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Marcelo Gaúcho vê evolução no Vila Nova e projeta participação na Copinha

Foto: Ildeu Iussef/EG

As atividades das categorias de base do Vila Nova, na temporada de 2020, terão início com a disputa da 51ª Copa São Paulo de Futebol Júnior. O Tigrão está no Grupo 16 e jogará a primeira fase na cidade de Embu das Artes (SP), enfrentando CRB-AL, Inter de Limeira-SP e Taboão da Serra-SP.

O desafio da equipe colorada é reverter as campanhas ruins da última década. Nas últimas dez edições do torneio, isto é de 2010 até 2019, o Vila Nova acabou eliminado: na fase de grupos em oito oportunidades (2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2017 e 2019); na segunda fase em uma ocasião (2018); na terceira fase em uma edição (2016).

Marcelo Gaúcho é quem terá a missão de guiar e ajudar o Vila Nova a reverter essa marca negativa da última década na Copinha. O treinador chegou ao clube no segundo semestre de 2019, para comandar o time colorado na disputa da Copa Goiás sub-20. Nesta competição, o Tigre foi eliminado nas quartas de final para a Anapolina e terminou em sexto lugar na classificação geral.

“Cheguei ao Vila Nova, vinte dias antes da Copa Goiás sub-20 e não tive tempo para trabalhar com o grupo tudo o que poderíamos. Haja vista que, já tinha de pensar no período competitivo. E agora, tivemos um tempo de trabalho e preparação para a disputa da Copinha, na minha opinião, não o suficiente, mas maior. Neste período ajustamos parte tática e física do jogadores, para que eles possam chegar com boas condições de competir e disputar em pé de igualdade com os adversários”, avaliou.

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De acordo com Marcelo Gaúcho, o trabalho tem sido feito demonstrando aos atletas a importância da competição. “Nesses dias de trabalho, percebi que os meninos tiveram uma melhora principalmente da questão tática. Esperamos fazer uma grande competição. Nosso primeiro objetivo é ganhar jogo a jogo, para estar passando de fase”, destacou.

Importância da Copa São Paulo

Marcelo Gaúcho irá participar da Copa São Paulo pela segunda vez. A primeira participação foi à frente do Goiás, no ano de 2012. No entanto, o treinador colorado sabe a relevância da competição no cenário nacional.

– No cenário nacional, se tratando de uma competição sub-20, pode se dizer que é uma competição de grande relevância, na qual vão estar presentes grandes profissionais com suas comissões. Além dos observadores técnicos de grandes clubes, que são uma oportunidade para o clube fazer algumas transações ou se não for fazer no momento, valorizar os jogadores da base para que possam, posteriormente, ingressar na equipe profissional – ponderou.

Além disso, Marcelo Gaúcho complementou dizendo a respeito da importância do torneio para os profissionais que trabalham com categoria de base. “Participar de uma competição desse peso, te traz muito conhecimento, por se tratar de um trabalho conjunto que começa nas categorias menores como o sub-13, até chegar no sub-20. Isso envolve conhecimento científico e um grupo de profissionais envolta do projeto”, opinou o treinador.

Filosofia de Jogo

A filosofia de jogo de Marcelo Gaúcho é “defender bem e atacar para definir o jogo”, porém isso não é tão simples. De acordo com o comandante do Vila Nova “é preciso formar jogadores aguerridos e que queiram vencer. Além de buscar atletas com perfil que entendam a parte coletiva, mas que individualmente venham fazer a diferença dentro de campo”, afirmou.

Além disso, para o treinador colorado é preciso olhar o histórico do clube a fim de potencializar o que há de melhor e recuperar algumas coisas que, talvez, hoje você não encontre tanto em campo quanto fora dele.

Vale destacar que em 2020, o Vila Nova irá para a sua 24ª participação da Copinha São Paulo. A primeira participação do time colorado foi no ano de 1974. Já a melhor campanha do Tigre foi no ano de 2005.

Confira os números do Vila Nova na Copa São Paulo de Futebol Júnior:
23 Participações: 1974, 1975, 1986, 1988, 1992, 1999, 2002, 2003, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019.
Melhores Campanhas: Oitavas de Final em 1975, 2003 e 2007; Quartas de Final em 2005.
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Em sua 7ª Copinha, Augusto César se vê mais maduro e promete Goiás ofensivo

(Foto: Willian Rommel/Esporte Goiano)

Há quase sete anos, Augusto César comandou o Goiás na campanha mais brilhante da história do clube na Copa São Paulo. Em 2013, na geração de Paulo Henrique, Clayton Sales, Lineker e Erik, o Verdão foi vice-campeão sob a batuta do então estreante em Copinhas.

De lá para cá, Augusto esteve à frente do Esmeraldino em outras quatro edições da principal competição de base do país, entre campanhas que pararam na fase de grupos e outras que foram até, no máximo, às oitavas. Na sua quinta participação como técnico, o profissional não apenas se vê mais experiente, mas também nota um futebol muito diferente daquele que era praticado há sete anos.

– O que muda é a mais a experiência. Conta muito o grupo que você tem. O grupo hoje é totalmente diferente do primeiro. O futebol mudou muito de 2013 para cá. Hoje as categorias de base são mais organizadas taticamente. Os adversários, mesmo os pequenos, já têm estratégia bem definidas. A base ficou muito profissional, com investimento muito grande. De lá para cá, não só eu mudei, mas o futebol também mudou muito – avaliou.

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Em 2020, a marca esmeraldina será a ofensividade. De acordo com Augusto, todo o trabalho de base é pensado para que os atletas se acostumem a um futebol propositivo.

– Eu já treinei time pequeno e você tem que trabalhar com o grupo que tem. Em times grandes como o Goiás, a filosofia é sempre impor o jogo. A gente planta isso. Os companheiros de comissão técnica dizem que eu tenho um grande defeito, que eu sou muito ofensivo. Mas se você está num clube grande, tem que trabalhar com essa filosofia. De maneira alguma é jogar de maneira reativa. Você procura impor o jogo. Trabalhando assim, você com certeza vai revelar jogadores com mais qualidade técnica e acostumados a impor a jogo – expôs o comandante.

Liberdade de esquema

Muitos clubes, no Brasil e no mundo, adotaram a estratégia de uniformizar padrões táticos desde a base até o profissional. No Goiás, os treinadores da base têm a liberdade de utilizarem seus sistemas e isso, de acordo com Augusto, é um fator fundamental na formação do atleta.

– Alguns clubes considerados grandes no Brasil fazem isso, mas eu sou totalmente contra. Cada treinador tem seu pensamento de jogo. Assim, os atletas não ficam vinculados a somente um sistema. Eles aprendem a jogar em vários sistemas. Sou contra essa moda de que, se o profissional joga de um jeito do sub-1 ao sub-20 você tem que jogar assim. Eu acho importante manter a filosofia do clube de jogar para a frente, mas acho errado a manutenção de só um sistema – comentou.

Elenco, cobrança e objetivos

A rotatividade na categoria sub-20 foi muito grande no último ano. O treinador lembrou que vários atletas estouraram a idade e outros, mesmo ainda dentro da faixa etária da Copinha, serão aproveitados no profissional, como o zagueiro Heron e os meio-campistas Figueira e Breno. Diante disso, o Verdão terá um plantel ainda mais rejuvenescido, com adições do sub-17, na Copa São Paulo.

– Nós jogamos o Campeonato Goiano com uma equipe e hoje temos outra na mão. Alguns, cerca de 10 atletas, estouraram a idade. Para preencher essas lacunas, tive que ir buscar atletas do sub-17. Estou indo com um time muito novo. Isso não quer dizer que o time não seja bom. Com esse time novo, tenho que ter um sistema que eu pressiono o adversário rápido e consiga voltar rápido. Estou adaptando isso para que consigamos surpreender os adversários na Copa São Paulo. Acredito bastante nesse time – ponderou.

Com investimentos cada vez maiores, a base também viu a cobrança crescer. No Goiás, Augusto César destaca que a pressão por resultados e desempenho não vem apenas da direção, mas da própria comissão técnica e também dos atletas.

– Essa cobrança é importante para que a gente procure estar sempre no máximo. Essa pressão também é a que os atletas vão encontrar quando estiverem no profissional. Quanto mais situações pudermos fazer esses jovens passar, melhor – opinou.

Em 2020, na sua quinta Copinha, Augusto sonha repetir o início e voltar à final. Ele, porém, sabe que o caminho é árduo. “A gente tem sempre procurado subir degraus. O que temos feito é buscar título. O primeiro objetivo é passar da primeira fase. Depois disso, vamos buscar o ápice, que é chegar novamente à uma final”, destacou.

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Em parceria com investidores, Anapolina define Jair Rabelo como diretor e fecha com técnico

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Depois de muito silêncio neste mês de dezembro, a Anapolina finalmente apresentou novidades para a próxima temporada. A Xata está muito perto de formalizar uma parceria com um grupo de investidores do Rio Grande do Sul. Com eles, virá Jair Rabelo, que trabalhará como diretor de futebol e já definiu Estevam Soares como técnico.

A negociação com os parceiros está por detalhes, conforme explicou o vice-presidente executivo do clube, Juarez César, em entrevista ao repórter Wagner Almeida, da Rádio Manchester. Além da montagem do time, os investidores pretendem fazer aportes para melhorias de infraestrutura e também na base.

– Posso dizer que 90% já está definido. Faltam pequenos detalhes para finalizarmos na negociação. O tempo urge, estamos em cima da hora para montar o time. O grupo foi nos apresentado pelo Jair Rabelo, que eles querem que seja o diretor de futebol. A intenção deles é de aplicar um bom capital para fazer um bom Goiano em 2020. Eles também têm a intenção de fazer melhorias no CT e na categoria de base – afirmou.

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O novo diretor de futebol, Jair Rabelo, já revelou que está acertado com Estevam Soares, e o profissional trabalha buscando peças para o elenco da Xata no mercado. Alguns atletas, conforme Rabelo, estão fechados para defender a Rubra na próxima temporada.

Estevam Soares comandará a Rubra em 2020. (Foto: Reprodução/Portuguesa).

O diretor de futebol da Anapolina ressalta que o trabalho com o grupo de empresários é duradouro e pretende levar a Xata de volta ao cenário nacional.

– Vamos fazer um trabalho a longo prazo, não faremos loucuras. Queremos fazer um grande Campeonato Goiano. Sabemos que é difícil, pois estamos muito em cima e os jogadores foram praticamente todos contratados, mas temos que correr atrás e montar uma grande equipe. O grupo que está vindo tem jogadores que foram versados em grandes clubes. Mas sempre lembrando que faremos um trabalho a longo prazo. Queremos colocar a Anapolina na Série B em três anos – disse.

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Vila Nova inicia reforma do OBA visando a temporada de 2020

Foto: Douglas Monteiro/Vila Nova

O Vila Nova iniciou, no dia 10 de dezembro, as reformas do Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA) a fim de receber o torcedor nas partidas de 2020. Entre os ajustes estão a construção de novos alojamentos com capacidade para 57 atletas, sendo cinco quartos para as categorias de base e onze quartos para o elenco profissional e comissão técnica.

Vale destacar que os dois vestiários tanto do Vila Nova quanto da equipe visitante, também estão em processo de modernização. Além disso, manutenções contínuas estão sendo feitas no gramado, inclusive nos cinco campos do Centro de Treinamento, e o piso da sede do clube será trocado, bem como o telhado e forro inferiores.

Para a profissionalização das categorias de base, serão construídas salas de estudo e de convivência. As concentrações do elenco profissional também contarão com uma sala de convivência para entreter os atletas.

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A ideia do departamento de Patrimônio do Vila Nova é deixar o estádio mais bonito e receptivo à torcida e as famílias coloradas. Por isso serão realizadas: uma pintura geral na sede administrativa e no próprio OBA, além da reforma dos bares já existentes e construção de novos.

Além dessas melhorias, o Vila Nova estuda a possibilidade de colocar tendas nas arquibancadas durante o Campeonato Goiano.

As reformas do OBA estão previstas para acabar até o dia 25 de janeiro, quando o Vila Nova fará o seu primeiro jogo como mandante na próxima temporada, diante do Jaraguá, pela segunda rodada do Campeonato Goiano.

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No primeiro desafio na pré-temporada, Jaraguá bate sub-20 do Atlético

Reprodução/Vídeo Nélio José

Em fase de preparação para disputar o Goianão pela primeira vez, o Jaraguá entrou em campo nesta segunda (23). No primeiro amistoso da pré-temporada, o Gavião da Serra bateu o sub-20 do Atlético por 2 a 1. A equipe da casa contou com gols de Lausen e Willian Paulista. Yan descontou para o time rubro-negro.

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O Jaraguá estreia no Goianão no dia 22 de janeiro, contra a Anapolina, em casa, no estádio Amintas Freitas. Comandado por Lucas Oliveira, o time iniciou a atividade desta segunda escalado com: Gabriel Félix; Levi, Jean Marlon, Robinho e Úrick; Renato Xavier, Derlei e Dudu; Bessa, Welington Nogueira e Lausen.

O Dragãozinho começou o jogo com: Gabriel; Luan, Michel, Danilo e Carlos; Ricardo, Eduardo, Cristhyan e Ronald; Gabriel e Yan. Foi o último desafio atleticano antes da Copinha 2020.

-> Em teste anterior, o time rubro-negro foi derrotado pelo sub-20 do Trindade

Dirigido por Raphael Miranda, o Atlético faz parte do grupo 03 da Copa São Paulo de Juniores. A estreia será contra o Dimensão Saúde/AL, às 15h15 de sexta (03). Enfrentará ainda Botafogo/SP e Assisense/SP.

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Vila Nova apresenta nova comissão técnica das categorias de base

Foto: Ildeu Iussef/EG

Nesta sexta-feira (23), o Vila Nova apresentou os membros da nova comissão técnica das categorias de base, que passa por um processo de reformulação.

O presidente Hugo Jorge Bravo anunciou o Conselho de Administração das Categorias de Base, composto por Olímpio Jayme Neto, João Pedro Ferro, João Victor Salazar, Francisco Azeredo e Júlio César Nunes. Os dois primeiros dos citados apresentaram as novidades.

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Os profissionais que se integram à equipe do departamento de futebol de base do Tigre são: Rafael Fernandes coordenador geral da base, Kássio Rocha treinador do Sub-17, Carlos Campioli preparador físico do Sub-20 e Leonardo Diniz preparador de goleiros das categorias Sub-13 e Sub-15.

“No primeiro momento, estamos fazendo um levantamento de toda situação do clube, com reuniões periódicas com toda direção. Após as primeiras competições do ano, sentaremos e reavaliaremos os elencos. A partir daí, traremos atletas e vamos começar, de fato, a agir”, destacou Rafael Fernandes, que deseja ajudar o Tigre a conseguir o certificado de clube formador da CBF até agosto.

Kássio Rocha foi outro que falou sobre os objetivos da nova comissão da base. “Sou cria do Vila Nova e irei me dedicar muito para ajudar o clube a se destacar na revelação de atletas, subindo de 10 a 15 atletas para o profissional, além de conseguir vender os atletas”.

Saiba mais dos profissionais das categorias de base:

Rafael Fernandes, 37 anos, é formado em Educação Física, teve passagens pelo Internacional e Figueirense. No time gaúcho, entre 2014 e 2017, foi diretor de futebol das categorias de base Sub-14 e Sub-15 e observador técnico responsável pela região Centro-Oeste. Na equipe catarinense, foi observador técnico e supervisor das categorias de base em 2018.

Kássio Rocha, 27 anos, começou a carreira no futebol como jogador das categorias de base do Vila Nova. Em 2019, foi auxiliar técnico da equipe Sub-20 do Trindade e posterior treinador do Sub-17, no qual foi campeão goiano e da Taça Mané Garrincha.

Carlos Campioli, 27 anos, formado em Educação Física pela Universidade Federal de Goiás, pós-graduado em preparação física e fisiologia do exercício e certificado pela CBF também no curso de preparação física. No futebol, teve passagens extensas pela Ovel e pelo Trindade.

Leonardo Diniz, 24 anos, como jogador teve passagens pelo Vila Nova e iniciou como preparador de goleiros no próprio Tigre, em 2015. Por último, estava no Cabo Verde Esporte Clube (equipe de Aparecida de Goiânia).

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Áudio: Presidente da FGFS relembra temporada e espera avanços em 2020

O presidente da Federação Goiana de Futebol de Salão (FGFS), Murilo Macedo, avaliou a temporada de 2019. Em entrevista ao Esporte Goiano, o mandatário abordou vários aspectos que permearam o ano, como casos de violência repetidos, as participações goianas na Taça Brasil, entre outros.

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Para 2020, apesar das já previstas dificuldades, Macedo espera crescer. A FGFS sonha com o retorno de uma equipe goiana à categoria adulto da Taça Brasil e, especialmente no feminino, quer ter mais participantes nas competições estaduais. O presidente também revelou que um grande evento de futsal deve ser realizado em Anápolis no próximo ano. Embora a Secretaria de Esportes da cidade e a própria federação não confirmem, existe o desejo e um princípio de negociação para trazer a Seleção Brasileira.

Ouça a entrevista com o presidente da FGFS na íntegra:
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Áudio: Técnico avalia início do Basquete Anapolino e projeta estreia no Brasileirão

Em entrevista exclusiva ao Esporte Goiano, o técnico e gestor do Basquete Anapolino, Moisés da Silva, avaliou os primeiros meses da equipe, já com o título do Campeonato Goiano, e projetou a primeira temporada das águias no Brasileirão da CBB.

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O comandante auriazul também falou sobre os atrasos em repasses do Torcida Premiada, que levaram ao atraso de duas folhas na equipe, e reforçou a busca por novos patrocinadores. O futuro da agremiação, mantida, por ora, somente com recursos da gestão municipal, também foi tema.

Ouça a entrevista exclusiva com o homem forte do Basquete Anapolino

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Anápolis terá 12 atletas na disputa da São Silvestre

Foto: Carlos Pasti/Sec. Esportes/Pref. Anápolis

A cidade de Anápolis terá 12 representantes na 95ª edição da São Silvestre, tradicional corrida realizada em São Paulo, no dia 31 de dezembro. Os três melhores colocados nos naipes masculino e feminino, nas provas de 5km e 10,5km da Minimaratona 31 de julho receberão ajuda da Prefeitura para competir.

Os atletas foram beneficiados com a logística, num pacote que inclui 24 passagens aéreas (ida e volta), hospedagem em hotel próximo ao local da corrida, além da alimentação.

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Em nome dos atletas, Janete Gomes Barbosa disse que o esporte anapolino merecia este reconhecimento. “São 25 anos representando Anápolis. Quando você está concluindo a prova, que você sente aquela linda música que sempre toca no final, é de arrepiar’’, lembrou.

O profissional de Educação Física e diretor administrativo da empresa Finalize, Adalberto Castro Dourado, vai acompanhar os atletas a São Paulo. Segundo ele, a saída dos representantes anapolinos acontece na madrugada do dia 30 dezembro, no Ginásio Internacional Newton de Faria, e em Brasília embarcam às 6h55 e chegam a São Paulo às 9h.

Em seguida, a delegação vai ao Anhembi, para retirada dos kits dos atletas. No dia 31 o café da manhã no hotel será às 5h. A saída para o local da largada será às 5h30. O embarque para Brasília está marcado para às 15h30 e a chegada em Anápolis às 19h.

Atletas

1 – Nilson Pedro Penha (JD Alexandrina)
2 – Rodrigo Roberto de Oliveira (Alto Nível)
3 – Isaac Mendes Davanzo (Alto Nível)
4 – Rosângela Gomes de Moraes (Unimed)
5 – Rainara Brito da Silva Santos (Azápolis/UniEvangélica/Fisiofort)
6 – Janete Gomes Barbosa (Shorikan)
7 – Regiane Braga de Souza (Shorikan)
8 – Juliana Augusta Barbosa dos Santos (Correndo com Pedro)
9 – Maria Edneide Vitoriano da Silva (JD Alexandrina)
10 – Wendel Hebio da Conceição (Shorikan)
11 – Jesse Rodrigues de Paula (Shorikan)
12 – Emanuel Fernandes Lima (Anápolis/UniEvangélica/Fisiofort)

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Lateral ex-Goiás vive a terceira experiência internacional na carreira

Foto: Print/Youtube

Em 2014, o Goiás enfrentava problemas financeiros. Não havia condições para investir em grandes contratações. Buscou no mercado peças promissoras, mas de pouco prestígio no cenário nacional.

O lateral-esquerdo Lucas Lima foi uma delas. Veio por empréstimo junto ao Botafogo-RJ. Antes de deixar a Estrela Solitária, havia disputado duas partidas no Campeonato Carioca, ainda em janeiro. Com apenas 22 anos, assumiu a titularidade com a camisa 6 esmeraldina. Disputou 33 jogos, marcou 1 gol e fez 2 assistências naquele ano. Lembra dele? Atualmente, defende do Al-Ahli Jeddah da Arábia Saudita.

Foto: Divulgação/Goiás EC

Lucas Lima iniciou a temporada 2019/2020 no Nantes da França. Em agosto deste ano, o Al-Ahli Jeddah comprou o brasileiro por 6 milhões de euros. Desde então, são 8 jogos realizados pela equipe saudita. Tem 1 gol e 1 assistência.

Acompanhe a seguir lances de Lucas Lima pelo Al-Ahli Jeddah

Lembra deles?
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O gaúcho de 28 anos e 1,79 m pode atuar também de meia-armador ou nas pontas. Está avaliado em 6,5 milhões de euros pelo Transfermarkt. Vive a terceira experiência internacional na carreira. As duas anteriores foram em Portugal, pelo Arouca, e França, no Nantes.

Veja o gol de Lucas Lima pelo Goiás

09/03/2014 —> Goiás 1×1 Atlético-GO. Estádio Serra Dourada em Goiânia-GO. 13ª rodada do Campenato Goiano. O lateral empatou aos 46 do segundo tempo.

Ficha técnica:
Nome completo: Lucas Pedro Alves de Lima
Data de nascimento: 10/10/1991
Local de nascimento: Estação/RS
Clubes: Criciúma/SC, Internacional/RS, Paraná/PR, Botafogo/RJ, Goiás/GO, ABC/RN, Arouca/POR, Nantes/FRA e Al-Ahli Jeddah/SAU.
Títulos: Campeão Gaúcho (2012) e Carioca (2013).
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