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Na memória: Em 2011, Crac humilha o Goiás na Serrinha pelo Campeonato Goiano

Arte: Willian Rommel/EG

“A maior derrota na casa esmeraldina”. Foi assim que ficou conhecida a goleada impiedosa do Crac em cima do Goiás, pela segunda rodada do Campeonato Goiano em 2011. Naquela oportunidade o Leão do Sul, que estava 100% na competição, vinha de goleada na estreia por 5 a 2 em cima do Morrinhos, e aproveitando o embalo, passou por cima do time esmeraldino.

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O JOGO

O Crac sobrou dentro de campo desde o apito inicial, desde cedo buscou o ataque e pressionou o Goiás em praticamente todo o jogo. Logo no começo conseguiu abrir o placar aos 2 minutos com Luís Carlos, de cabeça, após escanteio cobrado por Pachola. Após o gol, o Leão do Sul continuou a dominar a partida, e poucas vezes o Goiás chegava com perigo.

A melhor oportunidade do time esmeraldino veio aos 31 minutos, numa jogada individual de Felipe Amorim, que limpou a marcação, e rolou a bola para dentro da grande área, Marcelo Costa, sozinho, desperdiçou a chance do empate.

Após essa chance desperdiçada pelo Esmeraldino, o Leão do Sul voltou a crescer e ampliou o placar no final do primeiro tempo, aos 40 minutos. Reinaldo Silva recebeu lançamento de Danilo Santos e tocou por cima do goleiro Harlei para marcar o segundo. Final de primeiro tempo: Crac 2×0.

“Ninguém segura o Leão do Sul…”

A etapa final começou com uma substituição inusitada pelo lado Esmeraldino. O técnico Artur Neto sacou o atacante Diogo Galvão para a entrada do zagueiro Valmir Lucas, para atuar improvisado no ataque. O Goiás voltou melhor e aos 4 minutos descontou com Carlos Alberto.

Após o gol o time esmeraldino tentou esboçar uma reação por completo, mas foi em vão. O Crac era muito ciente do que procurava, e sólido na defesa, apostava nos contra-ataques em velocidade. Aos 15 minutos, após receber um passe que rasgou a defesa esmeraldina, Danilo Santos penetrou na área e na saída do goleiro bateu com força para fazer o terceiro tento da equipe de Catalão.

Aos 43 minutos, em cobrança de falta, Pachola encheu o pé e mandou a bola foi no ângulo do goleiro Harlei, estufando pela quarta vez as redes do Verdão. E para dar números finais ao jogo, aos 45, Edinei driblou a zaga esmeraldina e o goleiro do Goiás, para fechar a goleada do Leão do Sul. Final de jogo: Crac 5×1 Goiás.

Ficha Técnica
Goiás 1×5 Crac – 2ª rodada do Goianão 2011
Data: 19/01/2011
Horário: 22h
Local: Estádio da Serrinha, Goiânia (GO)
Árbitro: Wellington Branquinho (GO)
Assistentes: Evandro Gomes Ferreira (GO) e Adaílton Fernando (GO)
Gols: Carlos Alberto aos 4 min/2T (Goiás); Luís Carlos aos 2 min/1T, Reinaldo Silva aos 40 min/1T, Danilo Santos aos 15 min/2T, Pachola aos 43 min/2T e Edinei aos 45 min/2T (Crac).
Público: 1.080 pagantes
Renda: R$15.330,00
Goiás: Harlei; Oziel, Rafael Tolói, Ernando e Marcão; Amaral (Zé Antônio), Carlos Alberto, Marcelo Costa e Felipe Amorim; Tardelly (Rithelly) e Diogo Galvão (Valmir Lucas).
Técnico: Artur Neto.
Crac: Fernando; Flávio (Renan), Luís Carlos, Fábio Paulista e Mendes; Thiago Carpini, Danilo Portugal, Nildo e Pachola; Danilo Santos (Reinaldo) e Reinaldo Silva (Edinei).
Técnico: Wanderley Paiva.
Confira os gols da partida 
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Na memória: Em 2006, Mineiros fez história ao vencer o Atlético-MG pela Copa do Brasil

mineiros x atlético mineiro
Arte: Willian Rommel/EG

Na temporada de 2006, o Mineiros disputou a Copa do Brasil pela 1ª vez em sua história. A classificação foi conquistada após a 3ª colocação no Goianão, em 2005. Pois o Goiás, vice-campeão do estadual no ano anterior, disputou a Copa Libertadores.

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A caminhada do Mineiros naquele ano começou diante do Americano (RJ). Atuando em casa, a equipe venceu por 3×1. No confronto da volta, os goianos foram derrotados por 4×2. No entanto, pelo critério de gols marcados fora de casa, o MEC avançou a 2ª fase. Pela frente, o Atlético Mineiro.

Casa cheia e show de Castor no 1º tempo

Dono da casa, o Mineiros deu indícios que não entraria em campo apenas para se defender. No primeiro minuto, Marcelo Goianira finalizou pra fora e mostrou as credenciais dos mandantes. Logo depois, Vicente cruzou e Ramon bateu de primeira, mas Douglas fez a defesa. Em seguida, o Galo teve uma nova chance. Ramon cruzou na área para a cabeçada de Leandro Cardoso, mas a bola se perdeu pela linha de fundo.

A pressão da equipe visitante surtiu efeito. Aos 10 minutos, Rodrigo Dias finalizou e Douglas espalmou, mas Ramon apareceu livre e abriu o placar para o Galo. O gol não abalou o Mineiros, que se lançou ao ataque. Dessa maneira, o empate do Mineiros era questão de tempo. Aos 21 minutos, Castor fez bela jogada individual, deixou dois marcadores para trás e bateu colocado, sem chances para o goleiro. No entanto, o empate não bastava para os goianos, que chegaram a virada aos 33 minutos. Após cruzamento na área, o lateral Vicente tocou com a mão na bola. Imediatamente o árbitro apontou para a marca da cal. Na cobrança, Castor balançou a rede e decretou a virada da equipe da casa.

Mineiros sofre susto, mas confirma vitória

O Mineiros teve a chance de ampliar o placar. Logo aos três minutos da etapa final, Elionar Bombinha foi lançado em velocidade, ganhou da defesa, mas bateu pela linha de fundo. Em busca do gol de empate, o Galo tentava chegar ao ataque, mas faltava criatividade para chegar a meta do adversário.

Com dificuldades para entrar na área do Mineiros, o Galo chegou ao gol de empate de outra maneira. Aos 17 minutos, Everton finalizou de fora da área e mandou no ângulo do goleiro Douglas. A alegria do Galo durou pouco tempo. Logo depois, Marcinho cobrou escanteio na área, Elionar Bombinha subiu mais alto que a marcação e colocou no fundo da rede.

Ficha Técnica
Mineiros 3×2 Atlético Mineiro – 2ª fase da Copa do Brasil 2006
Data: 05 de março de 2006
Local: Estádio Odilon Flores, Mineiros (GO)
Árbitro: Edílson Ramos da Mata (MT)
Gols: Castor, aos 22′ e 34′ 1T, Elionar Bombinha, aos 18′ 2T (MEC); Ramon, aos 10′ 1T e Éverton, aos 17′ 2T (CAM)
Cartões Amarelos: Andrezinho (MEC); Rafael Miranda (CAM)
Mineiros: Douglas; Andrezinho, Eraldo, Zacarias e Freitas; Henrique, Marcelo Goianira (Luisão), Flavinho (Torrinha) e Castor (Wagner); Marcinho e Elionar Bombinha
Técnico: Vitor Hugo
Atlético Mineiro: Bruno; Leandro Cardoso, Lima (Everton) e Leandro Castan; Rodrigo Dias, Rafael Miranda, Márcio Araújo, Jonathan Fabbro (Rafael Gaúcho) e Vicente; Ramon e Tiago Cavalcanti (Éder Luís)
Técnico: Lori Sandri
Confira os melhores momentos da partida 
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Vila Nova comunica adiamento do retorno aos treinos

Foto: Comunicação/Vila Nova FC

O Vila Nova adiou para, pelo menos, dia 11 de maio o retorno dos atletas aos treinamentos presenciais. Inicialmente, o Tigre esperava retomar as atividades já na próxima segunda-feira (4), mas mudou os planos após reunião com a CBF e a falta de vislumbre da volta de jogos competitivos.

Segundo o clube, a data de 11 de maio é apenas uma possibilidade e será avaliada semanalmente, de acordo com o avanço da Covid-19 no estado. O prazo de reapresentação pode ser revisto novamente.

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Os atletas encerram o período de férias coletivas nesta quinta-feira (30). Depois disso, cada jogador fará atividades físicas em casa, sob supervisão remota do departamento físico, para tentar mitigar impactos da paralisação.

Na quarta-feira (29), o Goiás já havia comunicado o adiamento do retorno das atividades também para o dia 11 de maio. O Verdão pretendia voltar a trabalhar no CT Edmo Pinheiro a partir de sábado (2).

A CBF havia pedido que, se possível, as federações estaduais retomassem os torneios regionais no dia 17 de maio. A FGF, porém, sinalizou que esse cenário é praticamente inviável. Com isso, o Atlético, que gostaria de retornar treinamentos no CT na sexta-feira (1), também postergará o prazo.

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Goiás Superbike adia 2ª etapa da temporada 2020

Foto: Willian Rommel/EG

A Federação de Motociclismo de Goiás (FMG) comunicou o adiamento da 2ª etapa da temporada 2020 do Goiás Superbike. A competição seria realizada no próximo fim de semana (dias 2 e 3 de maio), no Autódromo Internacional de Goiânia.

Em contato com o Esporte Goiano, o presidente da FMG, Kurt Feichtenberger, explicou que o adiamento da etapa é por tempo indeterminado e se deve à crise sanitária provocada pela Covid-19. “Adiada, sem data definida. Este primeiro semestre não vai ter nada de motociclismo”, informou.

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O calendário 2020 do Goiás Superbike prevê a realização de seis etapas. A primeira delas foi no dia 15 de março, com portões fechados. A prova foi marcada por uma tragédia, com a morte da piloto Indy Muñoz. Por isso, somente as categorias 300cc e 600cc foram concluídas.

A próxima etapa está prevista para julho. Mesmo assim, a FMG vê a realização do evento com preocupação. Com a temporada em xeque, a entidade vê uma redução no número de etapas como inevitável.

– Fatalmente será reduzido o número de etapas. Mas tudo depende de quando acabará a Covid-19, além da disposição de datas no calendário de eventos do autódromo. Há outros eventos que também necessitam de datas, patrocinadores com disponibilidade financeira, prefeituras com condições técnicas e financeiras, são muitos fatores que temos que aguardar de estarem em condições. Só aguardando mais um tempo para tomarmos decisões – explicou Feichtenberger.

Motocross afetado

O Campeonato Goiano de Motocross também já teve três etapas adiadas. A primeira delas seria no dia 12 de abril. A segunda estava marcada para o próximo domingo (3), enquanto a terceira seria realizada no dia 17 de maio. Com isso, restam outras quatro datas pré-estabelecidas pela FMG: 13 de junho, 6 de setembro, 11 de outubro e 8 de novembro.

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Na memória: Em 1981, jogando no Serra Dourada, Brasil atropela Venezuela pelas Eliminatórias

Arte: Willian Rommel/EG

Em 1981, a Seleção Brasileira esteve em Goiânia para disputar contra a Venezuela a última partida das Eliminatórias da América do Sul para a Copa do Mundo, que seria disputada na Espanha no ano seguinte.

O Brasil chegou para a partida com vaga já garantida no Mundial de 1982, mas mesmo assim o torcedor goianiense compareceu em peso ao Serra Dourada para ver a Seleção Canarinho, comandada por Telê Santana.

Na véspera da partida, o assunto que movimentava os bastidores não era a perspectiva de uma goleada do Brasil sobre a frágil Venezuela, mas a possibilidade de ser a última partida de Telê Santana no cargo de técnico da Seleção.

No entanto, isso não atrapalhou a preparação da seleção brasileira que teve de treinar no ginásio da Esefego (Escola Superior de Educação Física do Estado de Goiás), pois uma forte chuva atrapalhou os planos do treinador de comandar um recreativo no Serra Dourada.

O JOGO

Desde o início da partida, o Brasil envolveu os adversários com certa facilidade, tanto que com 6 minutos já poderia estar vencendo, se Reinaldo e Sócrates tivessem aproveitado as oportunidades que tiveram.

A Venezuela procurou fazer seu jogo na defensiva, com praticamente todos os jogadores atrás da linha do meio campo e apenas Filomeno e Carrero buscando timidamente os contra-ataques. Porém, a teimosa defesa venezuelana e a competência do goleiro Vegas não foram capazes de conter a Seleção.

Aos 35 minutos, Getúlio cobrou falta pela direita e Tita, se adiantando ao goleiro, acertou uma cabeçada indefensável para estufar as redes e colocar o Brasil à frente no marcador.

“Voa, Canarinho voa…”

Na volta do intervalo, logo no primeiro minuto da etapa final: Reinaldo, lançado por Éder, driblou o goleiro e, na linha de fundo, tocou para Zico que, da entrada da área, chutou rasteiro e a zaga venezuelana fez o corte. Mas aos 10 minutos, Éder cobrou uma falta na esquerda próximo a linha de fundo e Sócrates de cabeça aumentou a vantagem: Brasil 2 a 0.

Não demorou muito para a Seleção Canarinho aumentar o placar, pois aos 12, em jogada de velocidade do ataque brasileiro, Zico abriu para Getúlio na ponta direita, que cruzou para outra cabeçada de Sócrates. O zagueiro venezuelano salvou em cima da linha, Zico chutou, a defesa voltou a salvar, mas aí apareceu o oportunista Tita para estufar as redes e fazer Brasil 3 a 0.

Mesmo com uma baita vantagem no placar, a seleção brasileira continuou pressionando em busca de mais um gol. Em uma das escapadas de Zé Sérgio, pela esquerda, Ochoa o derrubou dentro da área aos 26 minutos. Na cobrança da penalidade máxima, Zico com perfeição, mandou bola para um lado e goleiro para o outro. Brasil 4 a 0.

A Venezuela também chegou com perigo à meta brasileira. Aos 35 minutos, em cobrança de escanteio, bola alçada na área, Garcia testou com muito perigo na trave e no rebote Gutierrez desperdiçou uma bela chance de descontar. Porém, o Brasil não perdoou e aos 39, Zico deu um passe perfeito para Júnior, que saiu cara a cara com o goleiro e deslocando o arqueiro deu números finais ao marcador, no Serra Dourada: Brasil 5×0 Venezuela.

Ficha Técnica
Brasil
 5x0 Venezuela – Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 1982
Data: 29 de março de 1981
Horário: 17h
Estádio: Serra Dourada, Goiânia (GO)
Público: 34.229 torcedores
Renda: Cr$ 24.328.000,00 cruzeiros
Árbitro: Jorge Romero (Fifa/Argentina)
Assistentes: Carlos Sposito (Fifa/Argentina) e Abel Gneco (Fifa/Argentina)
Cartões amarelos: Vegas e Salas (Venezuela)
Gols: Tita aos 35 min/1T e aos 12 min/2T; Sócrates aos 10 min/2T; Zico aos 26 min/2T e Júnior aos 39 min/2T
Brasil: Valdir Peres; Getúlio, Oscar, Luisinho e Júnior; Batista, Sócrates e Zico; Tita, Reinaldo (Serginho “Chulapa”) e Éder (Zé Sérgio).
Técnico: Telê Santana.
Venezuela: Vegas; Ochoa, Castro, Acosta e Salas; Torres, Filomeno e Carrero (Aguirre); Gutierrez (Castilho), Febles e Garcia.
Técnico: Walter Roque.
Confira os melhores momentos (Imagens: TV Cultura com narração de José Cunha)
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Goiás adia retorno aos treinos e mantém home office

(Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC)

O Goiás comunicou na manhã desta quarta-feira (29) que decidiu adiar o retorno dos atletas aos treinamentos no CT Edmo Pinheiro. Inicialmente, a reapresentação estava prevista para o sábado (2). Agora, ela não ocorrerá antes de 11 de maio.

A decisão foi tomada após reunião de representantes dos clubes com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta terça-feira (28).

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No comunicado, o Verdão informa que avaliará o cenário local da Covid-19 semanalmente para estabelecer um retorno seguro às atividades presenciais. Quando isso ocorrer, os treinamentos seguirão rígidos protocolos sanitários para evitar a disseminação do coronavírus.

Até o retorno ao CT Edmo Pinheiro, o Goiás diz que os atletas manterão as atividades em home office, com exercícios propostos pelo departamento físico. O clube mantém monitoramento e atendimento virtual aos jogadores por parte da equipe multidisciplinar.

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Entrevista: Wando, ídolo colorado, relembra conquistas e 2008: “Se não tivesse machucado, o Vila subiria”

Arte: Willian Rommel/EG

Conhecido como Wando “Capetinha da Toca”, o atacante marcou história no Vila Nova nos anos 2000. O jogador atuou 8 anos no clube e teve participações heroicas vestindo a camisa colorada. Em uma dessas temporadas o atleta conquistou o último título goiano do clube, em 2005, e participou da campanha do quase acesso em 2008.

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Em entrevista exclusiva e especial ao repórter Willian Rommel do Esporte Goiano, dando sequência a série com atletas que fizeram história no futebol goiano, o ex-jogador que defendeu o Vila, relembrou histórias e conquistas do tempo em que vestia a camisa colorada.

A CHEGADA AO CLUBE

Wandro lembrou sobre o início da carreira e outras curiosidades no começo com a camisa do Vila.

 

MELHOR JOGADOR E TREINADOR QUE ATUOU JUNTO

O atleta fez menção a Donizete, Vanderlei Paiva entre outros nomes, que marcaram sua passagem no Tigrão.

 

CLÁSSICOS CONTRA O GOIÁS

O atacante relembrou seus ótimos desempenhos contra o time rival, além do mais analisou sua passagem no clube esmeraldino posteriormente, falando que na época não se arrependia desse fato.

 

A “DOR DO QUASE” EM 2008 E MENSAGEM À TORCIDA COLORADA

Wando, também, comentou a grande decepção na temporada de 2008, na qual o Vila Nova quase subiu para a série A, tentou explicar alguns motivos e disse que se tivesse atuado nas rodadas finais, a história seria diferente.

 

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Na memória: Márcio brilhou e garantiu o Atlético na semifinal da Copa do Brasil em 2010

Foto: Reprodução/YouTube

Em 2010, o Atlético fez a sua melhor campanha na Copa do Brasil. Naquela edição do torneio, a equipe avançou até a semifinal da competição, sendo eliminado pelo Vitória (BA).

A caminhada da equipe na competição passou pela região nordeste do Brasil. O primeiro adversário foi o ASSU (RN), vitória do Dragão por 3×0. Na segunda fase, o Dragão enfrentou o Bahia. Em casa, o Atlético triunfou por 2×0, na partida da volta, derrota por 1×0 e vaga garantida nas oitavas de final.

Nas oitavas de final, a equipe enfrentou o Santa Cruz (PE). Fora de casa, o Atlético venceu a partida de ida por 2×1, na volta, mais um triunfo do Dragão, dessa vez por 2×0 e vaga garantida nas quartas de final. Pela primeira vez, o adversário não seria uma equipe do nordeste, mas o Palmeiras.

Derrota na partida de ida e decisão em casa

Diante do Palmeiras, a equipe foi derrotada na partida de ida. No Parque Antártica, os paulistas tiveram dificuldades, mas venceram pelo placar de 1×0. No último minuto, Cleiton Xavier marcou de pênalti para o alviverde. Na partida da volta, o Atlético precisava devolver o placar do primeiro jogo ou vencer por dois ou mais gols de diferença para avançar a semifinal.

Em casa, o Atlético começou indo pra cima. O rubro negro se aproveitava da postura defensiva do adversário, que buscava o contra-ataque. Apesar do bom início da equipe atleticana, o Palmeiras foi ligeiramente superior, mas apesar da vontade das duas equipes, faltava técnica.

Precisando do resultado, o Atlético voltou com outra postura do vestiário. Em 10 minutos, a equipe colocou Marcos para trabalhar em duas oportunidades, mais trabalho do que nos 45 minutos iniciais. A sorte do Dragão começou a mudar aos 14 minutos, com a expulsão de Pierre. O volante já tinha amarelo, fez falta em Elias e foi para o chuveiro mais cedo.

Com um a mais, não demorou muito para o Atlético abrir o placar. Aos 25 minutos, Marcão recebeu passe de Elias e finalizou da entrada da área, a bola saiu fraca, mas foi o suficiente para balançar a rede e garantir a disputa por pênaltis no Serra Dourada.

Nos pênaltis, Atlético conta com a estrela de Márcio para vencer

Na marca da cal, o Palmeiras abriu o placar com o atacante Ewerthon. O Atlético deixou tudo igual, com Márcio. A partir daí, o que se viu foi um show de cobranças ruins e defesa dos goleiros no Serra Dourada.

O segundo pênalti do Palmeiras foi cobrado por Danilo, que parou na defesa de Márcio. Herói do tempo normal, Marcão teve o pênalti defendido por Marcos. A terceira cobrança do Palmeiras foi de Figueroa, que mandou pra fora. Robston desperdiçou a chance de passar a frente, o volante parou no goleiro Marcos.

Responsável pela quarta cobrança do Palmeiras, Ivo parou no goleiro Márcio. O Atlético teve novamente a chance de passar a frente, mas novamente Marcos defendeu a penalidade, dessa vez cobrada pelo atacante Juninho.

A última cobrança do Palmeiras foi de Cleiton Xavier, que novamente parou no goleiro Márcio. Se o Atlético marcasse, avançaria a semifinal. O encarregado da cobrança decisiva era Elias, que tomou distância e bateu no meio do gol, colocando o Atlético entre os quatro melhores times da competição.

Ficha Técnica

Atlético (2) 1×0 (1) Palmeiras – Quartas de final Copa do Brasil 2010
Data: 05 de maio de 2010
Local: Estádio Serra Dourada, Goiânia (GO)

Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF)
Assistentes: Enio Ferreira de Carvalho (DF) e João Antônio Souza Paulo Neto (DF)

Gols: Marcão, aos 25′ 2T (ACG)
Pênaltis: Márcio e Elias (ACG); Éwerthon (PAL)

Cartões Amarelos: Agenor, Márcio, Jairo, Ayrton e Welton Felipe (ACG); Maurício Ramos, Márcio Araújo e Marcos Assunção (PAL)
Cartão Vermelho: 
Pierre (PAL)

Atlético: Márcio; Ayrton, Welton Felipe, Jairo e Tiago Feltri; Agenor (Elias), Pituca, Ramalho e Robston; Juninho e Rodrigo Tiuí (Marcão)
Técnico: Geninho

Palmeiras: Marcos; Márcio Araújo, Danilo, Maurício Ramos e Armero; Pierre, Edinho, Marcos Assunção (Figueroa); Cleiton Xavier e Lincoln (Ivo); Robert (Éwerthon)
Técnico: Antônio Carlos Zago

Confira o gol do Atlético e as cobranças de pênalti

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As goleadas impiedosas dos times goianos na história do Campeonato Brasileiro

Arte: Willian Rommel/EG

O Campeonato Brasileiro aos longos dos anos sempre sofreu com mudanças dentro e fora de campo, seja no nome, forma de disputa, localidades, datas entre outras coisas. No entanto algo que sempre marcou presença nas edições foram as grandes goleadas em algumas partidas que ficaram na história.

Decidimos então levantar as maiores goleadas aplicadas pelos times goianos nessa competição nacional incluindo todas as séries, desde a quarta divisão até a primeira. O critério de escolha foram de partidas que tiveram a diferença mínima de 5 gols, sendo assim, o resultado se tornou mais palpável de pesquisa e demonstração.

Partidas como por exemplo: Flamengo 1×4 Atlético-GO na série A de 2011, Corinthians 1×4 Goiás, Internacional 1×4 Goiás, na série A de 2009 e de 2006 respectivamente, além de Vila Nova 4×1 Londrina na série C de 2015, Anapolina 4×0 Grêmio na série B de 2005, entre outras goleadas, não entraram na escolha, mas sempre serão inesquecíveis aos torcedores goianos.

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Com base nesses critérios, e na pesquisa no site da CBF e no Portal Campeões do Futebol, a lista tem os seguintes representantes do futebol goiano: Atlético, Anapolina, Goiás, Itumbiara e Vila Nova. Confira as goleadas:

O Dragão aplicou goleadas massacrantes nas três divisões nacionais. Séries A, B e C.

SÉRIE A
18/08/1968 = Atlético 5×0 Operário-MT (Estádio Olímpico)

SÉRIE B
11/06/2009 = Atlético 5×0 Paraná (Estádio Serra Dourada)

SÉRIE C
06/09/2007 = Atlético 7×1 Itumbiara (Estádio Antônio Accioly)
23/09/2007 = Atlético 5×0 Esportivo-RS (Estádio Serra Dourada)
13/10/2007= Atlético 6×0 Barras-PI (Estádio Serra Dourada)
19/10/2008 = Atlético 6×0 Confiança-SE (Estádio Serra Dourada)
01/11/2008 = Atlético 5×0 Rio Branco – AC (Estádio Serra Dourada)

A Rubra aplicou goleadas na Série C e na Série D do Brasileirão, sendo a equipe que goiana que mais venceu por 5 gols de diferença nessas divisões.

SÉRIE C
16/09/1998 = Anapolina 7×0 Alvorada-ES (Estádio Jonas Duarte)
01/11/1998 = Anapolina 5×0 Esporte Clube Limoeiro-CE (Estádio Jonas Duarte)
06/12/1998 = Anapolina 5×0 Itabaiana-SE (Estádio Jonas Duarte)
06/08/2006 = Anapolina 5×0 Luziânia (Estádio Jonas Duarte)

SÉRIE D
17/10/11 = Anapolina 6×1 Tocantinópolis-TO (Estádio Jonas Duarte)

O Verdão aplicou goleadas em duas divisões do brasileiro, na série A e na Série B. Sendo o time que mais goleou por mais de 5 gols na série A entre os goianos.

SÉRIE A

16/07/1978 = Goiás 5×0 Londrina (Estádio Serra Dourada)
13/11/1988 = Goiás 6×1 Vitória (Estádio Serra Dourada)
09/07/1997 = Goiás 6×0 Grêmio (Estádio Serra Dourada)
27/04/2003 = Goiás 7×0 Juventude (Estádio Serra Dourada)
12/10/2003 = Goiás 6×1 Fluminense (Estádio Serra Dourada)
22/10/2004 = Goiás 5×0 Ponte Preta (Estádio Serra Dourada)
21/09/2014 = Goiás 6×1 Palmeiras (Estádio Serra Dourada)

SÉRIE B
03/08/2012 = Ipatinga-MG 1×6 Goiás (Estádio Ipatingão-MG)
16/10/2012 = Goiás 5×0 Guarani (Estádio Serra Dourada)

Com apenas uma goleada avassaladora, por mais de 5 gols em competições nacionais, o Gigante da Fronteira marcou presença no nosso quadro na série C.

SÉRIE C
19/10/1998 = Itumbiara 7×2 Alvorada-TO (Estádio JK)


Bicampeão da Série C o Tigrão aplicou uma goleada humilhante apenas na terceira divisão, dentro desses critérios escolhidos por nós.

SÉRIE C
03/11/1993 = Vila Nova 7×2 Tocantinópolis-TO (Estádio Serra Dourada)

Qual foi dentre essas goleadas, a mais marcante torcedor?

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Festival Paralímpico, que seria realizado em três cidades goianas, é cancelado

Goiânia foi sede pela primeira vez no ano passado. (Foto: Willian Rommel/EG)

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) informou na última quarta-feira (22) o cancelamento do Festival Paralímpico de 2020. O evento, que seria realizado no dia 19 de setembro, ocorreria em Goiás nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis.

Conforme o CPB, a decisão se deve pela falta de uma previsão de retorno das atividades esportivas por conta do avanço da epidemia de Covid-19. Um novo edital para a edição de 2021 do evento será publicado.

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Esta seria a terceira edição do Festival, que começou em 2018, com 48 cidades. Na ocasião, Anápolis representou Goiás. No ano passado, o evento se expandiu para 70 sedes, com a inclusão de Aparecida e Goiânia, e atendeu mais de 10 mil crianças.

Entre as atividades praticadas estão: Futebol de Cinco, Arremesso de Disco, Arremesso de Peso, Salto em Distância e Bocha, são inclusivas. Em Anápolis, pelo menos 120 crianças e adolescentes com deficiência (PCD) seriam atendidos, além de 30 sem deficiência.

Apesar de ficar sem sediar o evento pela primeira vez em três anos, a cidade apoia a decisão do CPB. “Neste momento, numa atitude de responsabilidade com a saúde dos atletas, o Comitê Paralímpico Brasileiro cancela o evento. Neste momento de pandemia é impossível realizar o festival, para evitar o contágio”, disse o secretário de Esportes, Karim Abrahão.

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