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quarta-feira, junho 24, 2026
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Relembre as camisas dos times do interior que venceram o Goianão

Foto: Reprodução Internet

Apenas quatro equipes do interior conseguiram ganhar o Campeonato Goiano. O Anápolis foi o primeiro a conseguir a façanha, em 1965. Dois anos depois, em 1967, o Crac levantou a taça do Goianão, fato que voltou a se repetir em 2004. A terceira equipe do interior a vencer o estadual foi o Goiatuba, em 1992. Por último, o Itumbiara, em 2008.

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Esporte Goiano decidiu relembrar as camisas desses times que marcaram época no estado. Devido a dificuldade no acervo de fotos, Anápolis e Itumbiara foram lembrados apenas nas camisas titulares. Dando prosseguimento a série das camisas marcantes em nosso estado, reveja as dos campeões do interior:

 

 

ANÁPOLIS 196
Arte: Esporte Goiano/Foto: História do Futebol/Anápolis

Em 1965, o Anápolis foi a primeira equipe do interior a vencer o Campeonato Goiano. Naquele ano o estadual foi disputado no sistema de pontos corridos.

Confira o time base do Galo naquele ano: Moraes; Nina, Osmar, Paraguaio e Áli; Genésio e Eudécio; Zezito, Dida, Nelson Parrila e Deca. Outros nomes de destaque eram Baiano e Wilson.

 
CRAC 1967
Arte: Esporte Goiano/Foto: Terceiro Tempo

O Crac foi o segundo time do interior a vencer o estadual. Naquele ano, a equipe derrotou o Atlético na decisão.

O Leão do Sul tinha na base do seu elenco os seguintes nomes: Nego; Gato, Lázaro, Dema e Silvio Salomão; Luiz Carlos, Wagner, Dezoito e Recife; Toninho Índio e Toró.

GOIATUBA 1992
Arte: Esporte Goiano/Foto: Revista Série Z e reprodução internet

O Goiatuba foi a terceira equipe do interior a vencer o Campeonato Goiano. Em 1992, o Goianão foi disputado inicialmente em pontos corridos, onde as quatro melhores equipes se classificavam para o quadrangular final. Além do Goiatuba, Goiás, Atlético e Vila foram os outros classificados. O título veio após a vitória sobre o Vila Nova neste quadrangular.

O time base do Goiatuba tinha os seguintes nomes: Marol; Cachola, Bilzão, Edvaldo Costa e Jorge Luís; Cláudio, Luizinho, Romeu e Pirata; Estrela e Tornado.

CRAC 2004
Arte: Esporte Goiano/ Fotos: Memória do Esporte e Reprodução Internet

No ano de 2004, o Crac se tornou o maior campeão goiano do interior. Na final, o Leão do Sul venceu o Vila Nova. Após perder o primeiro jogo por 2×1, a equipe venceu a partida decisiva por 3×0 e ficou com o título ao vencer nos pênaltis.

O time base da equipe era o seguinte: Helder; Baiano, Cristiano, Cleiton Mineiro e Marcinho; Pedrinho, Celinho, Cacá e Guarú; Sandro Oliveira e Sandro Goiano.

ITUMBIARA 2008
Arte: Esporte Goiano/Foto: Reprodução Internet

O Itumbiara é o último time do interior a vencer o Goianão. Em 2008, o Gigante da Fronteira se sagrou campeão após vencer o Goiás na final, triunfando nos dois jogos da decisão. No primeiro, a vitória foi por 1×0. No jogo decisivo, em pleno Serra Dourada, a equipe venceu o Goiás por 3×0.

O time base do Itumbiara tinha os seguintes nomes: Sérgio; Claudemir, Anderson, Henrique e Thyago Fernandes; Leandro Carvalho, Luciano Totó, Caíco e Wellington Saci; Landu, Basílio e Paulo César.

Dos clubes do interior que foram campeões, qual teve a camisa mais bonita?

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Goiás programa volta aos treinos para início de maio

(Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC)

O Goiás anunciou um planejamento para retomar os treinamentos no CT Edmo Pinheiro no dia 2 de maio. Segundo o clube, as atividades seguirão protocolos rigorosos para garantir a saúde de todos os envolvidos. As normativas vêm sendo discutidas com autoridades de saúde.

Em entrevista à Rádio Sagres, o presidente esmeraldino, Marcelo Almeida, disse que os atletas farão atividades sem contato, proeminentemente físicas. “Não vai existir embate de um jogador com o outro. Vamos pegar dois campos e dividi-los em quatro quadrantes cada, colocando apenas dois atletas por quadrante”, explicou.

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Conforme Almeida, os equipamentos também serão exclusivos dos jogadores que treinam naquele quadrante. O uso de máscaras será adotado por atletas, comissão técnica e todos que estiverem no clube. Entre outras medidas, os jogadores precisarão ir ao CT já uniformizados.

As férias do elenco se encerraram nesta segunda-feira (20). A partir desta terça, atividades no estilo home office devem ser passadas pelo departamento físico. A intenção é atenuar a queda de rendimento causada pela prolongada paralisação.

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Na memória: Em 1999, Goiânia vence de virada o Fluminense pela Série C do Brasileiro

Arte: Willian Rommel/EG

No ano de 1999, Goiânia e Fluminense o se enfrentaram pela primeira fase da Série C do Campeonato Brasileiro. O adversário do Galo Carijó contava com os atacantes Roni que havia atuado no Vila Nova e feito parte do elenco colorado campeão invicto da Série C de 1996, e Magno Alves que havia sido descoberto pelo Tricolor das Laranjeiras após uma temporada excepcional pelo Criciúma em 1997. Ambos formaram um dos ataques mais rápidos da história do futebol brasileiro.

O Goiânia chegava para essa partida com apenas uma vitória em seis jogos disputados, enquanto o Fluminense já havia conquistado três vitórias em quatro duelos.

O JOGO

O Fluminense teve um começo de partida animador. Aos 17 minutos, Roni recebeu a bola e da entrada da grande área, na meia-lua, abriu o marcador. Logo na sequência, aos 19 minutos, o Goiânia teve o zagueiro Peta expulso por matar um contra-golpe do Tricolor das Laranjeiras, puxado pelo atacante Roni.

Porém, mesmo com um jogador a menos, o Galo Carijó jogava de igual para igual e chegou ao gol de empate com Eusébio. Aos 33 minutos, Niltinho deu um belo passe em profundidade para o meia que dominou a bola no peito e ajeitou para a perna direita, empatando a partida.

Na base da pressão, aos 43, o time alvinegro conseguiu uma falta do lado esquerdo do campo, na cabeça da grande área. Airton Fraga caprichou na cobrança e marcou um belo gol surpreendendo o arqueiro adversário. Final de primeiro tempo: Goiânia 2×1 Fluminense.

Foto: Reprodução YouTube

“O Galo Carijó é brigador…”

No intervalo, o técnico do Fluminense, Carlos Alberto Parreira promoveu duas alterações na equipe. Com a entrada de Carlos Alberto e Marco Brito, o Tricolor das Laranjeiras o time aumentou o volume de jogo e conseguiu chegar ao gol de empate. Aos nove minutos do segundo tempo, após uma bela arrancada, Magno Alves cruzou a bola na medida para Roni desviar de cabeça para o fundo do gol.

O Fluminense pressionava. Aos 20 minutos, em cobrança de escanteio, Emerson, livre de marcação dentro da área, cabeceou para colocar os cariocas novamente à frente no marcador. Na sequência, o Tricolor das Laranjeiras teve a chance de fazer o quarto gol com Magno Alves, mas a bola explodiu no travessão.

O Goiânia não se entregou e aos 30 minutos o atacante alvinegro, Daniel foi calçado dentro da área por Emerson e o Galo Carijó chegou ao gol de empate. Na cobrança de pênalti, Adriano cobrou com precisão e muita força a penalidade sem chances para o goleiro.

Quando o jogo ia se encaminhando para o final, o lateral alvinegro, Rogério Sousa arrancou em velocidade do meio campo e após costurar meio time do Fluminense saiu cara a cara com o goleiro e anotou o gol da vitória do Galo. Final de jogo: Goiânia 4×3 Fluminense

Ficha Técnica
Goiânia 4×3 Fluminense – Grupo D 1ª fase do Campeonato Brasileiro Série C de 1999
Data: 18/09/1999
Horário: 15h
Estádio: Serra Dourada, Goiânia (GO)
Público pagante: 2.522 torcedores
Renda: R$ 11.543,00 reais
Árbitro: Gerson Antônio Baluta (PR)
Amarelos: Eusébio (Goiânia) e Emerson (Fluminense)
Vermelho: Peta (Goiânia)
Gols: Roni aos 17 min/1T e aos 9 min/2T (FLU); Eusébio aos 33 min/1T (GOI); Airton Fraga aos 43 min/1T (GOI); Emerson aos 20 min/2T (FLU); Adriano aos 30 min/2T (GOI) e Rogério Sousa aos 40 min/2T (GOI)
Goiânia: Wellington; Rogério Sousa, Peta, Rogério e Edgar (Clayton); Airton Fraga, Cristiano e Eusébio (Fabiano); Niltinho (Adriano), Daniel e Rodrigo Mendes.
Técnico: Luiz Dário
Fluminense/RJ: Gabriel; Paulo César, Edimar, Emerson e Gilson; Marcão, Roger (Carlos Alberto), Robson (Marco Brito) e Rogério; Roni (Odair) e Magno Alves.
Técnico: Carlos Alberto Parreira.

 

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Após decreto, Goiás irá retomar obras na Serrinha

Foto: Ildeu Iussef/EG

Na madrugada desta segunda-feira (20), por meio de decreto, o governador Ronaldo Caiado liberou as atividades relacionadas a construção civil e as classificou como essencial. Com isso, o Goiás irá retomar as obras de ampliação da Serrinha, que haviam sido iniciadas antes da pandemia causada pelo coronavírus.

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Em entrevista a Rádio Sagres 730, Eduardo Junior, superintendente de patrimônio do Goiás falou sobre a retomada das obras. Segundo ele, o retorno das obras devem acontecer na próxima quarta-feira (22), mas que o andamento da ampliação da Serrinha depende de reuniões que serão feitas com Marcelo Almeida, presidente do clube e o setor financeiro. Por último, Eduardo Junior falou que dependendo do calendário, as obras podem durar mais tempo que o esperado.

“Até antes da paralisação a gente já estava com 80% da fundação realizada, então temos esses 20% da fundação para terminar. A partir daí vamos iniciar a montagem do pré-moldado, lembrando que a empresa responsável pela execução do pré-moldado ela já executou grande parte, quase tudo já foi fabricado. Agora é esperar a fundação terminar e começar essas montagens, tanto do pré-moldado quanto da cobertura. São empresas que já tem um volume grande de peças produzidas para iniciar essas montagens.
A questão do cronograma não depende só da parte de obras. A gente vai sentar com o presidente, para estar vendo o cronograma. Fica difícil cravar uma data, pois todo dia tem uma mudança, uma surpresa. Acho prudente aguardar o retorno ao ritmo normal de obras, provavelmente nessa quarta-feira (22).
Vamos aguardar umas duas semanas para ver o andamento, se não vai ter surpresa, outro decreto, se irão retomar o ritmo normal. Juntamente com a presidência e o financeiro vamos tomar uma decisão do ritmo das obras. A gente não tem definição de quando começam os campeonatos, então nós podemos flexibilizar essas questões de prazos, inclusive fazendo um desembolso menor na parte financeira. Isso tudo a gente vai estar estudando com a diretoria para ver qual seria nosso cronograma físico e financeiro”, falou o superintendente sobre a retomada da ampliação da Serrinha.

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Entrevista: Márcio relembra gols, conquistas com a camisa do Atlético e fala do futuro fora das quatro linhas

Arte: Ildeu Iussef/EG

“Acho que tem muito da genética nisso aí. Diz que filho de peixe, peixinho é né! Então foi assim que aconteceu comigo”

É assim que o ex-goleiro Márcio resume como deu início a trajetória nessa posição amada por uns e odiada por outros no futebol. Embora, atuasse debaixo das traves não foi impedido de desafiar os “especialistas da bola parada” e anotar 41 gols em cobranças de falta e pênaltis.

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Em entrevista especial ao Esporte Goiano, dando sequência a série com atletas que fizeram história no futebol goiano, o ex-jogador relembrou fatos marcantes na carreira, falou da sua passagem vitoriosa no Atlético, do momento atual fora das quatro linhas e dos planos para o futuro.

Torcedor rubro-negro relembre o primeiro gol de Márcio com a camisa do Atlético, em jogo contra o Vila Nova, válido pela fase final da Série C do Campeonato Brasileiro de 2007, no Estádio Serra Dourada.

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Com suspensão de eventos mantida, futebol segue sem previsão de retorno

Foto: Vitor Monteiro/EG

Decreto publicado na madrugada desta segunda-feira (20) pelo governo de Goiás mantém a proibição de eventos públicos ou privados de quaisquer natureza, inviabilizando assim qualquer tentativa de retorno de atividades esportivas como o futebol no curto prazo.

A nova normativa assinada pelo governador Ronaldo Caiado não estabelece prazo, diferente dos dois decretos anteriores. Segundo a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), isso possibilita ao governo avaliar de forma mais dinâmica e com maior celeridade os cenários e, destarte, tomar medidas com mais agilidade.

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Durante entrevista coletiva realizada no Palácio das Esmeraldas na manhã desta segunda, o governador foi questionado sobre a possibilidade do retorno do futebol. Caiado lembrou a obrigatoriedade do uso de máscaras imposta pelo decreto e sinalizou que a retomada das atividades esportivas é inviável neste momento.

– Jogar futebol com máscara é complicado. Não acredito nessa possibilidade da prática de qualquer esporte, principalmente esporte de competição – resumiu o governador.

A versão da Federação Goiana de Futebol (FGF) é de que, no atual contexto, não é possível discutir a retomada, já que, caso a situação se agravasse, o campeonato teria que ser paralisado novamente. Outras federações esportivas de Goiás também descartam qualquer tipo de atividade até, pelo menos, a segunda quinzena de maio.

O Goianão foi paralisado no dia 17 de março, portanto, há mais de um mês. A última rodada foi realizada no dia 15 do mês passado. Seis dos 12 clubes do Estadual ficam sem calendário no restante do ano e, por isso, o retorno da competição ainda é questionável, pois os elencos dessas equipes já foram liberados.

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Retransmissão da final da Série C 2015: Vila Nova x Londrina

Neste sábado (18), o Vila Nova irá retransmitir o jogo que deu o título da Série C de 2015 ao clube. No Serra Dourada lotado, a equipe bateu o Londrina pelo placar de 4×1. O triunfo deu ao tigre o seu segundo título nacional.

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Último título estadual do Vila Nova completa 15 anos

Foto: Acervo/Vila Nova FC

Nesta mesma data, em 2005, o Vila Nova conquistava pela última vez o título do Campeonato Goiano. De lá pra cá, são 15 anos sem levantar o título estadual.

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Na última vez que conquistou o Goianão, o Vila Nova contava em seu elenco com atletas que construíram uma carreira sólida no clube, casos do volante Tim e Heleno, o atacante Wando e o zagueiro Higo. Além deles, a equipe tinha em seu plantel jovens revelações, casos de Pedro Júnior, Paulo Ramos e Laionel.

Campanha no Goianão

Naquele ano o Goianão foi disputado por 12 equipes, divididos em dois grupos de seis times cada. O Vila estava no grupo B, junto com Grêmio Inhumense, Anapolina, Jataiense, Itumbiara e Goiânia.

O Tigre terminou a fase de classificação na liderança do grupo A, com 30 pontos somados. Em 17 partidas, a equipe venceu nove, empatou três e perdeu cinco. O Vila avançou a semifinal junto com o Grêmio Inhumense, vice-líder da chave.

Na semifinal, o adversário foi o Mineiros. A equipe do sudoeste goiano ficou na segunda colocação do grupo A, atrás do Goiás. Por ter feito a melhor campanha, o Vila tinha a vantagem de decidir a vaga na final em casa. No primeiro jogo, as equipes empataram em 1×1. Na volta, o Vila garantiu a vaga na decisão ao vencer pelo placar de 1×0.

Clássico na decisão

Na final, o Vila teve pela frente o seu maior rival, o Goiás. Na primeira partida, as equipes empataram em 1×1. Marquinhos Paraná colocou o Vila em vantagem, aos 20 minutos da primeira etapa. Porém, Paulo Baier, artilheiro do Goianão daquele ano deixou tudo igual, aos 33 minutos da etapa final.

Na volta, as equipes empataram novamente, mas dessa vez sem gols. Com a igualdade nos dois jogos da decisão, a final foi para os pênaltis. Na marca da cal, melhor para o Vila Nova, que venceu pelo placar de 3×1. Rodrigo Alvim, Marquinhos Paraná e Vitor fizeram para o colorado, Rodrigo Tabata foi o único a marcar para o esmeraldino, enquanto Aldrovani, Edmilson e Julio Santos desperdiçaram as cobranças da equipe.

Ficha Técnica

Vila Nova 0x0 Goiás – 2º jogo da final do Campeonato Goiano 2005
Data: 17 de abril de 2005
Local: Estádio Serra Dourada, Goiânia (GO)
Horário: 17h

Árbitro: Marcelo Hugo (GO)

Cartões Amarelos: Júlio Santos e Cleber (GEC); Higo e Rodrigo Alvim (VIL)
Cartão Vermelho:
Leonardo Manzi (VIL)

Gols: Rodrigo Alvim, Marquinhos Paraná e Vitor (VIL); Rodrigo Tabata (GEC)

Goiás: Harlei, Aldo (André Leone), Júlio Santos e João Paulo; Paulo Baier, Cléber, Thiago, Rodrigo Tabata e Jadílson; Michel (Edmílson) e Fábio (Aldrovani)
Técnico: Péricles Chamusca

Vila Nova: Michel, Marquinhos Paraná, Heleno, Higo e Rodrigo Alvim; Fábio Baía, Alexandre, Tim (Paulo Ramos) e Itaqui (Vítor); Pedro Júnior (Leonardo Manzi) e Wando.
Técnico: Edson Gaúcho

Relembre os melhores momentos e a decisão por pênaltis

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Na memória: Em 2004, jogo entre Universo/Ajax e Flamengo/Petrobras terminou na justiça

Foto: Alexandre Vidal/Divulgação

Em 2004 foi realizada a 15º edição do Campeonato Brasileiro de Basquete. A competição foi disputada por 16 equipes. O Universo/Ajax era o representante goiano no certame e, ao lado do Brasília, únicas equipes da região centro-oeste no torneio.

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A equipe goiana era comandada por Alberto Bial, técnico campeão Sul-Americano dirigindo o Vasco, em 1998. No elenco, o Universo/Ajax contava com nomes de destaque no cenário nacional, como os armadores Ratto e Manteiguinha, os alas Vanderlei e Diego e os pivôs Sandro Varejão e André Bambu.

Campanha no Campeonato Brasileiro de Basquete

Na fase de classificação, o Universo/Ajax terminou na terceira posição. Em 30 jogos, a equipe somou 51 pontos. Foram 21 vitórias e nove derrotas, um aproveitamento de 70% dos pontos disputados.

Nas quartas de final, a equipe eliminou o Uniara/Araraquara (SP), sexto colocado na primeira fase. Em melhor de cinco jogos, o Universo/Ajax venceu pelo placar de 3×1. Na semifinal, o adversário foi o Flamengo/Petrobras, que contava em seu elenco com jogadores como os jovens Olivinha, Duda Machado e os experientes Olivia, Gema e Marc Brown.

Na melhor de cinco jogos, uma série bastante disputada. O Flamengo/Petrobras venceu o primeiro por 85×83. O Universo/Ajax deu o troco na segunda partida, vencendo por 95×75. No terceiro, o Flamengo/Petrobras novamente tomou a liderança da série, vencendo por 110×101.

Jogo quatro: a partida que terminou nos tribunais

No dia oito de junho de 2004, o Universo/Ajax recebeu o Flamengo/Petrobras para a quarta partida da série. Em desvantagem, a equipe goiana disputou o quarto confronto em casa em casa. No Ginásio Rio Vermelho, os times fizeram uma partida bastante equilibrada durante os quatro períodos de jogo.

No último segundo de partida, o placar mostrava 78×76 para o Universo/Ajax. O último arremesso do duelo foi de Marc Brown, armador do Flamengo/Petrobras. O jogador acertou o arremesso de três pontos e virou a partida para a equipe carioca. No primeiro momento, o árbitro Sérgio Pacheco validou a cesta, dando a vitória para o rubro-negro, com isso, o Flamengo fechava a série e ia para a final da competição.

Porém, 20 minutos após o término do jogo, com o resultado já sacramentado, o árbitro voltou a quadra e disse que havia sido informado que o lance não estava valendo, pois o cronômetro estava zerado. A euforia do Flamengo/Petrobras logo se transformou em fúria, enquanto o Universo/Ajax comemorava a sobrevida na competição.

A polêmica foi tão grande, que Emanuel Bonfim, treinador do Flamengo/Petrobras ameaçou de não dirigir a equipe carioca dali em diante. Porém, o técnico voltou a beira da quadra para comandar a equipe.

Vitória do Universo/Ajax nos tribunais

Devido a forma que terminou o jogo quatro, o Flamengo/Petrobras ingressou nos tribunais para tentar reverter o resultado da partida. Três dias após o revés, a equipe pediu a suspensão da partida, pedido que foi acatado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

No dia 23 de junho foi realizado o julgamento. Por decisão unânime (6×0), o pedido do Flamengo foi negado. A partida decisiva foi marcada para dois dias depois, no dia 25 de junho. Quem estava atento ao desenrolar dos fatos era o Unit/Uberlândia, que já estava classificado para a final.

Após polêmica, Flamengo se classifica para a final

Atuando em casa, o Flamengo/Petrobras foi melhor durante todo o confronto e não deu chances para o Universo/Ajax. O placar final foi de 97×85 para a equipe carioca. O destaque do time goiano foi o armador Manteiguinha, com 22 pontos.

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Regional Centro-Oeste e 1ª etapa do Goiano de Taekwondo são adiados

Foto: Federação Goiana de Taekwondo

A Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKD) decidiu pelo adiamento do Regional Centro-Oeste, torneio que seria realizado neste fim de semana (18 e 19), em Cuiabá. A Federação Goiana de Taekwondo (FGTKD) também suspendeu a 1ª etapa do Estadual, marcada para o dia 26 de abril.

Segundo a CBTKD, o cenário é absolutamente incerto sobre a realização do torneio, que reuniria atletas de Goiás, Mato Grosso, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul nas modalidades Poomsae, Kyorugui e Para-taekwondo. “Tudo será mudado e não temos nenhuma garantia de realização dos eventos. Quando tudo baixar, vamos planejar da melhor maneira para todos”, disse o presidente da entidade, Júnior Maciel.

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A seletiva para os atletas que comporiam a seleção goiana estava marcada para o dia 15 de março, em Goiânia, mas foi adiada por tempo indeterminado. “Vamos ter que aguardar para liberar os eventos para concluirmos a seletiva para a seleção goiana, caso os torneios nacionais venham a acontecer”, explicou o presidente da FGTKD, Ricardo Favorito.

Em Goiás, a 1ª das quatro etapas previstas para o Estadual seria no domingo (26). Mesmo na eventualidade de um novo decreto permitir a reabertura das academias das equipes, não haveria tempo para preparar os atletas para a estreia do Goiano.

Segundo Favorito, os estaduais, diferente dos nacionais, ocorrerão, embora ainda com incerteza sobre as datas. O presidente da FGTKD admite que terá que reprogramar todo o calendário. “Não vamos ter a mesma logística dos outros anos”, explicou.

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