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segunda-feira, setembro 21, 2026
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Vila Nova anuncia contratação do vice-artilheiro do Campeonato Paranaense

Foto: Diego Menegon/Cianorte FC

O Vila Nova anunciou na tarde deste domingo (2) a contratação do atacante Rodrigo Alves, conhecido como Pelezinho. O atleta estava no Cianorte e figura na lista de artilheiros do Campeonato Paranaense deste ano, com cinco gols, empatado com outros três atletas.

No Leão do Vale, Rodrigo foi treinado por Bolívar, que hoje comanda o Vila Nova. Na equipe paranaense, foram 15 partidas em 2020. O atleta chega por empréstimo junto ao clube do Paraná até o fim da Série C.

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Rodrigo Alves tem 24 anos e fez grande parte da carreira no futebol da região Sul. Além do Cianorte, ele defendeu Apucarana Sports, Grêmio Araponguense, Brusque, Marcílio Dias, Chapecoense e Brasil de Pelotas. O atacante também já jogou pelo Bahia.

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Ficha técnica:
Nome completo: Rodrigo Alves da Cruz
Apelido: Pelézinho
Idade: 24 anos
Local de nascimento: Assaí/PR
Altura: 1,71m
Clubes: Apucarana Sports, Cianorte, Grêmio Araporanguense, Brusque, Marcílio Dias, Chapecoense, Tubarão, Bahia e Brasil de Pelotas
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Ratinho ganha elogios de Ney Franco e pode aparecer como titular contra o São Paulo

Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC

O volante Ratinho ganhou pontos com o técnico Ney Franco durante a preparação para o Campeonato Brasileiro. Na coletiva após a derrota para o Cuiabá, o comandante alviverde elogiou o meio-campista e não descartou utilizá-lo como titular diante do São Paulo.

– O Ratinho é um jogador que começou a temporada como a quinta, talvez a sexta opção no setor de meio campo. Mas com os treinamentos e os jogos nos quais atuou, ele soube aproveitar as oportunidades. Dentre todos os jogadores que tiveram oportunidades nesses amistosos, sem dúvida nenhuma o Ratinho é um desses jogadores que está aproveitando. Então, é um jogador que existe uma possibilidade real de começar jogando na estreia do Campeonato Brasileiro, contra o São Paulo – declarou.

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Ney afirmou que sai frustrado com o resultado do amistoso, mas pondera que jogos como os de sábado (1) servem para “criar situação e para oportunizar” atletas que, como Ratinho, têm menos espaço no elenco.

O técnico esmeraldino também afirmou que pode fazer até quatro mexidas na equipe principal. Durante a coletiva, Ney citou que Daniel Bessa e Victor Andrade, que atuaram no meio, estão abaixo do nível físico ideal por conta da longa inatividade, mas não informou quem poderia entrar ou sair do time.

– É uma equipe que, no jogo contra o São Paulo, pode ter talvez três ou quatro mudanças em relação à que entrou jogando hoje (contra o Cuiabá). Mas também não posso falar isso com certeza, porque temos as sessões de treinamento. O certo é que a equipe deu algumas pistas de detalhes que têm que ser corrigidos, principalmente esse detalhe ofensivo e também a parte física – pontuou.

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Anthony nega propostas e se diz focado no Galo

Foto: Rômulo Fofão/Goiânia EC

O volante Anthony foi um dos destaques do Goiânia no primeiro semestre. Após a paralisação do Goianão, houve boatos de que outros clubes estariam interessados no meio-campista, incluindo rivais locais, como Atlético e Vila Nova. No entanto, conforme o atleta, nenhuma proposta se concretizou.

– Não chegou nada para mim. Ouvi as pessoas falarem que chegaram propostas, mas não estou sabendo de nada. Estou trabalhando com objetivo de levar o Goiânia à Série C. Se aparecer proposta, vou conversar com meu pai, que cuida da minha situação. Enquanto isso, continuo focado aqui – afirmou.

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Focado no Goiânia, Anthony participa da preparação para a Série D desde o dia 13 de julho. De lá para cá, a equipe fez um jogo-treino com o Atlético e um amistoso contra o Brasiliense, com resultados bem distintos.

Diante do rival, o Galo foi goleado por 6 a 0. Contra o Jacaré, ficou no empate sem gols. Para Anthony, a “postura mudou contra o Brasiliense e a equipe se comportou melhor”.

O time alvinegro não divulgou mais testes agendados. A estreia na Série D será em setembro, com rival e data ainda a definir.

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Pandemia, retomada da temporada e mudanças na regra: a situação dos árbitros de futebol

Arte: Ildeu Iussef/EG

No começo do mês de agosto está prevista a retomada das competições nacionais. Foram pouco mais de 4 meses sem a realização de nenhuma partida ou competição nacional, por conta da pandemia de Covid-19.

 

Nesse período, muito se discutiu e falou a respeito da situação dos clubes e jogadores. Porém, pouco ou quase nada foi falado a respeito da situação dos árbitros de futebol. O Esporte Goiano então consultou as entidades responsáveis pela arbitragem no estado de Goiás.

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O futebol goiano possui um total de 134 árbitros e, destes, 24 estão aptos a atuar em partidas de competições com chancela da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Os presidentes do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de Goiás (SAFEGO), Luciano Joka, e da Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol de Goiás (CEAF/GO), Júlio César Mota, relataram como foi o suporte à categoria nos quatro meses de paralisação.

De acordo com Joka, o SAFEGO, que é um sindicato filiado à Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (ANAF), prestou, dentro das limitações, auxílio aos profissionais de arbitragem no período sem futebol.

“O SAFEGO, dentro de suas limitações, criou um gabinete social, com membros associados que se dispuseram a auxiliar no trabalho de ouvir os árbitros e identificar necessidades. Ao mesmo tempo, buscou parceiros para doações de cestas básicas, produtos de higiene e, na medida do possível, valores financeiros para amparar aqueles que apresentaram dificuldades neste momento, resguardando o sigilo e sem expô-los”, declarou.

A CEAF/GO, conforme explica Júlio César Mota, ofereceu suporte no pilar técnico, físico e mental. Houve trabalhos específicos voltados para cada uma dessas áreas, inclusive com participação de especialistas.

“Durante esse período os árbitros realizaram alguns testes, participaram de vídeo-aulas e vídeo-testes, no que diz respeito ao pilar técnico. Já no pilar físico, o professor Gustavo Almeida atendeu cada profissional, individualmente; de tal maneira que o pessoal fazia as atividades prescritas e repassava ao professor os resultados coletados. Também, fizemos o acompanhamento no pilar mental, por meio da doutora Marta Magalhães, psicóloga da arbitragem da CBF; com a ajuda das profissionais da área que trabalham conosco, realizaram um trabalho com os chamados grupos de pertencimento”, relatou.

Sobrevivendo à pandemia

O calendário das competições nacionais será retomado em breve, após pouco mais de 4 meses de paralisação. O Esporte Goiano ouviu três árbitros goianos sobre a rotina sem futebol.

Foto: André Borges/CBF

Aos 40 anos de idade, o assistente quadro FIFA,  Fabrício Vilarinho da Silva trabalhou em 35 jogos da CBF em 2019. Foram 24 pelo Brasileirão – sendo um como AVAR -, um pela Série B, sete na Copa do Brasil, dois da Série D e um pela Série C.

Em entrevista ao EG, o profissional relatou como foi lidar com a ausência do futebol e manter a saúde mental.

“Primeiro tive total suporte familiar. Tivemos todo apoio das instituições. A CBF e FGF possuem psicólogas que mantiveram atividades via aplicativos além de literatura específica do pilar mental. Fiz vários cursos online e li muitos livros. Lógico que a atmosfera da partida é algo mágico porém somos prestadores de serviço, ou seja, sem jogos, sem renda! Essa ansiedade tivemos que superar e manter o equilíbrio mental”, disse.

Fabrício Vilarinho conseguiu manter o condicionamento físico em dia, com o auxílio da Comissão Estadual e Nacional de Arbitragem.

“A maioria dos treinos fiz em casa, respeitei as orientações governamentais do distanciamento social. Os treinamentos foram realizados seguindo à risca as planilhas físicas da FGF (prof. Gustavo Almeida), da CBF (prof. Paulo Camelo) e da Conmebol/FIFA (prof. Sílvio Aguinaga). Mantive um rigoroso controle nutricional. Até perdi peso nessa quarentena e agora com a liberação do decreto para as academias vou intensificar ainda mais o ritmo, pois a volta dos campeonatos nacionais já tem data marcada”, afirmou.

Foto: André Borges/CBF

Bruno Raphael Pires, 34 anos, assistente do quadro FIFA, trabalhou em 27 partidas da CBF na temporada de 2019. Foram 19 jogos pelo Brasileirão – sendo um como AVAR -, um na Série B, dois da Série D e cinco pela Copa do Brasil.

O árbitro assistente falou como fez para lidar com a ausência do futebol e manter a saúde mental.

“Mesmo com a ansiedade pela volta dos jogos sempre procurei ocupar a mente e realizar atividades que, quando estamos com as rotinas de viagem, muitas vezes ficam difíceis de realizar: tempo com maior qualidade para família, alguns cursos online relacionados ao meu trabalho na Secretaria de Saúde, além dos trabalhos e cursos voltados para arbitragem”, disse.

Bruno Pires revelou que cuidou do seu condicionamento físico, em um primeiro momento sozinho, mas depois passou a contar com a companhia dos colegas de arbitragem.

“No início, estava realizando treinamentos funcionais e correndo em uma praça ao lado de casa. Depois conseguimos – Wilton Sampaio, Fabrício Vilarinho e eu -; um apoio e parceria com a ASSEGO (Associação dos Subtenentes e Sargentos do Estado de Goiás), através do amigo, Paulo César Almeida, que também é árbitro. Então, passamos a realizar nossos treinamentos na ASSEGO, respeitando todas as medidas preventivas necessárias. A ASSEGO conta com uma ótima estrutura e nos proporcionava todas as condições para realização dos treinamentos que sempre eram prescritos pelo professor Gustavo Almeida, profissional de Educação Física da FGF”, relatou.

Foto: Miguel Locatelli/Athletico PR

André Luiz de Freitas Castro, árbitro da categoria MASTER, trabalhou em 35 partidas da CBF na temporada de 2019. Foram 22 jogos pelo Brasileirão – sendo 10 como VAR e 8 AVAR -, quatro pela Série B, um pela Série C, sete pela Copa do Brasil e uma pela Copa Verde.

 

O profissional revelou como fez para lidar com o isolamento social e, claro, cuidar da saúde mental.

“Ficar em casa esse tempo todo não é nada fácil. Tanto eu quanto a minha esposa começamos a trabalhar online em casa. A palavra chave foi adaptação, resiliência, calma para esperar as coisas passarem. Bons filmes e boas séries. Mas a cabeça está boa, sem se envolver muito com noticiários, e, principalmente, com notícias falsas”, disse.

Aos 46 anos, André Luiz Castro que é um dos árbitros mais experientes do quadro da CBF, relatou como fez para manter a parte física em dia: “Por incrível que pareça o aspecto físico, pelo que converso com alguns amigos e colegas, foi diferente nessa quarentena. Pois estando ‘preso em casa’, tivemos mais tempo de cuidar. Eu sempre procurei cuidar bem do meu corpo. Então, continuei fazendo diariamente uma atividade física que é correr na rua de madrugada. Já a parte de lapidação do CORE e fortalecimento, principalmente, dos membros inferiores fiz em casa”.

Suporte financeiro da CBF

No futebol brasileiro, os profissionais de arbitragem só ganham dinheiro quando estão trabalhando. Ou seja, recebem por partidas apitadas. Como dependem de ser sorteados pela federação, em alguns casos, pode ser que um árbitro passe todo um mês sem ser remunerado.

Em virtude disso, nesse período de pandemia a CBF concedeu um auxílio financeiro diretamente aos árbitros e assistentes que pertencem ao quadro nacional, em função da paralisação do futebol no Brasil.

Segundo os árbitros, houve a antecipação de 3 taxas de partidas referente aos meses de abril, maio e junho. Além disso, a CBF fez dessa antecipação uma doação a todos os árbitros do quadro da instituição. Na opinião dos profissionais de arbitragem do futebol goiano, a ação promovida pela CBF e a Comissão Nacional de Arbitragem, deve ser parabenizada e reconhecida como “um marco para a classe arbitral”.

As novidades na regra do jogo

O futebol será retomado com uma série de modificações nas regras do jogo (clique aqui e confira), que foram promovidas pela International Football Association Board (IFAB) – órgão responsável pela regulamentação das regras do esporte desde 1886, sendo anterior à própria FIFA, criada em 1904.

O conhecimento e o entendimento da regras do futebol e das atualizações, constituem um instrumento fundamental de formação e aprimoramento para os profissionais da arbitragem e de informação para todos os que acompanham o esporte.

Por isso, nesse período os árbitros participaram de inúmeros cursos e palestras de atualizações tanto da CBF quanto da Conmebol e da FIFA. De acordo com os entrevistados, foram momentos não só voltados para alterações na regra. Mas, também para aproximação de critérios da arbitragem, a fim de que os profissionais possam estar prontos quando reiniciarem as competições.

Nesse sentido, André Luiz Castro ressaltou que o único problema da arbitragem brasileira será o ritmo de jogo: “Pela primeira vez fizemos uma pré-temporada online. Desde o mês de abril, a CBF vem nos abastecendo através do portal, no qual cada árbitro tem um acesso individual, com vídeos, orientações sobre as mudanças na regra. Então, acredito que o único problema tanto da arbitragem quanto dos jogadores será o ritmo de jogo”.

Segundo André, a capacitação oferecida em 2020 pela Comissão Nacional de Arbitragem foi melhor que nas temporadas passadas.

 

VAR Brasil

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O sistema do árbitro assistente de vídeo, mais conhecido como VAR (na sigla original em inglês), começou a ser utilizado em competições da CBF nas quartas de final da Copa do Brasil de 2018, no duelo entre Santos e Cruzeiro.

O uso do VAR tem como lema “interferência mínima, benefício máximo”. A utilização da tecnologia visa diminuir erros claros nas seguintes situações: gol/não gol; identificação equivocada; penalidade/sem penalidade e cartão vermelho direto.

Em 2019, a Série A do Brasileirão foi o primeiro campeonato da América do Sul a adotar o VAR. A tecnologia foi utilizada nas 380 partidas da primeira divisão do Campeonato Brasileiro.

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O árbitro Wilton Pereira Sampaio, da FGF, é apontado como referência na utilização da tecnologia. O profissional de 39 anos de idade, foi um dos 13 árbitros escolhidos pela Fifa para trabalhar no VAR durante a Copa do Mundo de 2018, disputada na Rússia.

Os colegas de profissão de Wilton Pereira Sampaio, comentaram a respeito do uso da tecnologia no futebol e como isso impactou a atuação da arbitragem dentro de campo.

“Como todo projeto o VAR precisa evoluir em muitos aspectos. Mas isso será possível com a prática, quanto mais oportunidades maior será o avanço. Para uma primeira temporada e justamente na principal divisão do futebol brasileiro o VAR cumpriu com excelência sua função: legitimar o resultado da partida.
Em relação a mudança no trabalho do árbitro no campo de jogo tivemos que adaptar nossa metodologia de trabalho sem perder nossa essência que é tomar a decisão. Por protocolo em alguns lances temos que esperar a conclusão da jogada para tomar a decisão, assim, caso seja equivocada, o VAR poderá corrigir”, afirmou Bruno Pires.
Foto: Fernando Torres / CBF
“O VAR é uma ferramenta eficaz para o futebol, pois mantêm a justiça e a legitimidade do resultado. Somos imperfeitos apesar das duras cobranças. Existem situações em campo que é extremamente difícil uma decisão precisa. Hoje brigamos com os milímetros. O VAR é uma tecnologia sem volta. Sou favorável que cada vez mais os recursos tecnológicos sejam inseridos no futebol.
Para nós dentro de campo houve algumas adaptações em respeito aos protocolos do uso do VAR. Porém sem prejuízo em nenhum aspecto. A CBF e a Conmebol sempre oferecem cursos de aprimoramento tecnológico para os árbitros. Esse treinamento é essencial”, declarou Fabrício Vilarinho.
Foto: Lucas Figueiredo/CBF
“O VAR no ano passado foi muito questionado, mas tem que lembrar que essa tecnologia foi uma grande novidade para todos. No começo do campeonato tinha muita interferência em lance de interpretação. Mas no fim da competição já houve melhora nisso. Então, é uma coisa que a gente tem de ser justo. Em 2019 não vimos lances de gol marcado em posição de impedimento, gol mal anulado, gol de mão, pênalti marcado fora da área. Se formos prestar atenção, até os próprios jogadores começaram a entender que tudo estava sendo checado.
Neste ano, antes da pandemia, fizemos uma pré-temporada  com bastante instrução sobre o VAR. Há cerca de duas semanas, tivemos dois treinamentos online com instrutores da FIFA de orientações sobre a tecnologia. A tendência para 2020 é que seja bem melhor que o ano passado, pois estamos mais cascudos. A gente tem que lapidar para que demore menos na análise de alguns lances.
O árbitro dentro do campo, querendo ou não, se sentiu mais seguro. Ele sabe que não vai decidir mais o resultado de uma partida com um erro de arbitragem, igual aconteceu, de forma injusta, nos outros anos. Tenho certeza que o futebol ficou mais justo.
E o árbitro tem que apitar o jogo como se não existisse o VAR. O VAR dele é o plano de saúde, tem ele pra não usar. Mas se no caso for preciso usar, ele esta lá”, analisou André Luiz Castro.

A temporada de 2020…

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Sem dúvidas, o ano de 2020 ficará marcado na história da humanidade e do esporte: pelo enfrentamento há meses de uma pandemia de coronavírus e as inúmeras adaptações realizadas para a prática do futebol.

Por influência deste cenário, a CBF elaborou uma Diretriz Técnica Operacional para Retorno das Competições (clique aqui para conferir).

O documento de 60 páginas regulamenta os conceitos definidos pelo Guia Médico de Sugestões Protetoras para Retorno às Atividades do Futebol Brasileiro (clique aqui e confira); e tem por objetivo: informar e esclarecer sobre os protocolos que devem ser usados ​​nas competições organizadas pela CBF, incluindo os detalhes da operação das partidas.

Em Goiás, o SAFEGO com o apoio da FGF realizou a testagem de Covid-19, do quadro de árbitros associados a entidade. O objetivo é identificar os profissionais que contraíram o novo coronavírus, mesmo assintomáticos.

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Taça Brasil de futsal sofre novos adiamentos; veja as datas

Foto: Base.com

Com a persistência das restrições para combater a epidemia de Covid-19 em vários estados do país, a Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS) adiou novamente a Taça Brasil de 2020.

As competições que envolvem equipes goianas serão realizadas apenas no início do próximo ano. No sub-15, a Arena está na elite e entrará em quadra entre 17 e 23 de janeiro, no Recife.

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Em março, o Goiás Esporte Clube joga a divisão especial em duas categorias. Primeiro, de 28 de fevereiro a 3 de março, os esmeraldinos vão a Fortaleza atuar pelo sub-11. Depois, em João Pessoa, o Alviverde entra em quadra pelo sub-9, entre 14 e 20 de março.

O Anápolis 31 de julho é o representante na 1ª divisão do sub-20, mas pode conseguir vaga na especial caso haja desistência. A categoria tem suas competições em novembro, de 8 a 14 para a 1ª divisão e de 22 a 28 na elite.

O estado também teria representação na divisão especial do sub-17, mas a Arena abriu mão da vaga. No sub-7, a vaga pertence ao Jaó, que passa por uma reformulação e ainda não definiu o futuro. A vaga do sub-13 também é da Arena. No adulto, Corumbaíba não participará. Apesar dos detentores serem conhecidos, a FGFS afirma que tudo está indefinido, por conta das restrições sanitárias e financeiras das equipes.

Veja as novas datas das competições da CBFS

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Vila Nova planeja a criação de equipe de E-Sports

Foto: Comunicação/Vila Nova

Diretor de marketing do Vila Nova, Murilo Reis participou de uma live do Esporte Goiano na noite de quinta-feira (30). Entre os temas, foi questionado sobre a possibilidade de criação de uma equipe de E-Sports. Além de se mostrar favorável, detalhou projetos do clube colorado sobre o assunto.

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Nos último anos o cenário dos games cresceu bastante no Brasil. Em virtude disso, alguns clubes de futebol perceberam essa mudança do público local e passaram a investir em equipes de E-Sports. No Vila Nova não será diferente, como afirmou o dirigente colorado.

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“Os E-Sports é uma das estratégias para este ano. Já temos uma conversa bem encaminhada. Só que não queremos fazer um E-Sports de cessão da marca. Eu vejo esse cenário como uma fonte de renda para o clube. Quero um E-Sports que seja do Vila, gerido por um departamento exclusivo e que seja um braço do clube. Espero que o Vila Nova ganhe dinheiro com os E-Sports. É totalmente possível, pois já existem diferentes competições que pagam premiações maiores que as do futebol. Estamos preparando algo que sustentável e seja rentável ao Vila Nova”, afirmou Murilo Reis, diretor de marketing do Tigre.

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FGTKD promove festival de parataekwondo virtual em agosto

Arte: Divulgação/FGTKD

A Federação Goiana de Taekwondo (FGTKD) promove no dia 16 de agosto o Festival Goiânia Open de Parataekwondo Virtual. Conforme a entidade, esta será a primeira competição nestes moldes durante a epidemia de Covid-19 no Brasil.

O festival começará às 9h, com transmissão no Facebook e YouTube. O evento é aberto a todos os praticantes de taekwondo portadores de deficiência. Até este fim de semana, além de Goiás, atletas de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso já estavam confirmados.

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De acordo com mestre Fausto, responsável pelo departamento de parataekwondo da FGTKD, a ideia é promover a inclusão social. “Infelizmente, nessa pandemia, a grande maioria de praticantes com deficiência estão sem treinar, pois são do grupo de risco e os pais ficam inseguros”, afirma.

Ele revela que cerca de 50 para-atletas já estão confirmados, sendo aproximadamente 15 de Goiás. Haverá disputa na categoria Poomsae e na Demonstração, aberta exclusivamente para este evento. O Kyorugui, por envolver contato, ficou de fora. Os participantes vão gravar e enviar vídeos, que serão apreciados pelos analistas.

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Ney Franco reconhece setor ofensivo abaixo da expectativa em último amistoso

Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC

No último amistoso em preparação para a disputa da Série A do Campeonato Brasileiro, o Goiás acabou derrotado por 2 a 0, pelo Cuiabá. Apesar de apontar alguns pontos positivos, o técnico Ney Franco reconhecer o desempenho abaixo do esperado, especialmente do setor ofensivo.

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“No jogo de hoje o que ficou muito abaixo da expectativa foi a finalização no terço final de campo. Construímos as jogadas lá trás, mas não conseguíamos levar perigo ao setor defensivo do Cuiabá. Não temos nem aquela desculpa de que foi um adversário que ficou o tempo todo jogando atrás, pois não é verdade. Então, durante a semana temos de priorizar o trabalho do meio pra frente, criar mais situações de circulação de bola e um pedido de capricho dos nossos jogadores na hora do passe para conclusão da jogada”, avaliou.

O Goiás terá uma semana para se preparar para a estreia na Série A. O primeiro desafio esmeraldino no Campeonato Brasileiro será no domingo, 9 de agosto, contra o São Paulo, na Serrinha.

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Boliviano Henry Vaca se diz contente com primeiras atuações pelo Atlético-GO

Foto: Comunicação ACG

Henry Vaca atuou pela terceira vez com a camisa do Atlético Goianiense em 2020. Emprestado até o fim da temporada pelo The Strongest, o boliviano participou do triunfo por 7 a 0 sobre o Capital/DF, neste sábado (01). Após o jogo-treino, falou sobre sua adaptação ao clube, o início de trabalho junto ao técnico Vagner Mancini e sobre a expectativa para participar do primeiro Campeonato Brasileiro pela primeira vez na carreira.

 

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O meia-atacante de 22 anos é considerado uma das grandes promessas do futebol boliviano. O jogador vem se adaptando ao futebol brasileiro e ganhando espaço no clube rubro-negro. Na goleada sobre o Capital/DF, último teste antes da Série A, o Henry Vaca atuou durante grande parte do segundo tempo e deu uma assistência para o gol de Vitor Leque.

“Bom na verdade eu estou muito contente pelos minutos que joguei, creio que a equipe fez bons jogos, jogos intensos, e para o começo da Série A estaremos preparados. Hoje eu estou contente por ter feito um passe de gol para o companheiro, e ter ajudado a equipe. Estou trabalhando para que cada dia possamos estar melhor para quando começar os jogos oficiais, estarmos bem”.
Henry Vaca
Foto: Paulo Marcos/ACG

O jogador ainda frisou que tem uma grande expectativa para a disputa do seu primeiro campeonato brasileiro, e justamente na elite do futebol nacional. O atleta que teve destaque no campeonato boliviano, onde já atuou em 86 partidas anotando nove gols, nos anos de 2017 a 2019, espera repetir as boas atuações no Brasil.

Para Henry Vaca, o grande trunfo do Atlético para ter sucesso na Série A atende pelo nome de Vagner Mancini. As exigências do treinador ajudam a equipe a se manter em alto nível, inclusive na parte tática, de acordo com o boliviano.

“Eu vou dar todo o melhor de mim, para que possa ajudar a equipe e alcançar nosso objetivo que foi traçado pelo clube. Estou contente em jogar com uma equipe que é uma família, que todo dia trabalha por um só objetivo. Me surpreendo com o professor Vagner (Mancini), estamos nos conhecendo pouco a pouco. Ele pede muita coisa e estamos trabalhando para que possamos ficar melhores a cada dia”, concluiu Henry Vaca.

O Atlético agora inicia a preparação para o confronto contra o Corinthians, válido pela rodada de abertura da Série A do Brasileiro. O confronto será realizado em São Paulo, e sem torcida. A CBF já se pronunciou sobre o tema, ressaltando que o público só retornará após uma vacina para o novo coronavírus.

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Ex-Anapolina e Goiás, Rafhael Lucas é contratado pelo Vila Nova

Foto: Rossini Pasti/AAA

No fim da tarde deste sábado (01), o Vila Nova anunciou mais uma contratação. O setor ofensivo, maior carência da equipe, ganhou um reforço: o atacante Rafhael Lucas, de 27 anos, que estava no Santo André. Mais cedo, o clube confirmou a chegada do zagueiro Saimon.

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No clube paulista, o jogador participou de três jogos, todos após o retorno do Paulistão, e não anotou gols. No primeiro semestre, defendeu a Anapolina, marcando cinco gols em seis partidas no Goianão. Curiosamente, Rafhael Lucas volta a atuar em Goiânia, onde defendeu o Goiás em 2016, com 10 gols em 30 jogos. Além disso, já atuou por Coritiba, Jaguares/COL, Mirassol/SP, Inter de Lages/SC e Paraná.

No Tigrão, Rafhael Lucas enfrentará a concorrência de Lucas Silva, Richard Salinas, Anderson, Talles, Gilsinho e Caíque. Mais dois atacantes devem ser anunciados nos próximos dias.

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Ficha técnica:
Nome completo: Rafhael Lucas Oliveira da Silva
Apelido: Rafhael Lucas
Idade: 27 anos
Local de nascimento: Curitiba/PR
Altura: 1m75
Clubes: Coritiba, Mirassol/SP, Inter de Lages/SC, Paraná, Goiás, Jaguares/COL, Anapolina e Santo André.

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