Dyogo Crosara, do departamento jurídico do Goiás, Marcelo Almeida e Marçal Filho: redução salarial será discutida somente com jogadores. (Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC)
Sem chegar a um acordo com o Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de Goiás (Sinapego), Atlético, Goiás e Vila Nova adotam a estratégia de negociar a redução de salários diretamente com os jogadores.
A decisão foi tomada após o trio da capital recusar a proposta da entidade de sindical, de 20% no valor dos vencimentos dos jogadores. A primeira proposta partiu dos clubes, que queria corte de até 50% nos salários por 60 dias e suspender contratos se a paralisação perdurasse por mais tempo.
O último a decidir a negociação direta foi o Atlético, cuja diretoria se reuniu na última sexta-feira e no sábado (4) para traçar a estratégia. O Dragão descartou a possibilidade de manter-se em conversas com o Sinapego.
Atlético, Goiás e Vila Nova, assim como o restante dos principais clubes do país, concederam férias coletivas a jogadores e comissão técnica a partir de 1º de abril. O período vai até o dia 20 deste mês. Depois disso, as respectivas diretorias já esperam ter entrado em acordo para reduzir gastos e minimizar os prejuízos.
O Goiás Esporte Clube foi fundado na noite de 06 de abril de 1943, na calçada da rua 23, no centro de Goiânia, por um grupo composto pelos irmãos Lino e Carlos Barsi, e um grupo de amigos.
Neste dia em que o clube está completando 77 anos de existência, o Esporte Goiano preparou uma lembrança especial para você: torcedor esmeraldino.
Em seus primeiros anos, o Esmeraldino vivenciou tempos difíceis que exigiram dedicação, perseverança e determinação dos fundadores. O primeiro título da história veio no ano de 1966, quando o Goiás bateu o Vila Nova na final do Campeonato Goiano e levantou a primeira das 28 taças estaduais, sendo pentacampeão entre os anos de 1996 a 2000.
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Copa Centro-Oeste: 2000, 2001 e 2002.
O Verdão, também, participou de três das quatro edições da Copa Centro-Oeste. O torneio regional foi criado em 1999 para definir representantes da região Centro-Oeste na Copa dos Campeões Brasileiros, competição que indicou o quarto time brasileiro na Copa Libertadores entre os anos de 2000 e 2002.
O Goiás se sagrou tricampeão da Copa Centro-Oeste ao derrotar o Vila Nova, nos anos de 2000 e 2001, e o Gama, na temporada de 2002.
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Campeonato Brasileiro Série B: 1999 e 2012.
O Goiás possui dois títulos nacionais em sua galera de troféus. Ambas as conquistas esmeraldinas são do Campeonato Brasileiro Série B, a primeira delas em 1999 e a segunda no ano de 2012.
Em 1999, o título veio após o Verdão terminar a fase quadrangular final com o maior número de pontos conquistados, ficando à frente do Santa Cruz, Bahia e do rival Vila Nova. Já em 2012, a conquista do bicampeonato só foi possível após vencer, de virada, o Joinville no Serra Dourada, pelo placar de 2 a 1, na 38ª rodada do Campeonato.
Campanha de arrecadação de 2018. (Foto: Nathália Freitas/Rádio Sagres)
O Goiás promove nesta segunda-feira (6) uma campanha para arrecadar alimentos e materiais de higiene para famílias em condição de vulnerabilidade social. A ação humanitária marca o aniversário de 77 anos do clube esmeraldino e ocorre em parceria com a Central Única das Favelas (Cufa).
O Verdão receberá doações de cestas básicas, alimentos não perecíveis, álcool em gel, sabonetes, água sanitária e pastas de dente.
Os interessados em contribuir com a campanha podem efetuar a doação no ginásio Luis Torres de Abreu, no Complexo da Serrinha, entre 8h e 19h. A entrada será pela avenida 85, no portão 2.
Doações em dinheiro podem ser feitas via transferência bancária para a conta da Cufa. O banco é o Sicoob Credi Sopa (código 756). A agência é 3333, e a conta é 158237-2. O CNPJ é 36.194.718/0001-03.
É hora de ajudar o próximo!
O recolhimento das cestas e doações acontecerá somente amanhã (06/04/2020)
Falar em Copas do Mundo e não citar a Seleção Brasileira é uma heresia. Afinal, o Brasil é o maior vencedor do Mundial com cinco títulos (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002) e o único país a ter participado de todas as edições do torneio.
Além dos cinco títulos conquistados, a Seleção Brasileira acumula dois vice-campeonatos (1950 e 1998), dois terceiros lugares (1938 e 1978) e dois quartos lugares (1974 e 2014) em 21 participações.
Com esses números, o que não falta é história para contar ou melhor, jogos históricos para relembrar. Passam os anos, décadas, muda o milênio e os cronistas, seu avô, sua mãe e seu pai, os seus tios não esquecem e te contam com detalhes a alegria ou a dor do resultado de algumas partidas da Seleção Brasileira. Não é mesmo?!
Pensando nisso, o Esporte Goiano separou cinco jogos do Brasil em Copas do Mundo, que são historicamente marcados pelo misticismo do jogo, o resultado e o encanto dos jogadores.
Copa do Mundo de 1982
Não poderíamos começar nossa lista, com outra partida a não ser: Itália e Brasil, pela segunda fase do Mundial de 1982, disputado na Espanha. A Seleção Brasileira comandada por Telê Santana, contava com Zico, Junior, Falcão, Sócrates e Serginho “Chulapa”, Leandro, Éder Aleixo, Roberto Dinamite, Toninho Cerezo e companhia.
O Brasil era favorito e tinha tudo para passar pela Itália. Mas o que aconteceu foi uma das derrotas mais amargas para o futebol brasileiro em Copas do Mundo. Tal feito acabou conhecido por “Tragédia do Sarrià”, em alusão ao Estádio do Sarrià, na cidade de Barcelona, onde foi disputada a partida. Disponível no YouTube.
Foto: Getty Images/Fifa
Copa do Mundo de 1986
Historicamente o duelo Brasil e França é recheado de emoções e craques. Em 1986, pelas quartas de final do Mundial de 1986, disputado no México, o mundo do futebol teve a oportunidade de ver novamente a Seleção Canarinho contra os Bleus. A Seleção Brasileira, novamente comandada por Telê Santana, contava com Sócrates, Júnior, Zico, Casagrande, Falcão, Muller, Careca, Branco e companhia.
Na Copa daquele ano, o Brasil chegou nas quartas de final sem levar nenhum gol. Mas contra a França de Michel Platini, o Brasil viu o o sonho do tetra ser adiado para o Mundial seguinte. Disponível no YouTube.
Foto: Getty Images/Fifa
Copa do Mundo de 1990
O duelo sul-americano entre Brasil e Argentina é uma das maiores rivalidades existentes no futebol. Nas oitavas de final do Mundial de 1990, disputado na Itália, o mundo teve a oportunidade de ver pela terceira vez o clássico sul-americano sendo disputado em uma Copa, que já havia acontecido em 1974 e 1982.
O Brasil comandado por Sebastião Lazaroni não empolgava, mesmo contando com Taffarel, Jorginho, Branco, Dunga, Ricardo Gomes, Careca, Silas, Renato Gaúcho e companhia, e tendo vencido as três primeiras partidas daquele mundial.
O duelo contra a atual bicampeã do mundo naquele momento, foi marcado por polêmica. Isso porque, anos mais tarde, Maradona disse que a água que alguns brasileiros beberam durante a partida estava “batizada”. Disponível no YouTube.
Foto: Getty Images/Fifa
Copa do Mundo de 1994
O duelo Holanda e Brasil é uma rivalidade que remonta à Copa do Mundo de 1974, quando o “Carrosel holandês”, de Cruyff bateu a Seleção por 2 a 1 e adiou o sonho do tetracampeonato mundial por 20 anos.
Quis o destino que a terra do football, fosse o palco de um dos embates do soccer mais eletrizantes válido pelas quartas de final, da Copa do Mundo de 1994, disputada nos EUA.
O Brasil comandado por Carlos Alberto Parreira, com Zagallo como auxiliar-técnico, contava com Taffarel, Jorginho, Dunga, Bebeto, Romário, Cafu, Branco e companhia. Fato é que holandeses e brasileiros fizeram uma partida memorável no Estádio Cotton Bowl, em Dallas. Disponível no YouTube.
Foto: Getty Images/Fifa
Copa do Mundo de 1998
O encontro entre Brasil e França na final da Copa do Mundo de 1998, disputada em território francês, ficou marcado pela festa dos Bleus, pelo nascimento de uma lenda chamada Zinedine Zidane – nome que até hoje causa arrepios na torcida brasileira, e, obviamente por muita polêmica com a frase “Se as pessoas soubessem o que aconteceu na Copa do Mundo, ficariam enojadas”.
Talvez, você não se lembre da partida e dos lances do jogo, seja pela frustração ou influenciado pela polêmica que até hoje assombra a história desse jogo. Porém, o nosso convite é para assistir a essa partida sob a ótica da força das arquibancadas que pode ajudar uma Seleção a conquistar o topo do mundo. Disponível no YouTube.
O futebol mexe com a paixão dos brasileiros desde a mais tenra idade. Atrelado a essa paixão surgiu o hábito das crianças colecionarem equipes de futebol de botão e álbuns de figurinhas com a foto e ficha dos jogadores do time do coração.
A editora de maior renome mundial no nicho das figurinhas é a italiana Panini, que desde a década de 1960 se consolidou no mercado de entretenimento infanto-juvenil. Se tratando de futebol brasileiro, o primeiro álbum de figurinhas do Campeonato Nacional, tal como conhecemos nos dias de hoje, foi feito pela a Editora Abril para o torneio de 1977-78.
A experiência só se repetiu uma década depois, quando o mesmo grupo colocou nas bancas o álbum da Copa União de 1987, torneio que correspondeu ao Campeonato Brasileiro naquele ano e de lá pra cá, deu-se início a tradição anual da confecção de álbuns de figurinhas do Campeonato Brasileiro.
Para matar a saudade dos mais velhos e apresentar essa paixão aos mais novos, o Esporte Goiano preparou uma lembrança especial para você: torcedor e amante do futebol goiano.
Com a paralisação dos campeonatos de futebol devido a pandemia do coronavírus, os clubes vem enfrentando um grande dilema quanto a saúde financeira de suas agremiações. Propostas de reduções de salários de jogadores, atividades lucrativas envolvendo torcedores, entre outras ações, vem sendo tomadas pelos clubes para se levantar um fundo financeiro de segurança nesse período.
O Vila Nova vem seguindo esse caminho, o clube já anunciou um campeonato de futebol digital para os sócios torcedores, e agora anunciou que abriu as vendas de ingressos para a série C desse ano.
Os ingressos poderão ser adquiridos pelos torcedores no site www.acessofacil.com/pelovilajogamosjuntos. Cada torcedor poderá comprar quantos ingressos desejar. Os valores propostos pelo clube são de R$ 10, 20, 50, 70 e 100. Tais valores são em alusão a ajuda que o torcedor quer oferecer ao clube, o preço mínimo de 10 reais dará o mesmo acesso e direito do que o de 100 reais, não tendo diferença de privilégios.
Quando as datas do campeonato forem regularizadas pela CBF, o torcedor poderá imprimir o voucher da compra e trocar pelo ingresso do jogo. Tais ingressos valem para a primeira partida do tigre como mandante na Série C, porém se a capacidade máxima do estádio for completada com a venda antecipada, os demais ingressos ficarão para o uso das próximas partidas. A diretoria colorada já disse que a ideia é mandar todos os jogos da terceira divisão no OBA.
Quatro dos seis atletas do Basquete Anapolino que não moram em Goiás não conseguiram retornam para casa. Do sexteto de jogadores e outros estados, apenas Italo Rauseo e Alef César conseguiram voltar para casa.
Leandro, Vinícius, Rômulo e Luiz Muller seguem em Anápolis, em moradias alugadas pela direção das águias. O restante do plantel auriazul já residia na cidade.
Segundo o técnico e diretor Moisés da Silva, com as restrições impostas pelo governo do estado às viagens interestaduais, os quatro jogadores não conseguiram passagens para retornar para casa. “Estão aqui e seguem fazendo treinamentos em casa”, disse Moisés.
O custo da manutenção dos atletas na cidade é de cerca de R$ 4 mil mensais, segundo a direção do Basquete Anapolino. Além do custo do aluguel, a equipe arca com pagamentos de água, energia e auxílio de alimentação.
Nenhum mês venceu ainda, mas a situação começa a preocupar a diretoria auriazul, que viu os patrocinadores debandaram após a implementação das medidas restritivas em Goiás e o adiamento do Brasileirão de Basquete.
“Não eram patrocínios de grande porte, mas para esses custos, o dinheiro cobria. Nos ajudava muito”, lamenta Moisés. Ele lembra ainda que, sem jogos, não há receita da prefeitura de Anápolis, via Torcida Premiada, e espera manter diálogo com parceiros para tentar solucionar o problema.
No início de 2020, o volante Sandro foi anunciado pelo Goiás. Após uma década atuando na Europa, o jogador retornou ao Brasil para defender a equipe esmeraldina. No país, Sandro tinha defendido apenas o Internacional, clube que o revelou.
Em entrevista ao Esporte Goiano, o volante falou sobre o seu retorno ao Brasil. A sua readaptação ao país, a volta após acumular experiência no futebol europeu, diferente daquele jovem que saiu do Brasil em 2010. Sandro falou sobre as diferenças que encontrou em sua volta. O volante também analisou a liderança que exerce dentro da equipe, principalmente auxiliando os jogadores mais jovens do elenco.
Confira a entrevista com o volante
Sandro saiu do Brasil em 2010, logo após a conquista do título da Copa Libertadores pelo Internacional. Antes de voltar ao Brasil, o jogador defendia as cores do Gênoa, da Itália. O final da passagem do volante pela Europa não foi dos melhores, Sandro ficou por volta de sete meses sem atuar. Em sua volta, o jogador revelou que sofreu para retomar o ritmo de jogo, mas que agora já está melhor adaptado.
“Foi um pouco difícil pra mim. Foram muitos anos fora e também antes de eu vir para o Goiás eu fiquei seis ou sete meses sem jogar. Esse tempo sem atuar agravou minha situação em termos físicos, com uma condição melhor. Por estar jogando tanto tempo na Europa, o futebol é muito diferente, os treinos são diferentes, a rotina é diferente. Eu tive que me readaptar, mudar algumas coisas.
Eu sofri, mas eu já estava bem readaptado antes da parada e agora quando voltar, em breve, eu já sei como eu tenho que fazer pra me sentir bem dentro de campo. Foi muito difícil, mas agora depois de dois meses e meio eu já estou me sentindo melhor”, disse o atleta sobre as dificuldades encontradas para retomar o ritmo de jogo.
Experiência
Aos 31 anos, o jogador é um dos mais experientes do elenco. Em seu plantel, o Goiás conta com vários jogadores oriundos das categorias de base. Líder dentro de campo, o jogador contou como ajuda os mais jovens, orientando dentro e fora de campo, principalmente aqueles que atuam na mesma faixa de campo que o volante.
“Eu me amarro, gosto muito de conversar com os mais jovens, de passar o que eu vejo da minha função. O que eu sei, que eu faço e no decorrer dos anos deu certo o que não deu certo, o que tem que fazer para aumentar o seu nível, ser um volante de alto nível.
Eu converso bastante com eles, até dentro do jogo. Questão de posicionamento, as vezes eu sou até chato e tenho que tomar cuidado para não entrar por essa linha do chato.
As vezes a gente já viu tanto, conhece muito por ter jogado com grandes jogadores e esses jogadores já me passaram. Eu tô tentando ajudar, falando um posicionamento melhor. Eu me amarro, gosto muito do que eu faço, pelo futebol, pela minha função, eu procuro ajudar os caras a serem melhores”, explicou o jogador como faz para orientar os atletas mais jovens dentro de campo.
Mudanças nos últimos 10 anos
Após conquistar o título da Libertadores em 2010, Sandro deixou o futebol brasileiro rumo a Europa. O jogador rodou por Inglaterra, Turquia e Itália. De volta após uma década no futebol europeu, o volante analisou o que mudou no futebol brasileiro desde então. Segundo ele, a principal mudança foi a tecnologia que os clubes começaram a utilizar. Sandro também criticou o individualismo dos jogadores brasileiros e algumas atitudes dos atletas fora das quatro linhas.
“Não só no futebol, mas no Brasil e no mundo as coisas vão evoluindo. Em termos de tecnologia, tática e as coisas chegaram ao Brasil. Antigamente não tinha GPS, hoje você sai do treino e sabe o que você fez, o que precisa fazer mais. A estrutura, as pessoas, fisiologista, preparação física estão bem ligadas ao GPS para ver o desempenho.
Taticamente não vejo uma mudança muito grande, mas lógico que se tem um pouco. O jogador brasileiro tem que mudar um pouco, tem que querer ser mais, jogar mais, sair do nível em que está. Lá na Europa os jogadores não precisam de advertências sobre horários, sobre o que fazer, eles mesmos fazem as coisas.
Aqui no Brasil as pessoas estão mais relaxadas nesse aspecto, isso temos que melhorar. Temos que melhorar também dentro de campo, o futebol brasileiro é muito individualista, pega a bola e fica muito tempo com ela, isso que eu venho falando nos treinos e nos jogos, para ser objetivo, rápido. Pode ser individual, mas tem que ser lá no final do campo, no último terço, onde você está perto da área, ali não tem que tocar a bola, tem que ir pra dentro e se precisar tocar a bola, toca. Não seja individual no meio de campo, na defesa, isso ainda temos que melhorar, jogar como equipe, rápido e ganhar campo.
O Brasil evoluiu, mas eu acho que tem que evoluir mais e cabe a nós querer evoluir a cada treino, a cada jogo, porque assim vai evoluir cada vez mais”, analisou o atleta as mudanças que ocorreram no futebol brasileiro nos últimos 10 anos.
Preparação em tempos de coronavírus
Sem entrar em campo devido a pandemia causada pelo coronavírus, o jogador segue sua rotina de treinos. Segundo o atleta, ele está sendo acompanhado a distância pelo setor de preparação física do Goiás.
“Estou treinando em casa, mas o Alexandre Lopes (preparador físico) vai nos auxiliando com os treinos pelo whatsapp. Está difícil, mas estamos sendo acompanhados de longe. Ele está fazendo com que a gente não pare e está nos cobrando isso”, falou o jogador sobre como está fazendo para treinar mesmo estando em casa.
O Esporte Goiano separou alguns jogos da Copa do Mundo de Basquete Feminino, organizado pela Fiba (Federação Internacional de Basquete), que são partidas marcantes na história do esporte.
Os critérios para a escolha dessa lista foram o equilíbrio, peso histórico das equipes e partidas que entraram para história por jogadas inacreditáveis.
China x Brasil – Copa do Mundo de Basquete Feminino 1994
A partida entre China e Brasil, válida pela final do Mundial de Basquete, marcou uma geração de mulheres vencedoras no esporte. Posso afirmar, sem dúvida alguma, este duelo coroou uma geração de ouro do basquete feminino brasileiro que tinha: Hortência, Magic Paula, Janeth, Leila, Alessandra, Helen, Adriana, Simone, Roseli, Ruth, Dalila e Cíntia Tuiu.
É válido lembrar que antes da final, Brasil e China já haviam se confrontado, com vitória das chinesas. E em 1994, foi a primeira vez que uma equipe senão os EUA ou a extinta União Soviética sagraram-se campeã.
Rússia x EUA – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2006
O duelo entre Rússia e EUA, válido pela semifinal do Mundial de Basquete, é histórico pois a seleção russa surpreendeu a seleção estadunidense, que era favorita ao título. Além de ter colocado fim a uma invencibilidade de 44 jogos das americanas em Mundiais e Jogos Olímpicos, que durava desde o Mundial de 1994.
EUA x Nigéria – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018
A partida entre EUA e Nigéria, válida pelas quartas de final do Mundial de Basquete, é um momento de orgulho e um grande capítulo na história da seleção nigeriana, comandada por Evelyn Akhator, Adaora Elonu e Ezinne Kalu. Para se ter uma ideia a campanha nigeriana no torneio contou com vitórias sobre a Turquia, Argentina e Grécia.
China x Japão– Copa do Mundo de Basquete 2018
O jogo entre China e Japão, válido pelas oitavas de final do Mundial de Basquete, é um clássico asiático de muita rivalidade. E nesse encontro especificamente, a China de Ting Shao, Sijing Huang, Yuan Li e Xu Han e o Japão de Nako Motohashi, Yuki Miyazawa e Moeko Nagaoka protagonizaram um jogo disputadíssimo.
Austrália x EUA – Copa do Mundo de Basquete 2014
O confronto entre Austrália e EUA, válido pela semifinal do Mundial de Basquete, reuniu duas seleções em momentos opostos. De um lado a Austrália, seleção que buscava o recomeço depois de conquistar o título no Brasil, em 2006, e do fracasso em 2010, ao cair nas quartas-de-final para a República Tcheca. Do outro lado os EUA, uma seleção que uniu campeãs olímpicas e mundiais com as revelações da WNBA (Liga Nacional de Basquete Feminino dos EUA).
Bélgica x EUA – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018
A partida entre Bélgica e EUA, válida pela semifinal do Mundial de Basquete, ficará marcada como o jogo em que a seleção estadunidense ultrapassou a marcar a mágica marca de 10.000 pontos na competição, com a cesta anotada por Brittney Griner.
Nigéria x Grécia – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018
O jogo entre Nigéria e Grécia, válido pelas oitavas de final do Mundial de Basquete, é daqueles que o triunfo veio literalmente nos últimos segundos da partida. Vale destacar a atuação das nigerianas Evelyn Akhator e Adaora Elonu, e da grega Styliani Kaltsidou.
Espanha x Austrália – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018
O duelo entre Espanha e Austrália, válido pela semifinal do Mundial de Basquete, é um duelo épico decidido nos mínimos detalhes. Destaque para a atuação da pivô australiana, Liz Cambage, que anotou um duplo-duplo monumental (33 pontos e 15 rebotes).
Austrália x EUA – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018
O confronto entre Austrália e EUA, válido pela final do Mundial de Basquete, colocou frente a frente: a favorita seleção estadunidense contra a desafiadora seleção australiana. As norte-americanas defendiam o bicampeonato, num total de 9 conquistas mundiais. Enquanto, as australianas queriam subir no lugar mais alto do pódio pela segunda vez na história.
Espanha x EUA – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2014
A partida entre Espanha e EUA, válido pela final do Mundial de Basquete, é daquelas que a seleção estadunidense teve de suar a camisa para conter a espanhola Sancho Lyttle, que liderou as estatísticas da partida pelo lado europeu. É importante destacar essa decisão marcou a quarta conquista mundial dos EUA nos últimos cinco campeonatos.
Em 2014 o Atlético protagonizou uma das maiores vitórias da história do futebol goiano, não pelo placar, que não foi elástico, ou expressivo, mas sim pelo modo como ocorreu. Tal partida aconteceu no segundo jogo da final do Goianão 2014, diante o seu maior rival, o Goiás Esporte Clube.
Naquela época o time esmeraldino não havia perdido nenhuma partida na competição, chegou de maneira invicta para a final com incríveis 11 vitórias e 5 empates em 16 jogos disputados, o time esmeraldino marcou 33 gols e levou apenas 9. Em contra partida o Atlético chegou a final com 8 vitórias, 3 empates e 5 derrotas, marcando 23 gols e sofrendo 14.
No regulamento daquele ano a equipe melhor colocada chegava a final com a vantagem de decidir o título como mandante e jogava por dois resultados iguais, para se tornar o campeão. Na primeira partida da final o resultado foi um empate sem gols, o que favorecia o time esmeraldino, já que bastava outro empate para ser tricampeão, já que havia vencido em 2012-2013, porém no segundo jogo a história aconteceu.
Começo morno
No primeiro tempo o Goiás seguiu os mesmos passos do que vinha fazendo dentro da competição e praticamente mandou no jogo. Jogando com a vantagem de baixo dos braços o time esmeraldino chamava o Atlético para o seu campo de defesa, e explorava os contra-ataques. O técnico do Dragão, Marcelo Martelotti reclamava muito da postura do seu time e pedia mais vibração do elenco dentro de campo.
Os principais nomes do Atlético na partida caíam sobre os atacantes Júnior Viçosa e Juninho, que praticamente eram as válvulas de escape do dragão. Pelo lado esmeraldino, Thiago Mendes e Amaral, que sobressaíam nos desarmes defensivamente. Na primeira etapa poucas chances reais de gols aconteceram, o que culminou no empate em 0 a 0.
Os 48 minutos da história
Foto: Guilherme Gonçalves
Na volta para a segunda etapa, a postura do Atlético mudou. O técnic Marcelo Martelotti foi para o tudo ou nada. O comandante realizou algumas alterações, como foi o caso de Eusébio, visando maior velocidade no time, que surgiu efeito. Jorginho, Juninho e Fábio Lima começaram a se soltar mais e o Atlético foi melhorando no jogo.
Mesmo com o ímpeto do Dragão, o Goiás surpreendeu o time atleticano após conseguir um pênalti. A marcação foi feita após uma cobrança de escanteio de David, Artur, zagueiro atleticano, acabou tirando a bola com a mão na grande área. O árbitro marcou a penalidade. Na cobrança, Aráujo acabou batendo muito mal e Márcio fez a defesa.
Com a defesa do pênalti o time atleticano cresceu ainda mais na partida e conseguiu até abrir o placar com Juninho, mas o árbitro Wilton Pereira, acabou marcando o impedimento de forma errada, o que gerou muita discussão por parte do elenco rubro-negro. Com isso o Goiás passou a se defender mais ainda, praticamente se abdicou de atacar e visou o empate até o final do jogo.
Porém o o que parecia impossível aconteceu. Aos 48 minutos o Atlético conseguiu um escanteio. Na cobrança Pedro Bambu levantou para a grande área, o zagueiro Lino subiu mais alto que a defesa esmeraldina, cabeceou, a bola passou por Lima, venceu o goleiro Renan e morreu no fundo da rede esmeraldina. Terminava ali o fim a da invencibilidade do Goiás, e começava a festa dos jogadores e da torcida atleticana.
Esse título até hoje é lembrado pelos rubro-negros, muito dos quais usam a numeração da camisa na torcida em alusão a tal feito. Uma das maiores viradas de situações da história do Campeonato Goiano. O Atlético chegava a seu 13° na história do estadual.
Ficha Técnica Goiás 0x1 Atlético – 2° jogo da Final do Campeonato Goiano 2014 Data: 13/04/2014 Horário: 16h Estádio: Serra Dourada, Goiânia, Goiás
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO) Assistentes: Fabrício Vilarinho (FIFA-GO) e Marco Antônio Moreira (GO)