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terça-feira, setembro 22, 2020
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CBF permite que clubes escolham laboratório para realizar exames para Covid-19

A confusão na partida entre Goiás e São Paulo, além de várias outras reclamações no primeiro fim de semana de retorno dos torneios nacionais, levou a CBF a permitir que os clubes realizem exames para diagnóstico da Covid-19 fora do Hospital Albert Einstein ou em laboratórios credenciados por ele.

A principal reclamação foi quanto ao prazo de entrega dos resultados. O protocolo prevê que os clubes devem saber com antecedência se existem atletas ou integrantes da delegação contaminadas. Nos casos dos jogos de Goiás, com dez infectados, e Vila Nova, com um, os diagnósticos saíram no dia das respectivas partidas.

Mais da polêmica
Jogo do Verdão foi adiado após resultados
Vila Nova teve caso confirmado já na concentração, em Manaus

As amostras de nasofaringe são coletados por laboratórios parceiros credenciados pelo Einstein e processados pelo hospital paulista. Em nota, a unidade informou que as falhas na testagem de colorados e esmeraldinos aconteceram por problemas com um laboratório parceiro em Goiânia. Uma contraprova do Verdão apontou nove contaminados.

Entre os clubes da Série A, o Corinthians já anunciou que não faria mais testes no Einstein. Segundo a equipe paulista, a decisão se dá por ‘falhas e inconsistências' com o hospital contratado pela CBF.

Os laboratórios escolhidos pelos clubes precisarão de aprovação da Comissão Médica da CBF. Os testes no Einstein são custeados pela entidade. Não se sabe ainda se a própria confederação ou os próprios clubes precisarão pagar outros laboratórios eventualmente selecionados.

Sem mínimo de casos

Em entrevista ao canal Sportv, o secretário-geral da CBF, Walter, Feldman, afirmou que não está estabelecido um número mínimo de casos dentro de um clube que possa inviabilizar a realização da partida. Ele não descarta, porém, que esse parâmetro seja estabelecido.

– Eu diria que a questão não é subjetiva e nem tem um número. Até porque a gente tem que saber o equilíbrio do plantel. A gente sabia que tinha um goleiro infectado e teria que entrar sem um goleiro reserva, o que é um problema. Ou então no caso do Imperatriz, que tinha 18 jogadores e seis para entrar em campo. Antes dos últimos quatro resultados, a gente sabia que tinha 13 jogadores aptos. É um número muito dramático para o jogo ser realizado. Teria um caráter técnico para liberar a partida e talvez tenhamos que definir um numero de infectados no futuro – disse.

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