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sábado, agosto 22, 2026
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Coronavírus: Basquete Anapolino suspende treinos dos jogadores

Foto: Divulgação/Basquete Anapolino

O Basquete Anapolino suspendeu na última segunda-feira (16) os treinos da equipe, em virtude do surto do COVID-19, o coronavírus, que no Estado de Goiás já registra 12 casos, sendo dois na cidade de Anápolis.

Os Águias iriam estrear no Campeonato Brasileiro Adulto, no último domingo (15), diante do Cerrado Basquete (DF), porém a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) seguindo orientação da Federação Internacional de Basquete (FIBA), suspendeu o início do torneio.

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Em contato com o Esporte Goiano, o técnico do Basquete Anapolino, Moisés da Silva, informou que há incerteza se os atletas voltaram para suas casas ou ficarão em Anápolis e, salientou, que a decisão será tomada de acordo com as orientações da Secretaria Municipal de Saúde de Anápolis (Semusa) acerca da pandemia do coronavírus.

No tocante a questão salarial desse período de paralisação das atividades, o Esporte Goiano não conseguiu obter muitos detalhes, mas certo é que o salário do time auriazul parte é paga pelos patrocinadores e outra é oriunda do Programa Torcida Premiada, cuja receita é repassa aos clubes mediante a realização de jogos.

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Fegotarco suspende atividades até o fim de março

Foto: Willian Rommel/EG

A Federação Goiana de Tiro com Arco (Fegotarco) em nota divulgada, na tarde desta terça-feira (17) informou a suspensão de todas as atividade até o dia 30 de março, com o intuito de conter a proliferação do COVID-19, coronavírus.

O calendário da Fegotarco não previa nenhum campeonato a nível estadual, porém a World Archery suspendeu o Parapan-Americano de Tiro com Arco, competição na qual três atletas goianos: Andrey Muniz, Hélcio Perillo e Jane Karla participariam representando o Brasil na disputa por uma vaga em Tóquio.

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Em entrevista ao Esporte Goiano, o presidente da Fegotarco, Thyago Tonetto, comentou a respeito do adiamento do Parapan em Monterrey, no México.

“Por mais que os atletas goianos estivessem preparados e empenhados no foco de conquistar as vagas, a consciência do risco fez com que a equipe aceitasse o adiamento. Não ficaram felizes, mas também estava claro que o risco desconhecido e as incertezas do translado e também a falta de informação de risco agravante para cadeirantes”, ponderou.

O presidente da Fegotarco salientou, que a decisão tomada pela Word Archery foi sensata e, agora, cabe aos atletas se cuidarem e prepararem para o torneio.

“O adiamento da prova em meio a todo o risco do que está acontecendo e que ainda pode vir a acontecer foi entendido como o passo mais sensato. Cabe agora a cada atleta uma forma de treino em casa, de se manterem ativos e preparados, aguardando o retorno. E ao grupo resta apenas aguardar que esse turbilhão negativo perca força e passe sem muito dano, para que a competição possa acontecer”, afirmou Thyago Tonetto.

Confira na íntegra a nota informativa da Fegotarco:

 

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Marcelo Almeida elogia paralisação do Goianão e pede união dos clubes

Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC

Após idas e vindas, a Federação Goiana de Futebol decidiu pela suspensão do Campeonato Goiano por tempo indeterminado. A decisão atendeu a nota técnica emitida pela Secretaria de Saúde, que pediu a suspensão da disputa pelo período inicial de 15 dias. O motivo é a pandemia causada pelo coronavírus, que vem assolando todo o planeta.

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Em entrevista a Rádio Sagres, Marcelo Almeida, presidente do Goiás e um dos dirigentes que defendeu a suspensão temporário do campeonato, falou sobre os momentos que antecederam a tomada de decisão por parte do clube. Segundo Marcelo, decisões não podem ser de forma definitiva, pois a atual situação pede que elas sejam revistas a todo momento.

“Ontem tivemos um dia bastante intenso, tumultuado como foram os dias anteriores e possivelmente serão os próximos dias. Ontem, numa entrevista que eu dei no inicio da tarde eu demonstrei uma insatisfação muito grande, levando em consideração que eu enxergava que não deveria dar continuidade ao campeonato. Porém, a federação e o governo entenderam por bem dar continuidade ao campeonato. Naquele mesmo momento eu disse que essas decisões pudessem ser revistas, em cima desse problema que estamos vivenciando. Decisões tomadas agora, daqui quatro, cinco horas essas decisões podem ser revistas, devido a dinamicidade do problema que estamos vivenciando”, falou o dirigente sobre a posição tomada pelo Goiás.

União para vencer o coronavírus

O dirigente aproveitou para parabenizar a decisão tomada pela FGF e pelo governo. Para Marcelo, é hora de esquecer os interesses pessoais e pensar o coletivo. Segundo ele, apenas a união dos clubes nesse momento irá ajudar a sanar este problema.

“Eu quero parabenizar a atitude da federação, mais uma vez parabenizar a atitude do governo, que enxergaram a necessidade da paralisação do campeonato, entendendo a gravidade do problema. Nós devemos combater essa doença de braços dados, com grande união, diferentemente do que estava transparecendo, cada um defendendo os seus próprios interesses. Dessa forma, todos nós unidos, juntos e abraçados em uma causa vamos sair vencedores dessa batalha”, elogiou Marcelo Almeida a atitude tomada pela FGF, pedindo por fim a união dos clubes.

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“Vi com grande tristeza”, diz Adson sobre paralisação do Goianão

Foto: Paulo Marcos/ACG.

Após a orientação da CBF, nesta terça-feira (17), para que todos os campeonatos de futebol pelo país parassem, a FGF decidiu realizar a suspensão do Goianão 2020 por tempo indeterminado. A decisão tomada pela entidade veio logo após a manifestação de clubes como Goiás, Anapolina e Grêmio Anápolis em não querer mais a disputa da competição.

No entanto, alguns clubes ainda queriam o prosseguimento do torneio com portões fechados. O Atlético era um desses clubes. O presidente Adson Batista era favorável à permanência. Em entrevista à Rádio Sagres, ele expôs seu sentimento com a decisão da FGF.

“Eu vi com uma grande tristeza. Acho que poderíamos jogar sem torcida. O próprio governador manifestou que poderíamos jogar sem problemas, pois é um ambiente aberto, com pouca gente. Evidente que sou um cara que faz de qualquer dificuldade uma oportunidade, temos que enfrentar tudo de frente. Acho que o clube sem um calendário definido, sem jogos, é muito prejudicial, mas evidente que também eu não sou um especialista, nem infectologista, as vezes estou muito confiante e podem vir problemas muito maiores por aí”, pontuou.

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O presidente afirmou ainda que o ideal era encerrar, ao menos, a primeira fase do torneio para evitar a judicialização da competição.

“Acho que poderia terminar pelo menos essa fase, para não termos viradas de mesa, não termos coisas negativas, que empobrecem o futebol. Por exemplo quem tiver de cair, que não fez um bom campeonato, que caia”, afirmou.

“Sem rumo”

Para o presidente rubro-negro, as entidades que comandam o futebol não têm ideia de como lidar com a crise neste momento. Isso, segundo ele, pode prejudicar a operação financeira dos clubes.

“É um problema mundial, temos que entender, e logicamente ficamos desnorteados. A CBF está sem rumo, o problema é muito profundo, mas não temos um norte, não temos nenhuma portaria falando o adiamento por 15, 30 dias para trabalharmos dentro de uma possibilidade de programação, para liberar jogador, para ter treinamentos. É muito difícil, as contas ficam só para os clubes, o problema é só nosso, é difícil. Eu vivi tudo no futebol, mas nunca passei por uma situação dessa, onde não sabemos o que vai acontecer. Principalmente financeiramente falando, jogador tem família, tem contrato, ele vai querer receber, e o clube vai ficar com as portas fechadas, sem receber e sem nada. Então é um momento de muita preocupação com o futebol brasileiro”, desabafou.

O Atlético segue ainda suas atividades dentro do clube e os jogadores ainda estão treinando, Adson espera um posicionamento de datas da FGF para iniciar a suspensão das atividades do clube.

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André Pitta diz que não há como prever futuro do Goianão

Foto: Reprodução

O presidente da Federação Goiana de Futebol (FGF), André Pitta, avaliou que, no momento, é impossível fazer qualquer tipo de definição a respeito do Campeonato Goiano de 2020. O torneio foi suspenso nesta terça-feira (17) por tempo indeterminado e tem futuro incerto devido ao surto de coronavírus em Goiás.

Em entrevista à Rádio Sagres, Pitta ponderou que não se sabe quanto tempo a crise de saúde deve durar e, por isso, é impossível fazer qualquer determinação.

– Não tem como a gente falar no futuro. O momento é de aguardar os acontecimentos. Não dá para falar que o coronavírus vai acabar amanhã ou daqui um mês, dois ou três. Não tem como prever datas e falar pelo futuro. É hora de cuidar da saúde e aguardar – disse.

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O presidente da FGF também criticou a postura da Anapolina, que divulgou nota oficial pedindo o encerramento da edição de 2020 e realização do Goianão 2021 com os 12 clubes desta edição e mais dois promovidos da Divisão de Acesso.

– Em alguns momentos, as pessoas acabam se aproveitando das coisas e utilizando algo tão sério, como a situação que estamos vivendo, simplesmente preocupado em ser rebaixado ou não num campeonato. É muito pequeno perto da situação que estamos vivendo. Lamento muito que a intenção seja essa – afirmou.

Por fim, ele reiterou que o futuro do torneio está indefinido e diz que a entidade deve aguardar posicionamentos da Fifa e da CBF. “Não é uma questão se vai ter 12, 14 ou 20. Isso vai ser resolvido lá na frente. Acredito que a Fifa pode determinar algumas coisas em relação a campeonatos, pois isso é no mundo inteiro. Também temos que avaliar as decisões que a CBF vai tomar”, finalizou.

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“Para a Anapolina, o campeonato acabou”, diz dirigente

Foto: Rossini Pasti/AAA

A Anapolina não pretende retomar as atividades após a paralisação do Campeonato Goiano ter sido anunciada nesta terça-feira (17). Segundo o diretor de futebol da Xata, Washington Rabelo, o clube trata como encerrado o torneio.

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Em entrevista ao repórter Wagner Almeida, da Manchester News, Rabelo diz que o CT Leandro Ribeiro começou a ser esvaziado e não haverá mais ninguém no recinto até o fim da semana. Mesmo que a FGF decida pelo retorno da competição num prazo mais curto, o dirigente diz que a Rubra não tem condições de disputar.

– Acho que o campeonato acabou. Não tem condição de retornar. Os jogadores já estão indo embora. Da base, 22 já foram embora. Treinador Artur Neto e alguns jogadores profissionais já foram embora. Para a Anapolina, o campeonato acabou. Não temos condições de voltar. No dia 27 (de março), vencem todos os contratos dos jogadores. Agora temos que nos preocupar com a saúde – afirmou.

A FGF já adiantou que não dará o torneio por encerrado neste primeiro momento. Há uma reunião entre a entidade e representantes dos clubes nesta quarta-feira (18) para definir as primeiras medidas.

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Surpreso, Anápolis aguarda reunião da FGF para decidir futuro

Foto: Italo Júnio/Anápolis FC

A diretoria do Anápolis afirmou que foi pega de surpresa com a suspensão do Campeonato Goiano por tempo indeterminado. Dirigentes do Galo aguardam a reunião com a Federação Goiana de Futebol (FGF) para tomar qualquer medida.

Segundo o supervisor de futebol, Guilherme Vasconcelos, caso a paralisação não dure mais de 20 dias, o clube poderia usar um mecanismo dos contratos, que se encerram em abril, para garantir o elenco. “Caso seja até 20 dias, faremos um aditivos nos contratos para encerrarmos. Caso a Federação encerre o campeonato, liberamos os jogadores e faremos os acertos”, disse ao Esporte Goiano.

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O diretor de futebol Wellington Carlos demonstrou apreensão. Em entrevista à Rádio São Francisco, ele diz que haveria um grande prejuízo financeiro para manter o plantel treinando e morando no CT da Boa Vista com o Goianão parado.

– É um prejuízo. Não há previsão (de retorno). Como você vai manter um elenco treinando? O elenco do Anápolis tem uma folha alta, custa caro – afirmou.

Em tom de preocupação, o dirigente ainda disse que não vê muita solução. “Não vejo muito horizonte, pois a própria federação está perdida neste assunto. Todo mundo foi pego de surpresa. É uma coisa que nunca aconteceu”, asseverou.

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Campeonato Goiano é suspenso por tempo indeterminado

Foto: Internet / Reprodução

A Federação Goiana de Futebol (FGF), acatou a nota técnica divulgada pela Secretaria da Saúde nesta terça-feira (17). A recomendação é de suspensão do Campeonato Goiano pelos próximos 15 dias.

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Desde a chegada do coronavírus em Goiás, a entidade vive uma novela com a continuidade ou suspensão do Campeonato Goiano. Em um primeiro momento, a federação decretou jogos sem torcida, medida que foi acatada na rodada do último final de semana. A postura da FGF era de manter os jogos até o final da primeira fase, inclusive adiantando as duas últimas rodadas da fase de classificação. Em entrevista, o governador Ronaldo Caiado garantiu a realização dos jogos.

Porém, com o avanço da doença em Goiás, a federação deu o braço a torcer. E por meio de portaria publicada nesta terça-feira (17), suspendeu o Goianão por tempo indeterminado.

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Contrariando a FGF, Anápolis não será palco de jogos do Goianão

Foto: Igor Nery/Esporte Goiano

A pandemia causada pelo coronavírus segue se alastrando pelo Brasil. Após a confirmação dos dois primeiros casos da doença em Anápolis, Roberto Naves, prefeito da cidade, cancelou a realização de partidas de futebol no Jonas Duarte. A entrevista foi dada a Rádio Manchester.

“No Jonas Duarte nós não teremos jogos. Gostaríamos muito de contar com com a compreensão do presidente Pitta, que é uma pessoa que a gente sabe que tem uma competência acima de tudo. É muito qualificado. E contar com o bom senso dele para que o Campeonato Goiano seja suspenso por tempo indeterminado para que possamos frear o crescimento dessa pandemia. Na cidade de Anápolis nós não teremos jogos”, explicou o prefeito a resolução de não receber jogos no Jonas Duarte.

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Em oposição a outros campeonatos que foram suspensos devido ao coronavírus, o Campeonato Goiano segue em disputa. A primeira resolução foi a adoção de portões fechados. A decisão é contrária a recomendação da Secretaria da Saúde, porém a escolha por manter a competição está chancelada por Ronaldo Caiado.

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Federação Goiana de Atletismo suspende competições devido a pandemia do coronavírus

Foto: Divulgação FGAt

Procurando conter a proliferação do COVID-19, coronavírus, e seguindo orientação da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), a Federação Goiana de Atletismo (FGAt) decidiu adiar por tempo indeterminado – sine die, todas as suas atividades e competições.

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De acordo com a nota oficial emitida pela FGAt, a entidade informa que irá aguardar os próximos acontecimentos e as recomendações da Secretaria de Saúde do Estado de Goiás, do Ministério da Saúde e da CBAt.

Confira na íntegra a nota oficial emitida pela FGAt:

Divulgação FGAt
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