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quarta-feira, junho 24, 2026
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Por meio das redes sociais, Tadeu anuncia recuperação da filha

Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC

Chegou ao fim o drama familiar vivido por Tadeu, goleiro do Goiás. Por meio das suas redes sociais, o arqueiro da equipe esmeraldina anunciou que sua filha está recuperada. A pequena Isabela se recuperou após 26 dias internada. Ela se recuperou de uma meningite viral.

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Após a classificação diante do Santo André pela Copa do Brasil, o goleiro chorou copiosamente no gramado do Bruno José Daniel. O motivo do pranto foi revelado pelo companheiro de time, o zagueiro Rafael Vaz. Na ocasião, o defensor dedicou o triunfo e a classificação ao camisa 23.

O goleiro ainda fez mais uma partida pela equipe, na vitória diante do Vasco, pela Copa do Brasil. Nos confrontos válidos pelo Campeonato Goiano, diante de Iporá e Aparecidense, o titular foi Marcelo Rangel.

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"O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem de manhã" Salmos 30,5 26 dias depois, a alegria voltou pra nós. Obrigado Deus, obrigado minha Nossa Senhora, Obrigado São Miguel Arcanjo por nunca nos abandonar, por cuidar o tempo todo da minha filha e nos dar essa VITÓRIA, pra honra e glória de Deus. Agradeço também minha esposa e irmã que ficaram todos os dias juntos da minha filha. Agradeço a todos meus familiares, e amigos. Agradeço todos do Goiás Esporte Clube, todos companheiros de trabalho que me deram todo suporte pra ter forças pra entrar em campo. Agradeço todas as pessoas que rezaram pela recuperação da minha filha, você que rezou e esteve ao nosso lado, muito obrigado . Agradeço toda nação esmeraldina que abraçou minha filha e minha família , pois minha esposa e eu recebemos muitas, mas muitas msgs dos torcedores. Ao Hospital da Criança de Goiânia e o Hospital Albert Einstein, sei que Deus capacitou todos os profissionais que cuidaram dela e que as milhares de orações foram ouvidas. Fica aqui NOSSA ETERNA GRATIDÃO a todos que estiveram conosco. Aline, Tadeu e ISABELA 🙏💚

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Coronavírus: filmes e séries sobre o espírito olímpico para assistir na quarentena

Foto: Divulgação COI

Com todo mundo em casa por causa do autoisolamento imposto pela pandemia do coronavírus, a busca pelo entretenimento que não exija deslocamento para áreas externas cresceu.

Pensando nisso, o Esporte Goiano preparou uma lista de filmes, documentários e séries de histórias de superação no mundo do esporte, disponíveis em streaming, para você não ficar sem opção do que fazer em casa.

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42: A história de uma Lenda – O filme conta a história de Jackie Robinson, jogador de baseball, que disputava a liga nacional dos negros até ser recrutado por Branch Rickey, executivo de um time que disputa a MLB (Major League Baseball) maior competição do esporte nos Estados Unidos. Robinson foi o primeiro negro a disputar a Major League na era moderna, o que faz com que ambos tenham que enfrentar o racismo existente não apenas da torcida e da diretoria, mas também dentro dos campos.

Raça – O filme conta a história de Jesse Owenns, atleta negro americano que ganhou quatro medalhas de ouro nas Olimpíadas de Berlim, em 1936, superando corredores arianos em pleno regime nazista de Adolf Hitler.

Coach Carter: Treino para a Vida – O filme conta a história de Ken Carter que foi um ex-aluno do Colégio Richmond. Mas depois de alguns anos, já casado e com filho em idade escolar, foi convidado para assumir o cargo de treinador do time de basquete da Richmond: uma equipe desestruturada, que sofria com consecutivas derrotas, fruto de falta de habilidade dos jogadores, da indisciplina, da agressividade, da insubordinação e da indiferença dos alunos.

Voando Alto – O filme conta as façanhas inspiradoras de Michael Edwards, mais conhecido como “Eddie The Eagle”, o mais famoso saltador de esqui da história britânica. O filme celebra o espírito humano e a resiliência de Michael Edwards em face a dificuldades e desafios extraordinários.

O Homem que mudou o Jogo – O filme conta a história do dirigente do time beisebol Oakçand Athletics, Billy Beane, que sem orçamento suficiente para ter chances dentro do esporte, conseguiu montar um time competitivo e colocar o Oakland Athletics entre as principais equipes de beisebol dos anos 80.

Rainha de Katwe – O filme conta a história de uma garota que mora com a família em uma favela de Uganda. Um dia, ela decide assistir a uma aula de xadrez e se interessa tanto pelo jogo que acaba virando uma grande enxadrista.

Carruagens de Fogo – O filme, conhecido nos EUA como Chariots of Fire, conta a história dos corredores Harold Abrams, filho de imigrantes judeus, e Eric Liddell, protestante de origem escocesa, que defenderam a Inglaterra nas Olimpíadas de 1924.

Desafio no Gelo – O filme, conhecido nos EUA como Miracle, conta a história da vitória dos Estados Unidos sobre a União Soviética em um jogo de hóquei, nas Olimpíadas de Inverno de 1980. Sob o comando do treinador Herb Brooks um time seleto de 20 garotos que nunca haviam jogado, foram transformados em um time capaz de realizar o impossível.

Zion – O documentário conta a história de Zion Clark um adolescente que sem as pernas e condenado a viver em lares adotivos por muitos anos, acabou descobrindo sua vocação ao se tornar lutador.

Ela Luta Sumô – O documentário conta a história de Hiyori Kon, uma jovem lutadora talentosa e que deseja revolucionar uma tradição japonesa centenária e popular: o sumô.

Lorena, la de pies ligeros  – O documentário conta a história de Lorena Ramírez, uma jovem mexicana que  vive uma vida pacata no campo. Mas que se tornou corredora de ultramaratona.

Losers – O seriado Losers trabalha com uma grande inquietação: Se só a vitória interessa, como nos comportamos ao perder? Quem dá a resposta são atletas que transformaram a tristeza da derrota em um grande triunfo.

 

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Adson Batista revela preocupação com receitas do clube e sequência da temporada

Foto: Paulo Marcos/ACG.

Após a paralisação do Campeonato Goiano e da Copa do Brasil devido ao coronavírus, os futuro da temporada virou um grande ponto de interrogação para os clubes.

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Em entrevista ao repórter Alex Rodrigues, da Rádio CBN, o presidente-executivo do Atlético, Adson Batista disse que o momento é de preocupação, porém o mais importante é o cuidado com a saúde da população.

“O momento é de muita preocupação e que a gente fica, um pouco, sem rumo. Não é culpa de ninguém. É uma questão sanitária e infelizmente está acontecendo. Espero que neste momento, possamos nos preocupar mais com a saúde das pessoas e superar essa adversidade”, afirmou o presidente.

O presidente rubro-negro revelou ter muita preocupação com as receitas do clube, de acordo com Adson estão sendo discutidas algumas ações com o departamento jurídico.

“Estamos discutindo algumas ações com o Doutor Paulo Henrique e o Doutor Marcos Egídio, para buscarmos algumas alternativas. Todos tem que entender este é um momento delicado para todos, não só para o clube. É evidente que queremos ter a melhor relação com os jogadores. Porém, neste momento, é preciso entender que temos de dar um passo atrás, para no futuro darmos dois passos adiante”, falou o presidente a respeito da questão salarial do Atlético.

Férias coletivas dos jogadores

Na tarde desta quinta-feira (26), ficou decidido por meio de uma reunião entre os clubes da Série A e a CBF dar férias de 20 dias aos atletas, a partir do próximo dias 01/04, podendo virar 30 dias caso a situação da pandemia não melhore.

“Olha, as férias dos jogadores do Atlético começou no dia 18 ou 19 de março, se não me engano. Nós vamos avaliar a questão sanitária quando terminar esses 15 dias, para saber se retornamos ao trabalho ou ampliamos o tempo de recesso. Mas nós vamos estar estudando junto ao nosso departamento jurídico, para tomar a melhor decisão, respeitando o clube, os atletas e esse momento difícil, dessa pandemia”, declarou Adson Batista.

Campeonato Goiano

Neste final de semana, a paralisação do Campeonato Goiano irá completar duas semanas. O torneio foi interrompido na 10ª rodada da primeira fase, com o Atlético na ponta da tabela com 23 pontos conquistados. No entanto, ainda não há uma definição de como será resolvido o imbróglio dos Estaduais.

“Participei da videoconferência da CBF (realizada nessa quinta, 26) na qual discutimos questões financeiras, do Brasileirão, e em nenhum momento falamos dos Estaduais. Eu acho que os Estaduais vão ficar para segundo plano, porque não tem datas (no calendário) e o Brasileirão é o ‘carro-chefe’ que vai segurar os clubes.

Em relação, a proclamar o Atlético como Campeão Goiano de 2020, essa é uma questão que a Federação Goiana de Futebol tem de avaliar e analisar, além de ser uma questão de ‘força maior’. Já me informaram que virá uma normativa da Fifa a respeito. Então vamos aguardar, para ver o que vai ser feito e espero que tudo possa acontecer da melhor maneira possível.

Mas se você, perguntar para mim, Adson. Eu acho que seria importante reconhecer o clube como campeão, porque a campanha do Atlético foi a melhor”, afirmou o dirigente rubro-negro.

Treinador

Sobre o novo treinador do Dragão, Adson Batista diz que o momento não é favorável para a contratação de um profissional.

“A contratação de um técnico, neste momento, é pouco provável, porque o mercado não oferece muitas opções e, também, não irei contratar treinador para ficar aqui parado. Até porque, não temos dinheiro para ficar fazendo graça.

Além disso, tenho profissionais muito qualificados aqui no Atlético (Eduardo Souza e João Paulo Sanches), às vezes pode faltar um pouco de experiência. Mas conceitos, atualização, vontade de trabalhar e intensidade nós temos de sobra. Então, isso me dá tranquilidade para buscar uma nova opção”, declarou.

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Dispensado, Francesco revela conversa que teve com diretoria e não poupa críticas a FGF

Foto: Douglas Monteiro/Vila Nova FC

Após a paralisação do Campeonato Goiano devido ao coronavírus, os futuro dos atletas virou um grande ponto de interrogação para os clubes. Sem condições financeiras para manter o elenco, algumas equipes dispensaram os jogadores.

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O Vila Nova começou a fazer ajustes em seu elenco. Até agora a equipe dispensou seis jogadores. Um dos mais experientes do elenco, Francesco puxou a fila das saídas no colorado. Em entrevista ao repórter Alex Rodrigues, da Rádio CBN, o atleta diz ter ficado chateado com a dispensa, mas que entende devido ao momento que vive a equipe.

“Fiquei chateado com essa decisão. É um clube que tenho carinho muito grande, sempre me dediquei. Eu fui pego de surpresa quando me chamaram para rescindir o contrato. Como atleta e funcionário eu tenho que cumprir as ordens do presidente. A gente sabe das dificuldades, mas também a parte financeira do clube não é fácil”, falou o atleta sobre a sua dispensa.

O atleta revelou ter conversado com Hugo Jorge Bravo, presidente do clube e Wagner Bueno, diretor de futebol. Segundo o jogador, uma das justificativas para a dispensa foi a pandemia causada pelo coronavírus e que, da parte da parte dele, houve uma compreensão.

“O Hugo Jorge Bravo e o Wagner Bueno, que jogamos juntos e temos um vínculo de amizade. A gente sentou pra conversar, eles me passaram a situação do clube. Eu como atleta e pessoa entendi a dificuldade do clube, da importância de dar uma reduzida na folha salarial. Eu não queria sair, porque tenho um carinho pelo clube, mas o presidente me mostrou que com essa pandemia do coronavírus a situação ia ficar muito difícil”, falou o atleta sobre o teor da conversa que teve com os dirigentes.

Problemas financeiros do Vila

Na conversa com Hugo Jorge Bravo e Wagner Bueno foi exposto os problemas financeiros do clube, mas o jogador disse que não sabe mensurar o tamanho do problema nos cofres colorados. No entanto, o atleta elogiou a atual diretoria que vem tentando solucionar a dificuldade que passa o clube.

“Não tenho propriedade para falar a dimensão disso. Isso vem de anos, de pessoas que passaram no clube e não ligaram pro Vila, mas para si próprios. As pessoas que estão lá estão correndo no dia a dia, eu vejo a batalha do presidente, do vice presidente e de vários outros que correm atrás para recursos, negociando dívidas trabalhistas de anos e anos que ficaram para trás. No ano passado entrou dinheiro no clube, mas eu brinco: onde está o dinheiro?

Hoje não se faz futebol sem dinheiro, é difícil. Quando você vê pessoas que estão no dia a dia correndo atrás, lutando, você também vê pessoas criticando, sendo do contra. Eu acho que as pessoas ao invés de criticar, poderiam ajudar. Se não puder ajudar, também não atrapalha e no Vila eu vejo muito isso. Eu tiro o chapéu para as pessoas que estão lá e pegaram o clube do jeito que está”, elogiou o atleta a atual diretoria do Vila Nova.

Críticas à Federação Goiana de Futebol

Até o momento, o Vila dispensou seis atletas. Francesco acredita que novos atletas irão ser dispensados, mas que a equipe também irá precisar fazer contratações. No entanto, o atleta não poupou críticas a Federação Goiana de Futebol. Segundo ele, falta apoio por parte da FGF, o que torna o campeonato, para ele, um dos piores do Brasil.

“Pelo que o presidente me passou, a situação não é boa, não é fácil. Vai ter que vir atletas, mas vai ter que contratar menos e sair mais jogadores. O clube necessita de recursos. A federação não ajuda a gente em nada. Eu, como um jogador mais rodado, disputei o Campeonato Mineiro e eles dão um milhão para os times do interior, no Campeonato Paulista dão mais que esse valor. Aqui a gente não tem isso, nosso campeonato hoje é um dos piores do Brasil”, criticou o atleta a Federação Goiana de Futebol.

Futuro

Sobre o futuro, o atleta diz temer, não só por ele, mas por todos os atletas que perderam o emprego.

“Não temo só por mim, mas por todos os atletas que estão desempregados. Atletas da Aparecidense, Goianésia, Goianésia, são muitos jogadores. A gente não tem suporte de ninguém no nosso dia a dia. Eu tenho as minhas coisas, mas tem muitos atletas que dependem do futebol e não sabem o que fazer”, teme o atleta sobre o futuro dos companheiros de profissão.

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Atuando em Portugal, atacante ex-Goiás fala sobre carreira e relembra passagem pela equipe

Foto: Divulgação/CD Aves

Revelado pelo Goiás em 2013, o atacante Welinton Junior atualmente defende o CD Aves, de Portugal. O jogador chegou a equipe portuguesa na metade do ano passado. Além do Goiás, o atleta atuou por Joinville, Paysandu, CRB, Mirassol, Ferroviária, Brasil de Pelotas e Coritiba, último clube que estava antes de se transferir para fora do país.

Em sua primeira experiência fora do Brasil, o atacante de 26 anos vive a melhor fase da sua carreira. Ele soma 25 jogos e 10 gols na temporada.

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Em entrevista ao Esporte Goiano, o jogador fez um balanço da sua primeira temporada atuando em Portugal. Welinton Junior falou de sua adaptação ao país, as diferenças para o Brasil e como está lidando com o coronavírus, que paralisou o futebol ao redor do mundo. O atacante também relembrou a sua passagem pelo Goiás, clube que o revelou.

Adaptação a Portugal

Em sua primeira temporada atuando fora do Brasil, o atacante revelou que demorou um pouco para se adaptar ao novo país, mas que as coisas começaram a se encaminhar depois de se adequar a Portugal.

“Primeiro teve a questão do fuso-horário. Minha adaptação aqui no começo com isso nas primeiras semanas foi um pouco difícil. Depois que me acostumei, foi umas das melhores coisas. Tudo se encaminhou muito bem”, revelou o atleta sobre sua adaptação atuando fora do Brasil.

Evolução na carreira

Após sair do Goiás, o atleta rodou por vários clubes do país. O atacante citou a bagagem adquirida como importante para a evolução pessoal.

“Sobre as mudanças, teve bastante. Ganhei bagagem e rodagem pelos clubes, pegando um pouco de experiência e evoluindo como atleta. Além disso, hoje tenho mais a cabeça no lugar e me sinto mais focado do que no começo”, falou o jogador sobre a sua evolução na carreira.

Diferenças entre Portugal e Brasil

Completando a primeira temporada fora do país, o jogador falou sobre as diferenças entre o futebol em Brasil e Portugal. Para o atleta, a intensidade é diferente. O jogador citou as curtas distâncias percorridas entre um jogo e outro, que ajuda na recuperação.

“Vejo que a intensidade é mais alta do que no Brasil. E a questão tática também, é diferente. Além disso, o calendário ajuda bastante para recuperar de um jogo para o outro, não tem aquelas viagens longas”, pontou o atleta as diferenças entre o futebol português e o brasileiro.

Boa fase

O atacante vive a sua melhor fase artilheira desde que subiu ao profissional do Goiás. Em 25 jogos, o jogador marcou 10 gols. Antes da temporada 2019/2020, os melhores anos do atacante tinham sido em 2016 e 2018, quando marcou cinco gols.

“Cheguei aqui com dois pensamentos: primeiro conquistar meu espaço, respeitando os demais atletas que já estavam aqui. Segundo, jogar bem e me manter quando tivesse oportunidade. Felizmente as coisas aconteceram de forma maravilhosa, sou grato à Deus por essa oportunidade”, falou o atleta sobre a boa fase que vive com a camisa do CD Aves.

Treinos em tempos de coronavírus

A pandemia causada pelo coronavírus obrigou as ligas a suspenderem os jogos. O convívio social também passou a ser restrito, então os atletas tem ficado grande parte do tempo em suas casas. Para não perder a forma, o atacante vem mantendo a forma em casa para quando voltar não sofrer com as consequências do tempo parado.

“Procuro manter a forma dentro de casa com o que temos, para não sofrer quando voltarmos aos trabalhos. É o melhor que podemos fazer agora”, falou o atacante sobre a dificuldade causada pelo coronavírus.

Início da carreira no Goiás

O ano de 2013 foi marcante para o atacante, além de ser o ano em que subiu para o profissional, o jogador disputou a Copa do Brasil daquele ano pela equipe. Naquele ano, o Goiás chegou até a semifinal, sendo eliminado pelo Flamengo, que posteriormente foi campeão.

O jogador guarda com carinho a partida diante do Flamengo, que foi disputada com o Serra Dourada lotado. Welinton entrou durante a partida, incendiou o jogo e ficou reclamando de um pênalti não marcado pela arbitragem. O atacante também lembrou dos clássicos contra o Vila, onde costumava levar a melhor diante do rival.

“O Goiás, para mim, foi tudo. Foi o clube que abriu as portas e eu pude construir a minha família (esposa e filha).
A torcida sempre comparecia nos jogos, ajudava muito a gente. Um jogo especial foi contra o Flamengo, na semifinal da Copa do Brasil. O Serra Dourada estava cheio e a torcida cantando o jogo todo! Sobre o clássico com o Vila, eu sempre respeitei o clube, mas gostava de jogar esse tipo de jogo e costumava ir bem contra eles. As lembranças são boas”, relembrou o atacante o tempo em que defendeu o Goiás.

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Grêmio Anápolis divulga lista de atletas que permanecem com contrato

Foto: Diogo Moura/GEA

O Grêmio Anápolis divulgou na noite desta quinta-feira (26) a lista de 17 atletas que permanecem com contrato com o clube para um possível retorno do Goianão 2020.

Após a suspensão do Estadual por tempo indeterminado, a Raposa fez uma reformulação no plantel, liberando vários jogadores e assinando renovações com outros.

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Entre os destaques, permanecem no clube os atacantes Gustavo Henrique, Michel Renner e Douglas Skilo. O goleiro Leandro, que era titular, deixou o GEA.

Além dos 17 que ficam no elenco, o Grêmio Anápolis tem outros dois atletas emprestados ao Anápolis. Tratam-se dos atacantes João Magno e Roniel.

Veja o elenco do GEA

Goleiros: Thiago Valle e Gustavo Augusto
Zagueiros: Cassiano, David Santos e Caio Sena
Lateral: Léo Oliveira
Meio-campistas: Matheus Costa, Adeílson e Araújo
Pontas: Gustavo Henrique, Lucas Lopes, Douglas Skilo, Matheus China e Neto
Centroavantes: Michel Renner, Lucas Gabriel e André Domingues

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Coronavírus: filmes e séries sobre futebol americano para assistir na quarentena

Foto: Divulgação NFL

Com todo mundo em casa por causa do autoisolamento imposto pela pandemia do coronavírus, a busca pelo entretenimento que não exija deslocamento para áreas externas cresceu.

Pensando nisso, o Esporte Goiano preparou uma lista de filmes e séries de histórias do futebol americano, disponíveis em streaming, para você não ficar sem opção do que fazer em casa.

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Duelo de Titãs – O filme, conhecido nos EUA como Remember The Titans, é baseado em uma história real e se passa na década de 1970. O longa conta a história dos desafios enfrentados por Herman Boone, um técnico negro que assume o comando do T.C. Williams High School Titans, equipe do estado da Virginia, lugar onde o racismo e a segregação eram muito evidentes.

No limite: A história de Ernie Davis – O longa, conhecido nos EUA como The Express, retrata a história de Ernie Davis, running back da Universidade de Syracuse, que foi o primeiro negro a ganhar o Troféu Heisman, prêmio dado ao melhor jogador da temporada de futebol americano universitário.

Meu Nome é Rádio – O filme retrata o caso verídico do Técnico Harold Jones, da Carolina do Sul, que integra ao grupo um jovem negro chamado James Kennedy que possuía deficiência mental e era apaixonado por rádios e por futebol americano.

Um Homem entre Gigantes – O filme, conhecido nos EUA como Concussion, conta a história do neuropatologista forense Dr. Bennet Omalu, que descobriu a Encefalopatia Traumática Crônica (ETC) um trauma cerebral causado por repetidas concussões, um mal comum entre profissionais do esporte no ano de 2002. Tal descoberta causou um alvoroço em uma das maiores instituições do mundo, a Liga Nacional de Futebol Americano (NFL).

O Jogo de uma Vida – O filme, conhecido nos EUA como When the Game Stands Tall, é baseado no livro “When the Game Stands Tall”, que conta a história dos espartanos de De La Salle, equipe que possui a mais longa série de vitórias no futebol americano sob o comando do treinador Bob Ladouceur.

Um sonho possível – O longa, conhecido nos EUA como The Blind Side, conta a história verídica do astro do futebol americano Michael Oher. O filme é um dos responsáveis pela popularização do esporte no Brasil.

Somos Marshall – O filme, conhecido nos EUA como We are Marshall, resgata a história do maior desastre envolvendo uma equipe de futebol americano: todos os jogadores e parte dos técnicos do Thundering Heads, da  Universidade Marshall, da Virgínia, morrem num acidente aéreo em 1970.

O técnico Jack Lengyel assumiu a difícil tarefa de liderar o renascimento não só do Thundering Heads mas também da cidade de Huntington como um todo.

Invencível – O filme conta a história verídica de um torcedor do Philadelphia Eagles, Vince Papale, que realiza o sonho de virar jogador profissional no time de coração, entre os anos de 1976 e 1978.

Greater – O filme conta a história real do jogador de futebol americano Brandon Burlsworth, que foi um grande exemplo de superação e morreu no auge da carreira devido um acidente de carro.

The Timeline – Se você deseja conhecer um pouco mais sobre os maiores momentos da história da NFL, assistir a The Timeline é uma ótima escolha. Esta série documental é uma produção da Amazon Prime Video, na qual são relembrados alguns dos episódios mais importantes da principal liga de futebol americano do planeta.

The Last Chance U – O seriado produzido pela Netflix é uma impressionante série documental que segue as histórias de jogadores de futebol americano universitários que lutam por suas chances na NFL.

 

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Reforço boliviano é regularizado pelo Atlético

Foto: Comunicação/The Strongest

O meia boliviano Henry Vaca, de 22 anos, foi regularizado pelo Atlético. O contrato do jogador foi publicado no Boletim Informativo Diário (BID) nesta quarta-feira (25).

Vaca foi confirmado como reforço ainda em fevereiro. O meia pertence ao The Strongest e esteve emprestado ao Universitario, do Peru, em 2019. O boliviano também tem passagem pelo O’Higgins, do Chile.

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O meio-campista chega ao Dragão por empréstimo até o fim do ano. Ele também está na pré-lista da seleção boliviana para as eliminatórias.

Durante esta paralisação pela crise de saúde, o Atlético já anunciou outras duas mudanças no elenco. O atacante prata da casa Cristhyan foi dispensado. Além disso, o clube não renovará com Caio Vinícius, cujo vínculo se encerra em maio.

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Coronavírus: filmes e documentários sobre boxe para assistir na quarentena

Foto: Divulgação CBBoxe

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Rocky – O filme de drama-esportivo, escrito e estrelado por Sylvester Stallone, foi o primeiro longa-metragem de temática esportiva a conquistar o Oscar de Melhor Filme, no ano de 1976. Não é exagero dizer que Rocky Balboa é um dos personagens mais inspiradores da história do cinema.

O pugilista ítalo-estadunidense de classe trabalhadora, sem instrução, mas bondoso, que trabalhava como cobrador de dívidas de um agiota nas favelas da Filadélfia, se transformou de um lutador de clube de pequeno porte em campeão mundial de pesos pesados.

Punhos de Sangue – O filme retrata a verdadeira história de vida do boxeador Chuck Wepner, um vendedor de bebidas de Nova Jersey que aguentou 15 rounds no incrível campeonato mundial de pesos pesados contra o maior lutador de todos os tempos, Muhammad Ali, e inspirou o surgimento de Rocky, bilionária franquia do cinema.

Em dez anos como boxeador, Wepner teve o nariz quebrado oito vezes, 14 derrotas, dois nocautes e um total de 313 pontos. Mas suas lutas mais duras foram longe do ringue, vivendo uma vida desordenada e passando por altos e baixos ao extremo.

Sangue pela Glória – O filme conta a inspiradora história do campeão mundial de boxe, Vinny Pazienza, que após um grave acidente automobilístico não sabia se voltaria a andar. Vinny protagonizou um dos retornos mais incríveis do mundo do esporte.

Mãos de Pedra: A história verdadeira de Roberto Durán – O filme conta a história do boxeador panamenho Roberto Dúran, que treinado por Ray Arcel fizeram história nos ringues.

Roberto Durán ganhou o apelido de Manos de Piedra (Mãos de pedra), vencendo outros grandes nomes do boxe, como Sugar Ray Leonard. Em 119 combates o boxeador conquistou 103 vitórias, e se tornou um dos maiores pugilistas de todos os tempos.

O Vencedor – O filme é baseado na história do jovem boxeador “Irish” Micky Ward, que percorreu um difícil trajeto até chegar ao título mundial de peso leve. Micky teve o apoio de seu meio-irmão Dicky, ex-lutador que se tornou treinador após se envolver com drogas e crimes.

Menina de Ouro – O filme conta uma história de superação e da luta por um sonho. Frankie Dunn passou a vida nos ringues, tendo agenciado e treinado grandes boxeadores – todos homens. Até que surge em sua vida Maggie Fitzgerald, uma jovem pugilista determinada que possui um dom ainda não lapidado para lutar boxe.

Maggie quer que Frankie a treine, mas ele não aceita treinar mulheres e, além do mais, acredita que ela esteja velha demais para iniciar uma carreira no boxe. Apesar da negativa de Frankie, Maggie decide treinar diariamente no ginásio. Vencido pela determinação de Maggie, Frankie enfim aceita ser seu treinador.

10 Segundos para Vencer – O filme conta a extraordinária trajetória do pugilista brasileiro Éder Jofre, um homem dividido entre a paixão pelo esporte e a vida em família.

Conhecido como “Galinho de Ouro”, por ter sido eleito o maior peso galo da história do boxe, Jofre é considerado um dos maiores boxeadores de todos os tempos, que se consagrou campeão mundial em 1961, nos Estados Unidos.

Contragolpe – O documentário, conhecido nos EUA como CounterPunch, produzido pelo diretor Jay Bulger é um retrato apaixonado do Boxe atual, com todos os problemas que cercam o esporte.

Contragolpe mostra três boxeadores de destaque, cada um em uma fase diferente da carreira: uma estrela em ascensão, um campeão contestado e um amador a caminho da Olimpíada.

Terra de Luta: As Origens da Luta no Brasil – O documentário investiga as raízes das lutas no Brasil. Baseado no estudo do historiador e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Leandro Paiva, o cineasta Tadeu Jungle em co-produção com o Ultimate Fighting Championship (UFC), o Canal Combate e a produtora Academia de Lutas, propaga pelas lentes a pesquisa do professor brasileiro. Disponível no YouTube.

A Luta do Século – O documentário produzido pelo baiano Sérgio Machado, narra a história da maior rivalidade do boxe brasileiro entre o pernambucano Luciano “Todo Duro” e o baiano Reginaldo “Holyfield”. É também uma análise minuciosa sobre a luta que os dois boxeadores tiveram que travar contra as dificuldades da vida. O longa não se resume aos ringues, mas é metáfora pronta para tratar da vida.

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Entrevista: Preparador físico vê pausa como necessária e faz alerta aos clubes

Foto: Rosiron Rodrigues/GEC

O preparador físico Robson Gomes é um velho conhecido do futebol goiano, pelas quatro passagens que teve no Goiás Esporte Clube (de 1999 a 2002 e de 2008 a 2009, depois de 2011 a 2014 e de abril a dezembro de 2019).

Formado em Educação Física pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e com o curso de licença A da CBF para treinadores. O profissional de 55 anos trabalha desde 1985 com o condicionamento físico de atletas.

No futebol brasileiro, Robson já trabalhou em times do sul: Athlético Paranaense, Avaí, Coritiba, Criciúma, Chapecoense, Figueirense, J Malucelli, Londrina, Paraná e Rio Branco-PR; do nordeste: Sampaio Corrêa-MA; do sudeste: Atlético Mineiro, Botafogo e Cruzeiro; e do exterior, como o Cerro Porteño-PAR e a Seleção da Arábia Saudita.

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COB lança manual com orientações aos atletas na quarentena

Em entrevista exclusiva ao repórter Ildeu Iussef do Esporte Goiano, Robson Gomes falou sobre a importância da paralisação, das recomendações que os clubes repassaram aos atletas, dos cuidados que os jogadores devem ter com a alimentação e repouso. Confira!

Paralisação brusca da temporada

“A paralisação das competições é o menor dos problemas. Temos que respeitar o futuro das pessoas que gostamos, principalmente, as de idade avançada”

Cuidados em casa

“É período de reeducação: do controle físico, repouso e alimentar. ‘Vacina’ para o desenvolvimento no retorno as atividades.”

Benefícios e malefícios da paralisação

“Devido a esse momento de pandemia mundial, a parte de preparação física praticamente zera. Tem que brigar por um período de adaptação e readaptação, para que o atleta não seja prejudicado.”

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