Revelado pelo Vila Nova, o atacante Pedro Júnior, costumeiramente, tem seu nome vinculado ao clube colorado. Defender a equipe em 2020, inclusive, é algo que pode acontecer.
Em entrevista ao canal 10Centralizados, no quadro Papo de Casa, o atleta relembrou o início de trajetória no Vila Nova, as quatro passagens pelo Tigrão e comentou sobre um possível retorno neste ano.
Retorno?
Atualmente no Samut Prakan, da Tailândia, Pedro Júnior disputou apenas três jogos da Thai League 1, a divisão principal do futebol nacional do país. Com isso, um possível retorno ao Vila Nova voltou a ser bastante comentado.
“Eu vi as notícias que saíram falando que já tinha recebido proposta do Vila. Não recebi nada, nenhuma proposta oficialmente, até porque tenho contrato com o meu clube da Tailândia e ainda não fiz a rescisão. Não tenho o interesse de retornar para lá, devido a essa pandemia do coronavírus. Então, estamos conversando e em negociação pra ver se consigo ficar livre do Samut Prakan, para poder negociar com outro clube”, declarou.
Caso consiga a rescisão contratual junto à equipe tailandesa, o jogador de 33 anos promete analisar a oportunidade de atuar novamente no futebol brasileiro.
Pedro Junior relembrou sua trajetória nas categorias de base do Tigrão até chegar o elenco profissional colorado no ano de 2005. “Na minha época, era muito difícil jogar no OBA (Onésio Brasileiro Alvarenga), mas principalmente os clássicos eram disputados ali. Me recordo que nós (jogadores) sabíamos que a diretoria e a torcida iam estar presentes e nos sentíamos muito bem. Então, acho muito importante a categoria de base estar jogando no OBA”, afirmou.
Entre idas e vindas, o atacante vestiu a camisa colorada em quatro oportunidades (2005, 2008, 2010 e 2012) e participou de momentos importantes, tais como: a conquista do último título do Goianão em 2005 e o quase acesso à Série A do Brasileirão em 2008.
“Sempre falo que foi muito importante na minha carreira, pois foi o primeiro título e no clube que me deu a oportunidade de me tornar profissional. Eu sempre lembro dos jogos finais contra o Goiás, da festa da torcida desde a saída da concentração no OBA até o Serra Dourada. Foram momentos que ficaram marcados, principalmente, por ter saído das categorias de base do Vila”, disse Pedro Junior ao se recordar do título goiano de 2005.
Em 2008, após ter ficado quase vinte rodadas no G4, o Vila Nova perdeu o ritmo na reta final, quando ficou nove rodadas sem vencer e acabou o Campeonato Brasileiro Série B na 6ª posição com 58 pontos.
“É difícil explicar. O torcedor pergunta o que aconteceu e eu sempre falo que faltou mesmo a capacidade e a competência de conseguir as vitórias, porque o nosso time era bom. Tínhamos um grupo unido, todos com o mesmo objetivo que era o acesso, subir para a primeira divisão e fazer história no Vila Nova. Mas, infelizmente, na reta final deixamos escapar aquela vaga”, lamentou.
Confira a entrevista completa ao canal 10Centralizados:
A Fifa adotou novos regimentos e normas para o futsal em todo o mundo, no último mês de Junho. A entidade máxima do esporte impôs suas novas exigências, que já devem ser aplicadas, caso o retorno do esporte seja permitido, no último semestre de 2020.
A CBFS (Confederação Brasileira de Futebol de Salão) já acatou as normas e permitiu que suas federações estaduais já aplicassem as mesmas nas suas regiões.
Sobre o assunto, o Esporte Goiano, entrevistou o diretor de arbitragem da FGFS (Federação Goiana de Futebol de Salão), Juraci Guimarães, para saber como a federação irá aplicar essas novas normas no esporte em Goiás, e quais foram as alterações que serão adotadas a partir de agora. Acompanhe:
Arte: Willian Rommel/EG
IMPOSIÇÕES DA FIFA
Juraci Guimarães explicou que a Fifa exige que todas as federações adotem as novas regras, no entanto a entidade deu a permissão para mudanças com algumas diretrizes. Tais diretrizes seriam aceitas somente, por enquanto, nessa época de pandemia, mas que podem ser junto com as demais adotadas em definitivo.
A liberdade foi dada para a mudança na diminuição das quadras, tamanho e peso da bola, e no tempo de jogo, tudo isso em virtude de um possível controle de segurança aos atletas, devido a pandemia.
Juraci explicou ainda que essa liberdade que a Fifa deu para as confederações, na redução dos tamanhos de quadras, do peso da bola entre outras, faz com que ainda não se tenha uma delimitação exata a ser adotada e com isso ainda não se tem uma definição de diminuição, por parte da CBFS.
NOVAS NORMAS DO FUTSAL
O diretor de arbitragem da FGFS explicou mais detalhadamente sobre algumas novas regras impostas pela Fifa. Confira quais foram elas:
– Diminuição de 9 para 5 jogadores no banco de reservas, em pé, durante aquecimento;
– Regulamentação de máscaras faciais, joelheiras, cotoveleiras, óculos de grau ao uso de atletas;
– Obrigatoriedade do uso de coletes no corpo enquanto o jogador estiver fora da quadra, sendo agora que cada atleta terá seu colete, uso exclusivo por pessoa;
– Obrigatoriedade do uso do terceiro árbitro nos jogos, e permissão de utilização de microfones para comunicação entre arbitragem;
– Sinal sonoro do cronômetro determinará o final do jogo, antes quem dava por final da partida era o árbitro meso em situações de estouro do tempo (nas exceções de pênaltis, faltas ou lances livres no final do jogo);
– A saída de jogo poderá ser realizada por chutes diretos aos gols, antes isso era proibido;
– Traves dos gols poderão ser móveis, mas precisam ser bem seguras para não tombar na quadra;
– Definição do toque de mão na bola, qualquer movimento de ganho de espaço, ou a mão do atleta não estiver colado ao corpo, será falta;
– No tiro penal, os goleiros precisavam colocar os dois pés em cima da linha, agora apenas um será necessário;
– No tiro lateral obrigatoriamente a bola tem que ficar em cima da linha, antes era permitido até 25cm afastada da marca.
Ouça a explicação de Juraci Guimarães, diretor de arbitragem da FGFS.
POSIÇÃO DA FGFS
Com essas mudanças, Juraci analisou a posição da FGFS sobre essas regulamentações, principalmente as novas normas de diminuição das quadras, do uso particular de coletes, de terceiro árbitro, dentre outras, que poderão ser aplicadas em Goiás.
Segundo o dirigente falta muitos detalhes que ainda serão mostrados pela CBFS, mas que todas as normas sugeridas pela confederação nacional serão adotadas pelo futsal goiano. Juraci ainda comentou sobre a preocupação que a federação goiana vem tomando em suas decisões, juntos aos clubes em meio a essa pandemia.
PREVISÃO DE RETORNO
Por fim o diretor de arbitragem comentou sobre uma possível previsão de retorno do esporte, que está paralisado devido a pandemia. Para ele as competições estaduais poderão voltar antes das nacionais, que estão marcadas para o início de Outubro segundo a CBFS, se todas as normas de saúde forem seguidas, como já estão sendo tomadas.
O “plano A” do Goiás para a continuidade dos treinamentos não foi bem sucedido. Ainda sem a resposta e autorização para que o clube possa treinar em Aparecida de Goiânia, o Esmeraldino terá que migrar para a cidade de Trindade para seguir com as atividades.
A diretoria havia enviado um ofício para o comitê de prevenção e combate ao Covid-19 em Aparecida, pedindo a autorização para que o clube possa utilizar as instalações do CT Coimbra Bueno no município, mas devido a falta de resposta na última quarta-feira (1), o clube teve de avaliar outras possibilidades. As atividades esportivas em Aparecida seguem proibidas desde o dia 5 de junho.
Em Trindade, o Goiás irá utilizar o CT Wilson Goiano, ex-jogador do clube esmeraldino, que cedeu o seu espaço para os treinamentos dos atletas. A ideia é fazer as atividades por lá até que Aparecida ou Goiânia autorizem o retorno dos clubes.
Outro plano que chegou a ser analisado pela diretoria foi Brasília, mas a opção por um deslocamento mais próximo agradou mais. O Goiás segue sua preparação e foco para o Campeonato Brasileiro da Série A, previsto para começar no dia 8 ou 9 de agosto.
O Goiânia acertou com mais uma contratação visando a disputa do Campeonato Brasileiro Série D. Trata-se do zagueiro Robson, de 32 anos, que estava na Aparecidense. Ele é o quarto jogador contratado pelo Galo para a competição nacional.
Robson irá para sua segunda passagem com a camisa alvinegra, já que atuou no clube na Divisão de Acesso 2018. Além da Aparecidense, clube no qual já teve nove passagens, o experiente zagueiro também passou por Goiás, Rio Verde, ABECAT Ouvidorense, Anápolis e América de Morrinhos.
Na temporada de 2020, disputando o Campeonato Goiano pelo Camaleão, Robson atuou em sete partidas. No Galo, também chegaram o goleiro Jonathan, ex-Jaraguá, o lateral-direito Wanderson Lima, ex-Vila Nova, e o atacante Júnior Batata, também ex-Jaraguá.
Na Série D, o Goiânia caiu no Grupo 5 com Goianésia, CRAC, Águia Negra-MS, Operário-MT, União-MT, Vitória-ES e o vencedor do confronto entre Real Noroeste-ES e Aquidauanense-MS. Ainda não há data de previsão para o início do torneio.
Ficha técnica do reforço:
Nome completo: Robson José dos Santos
Data de nascimento: 31/03/1988
Altura: 1m83
Clubes anteriores: Goiás, Aparecidense, Rio Verde, Volta Redonda/RJ, ABC/RN, ABECAT/GO, Anápolis, América de Morrinhos/GO
Com muitas equipes femininas passando dificuldades durante a pandemia do Covid-19, o Goiás tem conseguido se sustentar e cumprir o combinado, mesmo com o futebol paralisado. De acordo com a coordenadora do time feminino do Verdão, Patrícia Menezes, os salários das jogadoras esmeraldinas estão em dia e sem redução do que foi acordado.
– Não houve diminuição de salários, que estão em dia. Todas as atletas, conforme o contrato, estão recebendo. A única alteração que aconteceu foi do que foi acordado com o governo, com o Goiás pagando 30% dos salários e o governo pagando 70%. Está tudo correto.
Assim como outros clubes, o Goiás recebeu um aporte financeiro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para conseguir sustentar o time feminino, mas o valor doado acabou sendo baixo. Segundo Patrícia, o dinheiro só serviu para quitar a folha salarial de um mês e que as contas estão em dia graças a organização do próprio clube.
– O montante que a CBF passou foi de R$ 50 mil e isso só deu para cobrir o primeiro mês de pagamento das meninas. O Goiás é totalmente independente da CBF nesta questão financeira e tudo é arcado pelo clube.
Outro ponto positivo para as atletas foi a manutenção completa do elenco. Diferente de outros clubes, o Goiás não precisou fazer dispensas ou liberação de nenhuma jogadora, apesar do contrato de algumas ter chegado ao fim.
– Nenhuma jogadora foi dispensada ou liberada. Mantemos o plantel todo. Algumas meninas estão dependendo da gente para fazerem os novos contratos, mas ainda não conseguimos fazer por conta da pandemia. A Federação está fechada e estamos aguardando o retorno.
O mês de julho é especial para os colorados, já que o Vila Nova foi fundado em 29 de julho de 1943. Diretor de marketing do clube, Murilo Reis revelou que ações estão sendo desenvolvidas para comemorar mais um ano de história.
“O nosso planejamento é lançar as ações semanalmente, talvez a cada três dias. Eu não posso adiantar nenhuma delas, porque se não vai perder aquele efeito surpresa e terá muita coisa boa nesse mês. Inclusive, na semana que vem teremos o lançamento de algo bastante interessante na segunda-feira (06). Teremos muitas novidades que vão enaltecer a marca do clube e o laço do torcedor com o Vila Nova”, declarou o dirigente.
Na avaliação do diretor do departamento de marketing do Vila Nova, o torcedor tem sido fundamental nesse momento de ausência de jogos, ao aderir as campanhas lançadas pelo clube.
“O torcedor tem abraçado as causas que a gente coloca, o que nos felicita muito. Acho que essa carência de jogos faz com que o torcedor também sinta saudades, falta do clube, e faz com que ele procure algo para se confortar, vamos dizer assim. Tudo que a gente lança está sendo um sucesso, talvez por conta disso, talvez porque o Vila não esteja jogando. A gente acredita que este é o momento. É o momento de lançar o que a gente conseguir e fazer o clube arrecadar”, opinou Murilo Reis, responsável pelo marketing do Tigre.
Novos testes para a detecção da Covid-19 foram realizados no Goiânia Esporte Clube e os resultados foram negativos. O Galo havia realizado testes iniciais no dia 22 de Junho, nos quatro goleiros e membros da comissão, como preparadores físicos e todos testaram negativo.
Na tarde de terça-feira (30), toda a comissão técnica, parte do staff e 20 jogadores do elenco profissional, passaram pelos exames do tipo RT-PCR, que é considerado o principal padrão, de acordo com a OMS. Segundo o clube alvinegro, todos os testados estão liberados, já que não houve casos no plantel.
Os treinamentos do Galo voltam a acontecer no dia 3, sexta-feira. As atividades serão realizadas no CT da Vila Olímpica, localizado na cidade de Aparecida. Desta forma, o decreto municipal da prefeitura de Goiânia não vão impactar na preparação alvinegra para a Série D do Campeonato Brasileiro.
O clube disputará a competição nacional após ter conquistado o quarto lugar no estadual de 2019. Além do Goiânia, CRAC e Goianésia serão os outros representantes do estado de Goiás no torneio, que ainda não tem data prevista de início.
O Vila Nova terá uma dupla de zaga experiente na Série C 2020. Rafael Donato, de 31 anos, assinou contrato com o Tigre na tarde desta quarta-feira (01) e chega para formar dupla com Adalberto, capitão da equipe no estadual.
Carioca, Rafael Donato passou pelas categorias de base do Botafogo e Palmeiras. Entre os profissionais, rodou por diversas equipes, como Audax/RJ, Bahia, Cruzeiro, Criciúma, Joinville/SC e Brasiliense, seu último clube. No Jacaré, fez sete partidas e marcou um gol em 2020. Além disso, atuou também em outros países, como Portugal (União Madeira) e Arábia Saudita (Al-Kawkab).
É a sexta contratação colorada pós-pandemia. Antes, o Vila Nova já havia anunciado os laterais-esquerdos Igor e Willian Formiga, o lateral direito Jonh Lennon, o volante Derli e o meia Dudu.
Ficha técnica:
Nome completo: Rafael Ferreira Donato
Data de nascimento: 17/03/1989
Altura: 1m93
Peso: 87 kg
Clubes anteriores: Audax/RJ, Bahia, Cruzeiro, Criciúma, Joinville/SC, União Madeira/POR, Al-Kawkab/ARA e Brasiliense.
As obras dos estádios da Serrinha e do Antônio Accioly foram, mais uma vez, interrompidas por decreto. Com a decisão da prefeitura de Goiânia de seguir na íntegra a normativa estadual, os serviços de reforma e ampliação das praças esportivas precisaram ser paralisados pouco mais de dois meses após a retomada.
No Accioly, as obras estão mais adiantadas. As arquibancadas estão quase prontas, restando apenas a instalação de algumas peças modulares, o que poderia ser feito em, no máximo, uma semana. A grande dificuldade é em relação ao sistema de iluminação. As torres exigem uma instalação complexa e exigem cerca de 45 dias para finalização.
– A obra está no estágio de colocação dos postes de iluminação. Há um cronograma. Você tem que colocar as ferragens, concretar, esperar a cura e colocar outro concreto. Só a colocação dos postes, leva em torno de 45 dias. Com essa parada, como não tínhamos concretado os quatro postes, nos oito pontos, vamos atrasar. Esperávamos jogar lá na segunda quinzena, mas agora vai atrasar. Teremos de fazer uma nova programação – afirmou o vice-presidente atleticano Sebastião Santana.
A diretoria rubro-negra ainda não sabe como vai tocar a obra na intermitência de 14 dias. A intenção é tentar que o Paço libere pelo menos a concretagem dos postes de iluminação para avançar na obra. “Para isso, quase não temos operários. São utilizados muito mais os caminhões que pessoas”, justifica Santana.
O Goiás também buscará diálogo com a prefeitura para tentar liberar as obras da Serrinha, paralisadas a partir desta quarta-feira (1). Ao EG, o presidente Marcelo Almeida ressaltou que há poucos operários e não existe nenhuma aglomeração na obra.
– Estamos avaliando se as obras na Serrinha terão a necessidade de paralisação, pois estamos numa etapa da montagem da arquibancada que não envolve aglomeração de pessoas, mas de apenas um guindaste colocando o concreto um em cima do outro. Não iremos nos posicionar oficialmente sobre essa questão até avaliarmos isso com as autoridades, mas se não tivermos o aval para a continuação, com certeza isso irá nos impactar – afirmou.