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quinta-feira, junho 25, 2026
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Rodrigo Tabata se declara ao Goiás e revela sonho de encerrar a carreira no clube

Foto: Reprodução/Internet

A passagem de Rodrigo Tabata pelo Goiás durou duas temporadas (2004 e 2005) e ficou na memória dos esmeraldinos e no coração do meia. Em entrevista ao Transferfut, o jogador, que está com 39 anos, relembrou momentos especiais da carreira e revelou o desejo de encerrar a carreira no clube goiano.

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No bate-papo, Rodrigo Tabata destacou que mantém boa relação com Hailé Pinheiro, grande dirigente da história do Goiás – e atual presidente do Conselho Deliberativo -, além de comentar sua experiência atuando no exterior.

“Desde quando sai, a minha ideia era encerrar a carreira no Goiás. O tempo vai passando, a idade vai chegando. Eu penso que ficaria difícil, mas seria um sonho realizado encerrar minha carreira no Goiás”.

Em 2004, Tabata ajudou o Goiás a conquistar vaga para uma competição internacional pela primeira vez, a Copa Sul-Americana. No ano seguinte, foi peça fundamental na campanha que terminou com a terceira posição da Série A, o que garantiu uma inédita vaga para a Copa Libertadores da América. Após ótimo desempenho no Santos, se transferiu para o Gaziantepspor/TUR e Besiktas/TUR. Desde 2010, atua no Catar, no Al-Rayyan.

“É uma coisa engraçada, pois não fui nem campeão goiano, enquanto fui bicampeão paulista pelo Santos. Mas pelo Goiás nós chegamos a Libertadores, quando eu sai do time já tínhamos conquistado a vaga na Libertadores. É o time que me projetou para o cenário nacional e mundial que eu tenho um carinho muito grande. Tenho amizade com o Hailé, e também pelo carinho que a torcida sempre teve comigo. Tenho um carinho muito grande. Eu sou Goiás.”

O contrato de Tabata com o Al-Rayyan/CAT se encerra no dia 30 de Junho. Confira a entrevista completa em:

https://www.instagram.com/tv/CBi6kiPHR-a/?igshid=pdv59sp7erba

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De olho na Série A, Lucão ressalta importância de preparação para calendário apertado

Foto: Divulgação/Goiás EC

O atacante Lucão afirmou, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (19), que o Goiás precisa realizar uma boa preparação para suportar bem o provável calendário apertado que se imporá pela frente. Com a paralisação das competições, que já passa de 90 dias, as datas ficaram escassas com muitos jogos pela frente.

Uma das soluções aventadas para encaixar todas as demandas de calendário é realizar partidas a cada 48 horas. Já avaliando essa possibilidade, Lucão reforça a necessidade de se preparar da melhor forma possível.

– Fomos pegos de surpresa pela pandemia ainda no início da temporada. Isso dificulta, faz com que ainda tenhamos muitos jogos para disputar. Acho que vai ser um ano corrido, com pouco tempo de treinamento e muitas partidas e viagens. Vamos ver quais serão as soluções encontradas para ajustar o calendário ao tempo que resta. Apesar disso tudo, dessa correria, espero que o Goiás se prepare bem e que possamos ter uma temporada de vitórias – afirmou.

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No Goiás, Lucão espera ter mais espaço na Série A. No ano passado, pelo Fluminense, o atacante fez sua estreia na elite nacional, mas fez apenas seis aparições, todas saindo do banco de reservas. Segundo ele, no Verdão há a oportunidade de “estrear de verdade” no Brasileirão.

– Vai ser minha estreia de verdade na Série A. Entrei em alguns jogos ano passado pelo Fluminense, mas agora tenho essa oportunidade para mostrar meu trabalho e contribuir com tudo que tenho para ajudar o Goiás – pontuou.

Lucão ainda comentou sobre a ansiedade para retomar os jogos, mesmo que sejam amistosos. “Sobre Goianão ou volta com outro torneio amistoso, a gente quer jogar. Estamos loucos para voltar a trabalhar. Se voltar sem o Goiano, vamos jogar como se fosse oficial. Se for com o Goiano, jogar com tudo para conquistar mais um Estadual”, afirmou.

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Nicolas aprova eventual mudança no formato da Série A

Foto: Comunicação ACG

Uma das grandes dúvidas vividas no meio do futebol brasileiro atualmente é o retorno das partidas dos campeonatos regionais e nacionais. O primeiro torneio que retomou as atividades foi o Carioca, mas em âmbito nacional ou mesmo em Goiás, a volta é incerta.

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E em caso de retorno dos campeonatos nacionais, existe uma dúvida se o calendário seria capaz de suportar um Brasileirão com 38 rodadas. Há, inclusive, uma proposta da CBF para realizar jogos com apenas dois dias de intervalo. A sugestão gera debate e também críticas.

Em videoconferência, o lateral esquerdo do Atlético, Nicolas, comentou sobre o assunto e disse que antes de qualquer decisão tomada, o que tem que ser levado em conta que os atletas são seres humanos e poderão sofrer com isso:

 

E em meio a essa colocação, o atleta se mostrou favorável a uma possível mudança no formato de disputa na competição. Para muitos, essa seria uma melhor solução, evitando assim o grande desgaste dos jogadores e o grande deslocamento que essas equipes iriam realizar.

Um novo formato ainda é incógnita visto que a própria CBF não aprova a ideia, mas ainda não descartou totalmente. Sobre esse tema o lateral esquerdo se posicionou:

 

Nicolas ainda comentou sobre a possível competição amistosa entre os times do estado que têm calendário nacional. Goiás, Atlético, Vila Nova, Crac e Goianésia, disputariam um torneio de preparação para as competições nacionais, em caso de um possível retorno:

 

O Atlético lança hoje um novo escudo, às 19h, por meio de suas redes sociais. O Esporte Goiano irá realizar a cobertura do evento com transmissão ao vivo. Acompanhe-nos por aqui e pelas nossas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram e Youtube

 

 

 

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Vila Nova projeta até oito semanas para ter grupo em ritmo ideal

Foto: Divulgação/Vila Nova FC

O Vila Nova acredita que o elenco terá condições ideais de jogo daqui a seis ou oito semanas. A avaliação é do preparador físico Leonardo Bassotto, que concedeu entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (19) e detalhou a situação atlética do plantel nesse retorno aos treinos.

Segundo Bassotto, o mínimo para que se possa colocar o time em campo é quatro semanas. “Para a condição ideal, vamos precisar de seis a oito semanas”, afirmou.

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Ele frisou ainda que é importante, quando as competições voltarem, não sobrecarregar os atletas com jogos muito próximos. Bassotto cita que o tempo ideal de intervalo entre partidas seria de uma semana. “Teríamos tempo suficiente para recuperar nosso atleta e proporcionar uma carga de treino relevante que o faça crescer em seu potencial”, destacou.

O plantel colorado ficou parado por cerca de 90 dias. Lidar com atletas com esse período de inatividade não é novidade para Bassotto, mas a restrição de outras atividades físicas em academias e até mesmo nas ruas é inédito para o preparador. “Não temos um precedente para fazer um comparativo. Ainda estamos fazendo avaliações de todos os aspectos para entender melhor como cada um chegou”, pondera.

O preparador informou que praticamente todos retornaram acima do peso que estavam à época da paralisação e destaca que as primeiras atividades serão para homogeneizar o grupo.

– A principal característica nesse retorno é a diferença entre eles. Não há uma homogeneidade no grupo. Antes de proporcionarmos uma carga excelente, a gente precisa colocar todos em um patamar similar, para que o impacto do trabalho não seja muito diferente entre eles – afirmou.

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Autódromo de Goiânia passa por melhorias durante paralisação

Caixa de brita visa dar mais segurança. (Foto: Divulgação/Seel)

Enquanto não há competições em disputado no Autódromo Internacional Ayrton Senna, a Secretaria Estadual de Esporte e Lazer (Seel) promove melhorias no espaço. Para dar mais segurança aos pilotos, duas caixas de britas estão sendo construídas em pontos estratégicos do circuito.

Conforme a Seel, os locais escolhidos para a adição das caixas de brita foram as áreas de escape das curvas 0 e 1. É nesses pontos que os pilotos costumam atingir maior velocidade, no fim da reta oposta e na reta principal.

– Essa medida tem uma importância muito grande, principalmente para o motociclismo, porque é quem corre mais risco em caso de acidente, quando se perde o controle na pista. A caixa de brita faz toda a diferença, funcionando como retenção, caso o piloto ultrapasse a área de escape – ressaltou o secretário Rafael Rahif.

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Neste ano, a piloto Indiana Muñoz morreu no autódromo, na 1ª etapa do Goiás Superbike, exatamente na curva zero do traçado. “Essa obra aumenta a segurança”, ponderou o secretário de Esportes e Lazer.

As caixas de brita têm uma camada de 25 centímetros de profundidade, que diminui a aceleração do veículo que a invadir e impede um choque com o guard-rail. “Há muito tempo milito no motociclismo e automobilismo em Goiás, e posso dizer que estamos realizando um sonho e atendendo uma reivindicação antiga da classe”, disse Roberto Boettcher, gerente da praça esportiva e ex-presidente da Federação de Motociclismo de Goiás.

Outras melhorias

Além da implantação das caixas de brita, o autódromo teve a pintura de fachadas da ala dos boxes, arquibancadas, muretas, áreas de cronometragem, cabines de imprensa e todas as outras.

Houve também pequenas reformas nos camarotes e na sala de transmissão. Foi feito trabalho de manutenção, como a roçagem, dentro do circuito e também na área externa.

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Médico do Vila Nova avalia retorno de atividades do clube com o atual cenário da pandemia

Foto: Comunicação Vila Nova FC.

Na manhã de terça-feira (16) o Vila Nova Futebol Clube retomou suas atividades, após mais de 90 dias parado, devido a pandemia do coronavírus. Jogadores, comissão técnica e funcionários do clube estão voltando em pequenos grupos, para evitar assim aglomerações de pessoas.

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Na reapresentação do elenco do Vila o médico do clube, Dr. Thiago Caixeta, falou sobre como esta sendo essa volta, quais são as regras e conselhos dados para os atleta, além de analisar a atual situação do clube, bem como da cidade.

 

O médico do clube também analisou o fator da volta dos treinamentos mesmo com o grande aumento de números de casos em Goiânia e no Brasil. Thiago mencionou que os cuidados tomados pelo clube são tomados a risca o que propicia a maior segurança nos treinos, nessa primeira etapa de liberação das atividades.

 

Muito tem se discutido sobre o porque dos clubes de futebol estarem adotando os testes de sorologia, que para a OMS não é 100% eficaz, em detrimento ao PCR, que é o mais eficaz com a coleta de material na região nasofaringe.

Sobre isso, Thiago Caixeta comentou também sobre quais métodos o clube vai utilizar para a testagem de seus jogadores e funcionários.

 

Nenhum jogador do clube, nessa primeira checagem, foi testado positivo para a doença. Ao todo foram 40 pessoas do clube testadas nessa terça-feira (16), com 17 atletas, os demais jogadores do clube irão se apresentar semana que vem.

Sobre uma possível testagem positiva, numa checagem futura ainda no clube, o médico explicou quais procedimentos o atleta deverá tomar, bem como os medicamentos que poderá usar para aliviar os possíveis sintomas, num caso positivo.

 

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Jonh Lennon está de volta ao Vila Nova

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O Vila Nova anunciou, no fim da tarde desta quarta-feira (17), sua segunda contratação visando a sequência da temporada 2020. É o lateral-direito Jonh Lennon, de 28 anos. Revelado pelo próprio Tigre, estava no Juventude.

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Jonh Lennon surgiu no Vila Nova, em 2011, como volante. Porém, subiu atuando como lateral-esquerdo, a ponto de chamar atenção do Botafogo/RJ. Atuou ainda por Atlético/GO, na Série A 2013, Glória/RS, Sergipe, Cruzeiro/RS, Cruzeiro/MG, CSA/AL, Pelotas/RS, Operário/PR e Juventude. Na equipe gaúcha, marcou dois gols em onze partidas na temporada 2020.

Antes de Lennon, o Vila Nova anunciou o retorno de outro atleta formado nas categorias de base do clube. O meia Dudu, que estava no Jaraguá, já está integrado ao elenco.

Ficha técnica:
Nome Completo: Jonh Lennon Silva Santos
Idade: 28 anos
Data de Nascimento: 29/12/1991
Posição: Lateral-direito/volante
Altura: 1m78
Peso: 71 kg
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Recuperado da Covid-19, Marcelo Rangel revela como foi tratamento em casa

Foto: GO TV

Nos primeiros exames realizados pelo Goiás Esporte Clube, na volta aos treinamentos, três jogadores testaram positivo para o coronavírus Sars-CoV-2. O goleiro Marcelo Rangel revelou nesta quarta-feira (17) foi um dos atletas que contraiu a Covid-19.

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Com a detecção do patógeno o goleiro foi obrigado a se isolar durante 10 dias, seguindo todas as recomendações dos médicos do clubes na orientação sobre como se tratar. Em coletiva realizada na tarde de hoje, por meio de videoconferência, o goleiro explicou quais foram os métodos tomados por ele para conseguir a completa recuperação.

 

Também na coletiva, o arqueiro esmeraldino contou que contribuiu para a compra de cadeiras para a nova Arena Serrinha. Segundo informações do clube, a campanha, denominada Eternamente serei Goiás, alcançou na segunda a marca de 300 cadeiras vendidas. O clube espera vender 4.900, que é a capacidade total da nova ala leste.

O Goiás foi o segundo clube a voltar aos treinamentos. O time já realizou a segunda bateria de exames da Covid-19 e nenhum outro atleta testou positivo para a doença. O nome dos outros dois atletas que contraíram o vírus não foi revelado.

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Ferrareis torce por retorno do futebol: “Quanto antes melhor para a gente”

Foto: Comunicação ACG

Com mais de duas semanas de treinamento, após a liberação das atividades por meio da prefeitura de Goiânia, o Atlético e demais clubes de futebol seguem ainda sem um rumo para o futuro dos campeonatos no Brasil.

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O Atlético foi o primeiro da capital a se reapresentar e já realizou duas baterias de exames para a detecção do coronavírus, tendo apenas um caso da doença diagnosticado. O clube vem mantendo rigorosas regras de saúde dentro do clube, respeitando as regras impostas pelas autoridades.

Com a segurança oferecida pelos clubes, alguns atletas são favoráveis ao retorno dos campeonatos de futebol. O argumento do meia-atacante Gustavo Ferrareis, uma dessas vozes pela retomada, é que os atletas estarão protegidos:

 

O jogador ainda revelou como estão sendo os treinamentos durante esse período no clube e como os atletas vêem o retorno no futebol carioca, mesmo com a epidemia ainda em alta no Rio de Janeiro. Se esse panorama poderia influenciar a volta em outros estados:

 

Ferrareis ainda falou que é favorável a realização do torneio amistoso envolvendo o Goiás, Atlético, Vila Nova, Crac e Goianésia, que são os times que tem calendário nacional. Para o atleta seria importante a realização para as equipes já pegarem ritmo, em caso de retorno do futebol:

 

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Rensga vence a primeira no Circuitão e conquista título no CS:GO

(Foto: Divulgação)

A semana da Rensga Esports foi recheada de bons resultados. Primeiro, veio o título inédito da Liga Desafiante, que garantiu o acesso à Liga Dell de Counter Strike Global Offensive (CS:GO). Depois, na terça-feira (16), a equipe goiana venceu a primeira no Circuitão de League of Legends (LoL).

No CS:GO, os goianos retornam à Liga Dell. No início do ano, a Rensga havia conquistado o acesso com o vice-campeonato, perdendo apenas a final da Liga Desafiante. Uma reformulação, contudo, forçou um descenso. “Conseguimos fazer uma campanha ainda mais brilhante e conquistar esse título inédito na Desafiante”, comemora o manager André “Papel” Nunes. As disputas começarão em julho.

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No Circuitão, depois de uma estreia abaixo das expectativas e com muita ansiedade a reação veio e trouxe a primeira vitória. Na 4ª rodada, disputada na terça-feira (16), o time dominou o mapa, anulou as ações da Redemption Porto Alegre e com uma boa estratégia chegou ao Nexus com certa facilidade.

Na segunda-feira (15), porém, a Rensga foi derrotada pela Team oNe. Atualmente, a equipe de Goiás tem uma vitória e três derrotas no LoL.

O Circuito Desafiante de LoL começou no dia 8 de junho e segue até 15 de agosto – data da final torneio. Os jogos acontecem às segundas e terças-feiras e são transmitidos pelo TwitcdRioGameBrazie pelo YoutubdLoeSportBR.

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