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domingo, agosto 23, 2026
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Jataiense anuncia treinador para Divisão de Acesso de 2020

Foto: Clube Atlético Votuporanguense/Divulgação

A Jataiense definiu o treinador para a disputa da Divisão de Acesso. O comandante da Raposa será Marcelo Henrique Dias, de 42 anos. Natural de São Paulo, ele já dirigiu o Votuporanguense.

Dias se apresenta em Jataí no próximo sábado (7). Ele será apresentado nesta data, na comemoração da inauguração da sede administrativa do clube.

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Ele ajudará a direção na montagem do plantel alviverde. Segundo dirigentes do clube, o novo treinador tem um perfil moderno e, por isso, a aposta de que ele pode recolocar a Jataiense na elite do futebol estadual.

Antes de se tornar técnico, Dias foi jogador e fez carreira em Portugal. Como treinador, dirigiu poucos clubes, mas foi bem no Votuporanguense, da Série A2 do Paulistão, e chamou atenção dos dirigentes da Raposa.

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Na estreia de Bolívar, Vila tem partida decisiva pela Copa do Brasil

Arte: Willian Rommel/Esporte Goiano

Pela segunda fase da Copa do Brasil, o Vila enfrenta nesta quinta-feira (27), a Ponte Preta. Fora de casa, a equipe enfrenta a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, às 21h30. A partida irá marcar a estreia de treinadores de ambos os lados. Na Macaca, João Brigatti irá comandar o time pela primeira vez, enquanto no Tigre, Bolívar irá estrear no banco de reservas.

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A vaga para a terceira fase é decidida em jogo único. Diferente da primeira fase, a equipe visitante não tem a vantagem do empate. Caso a partida termine empatada, o confronto irá para os pênaltis. Quem avançar irá receber mais R$1,5 milhão da CBF.

Escalações

Em sua estreia, o treinador Bolívar deverá promover alterações para o time que foi derrotado pelo Grêmio Anápolis na última rodada do Goianão. Na lateral-direita, Crystian entra no lugar de Danrlei. Na lateral-esquerda, Marquinhos e Mário Henrique disputam a vaga de titular. No meio de campo, Liel entra no lugar de Emanuel Bianchucci e Gilsinho disputa vaga com Celsinho. No ataque, Richard e Dimba saem para as entradas de Lucas Silva e Nando, respectivamente.

Na Ponte Preta, João Brigatti terá todo o elenco a disposição. O lateral-direito Jeferson, que estava lesionado está a disposição e pode ser novidade na partida. Na lateral-esquerda, Yuri entra no lugar de Guilherme Lazaroni e no meio de campo, Danrley entra na vaga de Bruno Rodrigues. Com as mudanças, Apodi, que vinha sendo utilizado na lateral-direita, deve jogar mais adiantado.

Ficha Técnica
Ponte Preta x Vila Nova
2ª fase da Copa do Brasil 2020
Data: 27 de fevereiro de 2020
Horário: 21h30
Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Árbitro: Ramon Abatti Abel (SC)
Assistentes: Éder Alexandre (SC) e Gizeli Casaril (SC)
Ponte Preta: Ivan, Dawhan, Wellington Carvalho, Henrique Trevisan e Yuri; Bruno Reis, Danrley e João Paulo; Felipe Saraiva, Apodi e Roger.
Técnico: João Brigatti
Vila Nova: Fabrício; Crystian, Adalberto, Brunão e Marquinhos (Mário Henrique); Pedro Bambu, Liel e Gilsinho (Celsinho); Lucas Silva, Nando e Thalles.
Técnico: Bolívar
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Devido a problemas particulares, Atlético dispensa meia João Pedro

Foto: Paulo Marcos/Atlético CG

Emprestado pelo Athletico Paranaense ao Atlético, o meia João Pedro, de 22 anos não está mais no elenco rubro negro. Com problemas particulares, o jogador retornou ao clube do sul do país após dois jogos, contra Grêmio Anápolis e Goiânia.

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Com a saída, o Atlético fica com duas opções para o setor de criação da equipe: Jorginho e Matheus Vargas, outra opção é Matheus, que nesse início de temporada vem atuando mais adiantado, pelas pontas.

O Atlético volta a campo no sábado (29). No Olímpico, o Dragão enfrenta o Jaraguá, às 16h. A partida vale a liderança da competição.

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Adson cita falta de intensidade e critica treinadores brasileiros; Ouça!

Foto: Willian Rommel/Esporte Goiano

Na noite de ontem, o Atlético demitiu o treinador Cristóvão Borges. A demissão pegou diversas pessoas de surpresa, devido ao aproveitamento da equipe e as boas atuações, principalmente no clássico contra o Goiás. Em entrevista coletiva, Adson Batista, presidente do Atlético esclareceu o motivo da demissão. Segundo o dirigente, os conceitos do treinador não iam de encontro aos conceitos que existem dentro do Atlético.

“A questão do Cristóvão, a gente conhece o profissional no dia a dia. Muito fácil as pessoas que estão de fora do clube, fazer julgamentos, avaliar da forma que pensa, quem sabe das coisas somos nós, que estamos aqui há quase 15 anos. Sabemos que o clube se tornou importante no futebol brasileiro e nesse período buscamos conhecer o Cristóvão, muitas coisas fora do que imaginávamos. Ele tem conceitos diferentes de futebol, nós temos outra forma de pensar futebol e eu não posso esperar as coisas acontecerem para que eu tenha que tomar decisão. O Atlético não espera, eu sei que vou ser criticado, eu prefiro ser criticado fazendo as coisas que eu entendo como certas, que eu estou protegendo o clube, do que ser omisso e pagar um preço lá na frente”

“Evidente que nós vamos enfrentar um ano muito difícil, com muita competitividade e eu preciso de um perfil diferente, intenso no dia a dia, que pensa futebol de forma diferente. Eu acompanho todos os dias, converso com treinador e comissão técnica diariamente. É uma decisão que foi amadurecida, ele sabia disso, porque eu fui verdadeiro com ele. As pessoas fora do estado, em outros veículos de comunicação, que não trabalham no dia a dia, acham que eu sou maluco, que eu jogo pedra em avião. Eu tenho os conceitos do clube, a forma do clube trabalhar e esse grupo é muito bom e eu confio nele, evidente que nós sempre vamos buscar melhorar dentro das nossas possibilidades, absorve de forma negativa alguns métodos de trabalho. Esse grupo foi preparado pela comissão permanente, física e tecnicamente. Daqui a pouco ia cair de produção e eu não vou esperar isso acontecer”, explicou Adson a demissão de Cristóvão Borges.

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Intensidade

Ainda sobre a demissão, Adson criticou o auxiliar técnico que acompanhou Cristóvão no Atlético. Segundo ele, o profissional que não tinha a mínima condição de trabalhar no clube. O dirigente voltou a falar sobre conceitos, que todos dentro do clube enxergavam que o Atlético precisava de um novo rumo. Adson criticou a linha baixa que o Atlético atuou em algumas partidas, pedindo uma marcação mais alta, além de mais intensidade do que vinha apresentando com o treinador no comando do clube.

“Todo treinador tem sua luz própria, ele vai chegar aqui e vai ter o seu sistema de trabalho. Não quero expor o profissional, porque ele tem os conceitos dele e acredita nesses conceitos. Trouxe um auxiliar que na minha visão não tem a mínima condição. Eu não quero ficar aqui expondo as coisas, falando mal das pessoas, eu quero buscar solução. Eu entendi que a gente precisava de uma filosofia totalmente diferente, todos os profissionais do clube enxergam dessa forma. Eu não sou ditador, não sou centralizador, só que acima de tudo está o clube, os objetivos do clube. É muito fácil as pessoas que não conhecem o clube falar um monte de besteira. O Cristóvão é um cara tão tranquilo, tão passivo, que não existia esse nível de discussão. Ele escalou bem o time, teve momentos que ele poderia ter feito outras opções, a gente sempre conversou com ele, mas esse nunca foi o problema. O time vem fazendo uma campanha muito boa, regular, tranquila, passou de fase na Copa do Brasil. O problema é o futuro. Nós entendemos que o Atlético é um clube que precisa correr mais que os outros, precisa ser mais intenso que os adversários. Teve um jornalista que me ligou ontem a noite, fez uma matéria e colocou tudo ao contrário do que eu falei, que eu errei realmente ao escolher o Cristóvão, mas eu quero é time que jogue pra frente, com força, velocidade, eu não quero time jogando com linha baixa. Eu gosto de time que joga em linha alta, com competitividade, principalmente Campeonato Goiano, que o Atlético tem a obrigação de jogar com linha alta. Essa foi uma das discussões internamente aqui, porque a gente queria que jogasse dessa forma. No clássico contra o Goiás, o Atlético jogou e teve sucesso. Em alguns jogos, o Atlético jogou com linha baixa. São conceitos do treinador, eu respeito, ele é um cara decente. Não foi só por isso que ele saiu, é por conceitos que ele tem e não abre mão e o perfil do clube tem outras formas de trabalhar, de conduzir. O Cristóvão é um profissional que as vezes não enxerga um fisiologista da forma que precisa, nós entendemos que o fisiologista é muito importante. Eu não vou expor outras coisas porque eu o respeito. Ele é uma grande pessoa, um cara do bem, só que não abre mão dos conceitos, entende que é o que ele deve usar no dia a dia e eu vou respeitar, mas eu tenho por direito de buscar um perfil diferente para o Atlético”, criticou Adson alguns conceitos defendidos pelo agora ex-treinador.

Críticas aos treinadores brasileiros

Na procura de um novo profissional, Adson Batista criticou o nível técnico de alguns treinadores no mercado brasileiro. Segundo ele, a culpa sempre cai nos dirigentes, mas os treinadores também tem culpa, pois treinadores vem e vão nos clubes, mas que os dirigentes ficam e precisam pagar contas, administrar o clube da melhor forma possível. Adson não descartou a cobrança em cima de escalações, mas que segundo ele, quem tem a palavra final é o treinador, para justamente não sair falando mal e que teve o seu trabalhado influenciado por motivos externos.

“É falta de profissionais qualificados. Era importante as pessoas no Brasil ouvirem isso. O pessoal fala muito dos dirigentes, mas quem tem que ser muito qualificado são os treinadores e a qualificação dos treinadores brasileiros é falha. Tem muitos bons treinadores, com capacidade, mas falta muita coisa, nós precisamos evoluir demais. Eu estou falando humildemente, é um conceito que eu tenho. Eu vivi e convivi com muitos treinadores, com muitos profissionais. Precisam avaliar muito isso, sempre colocam os treinadores como vítima e os clubes tem que pagar as contas, cair de divisão e fica a bomba para a gente administrar. Eu não vou, na minha gestão endividar o Atlético. Nós estamos pagando dívidas faraônicas todo ano, nós entramos esse ano pagando um monte, arrumar estádio e o dinheiro sai do futebol, não tem milagre. Falta opção, meu telefone tem várias mensagens, mas se eu somar tudo fica difícil. Tem três ou quatro em condições de fazer o que precisamos, falta um pouco de mea-culpa dos treinadores, porque tem muito treinador de discurso, mas no dia a dia não tem qualidade no trabalho. Não é só no trabalho, na gestão interna, ter o grupo na mão, fazer os jogadores olhar com respeito e ver como uma referência”

“Tem treinadores que vão tocando, vendo se o time os carrega. Eu tive muitos treinadores aqui que escala time é a balela dos comentaristas, pois não tem o que falar. Às vezes eu dei a mão pro cara, para não cair no abismo e deixo ter a responsabilidade da palavra final. Ele tem que ter responsabilidade, porque no momento que eu for demitir qualquer treinador, ele vai falar que está saindo porque quem escalava era o presidente. Ninguém nunca saiu falando isso, porque eu não dou essa margem para eles. Eu questiono quando o jogador tá mal, tá bem, porque minha responsabilidade é a maior do clube. Escalar time, a última palavra é do treinador, então isso é conversa de gente que sempre fala a mesma coisa e não contribui em nada”, criticou o dirigente a formação dos treinadores brasileiros.

Técnico estrangeiro?

Desde 2019, treinadores estrangeiros vem tomando espaço no futebol brasileiro. O maior exemplo é Jorge Jesus, treinador do Flamengo, campeão brasileiro e da Libertadores no último ano. Segundo Adson, o Atlético não tem restrições ao trabalho de estrangeiros, mas que no entanto, a equipe precisa de alguém que assimile rápido os conceitos do clube e não que precise de um grande tempo para se adaptar ao Atlético e ao futebol brasileiro

“Eu não descarto nada, mas eu prefiro os treinadores brasileiros. Para um clube emergente igual o Atlético, a gente não pode pagar pra ver. O Flamengo trouxe o Jorge Jesus e deu certíssimo, mas vai ver o que o Flamengo tem, ele contrata quem ele quiser. Não deu certo esse, põe o outro, vai dar certo, muita qualidade. Nós não, nós somos força de conjunto, limitações de orçamento e eu tenho que ter cuidado. Esses treinadores estrangeiros precisam de tempo para trabalhar e nós não temos esse tempo. Daqui a pouco nós estamos disputando uma Série A e tem que vender o almoço para comprar a janta, é assim. Eu prefiro um treinador brasileiro que adapte a filosofia do clube, o clube tem protocolos próprios, se tornando ao longo do tempo mais profissional”

“Eu não trabalho com treinador que não usa preparador físico, que trabalha mais com bola, eu faço entrevista. Eu tenho que tomar decisões, nós temos decisão quarta-feira, importantíssima para o clube. A minha comissão permanente tem os jogadores na mão. Os jogadores vinham questionar isso ou aquilo, confiam na comissão permanente e isso me dá tranquilidade para buscar um profissional que adapte ao nosso perfil. Trabalhar no Atlético é a coisa mais fácil do mundo, nós já carregamos vários treinadores aqui, mas ele tem que querer. Se ele não querer, fica difícil demais. Aqui nós temos uma equipe muito boa de trabalho, se o treinador souber comandar, pois são pessoas honestas, são pessoas que em momento nenhum querem tomar o lugar do treinador, eu não trabalho com gente de caráter duvidoso. Nós já carregamos muito treinadores, que aqui era o cara, mas saiu e não andou em lugar nenhum. Aqui tem uma comissão muito funcional, eu não tenho desespero, há muitos dias estávamos com essa ideia. Não houve casamento, não deu para ter sequência. Cada pessoa enxerga o futebol de um jeito diferente, acham que as coisas funcionam diferente. Quem sabe é quem está no dia a dia, convivendo com as coisas, fragilidades, problemas, situações. Nesse momento as pessoas entendem tudo diferente, é muita pancada, mas nós somos fortes para enfrentar isso de cabeça erguida. Nada melhor que os resultados, que um ano bom, eu tenho que dar resposta para os torcedores que vão em todos os jogos. Para os torcedores que ficam criticando, vão ao estádio, critiquem, mas não fiquem em redes sociais”

“Nós vivemos em um estado que as pessoas cobram muita torcida do Atlético, mas quem está levando torcida? Nós precisamos fazer um mea-culpa, um estudo para levar o torcedor a campo. Todos os times tem torcida, eu não sei o que é, eu tento fazer o meu melhor dentro das minhas possibilidades. Fazer um time competitivo, que briga, que tem estrutura e estádio cada dia melhor. Milagre só Deus faz, as pessoas precisam enxergar com realidade e não com maldade como muitas pessoas fazem”, finalizou o dirigente.

Ouça a entrevista completa de Adson Batista após a demissão de Cristóvão Borges
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Jogando em Ipameri, Crac vence o Iporá e dá um salto na tabela de classificação

Foto: Diego Alves/Rádio Nova Onda FM

Na tarde desta quarta-feira (26), o Crac venceu o Iporá, pelo placar de 2 a 1, no fechamento da sétima rodada do Estadual. Mesmo jogando fora de casa, o Leão do Sul não tomou conhecimento do adversário e conquistou um resultado importante, com gols de Thiago Rômulo e Renato.

O Crac, sexto colocado com nove pontos, volta a campo no domingo (01), para enfrentar a Aparecidense, no Durval Ferreira Franco, às 15h30. O Iporá, décimo colocado com sete pontos, recebe o Grêmio Anápolis, no domingo (01), às 15h30, no Ferreirão.

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O jogo

A primeira etapa foi marcada pelo equilíbrio e pelo calor. A melhor chance do Lobo Guará de abrir o marcador foi com Felipe Jesus que finalizou a queima roupa, em cima do goleiro Bruno Fuso. Enquanto, o Crac desperdiçou uma bela oportunidade com Medina, que após cobrança de falta, aproveitou rebote do goleiro Lucas Passarelli, mas finalizou por cima do gol, mesmo com a meta livre.

Na volta do intervalo, ambas as equipes voltaram com muita gana de marcar logo o primeiro gol. Quem saiu na frente foi o Crac aos 20 minutos. Após receber um ótimo passe de Paulinho Santos, Thiago Rômulo arriscou de fora da área, a bola contou com um desvio no zagueiro Samuel e estufou as redes do goleiro Passarelli.

O Iporá conseguiu empatar a partida aos 31 minutos. Em cobrança de falta, Michel levantou a bola na área, Jacó cabeceou o goleiro Bruno Fuso deu rebote e a bola sobrou limpa para Otacildo que empatou a partida.

No entanto, o Leão do Sul não deu chances para o adversário respirar e tratou de tomar a frente no marcador com um gol do zagueiro Renato. Após cruzamento da esquerda, de Bruno Leite, a zaga do Iporá afastou parcialmente a bola, que sobrou limpa para Renato, de cabeça, balançar as redes.

Após sofrer o segundo gol da equipe do Crac, o Lobo Guará se lançou de qualquer maneira, ao campo de ataque, porém sem sucesso algum.

Ficha técnica:
Crac 2×1 Iporá
7ª rodada do Campeonato Goiano 2020
Data: 26 de fevereiro de 2020
Horário: 15h30
Local: Estádio Durval Ferreira Franco, em Ipameri
Público pagante: 185 torcedores
Público total: 226 pessoas
Renda: R$ 3.140,00 reais
Árbitro: Rubens Paulo do Santos
Assistentes: Fabrício Vilarinho (Fifa) e Márcio Marques
Amarelos: Elvis e Fagner (Iporá); Paulinho Santos (Crac)
Gols: Thiago Rômulo aos 20 min/2T e Renato aos 35 min/2T (Crac); Otacildo aos 31 min/2T (Iporá)
Crac: Bruno Fuso; Evandro, Willian Goiano, Renato e Bruno Leite; Gilberto, Paulinho Santos (Raí), Medina e Andrezinho (Jessé); Junior Batata e Reginaldo Junior (Thiago Rômulo).
Técnico: Carlos Rabello
Iporá: Lucas Passarelli; Everton, Junior Campos, Samuel e Adãozinho; Bosco, Fagner e Elvis (Michel); Marcelinho (Otacildo), Felipe Jesus (Luiz Fernando) e Jacó.
Técnico: Leandro Nieheus
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Apresentado, Rafael Vaz sai em defesa do grupo e espera vitória no clássico

Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC

Rosto conhecido do torcedor do Goiás, o zagueiro Rafael Vaz foi apresentado na tarde de hoje. No ano passado, o jogador defendeu a equipe em 48 partidas e marcou sete gols, cinco deles no Campeonato Brasileiro.

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De volta ao clube que defendeu na última temporada, o jogador explicou o porque da demora para acertar um novo contrato com a equipe. Com o novo vínculo, agora o jogador espera corresponder as expectativas.

“A gente estava conversando desde dezembro. Aconteceram algumas coisas, mas o mais importante é que o clube, juntamente comigo, chegamos a um acordo. Eu posso falar de mim, estou feliz, espero corresponder a altura todo o respeito, todas as expectativas que o clube está colocando em mim novamente”, explicou o defensor a demora no acerto com o Goiás.

Volta por cima

Eliminado da Sul-Americana, agora o Goiás tem pela frente um clássico contra o Vila Nova, no domingo (01). Depois do clássico, a equipe enfrenta o Santo André, na quarta (04), pela Copa do Brasil. Para o zagueiro, agora é hora de dar a volta por cima e elevar a moral do grupo.

“A gente sabe que qualquer eliminação a pressão vem de tudo quanto é lado. Eu acho que a gente aprende mais nas derrotas do que quando se ganha um título. Serviu de aprendizado (a eliminação) e agora nós temos dois confrontos super importantes, um pela Copa do Brasil e outro contra o Vila Nova, que é para elevar a moral do grupo. O grupo tem extrema qualidade, todos os jogadores são qualificados, posso colocar minha mão no fogo pelo pouco tempo que estou aqui. Eu tenho certeza que vamos dar a volta por cima, frustrações acontecem para a gente poder superar. Já passou, não quero falar de ontem, prefiro falar do que vai acontecer domingo, é um dos maiores clássicos que temos e temos que voltar a vencer”, falou o zagueiro, projetando a continuidade do Goiás na temporada.

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Vila Nova inicia venda de ingressos para o clássico contra o Goiás

Foto: Douglas Monteiro/Vila Nova FC

O Vila Nova iniciou nesta quarta (26), a venda de ingressos para o clássico contra o Goiás, no domingo (01). As entradas variam de R$30 a 150 reais, com promoção especial para as mulheres, devido ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia oito de março.

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No Setor A (arquibancada coberta), os ingressos estão sendo comercializados a partir de 60 reais. No Setor B (arquibancada), as entradas custam 30 reais. O Camarote, vendido exclusivamente na Loja Nação Colorada, custa 75 reais no primeiro lote, variando até 150 reais, no terceiro lote. Na promoção do Dia da Mulher, as entradas para o Setor A e Setor B, custam 20 reais. Torcedor que apresentar duas Timemanias, marcando o Vila Nova como time do coração, paga meia entrada.

Os ingressos estão sendo vendidos nas Lojas Sherife, Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA), Loja Nação Colorada, Loja Grandes Torcidas, Loja Dom Rua e online.

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Mal no Paulistão e com esperanças na Copa do Brasil; confira como está a Ponte Preta, adversária do Vila

Foto: Alvaro Junior/Ponte Preta

Adversário do Vila Nova na Copa do Brasil, a Ponte Preta é uma equipe tradicional no cenário nacional. No entanto, em 2020, a equipe vive um mau momento, potencializado por resultados ruins, principalmente no Campeonato Paulista.

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No Estadual, a equipe não vence há quatro jogos. São três derrotas (Inter de Limeira, Palmeiras e Ituano) e um empate (Ferroviária). A Macaca está na terceira colocação do grupo A, com sete pontos. No momento, a equipe está fora da zona de classificação para as quartas de final e próxima da zona de rebaixamento.

A sequência de três reveses ocasionou a demissão do técnico Gilson Kleina, que foi substituído de forma interina por Fabinho Moreno, que na última rodada do Paulistão empatou com a Ferroviária em 1×1. Contra o Vila, a Macaca será comandada por João Brigatti.

Copa do Brasil

Na Copa do Brasil, a equipe avançou para a segunda fase ao vencer o Novo Hamburgo, por 2×1, fora de casa. A Ponte está em sua 17º participação no torneio. Em 2001, a equipe fez a sua melhor campanha na competição e avançou até a semifinal, sendo eliminado pelo Corinthians.

Estádio

A equipe manda os seus jogos no Moisés Lucarelli, com 19 mil lugares. O estádio foi inaugurado em 12 de setembro de 1948.

Foto: Site Ponte Preta

Time base: Ivan; Dawhan, Wellington Carvalho, Henrique Trevisan e Yuri; Danrley, Bruno Reis, João Paulo e Apodi; Felipe Saraiva e Roger

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Veja como foi: Crac 2×1 Iporá – 7ª rodada do Goianão 2020

Foto: Diego Alves/Rádio Nova Onda FM

Nesta quarta (26), o Crac enfrenta o Iporá. A partida é válida pela 7ª rodada do Campeonato Goiano, será disputada em Ipameri, no Estádio Durval Ferreira Franco. A bola vai rolar a partir das 15h30.

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Fora da Taça Cairo Santos, Saints farão amistosos

Foto: Willian Rommel/EG

O Goiânia Saints não disputará a Taça Cairo Santos em 2020, mas não ficará parado neste início de ano. Segundo o presidente aurinegro, Marcelo Taveira, a diretoria já trabalha no sentido de marcar os testes.

“Estamos preparando amistosos para o primeiro semestre, que irão atender nossas necessidades dentro e fora de campo”, disse ao Esporte Goiano.

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Taveira explicou também as razões pelas quais os Saints abriram mão da Taça Cairo Santos. Segundo ele, o formato e os custos foram fatores preponderantes na decisão.

– No formato que o campeonato foi apresentado, nós não teríamos nenhum jogo em Goiânia, somado à um custo de inscrição elevado. Então, pensando em torcida e patrocinadores, não seria interessante para nós ter um custo significativo de inscrição, e não ter nenhum retorno, seja com torcida, ativação de patrocinador e outros – afirmou.

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