quarta-feira (22) o cancelamento do Festival Paralímpico de 2020. O evento, que seria realizado no dia 19 de setembro, ocorreria em Goiás nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis.

Conforme o CPB, a decisão se deve pela falta de uma previsão de retorno das atividades esportivas por conta do avanço da epidemia de Covid-19. Um novo edital para a edição de 2021 do evento será publicado.

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Esta seria a terceira edição do Festival, que começou em 2018, com 48 cidades. Na ocasião, Anápolis representou Goiás. No ano passado, o evento se expandiu para 70 sedes, com a inclusão de Aparecida e Goiânia, e atendeu mais de 10 mil crianças.

Entre as atividades praticadas estão: Futebol de Cinco, Arremesso de Disco, Arremesso de Peso, Salto em Distância e Bocha, são inclusivas. Em Anápolis, pelo menos 120 crianças e adolescentes com deficiência (PCD) seriam atendidos, além de 30 sem deficiência.

Apesar de ficar sem sediar o evento pela primeira vez em três anos, a cidade apoia a decisão do CPB. “Neste momento, numa atitude de responsabilidade com a saúde dos atletas, o Comitê Paralímpico Brasileiro cancela o evento. Neste momento de pandemia é impossível realizar o festival, para evitar o contágio”, disse o secretário de Esportes, Karim Abrahão.

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Entrevista: Silvinho relembra conquistas, fatos e histórias com a camisa do Goiânia

Arte: Ildeu Iussef/EG

O meio campista Silvinho marcou história no Goiânia fazendo parte do elenco profissional que conquistou o Campeonato Goiano de 1968 e a Copa Brasil Central de 1967. Sem falar do faro de gols do camisa 8 alvinegro que anotou 4 gols na campanha do título estadual de 1968 e na temporada de 1969 foi o artilheiro do Galo Carijó com 6 gols.

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Em entrevista exclusiva e especial ao Esporte Goiano, dando sequência a série com atletas que fizeram história no futebol goiano, o ex-jogador que defendeu o Goiânia por mais de uma década, relembrou histórias e conquistas do tempo em que vestia a camisa alvinegra.

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Na Memória: Em 2012, com show de Walter e Goulart, Goiás massacrou o Ipatinga

Foto: Reprodução/YouTube

Em 2012, o Goiás conquistou a Série B pela segunda vez em sua história. Os comandados de Enderson Moreira levaram a equipe a conquista após 38 rodadas. Ao longo do campeonato, a equipe somou 78 pontos. Foram 23 vitórias, nove empates e seis derrotas, um aproveitamento de 68%.

Ao lado do Athlético Paranaense, a equipe teve a melhor defesa da competição, com 37 gols somados e o segundo melhor ataque, com 75 gols marcados, atrás apenas do Criciúma, vice-campeão da Série B.

Na 15º rodada, a equipe foi até Minas Gerais para enfrentar o Ipatinga. Com show da dupla Walter e Ricardo Goulart, que anotaram três e dois gols respectivamente, a equipe goleou a equipe mineira pelo placar de 6×0. O outro gol da partida foi marcado pelo volante Amaral. Relembre como foi essa partida!

O Jogo

Atuando em casa, o Ipatinga tentava manter as ações ofensivas do jogo no início da partida. O Goiás buscava sair nos contra-ataques, mas sem ameaçar o gol defendido por Bruno. Antes dos 20 minutos, a equipe mineira já havia criado três chances, mas sem conseguir abrir o placar.

Após sofrer com a pressão inicial do Ipatinga, o Goiás abriu o placar aos 27 minutos. Egídio cobrou escanteio na área, Ramon desviou e Ricardo Goulart, de primeira, colocou no fundo da rede. A equipe ampliou aos 40 minutos, da intermediária, Walter cobrou falta e acertou no ângulo.

Goiás amplia o placar e transforma em goleada

O Goiás marcou o terceiro antes do terceiro minuto da etapa final. Egídio fez o cruzamento, Amaral finalizou na trave e Walter, no rebote ampliou o placar. Aos 12 minutos, Walter chegou ao hat-trick. Em um replay do primeiro gol, Egídio cobrou escanteio na área, Ramon desviou na primeira trave e o atacante colocou no fundo da rede.

O esmeraldino chegou ao quinto aos 31 minutos, Renan Oliveira deu passe em profundidade, a defesa falhou e Ricardo Goulart marcou o segundo dele na partida. Aos 37 minutos, Amaral deu números finais a partida. Renan Oliveira cobrou falta na área e o volante marcou o sexto gol da equipe.

Ficha Técnica
Ipatinga 0x6 Goiás – 15º rodada da Série B 2012
Data: 03 de agosto de 2012
Local: Estádio Ipatingão, Ipatinga (MG)
Horário: 21h
Árbitro: João Batista de Arruda (RJ)
Assistentes: Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ) e Rodrigo Henrique Corrêa (RJ)
Gols: Walter, aos 41′ 1T, 1′ e 12′ 2T; Ricardo Goulart, aos 27′ 1T e 31′ 2T e Amaral, aos 38′ 2T (GEC)
Cartões Amarelos: Tiago Alencar (IPA)
Ipatinga: Bruno; Marcel, Pedrão, Thiago Alencar e Azevedo; Leanderson, Max Carrasco (Vinicius Kiss), Wellington Bruno e Laécio (Eliandro); Chiquinho e Márcio Diogo (Bachin).
Técnico: Flávio Lopes
Goiás: Harlei; Vitor, Ernando, Valmir Lucas e Egídio; Amaral, Marcos Paulo, Ramon e Ricardo Goulart (Marinho); Walter (Juliano) e Iarley (Renan Oliveira).
Técnico: Enderson Moreira
Confira os melhores momentos da partida

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Sem novas restrições, Goiás projeta entrega de obras da Serrinha em agosto

Foto: Divulgação/Goiás EC

O Goiás planeja entregar as obras da segunda fase da reforma do estádio da Serrinha em agosto. O prazo, no entanto, depende da manutenção das atividades de construção civil durante o período da epidemia de Covid-19 no estado.

Caso não sejam editados novos decretos proibindo ou restringindo as obras, a direção esmeraldina crê que a nova arquibancada leste será entregue em cerca de 40 dias. Antes da paralisação, o prazo de término era o final de junho.

– Devido a paralisação vamos ter de fazer novo cronograma para entrega. Vamos aguardar mais duas semanas para saber se novos decretos serão publicados, caso possamos continuar com as obras, vamos definir a nova data. Provavelmente vamos adiar no período que ficamos parados, 40 dias – disse o engenheiro responsável pela obra, Eduardo Júnior, em entrevista à TV Goiás.

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As obra recomeçaram na última terça-feira (21). O cálculo inicial de investimento era de R$ 10 milhões. Contudo, com a paralisação, o clube refaz as contas e acredita que a reforma ficará mais cara.

A parte de demolição estava praticamente finalizada. A fase de terraplanagem está em andamento e, a partir daí, conforme Eduardo Júnior, a fundação para os pré-moldados poderá ser feita. Boa parte dessas estruturas são produzidas fora da Serrinha.

Com o término da fase 2, a capacidade do estádio crescerá de 10 mil para 14 mil e poderá receber jogos do Brasileirão. A obra completa ainda prevê outras duas fases, com a construção da nova arquibancada oeste, a ala mais nobre e, portanto, mais dispendiosa, e serviços de acabamento da fachada e construção de edifício-garagem.

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Grêmio Anápolis contrata volante que estava no rival

Foto: Divulgação/ Grêmio Anápolis

O Grêmio Anápolis anunciou a contratação do volante Thiago Batista, de 26 anos. O jogador estava por último no Anápolis e é a primeira contratação da equipe para a próxima temporada.

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Antes de defender as cores do Galo, o jogador construiu sua carreira em clubes do interior de São Paulo, como União Barbarense, Mirassol e Água Santa.

No Goianão 2020, o Grêmio Anápolis estava na 9º colocação, com 11 pontos conquistados. A equipe não figurava entre as classificadas para as quartas de final do estadual e nem entre os clubes rebaixados na competição.

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