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segunda-feira, setembro 28, 2026
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Goianésia anuncia zagueiro e atacante; Azulão chega a 11 confirmados para 2020

Reprodução: Goianésia.

O zagueiro Rodolfo, de 29 anos, é o novo reforço do Goianésia para o Goianão 2020. O defensor deve ser uma das lideranças do Azulão do Vale para a próxima temporada. Quem também chegou ao clube foi o atacante Édipo, um pouco mais conhecido, já que passou pelo futebol goiano por Crac e Rio Verde.

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Rodolfo foi revelado na base do Mirassol, de São Paulo. De lá saiu e teve passagens por várias equipes mineiras. Dentre elas, Poços de Caldas e Caldense.

Por sua vez, Édipo é conhecido do futebol goiano. Foi destaque no ataque campeão da Divisão de Acesso do Crac, em 2018. O atacante de 26 anos estava por último no Rio Verde, também na 2ª divisão estadual. Ou seja, será a primeira vez na elite do Goianão. Também passou pela Caldense (MG), como no ASA de Arapiraca (AL).

Com estes atletas, o Goianésia chega a 11 jogadores confirmados para a temporada 2020.

Confira o elenco do Goianésia até aqui

Goleiros: Luan Meireles, Thiago Santos e Marcão
Zagueiros: Márcio Luiz, Waldson e Rodolfo
Volante: Jr. Capixaba
Meia: William Kozlowski
Atacantes: Airton, Rafael Tanque e Édipo
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Veja como foi: Vasco 1×1 Goiás – 33º rodada da Série A

Foto: Divulgação/Twitter Goiás EC

Separados por apenas um ponto na tabela, Vasco e Goiás se enfrentam na noite desta segunda-feira (18), em um dos dois jogos que encerram a 33º rodada da Série A. O Cruzmaltino está na 10º colocação, com 43 pontos, enquanto o Esmeraldino é 12º, com 42 tentos conquistados.

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Empates comandam retrospecto recente entre Vila Nova e Oeste

Crédito: Jefferson Vieira / Oeste Barueri

Nas últimas cinco partidas diante do Oeste, o Vila Nova não venceu nenhuma. Mas também não ficou muito atrás. Foram quatro empates e uma derrota neste período. No histórico do confronto, são 10 partidas com quatro vitórias do Tigre, três do Rubrão e mais três empates. Apesar da vantagem histórica, ainda que leve, o Vila Nova vem sofrendo nos últimos tempos contra o Oeste, uma pedra em seu caminho.

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Os triunfos vilanovenses diante do time paulista foram entre os seis primeiros empates, quando o clube rubro-negra ainda tinha sua sede em Itápolis e não em Barueri. O Tigre conseguiu uma vitória na Série C de 2012, outra na B de 2014 e duas na 2ª divisão, dois anos depois.

Volta ao Olímpico e empates

Aliás, os últimos três pontos do Vila sobre o Rubrão foram conquistados de forma sofrida. Pela Série B de 2016, a equipe comandada por Guilherme Alves venceu por 1 a 0, no final, com gol do atacante Joãozinho. Aquele foi o primeiro jogo do colorado goiano no Estádio Olímpico desde que a praça esportiva foi reaberta.

Porém, o equilíbrio entre as instituições reinou a partir de 2017. Se coincidiu com a chegada do técnico Hemerson Maria no Vila e de Roberto Cavalo no Oeste. Desde aquela temporada, são dois empates por 1 a 1, um por 2 a 2 e outro sem gols marcados. Atualmente, estes treinadores estão no Botafogo-SP e Criciúma, respectivamente, mas a igualdade segue nos duelos.

Outro empate marcante foi um em 2017. Em 21 de outubro, os dois times lutavam pelo acesso nas rodadas finais da Segundona. A vitória ocasionaria grande chance de ascensão aos goianos e, ao mesmo tempo, tiraria o Oeste da briga. Todavia, o embate terminou sem gols – 0 a 0 – com mais de 20 mil pessoas numa tarde de sábado no Serra. No fim daquele ano, Tigre e o time de Barueri não subiram.

E em 2019, Vila?

Neste ano, Rubrão e Tigrão empataram por 1 a 1 na Arena Barueri, na 18ª rodada, no 1º turno. Cicinho marcou contra para o Vila, enquanto Bruno Lopes deixou tudo igual para os rubro-negros. O empate do Oeste foi heroico, já que o lateral-esquerdo Caetano foi expulso ainda na etapa complementar.

E se quiser se livrar do rebaixamento, o Tigrão terá que deixar essa história de empates consecutivos para trás e vencer a equipe paulista, na próxima quarta-feira (20). O embate é às 19h15 no Estádio Serra Dourada, em Goiânia. O colorado ainda não venceu no local na Série B, e esta será a última oportunidade para alcançar esse triunfo.

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Lucas, ala do Anápolis/Unievangélica, valoriza classificação com goleada e quer vencer Goiás

Na última semana, o Anápolis venceu Catalão por 17 a 0 no Campeonato Goiano de Futsal. Foi a goleada com a maior diferença de gols desta edição. Com o resultado maiúsculo, os anapolinos conseguiram classificação para as semifinais. Nesta fase, o Anápolis/UniEvangélica enfrenta o Goiás, que já venceu o confronto em duas oportunidades nesta temporada.

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Após esta vitória com direito a goleada, o ala Lucas, do Anápolis, comemorou a classificação e a volta por cima do time ao Esporte Goiano. Para o atleta, o seu time tem totais condições de surpreender o Verdão nas semi.

Confira a entrevista completa de Lucas

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Robson Freitas comemora vitória no 1º jogo da final e destaca evolução do Goiás/Universo

O Goiás/Universo triunfo na ida da decisão do Goianão Feminino. Neste domingo (17), as esmeraldinas superaram o Aliança/Estácio de Sá por 3 a 0. Com este resultado, o Verdão pode até empatar para ser campeão fora de casa, na próxima semana.

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Após esta primeira vitória, o técnico do Goiás, Robson Freitas, falou ao Esporte Goiano. Para o treinador, o seu time caprichou mais desta vez em relação ao último confronto do 2º turno, no qual as esmeraldinas foram derrotadas pelo mesmo Aliança. Robson comemorou bastante o 3 a 0, mas fez questão de frisar que o campeonato não está definido.

Assista o vídeo completo de Robson

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Mundial Sub-17 consagra brasileiros; confira prêmios individuais

Kaio Jorge, com 5 gols, ao lado do francês Mbuku (5) e do holandês Hansen (6). (Foto: Alexandre Loureiro/CBF).

A Copa do Mundo Sub-17 se encerrou neste domingo (17), com a vitória brasileira na final sobre o México, por 2 a 1. Goiânia foi uma das três sedes, com dois estádios – Olímpico e Serrinho. A disputa também ocorreu em Cariacica, no Espírito Santos, e Brasília, capital federal, onde ocorreu a final. Após o término da competição, as premiações individuais foram entregues pelo presidente da FIFA, Gianni Infantino, e por astros como Ronaldo e Cafú.

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Pelos jogos decisivos, definiu-se que o Brasil foi o campeão, enquanto o vice ficou com o México e o 3º lugar com os franceses. Porém, nas categorias individuais, quem se deu bem foi o atacante brasileiro Gabriel Verón. O atleta que pertence ao Palmeiras conquistou a Bola de Ouro e foi o escolhido como o melhor jogador da Copa do Mundo Sub-17. Foi seguido por Aouchiche, da França, líder de assistências do torneio e pelo lateral-esquerdo e capitão mexicano, Eugênio Pizzuto.

E pela segunda edição consecutiva, o Brasil também levou a Luva de ouro, prêmio dado ao melhor goleiro do Mundial. Se em 2017 o escolhido foi Gabriel Brazão, ex-arqueiro do Cruzeiro, desta vez Matheus Donelli, do Corinthians, foi coroado. As seleções brasileiras vivem grande momento com goleiros. Na última eleição da FIFA de melhores do mundo, os brasileiros Alisson Becker, do Liverpool – que venceu – e Ederson, do Manchester City, ficaram entre os três finalistas na posição.

Os homens-gol

No quesito artilharia, também tivemos representantes. Kaio Jorge, que já integra o elenco profissional do Santos, levou para casa a sua chuteira de bronze por seus cinco gols marcados na Copa. O centroavante só foi superado por Mbuku, da França, com cinco, e Sontje Hansen, holandês, que ficou com a artilharia e, por consequência, com a chuteira de ouro por seus seis gols anotados no mundial.

Prêmios individuais da Copa do Mundo Sub-17

Chuteira de ouro: Sontje Hansen (Holanda) – 6 gols
Chuteira de prata: Nathanael Mbuku (França) – 5 gols
Chuteira de bronze: Kaio Jorge (Brasil) – 5 gols
Luva de ouro: Matheus Donelli (Brasil) – 6 gols sofridos em 7 jogos
Bola de bronze: Eugênio Pizzuto (México) – 1 gol e 1 assistência
Bola de prata: Adil Aouchiche (França) – 1 gol e 7 assistências
Bola de ouro: Gabriel Verón (Brasil) – 3 gols e 2 assistências
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Lázaro, herói do título, e Daniel Cabral, do Flamengo, dedicam Copa do Mundo às vítimas no Ninho do Urubu

Foto: Alexandre Loureiro/CBF.

Em fevereiro deste ano, um incêndio em um alojamento do Ninho do Urubu, CT do Flamengo, vitimou 10 atletas do clube entre 14 e 17 anos de idade. E neste domingo (17), o Brasil se sagrou campeão da Copa do Mundo Sub-17 com jogadores do rubro-negro carioca. Dentre eles, dois importantíssimos para a conquista: Lázaro, autor do gol de classificação nas semi e o decisivo da final, e Daniel Cabral, volante que é uma das lideranças do grupo, apelidado como “pulmãozinho” pelo plantel.

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Diante deste momento marcante, um título mundial, os flamenguistas não se esqueceram de homenagear aqueles que infelizmente faleceram no incêndio. O mais velho entre os mortos era Rykelmo (17), volante do time sub-17 do Urubu. O atleta era muito amigo de Cabral e Lázaro e será lembrado para sempre pelos que aqui ficaram.

Daniel Cabral, o camisa 5 da seleção campeã, passou toda a Copa do Mundo com uma chuteira com o nome de Rykelmo, seu eterno amigo. Na final, acabou utilizando o próprio pisante, mas vai fazer questão de guardar bem a lembrança mais especial que tem do amigo.

“Me sinto realizado. Acho que dentro de campo consegui representá-los muito bem. Levei todas as vontades e sonhos deles para o gramado e saí com esse título maravilhoso. Gostaria dedicá-lo a família dos 10, Rykelmo, Jorge e todos que se foram. Hoje joguei com a minha chuteira, mas a do Rykelmo está guardada e vou colocá-la na minha estante. Ele merece um lugarzinho bem especial dentro da minha casa”, revelou o volante Daniel Cabral.

Lázaro: Iluminado pelos amigos

Quem também dedicou o título mais importante de sua carreira para os amigos falecidos foi Lázaro, estrela da conquista. Foram dos pés do camisa 20 que saíram os gols que deram a classificação do Brasil, de virada, sobre a França nas semi e o tento na final, nos acréscimos do 2º tempo, que levou a Canarinho ao tetra. O atacante flamenguista revelou um momento de muita emoção com muita sensibilidade, quando ainda estava sentado no banco de reservas durante a decisão.

“Vou jogar por esses moleques pelo resto da minha vida. Quando eu estava ali no banco, não sei nem se vocês vão acreditar, mas do nada me veio na minha cabeça o Rykelmo. Antes de tudo acontecer, era um parceiro com quem eu estava brincando no quarto, zoando, xingando e implicando. Hoje eu sei que todos eles estão lá no céu e eu sei que também me abençoaram neste momento. Me empurram ali para o golzinho. Quando aconteceu (o incêndio), me lembro de uma publicação. Falei que cada gol meu seria para eles. Então eu decido esse para os meninos”, revelou Lázaro, em tom emocionado.

Na ponta da chuteira, literalmente ou não, os meninos do Ninho do Urubu serão sempre lembrados e amados pelos heróis do título no sub-17. A saudade permanece, mas as lembranças e legados também.

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Craque do Mundial, Verón recebe as bênçãos de Bebeto e revela suas referências

Foto: Alexandre Loureiro/CBF.

Conquistar uma Copa do Mundo e ser eleito o melhor jogador do torneio é para poucos. Gabriel Verón pode se gabar por fazer parte deste seleto grupo. O atacante venceu o Mundial Sub-17 com o Brasil, neste domingo (17), e, de quebra, faturou a bola de ouro. E superou grandes nomes da disputa, como o meia da França, Adil Aouchiche, e o holandês e artilheiro da Copa, Hansen.

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Como se não pudesse melhorar, um outro craque da camisa 7, mesmo número de Verón, rasgou elogios para a joia brasileira: Bebeto, campeão do mundo em 94. O agora deputado estadual esteve presente na final em Brasília, diante do México. Uma das lendas da FIFA, Bebeto parecia prever a conquista individual do atacante Gabriel Verón. Antes mesmo do início da partida, o ex-atleta não poupou palavras de carinho ao jogador do Palmeiras.

“Esse menino tem muito talento. Sei que joga no Palmeiras, já procurei saber dele. Quando o vi com a (camisa) 7, fazendo aquelas jogadas… O número sete faz parte da minha vida. Meu filho nasceu no 7 do 7 (dia sete de julho). Estou muito contente. Cada dia surge um jogador novo, de qualidade. O Brasil é um celeiro de grandes craques. E o Verón tem feito a diferença nesse time depois de perdermos o Talles Magno e o Reinier, do Flamengo”, analisou Bebeto sobre Gabriel.

Os ídolos do camisa 7

Depois do triunfo diante dos mexicanos, com direito a virada no finalzinho e placar final de 2 a 1, Gabriel Verón era um dos mais acionados na zona mista do Bezerrão para jornalistas. Isso porque foi eleito o melhor do torneio. O craque palmeirense aproveitou para agradecer as palavras de Bebeto e revelar seus ídolos no futebol. O jogador se considera semelhante a outro atleta do Palmeiras, Dudu, quanto à garra dentro de campo. Além disso, revelou carinho pelo português Cristiano Ronaldo e, principalmente, ao atacante do Manchester City, Gabriel Jesus, xará de Verón e que teve começo de carreira também no alviverde paulista.

“Fico muito feliz pelo elogio de alguém como o Bebeto. E falando de outros jogadores, eu tenho estilo igual ao Dudu. De pegar a bola, ir para cima e não ter medo de nada. Tem o Cristiano Ronaldo também. E me espelho no Gabriel Jesus. É um ídolo, foi um atleta importante para o Palmeiras. Quero fazer um trajetória como a dele. Ser ídolo no Palmeiras e depois só Deus sabe”, cravou o atacante Gabriel Verón, craque do Mundial Sub-17 de 2019.

Sem descanso para Verón

Na entrevista coletiva após o término da decisão, o técnico Guilherme Dalla Déa resumiu o talento do melhor da Copa em poucas palavras. “Muitos dizem que o Verón tem força e velocidade. Eu não concordo. Ele tem força, velocidade e ousadia”, disse o treinador. E a ousadia é tanta que o melhor do mundo de atletas sub-17 não tem descanso. Hoje (18) já desembarca para São Paulo pois na quarta-feira (20) tem outra decisão – do Campeonato Paulista da categoria.

“Vai ter a final do Paulista agora. É comemorar hoje (domingo), amanhã (segunda) volto para São Paulo, pois quarta-feira tem mais uma final. Perdemos de 2 a 0 na primeiro jogo”, revelou Gabriel Verón.

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Seis equipes goianas participam do Brasileiro Infantil Interclubes de Natação

Foto: Satiro Sodré/CBDA

26 atletas representando as seis equipes goianas caem nas piscinas do Grêmio Náutico União, em Porto Alegre, entre terça-feira (19) e sábado (23). A disputa é pelo Campeonato Brasileiro Infantil Interclubes de Natação, conhecido como Troféu Maurício Bekenn.

O estado é representado pela UniEvangélica, com oito atletas e dois revezamentos, Goiás Esporte Clube, com seis nadadores, Zitti, com cinco atletas e um revezamento, Swimmers, com três nadadores, New Fit, com dois, e Gama/Jaó, com um.

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A anapolina UniEvangélica participará de 25 provas, enquanto os atletas do Goiás estarão presentes em 20. A equipe Zitti competirá em 14 provas. A Swimmers cai na piscina. New Fit e Gama/Jaó disputam três provas cada.

Confira todos os competidores dos clubes goianos no Brasileiro Infantil Interclubes

UniEvangélica
Carlos Eduardo Nunes (100m costas, 200m peito, 100m peito e 200m costas)
Cauã Diniz (200m costas)
Clara Amorim (800m livre, 200m costas e 200m medley)
Clara Alves (200m peito, 100m peito, 200m medley)
Gabriel Pereira (100m costas e 200m costas)
João Carlos Consort (200m peito, 100m peito, 50m livre e 200m medley)
Lucca Bernardes (100m costas e 200m costas)
Miguel Reis (100m costas, 200m costas, 100m peito e 200m peito)
Revezamento 4×100 medley masculino e misto
Gama/Jaó
Giovana Miranda (800m livre, 400m livre, 50m livre)
Goiás Esporte Clube
Alexandre Machado (100m livre e 50m livre)
Beatriz Vêncio (800m livre, 400m livre, 200m livre, 200m costas)
Giulia César (400m medley, 200m borboleta, 200m costas, 200m medley)
Letícia Nunes (200m livre, 200m peito, 100m peito, 200m medley)
Natália Paiva (200m livre, 400m livre, 100m livre e 50m livre)
Taufic Fleury (100m costas, 200m costas)
New Fit
Bruno de Oliveira (200m peito e 100m peito)
Laura Ribeiro (200m costas)
Swimmers
Letícia Campos (200m peito, 100m peito)
Lucas Alves (1500m livre, 400m medley, 200m livre, 400m livre, 200m medley)
Wadas Moraes (100m costas, 200m borboleta, 200m costas e 100m borboleta)
Zitti
Caio Dayrell (100m costas, 200m costas e 50m livre)
Daniel Bahia (100m costas, 200m livre, 400m livre, 100m livre e 50m livre)
Enzo Campos (200m peito, 50m livre)
Nicolle Danella (100m borboleta)
Sophia Melo (100m livre, 50m livre)
Revezamento 4x100m medley misto
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Goiás é campeão brasileiro de Tiro com Arco em duas categorias

Foto: Divulgação/Fegotarco

Goiás voltou do Campeonato Brasileiro de Tiro com Arco, disputado em Maricá (RJ), com duas medalhas de ouro. Uma delas foi conquistada na categoria Equipe Masculina e outra na Equipe Mista, ambas no Arco Composto.

O time campeão masculino foi composto por Thiago Pereira, líder do ranking nacional, Maximiliano Favoreto e Frederico Augusto Fogaça. A equipe mista foi formada por Thiago Pereira e Camila Hikari.

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Além dos quatro atletas que levaram o ouro, mais quatro arqueiros goianos estiveram na disputa. No Recurvo Individual, Thyago Tonetto chegou à 2ª fase, enquanto Luis Felipe Paulinyi e Gladston Silva foram eliminados ainda na fase 32-avos.

Na categoria Composto Individual Masculino, Frederico Fogaça foi à final, mas ficou em quarto. Maximiliano Favoreto parou nas quartas, e Thiago Pereira nas oitavas. Henrique Campos caiu na primeira fase. No Composto Individual Feminino, Camila Hikari passou pelas oitavas, mas caiu nas quartas de final.

No Arco Recurvo por Equipes Masculino, o time formado por Thyago Tonetto, Gladston Silva e Luis Felipe Paulinyi parou ainda nas oitavas de final.

Foto: Divulgação/Fegotarco
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