5.6 C
New York
sábado, agosto 22, 2026
- Anúncio -
Início Site Página 2876

Elenco do Anápolis diz que sindicato “não os escutou” antes da suspensão do Estadual

Foto: Divulgação Anápolis Futebol Clube

O elenco de atletas do Anápolis divulgou na tarde desta quinta-feira (19) uma nota oficial repudiando a posição do Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de Goiás (Sinapego). A entidade apoiou a paralisação do Campeonato Goiano para evitar que a categoria fosse exposta ao novo coronavírus.

A posição incomodou os jogadores do Galo da Comarca, que criticaram o presidente Marçal Filho. Segundo a nota, os atletas tricolores jamais foram consultados. “sequer fomos convidados a sermos ouvidos. Não sabemos quais grupos de atletas foram consultados. O nosso não foi”.

Mais da crise
Márcio cita prejuízo, mas aprova paralisação
Goianésia se preocupa com funcionários

A nota cita ainda o fato de boa parte do elenco do Anápolis sequer conhecer o presidente do Sinapego, que segundo os jogadores tomou uma decisão unilateral.

– Grande parte dos Atletas do Anápolis Futebol Clube sequer conhece o Presidente do Sindicato, que por sua vez perdeu uma chance de ouro para se afirmar como representante da categoria e de ser o grande mediador nesse momento tão difícil que vivemos, preferindo ouvir um único time que a Sinapego decidiu sendo todos – criticou a nota.

Em entrevista à Rádio Sagres, o presidente da Sinapego diz que fez várias consultas com atletas via WhatsApp, mas não citou especificamente os jogadores do Anápolis. Ele esclarece que fez “apenas um pedido”, mas destacou: “a decisão não é minha”.

Veja a nota dos atletas do Anápolis na íntegra

Nós, Profissionais do Anápolis Futebol Clube, viemos através desta, nos posicionar frente ao pedido de Paralisação do Campeonato Goiano 2020, conforme protocolado pelo Presidente do Sinapego, junto à Federação Goiana de Futebol, que:

Reconhecemos a gravidade dessa crise do coronavírus no Brasil e no Mundo e assim como toda a população, estamos muito apreensivos com o seu desenrolar, afinal precisamos da nossa plena saúde para atuar no Campeonato, visando cuidado conosco e com nossos colegas de trabalho e também em cuidado especial com o nosso bem maior que são nossas Famílias. Sabemos que é uma situação grave e que decisões difíceis precisam ser tomadas e que o mais certo a se fazer é ouvir todos os envolvidos, por se tratar de um Campeonato envolvendo 12 times.

Queremos RESSALTAR que nos contrariou o fato do Sinapego protocolar um pedido de Paralisação do Campeonato junto à FGF, sem sequer termos sido convidados a sermos ouvidos. Não sabemos quais grupos de atletas foram consultados. O nosso não foi. Não opinamos nos termos protocolados e não temos ciência do que virá a seguir, reconhecemos que decisões muitas vezes não agradam à todos, mas queríamos ter participado, ouvir e sermos ouvidos para que somente assim chegássemos à conclusão do consenso.

Era o ideal a ser feito, pois afetou a vida de todos os atletas, principalmente daqueles que ficaram desempregados, os impactos estão sendo sentidos principalmente pelos atletas que ficaram sem nenhuma perspectiva para o prosseguimento das suas carreiras. A maioria de nós se encaixa nesse quadro.

Grande parte dos Atletas do Anápolis Futebol Clube sequer conhece o Presidente do Sindicato, que por sua vez perdeu uma chance de ouro para se afirmar como representante da categoria e de ser o grande mediador nesse momento tão difícil que vivemos, preferindo ouvir um único time que a Sinapego decidiu sendo todos, perdendo grande a oportunidade de construirmos todos juntos um documento que expressasse os sentimentos, anseios e preocupações dos Atletas do Estado de Goiás.

Esperamos enfim que todos os atletas que precisarem de ajuda, possam receber o apoio necessário e que o Brasil e o Mundo se livre dessa pandemia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atlético antecipa férias e libera elenco por 15 dias

Foto: Paulo Marcos/Atlético CG

O Atlético liberou o elenco por 15 a partir desta quinta-feira (19). A decisão foi comunicada por meio de nota, nesta manhã. A medida ser dará por meio de antecipação de férias a jogadores e funcionários.

Por conta da paralisação do Goianão por tempo indeterminado, bem como de competições oficiais da CBF, o clube decidiu seguir as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), do governo estadual e da própria FGF, que pediu aos clubes para liberarem atletas.

Mais da crise de saúde
Elenco do Goiânia ataca posição de sindicato
Artur Neto aprova paralisação: “vida vale mais”

A medida visa evitar aglomerações. Jogadores e funcionários foram orientados pela direção do clube a ficar em casa.

Segundo a nota, o Dragão entregou uma cartilha aos atletas com medidas de prevenção e com orientações de atividades e exercícios a serem desenvolvidos em casa durante a paralisação das atividades.

Veja a nota na íntegra

O Atlético Clube Goianiense informa, através de decisão da Federação Goiana de Futebol (FGF), a paralisação por tempo indeterminado do Campeonato Goiano 2020. O elenco profissional do Dragão se preparava para o jogo da 11ª rodada do estadual quando foi informado sobre a determinação. Anteriormente a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) paralisou a Copa do Brasil.

O Atlético Goianiense decidiu que irá suspender as atividades do CT do Dragão por 15 dias. Seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, que alerta para necessidade de evitar locais de aglomeração e contato pessoal, a medida de interromper os treinamentos visa combater a propagação do Covid-19 e assegurar a saúde de atletas, funcionários e colaboradores.

Os atletas receberam uma cartilha de atividades e exercícios a serem desenvolvidos em casa durante o período de quarentena. Além disso, todos os funcionários do clube também foram orientados sobre ações a serem desenvolvidas durante o período de paralisação das atividades.

O Atlético acompanhará o processo dos fatos e as orientações das autoridades para avaliar periodicamente esta medida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar de nova decepção, Anápolis Vôlei confia em acesso à elite

Foto: Samuel Sousa/Sec. Esportes/Pref. Anápolis

O encerramento da Superliga B sem a realização dos playoffs impediu o Anápolis Vôlei de garantir o acesso à elite do voleibol nacional pela competição. No entanto, a direção do clube acredita que a vaga na Superliga A de 2020/21 virá por um convite da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

Dois clubes da atual composição da elite sinalizam possibilidades de desistirem na próxima temporada. São eles o Sesc-RJ, que já afirmou que deve encerrar o projeto, e o Maringá, que vive indefinição e pode também parar as atividades. O Lobo Guará coloca em dúvida também a capacidade de Guarulhos e Uberlândia de participarem da próxima edição.

Mais da crise de saúde nos esportes
Superliga B é cancelada e deixa Anápolis fora da elite
Basquete Anapolino está com treinamentos suspensos

Como o Anápolis precisa de apenas uma desistência para receber o convite, a direção dá praticamente como certa a participação na elite na próxima temporada. “Acreditamos que esse convite virá e, mesmo com o encerramento da Superliga B, jogaremos a Superliga A”, pontuou o gerente Vinícius de Oliveira em contato com o Esporte Goiano.

Os treinamentos auriazuis já estavam suspensos desde o início de semana. Todos os atletas serão liberados com a recomendação de ficarem em casa, após a decisão de encerrar a Superliga.

O planejamento para a próxima temporada ainda não começou, mas a tendência é que o Lobo Guará mantenha o técnico Ricardo Picinin e parte do elenco. Contudo, ainda não há nenhuma negociação em andamento por conta da crise de saúde.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Elenco do Goiânia diz que sindicato “tirou empregos” com suspensão do Estadual

Foto: Rômulo Fofão/Goiânia EC

O elenco de atletas do Goiânia divulgou na noite desta quarta-feira (18) uma nota oficial repudiando a posição do Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de Goiás (Sinapego). A entidade apoiou a paralisação do Campeonato Goiano para evitar que a categoria fosse exposta ao novo coronavírus.

A posição incomodou os jogadores do Galo, que criticaram o presidente Marçal Filho. Segundo a nota, os atletas alvinegros jamais foram consultados. “Nem nos piores momentos que vivemos no clube, que foram públicos, recebemos uma visita do sindicato”.

Mais da crise
Márcio cita prejuízo, mas aprova paralisação
Goianésia se preocupa com funcionários

A nota cita ainda a posição do governador Ronaldo Caiado que, em entrevista à TV Anhanguera, disse que o Goianão poderia concluir a primeira fase por estar em ambiente arejado. Conforme os atletas, eles agora ficarão sem recursos para sustentarem suas famílias.

– Somos todos trabalhadores, país de família. Precisamos do nosso emprego, mas hoje nos deparamos em uma situação que estamos desempregados. E agora? Como faremos? Precisamos de uma explicação do Sr. presidente do sindicato, pois ele falou por todos os atletas sem consultar ninguém – criticou a nota.

Em entrevista à Rádio Sagres, o presidente da Sinapego diz que fez várias consultas com atletas via WhatsApp, mas não citou especificamente os jogadores do Goiânia. Ele esclarece que fez “apenas um pedido”, mas destacou: “a decisão não é minha”.

Veja a nota dos atletas do Goiânia na íntegra

Todos os atletas do Goiânia Esporte Clube repudiam a atitude do Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de Goiás, presidido por Genivaldo Chaveiro Marçal Filho, que usando da sua autonomia e autoridade, protocolou um pedido de cancelamento do Campeonato Goiano de Futebol, junto à federação goiana de Futebol, em nome dos jogadores, contrariando a nossa opinião.

Sequer conhecemos o Sr. Presidente e nunca fomos consultados. Nem nos piores momentos em que vivemos no clube, que foram públicos, recebemos uma visita do sindicato.

Entendemos que momento é de preocupação geral mediante a pandemia da Covid-19. Somos seres humanos acima de tudo, sensibilizamo-nos sim com toda essa situação em que o mundo está vivendo. O Governador do Estado, que é médico e autoridade máxima, foi a público e disse que as medidas tomadas pela federação nesse momento não causariam prejuízos à saúde de ninguém.

Somos todos trabalhadores, país de família, precisamos do nosso emprego. Mas hoje nos deparamos em uma situação que estamos desempregados. E agora? Como faremos? Precisamos de uma explicação do Sr. presidente do sindicato, pois ele falou por todos os atletas sem consultar ninguém. Ele falou pelos atletas do Goiânia Esporte Clube sem visitar o nosso clube e falar com nenhum jogador. Ele falou por vários pais de família sem conhecer ninguém. E agora, Sr. Marçal, o senhor vai pagar nossos salários? Vai alimentar nossas famílias? E se ficarmos doentes, o senhor vai pagar os médicos?

Queremos uma resposta do Sr., pois já que usou sua autoridade para tirar nossos empregos, queremos que use a mesma autoridade para colocar comida nos nossos lares. Fale pelo Sr., fale pelo clube que o Sr. frequenta, porque os jogadores do Goiânia Esporte Clube nem te conhecem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Artur Neto aprova paralisação: “A vida vale muito mais”

Foto: Rossini Pasti/AA Anapolina

O técnico da Anapolina, Artur Neto, aprovou a paralisação do Campeonato Goiano. Segundo o comandante da Rubra, a crise de saúde clamava pela suspensão do torneio para garantir o bem-estar de todos os envolvidos na atividade.

Artur Neto citou a morte do jovem técnico espanhol, José Bueno, de 21 anos, pela Covid-19, para justificar sua posição. Ele destaca que, mesmo que o esporte seja praticado ao ar livre, o risco de contaminação é grande.

– É uma coisa muito séria. Não podemos brincar com isso. Temos casos no esporte e até óbito de um jovem treinador na Espanha. Existe contato e isso tem que ser evitado. As pessoas às vezes não entendem, falam que é ao ar livre. Mas o jogo tem muitas pessoas envolvidas. Quando você se desloca, vai num ônibus fechado, com muitas pessoas. Em entrevistas coletivas também. É uma medida acertada parar. Todos os grandes campeonatos pararam. O período mais perigoso é agora. Temos que procurar se isolar e pensar em todo mundo – disse em entrevista ao repórter Wagner Almeida, da Manchester News.

Mais da crise
Vila Nova prevê prejuízo
Goianésia se preocupa com funcionários

Artur Neto ressalta que a vida deve ser colocada acima de qualquer outra coisa. Para ele, as restrições são necessárias para que a crise passe e o futebol possa, no momento correto, voltar.

– A vida vale muito mais do que qualquer coisa. Tudo isso passa, mas temos que cuidar muito, principalmente neste momento. Se nos prepararmos bem, isso passa mais rapidamente e envolve menos pessoas. Desde que façamos as coisas corretamente, vamos voltar a pensar em futebol e outras coisas – disse.

O técnico ainda revelou que o departamento de preparação física prescreveu uma cartilha com recomendação aos jogadores antes da liberação. “Todos podem se cuidar, mesmo em casa”, completou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Superliga B é encerrada, e Anápolis Vôlei perde acesso

Foto: Divulgação/Prefeitura de Anápolis

A Confederação Brasileira de Vôlei decidiu, após reunião por teleconferência nesta quarta-feira (18), encerrar a Superliga B de 2020. Dos oito clubes participantes, três votaram contra a medida. Um deles foi o Anápolis Vôlei, que perde o acesso à elite da modalidade no país. A competição havia sido suspensa na última semana.

Com o encerramento do torneio, Guarulhos e Uberlândia, os dois primeiros na fase de classificação, ficaram com o acesso. A equipe goiana foi a que mais venceu, com seis triunfos em sete jogos. Porém, fez cinco tie-breaks e desperdiçou pontos cruciais, ficando em terceiro.

Mais da crise no esporte
Futuro do Goianão é incerto
Basquete Anapolino suspende treinos

Segundo o gerente do Anápolis, Vinícius de Oliveira, a CBV recomendou a proposta de encerrar o torneio, mas ofereceu também a alternativa de realizá-lo após o pico da pandemia de Covid-19 no país. O Lobo Guará escolheu a segunda opção.

– Muitos clubes levaram em conta a questão dos contratos, que se encerravam nas próximas semanas. Nós acreditamos que a competição poderia ser retomada após a crise – ponderou o dirigente em contato com o Esporte Goiano.

Além dos auriazuis, JF Vôlei e Brasília Vôlei/Upis votaram contra o encerramento da Superliga B.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hugo Jorge Bravo projeta dificuldades com paralisação do estadual

Foto: Reprodução/YouTube PUC TV Esportes

Na manhã desta quarta-feira (18), foi realizada uma reunião com os clubes que disputam o Campeonato Goiano. A competição está paralisada por tempo indeterminado. Em entrevista a Rádio CBN, Hugo Jorge Bravo, presidente do Vila Nova falou sobre os prejuízos que a equipe terá, mas que agora é hora de se readequar devido a essa crise.

“Jogando ou não jogando a nossa despesa é a mesma. Agora é enfrentar esse caos, fazer os reajustes para que a gente consiga minimizar os efeitos dessa crise que não é só do Vila, não é do futebol goiano, mas é uma crise de caráter mundial, que todos os brasileiros irão enfrentar”, pontuou o presidente sobre os prejuízos que o Vila irá sofrer.

Mais do Goianão
Para gerente do Goiânia, suspensão do estadual é correta
Presidente do Goianésia mostra preocupação com funcionários
Com o campeonato paralisado, confira como está a tabela de classificação

O dirigente disse que ainda não sabe quais serão os próximos passos da equipe. Porém, que nenhuma possibilidade está descartada para o futuro do Vila Nova.

“Nós vamos reunir com a diretoria e tomar a decisão que for melhor pro clube. Ainda é prematuro falar o que vamos fazer”, respondeu o dirigente quando questionado sobre os próximos passos do Vila.

Críticas da torcida

Favorável a realização das duas últimas rodadas da fase de classificação, Hugo Jorge Bravo disse ter sido alvo de críticas por parte da torcida do Vila. Porém, agora é hora de trabalhar com os recursos disponíveis.

“Isso aí era o previsto. Quando eu falei do nosso interesse na realização das duas últimas rodadas eu fui criticado, até pela torcida do Vila, que disse que estava pensando apenas no viés financeiro. A gente não ganha nada com isso, nós defendemos os portões fechados e teríamos a possibilidade de construir algo diferente na reunião. A gente acata a decisão de suspender e agora é trabalhar com o que temos”, revelou o dirigente as críticas vindas da torcida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gerente do Goiânia cita prejuízo, mas avalia que suspensão do Estadual é correta

Foto: Divulgação Goiânia EC

Na manhã desta quarta-feira (18), a Federação Goiana de Futebol (FGF), juntamente com os clubes, se reuniram para decidir o futuro do Campeonato Goiano. Na tarde de ontem, a FGF já havia suspendido a disputa do torneio por tempo indeterminado.

Mais do Goianão
Adson vê paralisação do estadual com tristeza

Presidente do Goiás elogia paralisação do campeonato
Com o estadual parado, confira como está a tabela de classificação

Em entrevista à Rádio CBN Goiânia, Márcio Luiz, Gerente de Futebol do Goiânia Esporte Clube, falou sobre os impactos da paralisação na vida dos clubes e dos atletas.

“Eu não vou entrar no mérito da questão sanitária, pois a saúde está em primeiro lugar. A paralisação do Campeonato vai gerar muito prejuízo, não apenas financeiro, porém entendo que mesmo sendo necessária a interrupção do torneio por questões de saúde, ela é muito prejudicial. Tinham mais duas rodadas previstas para acontecer, que eram fundamentais para os clubes menores, para o acerto de questões de acertos e de calendário. Agora é pensar como solucionar esses problemas, e não é fácil, pois não temos previsão de retorno e do que vai acontecer daqui pra frente”, declarou o dirigente alvinegro.

De acordo com Márcio Luiz, a decisão tomada pela FGF juntamente com o Sindicato dos Atletas não foi correta, mas sensata.

“A decisão de interromper o campeonato não foi correta, mas eu concordo que foi a mais sensata devido a situação sanitária que estamos vivendo. Os clubes estão paralisando suas atividades e os jogadores tem de entender, que eles, também, terão de paralisar suas atividades sociais: bares, restaurantes e cinemas. Os jogadores tem de ter consciência e ficar em casa, respeitando as medidas que estão sendo adotadas para prevenir esse problema de saúde”, afirmou.

O Gerente de Futebol do Goiânia fez questão de salientar a irrelevância das questões técnicas do Goianão 2020, dos times classificados a Copa do Brasil e Série D do Campeonato Brasileiro de 2021 e dos rebaixados à Divisão de Acesso de 2021, frente ao problema da pandemia do coronavírus.

“Eu vejo que o menos importante agora é a condição técnica das competições: quem sobe, quem é rebaixado e quem fica. Isso é o mínimo. Isso se adequa. Existe a possibilidade de se empurrar o Campeonato deste ano para o próximo ano. Então, neste momento, as condições técnicas é o menos importante. O que nos interessa é a questão da saúde e como vão sobreviver os profissionais”, declarou Márcio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Jaraguá discorda da paralisação, mas apoia decisão da FGF

Foto: Willian Rommel/EG.

Em reunião hoje na Federação Goiana de Futebol, os representantes e presidentes de cada clube do campeonato goiano, realizaram discussões  sobre o futuro da competição, devido a paralisação em meio a pandemia do Covid-19.

Alguns clubes se posicionaram a favor da paralisação, outros foram contra, e queriam a execução da medida adotada anteriormente pela federação, no adiantamento dos jogos até domingo, para o fim da primeira fase. O Jaraguá foi um deles.

Esporte paralisados:
Baquete Anapolino suspende atividades

Fegotarco interrompe esporte até abril
Futsal Goiano também para!

POSIÇÃO

Segundo o presidente do clube Silvano Martins, em entrevista realizada para a Rádio CBN Goiânia, o clube era a favor dessa medida, na qual ajudaria o time a pensar no futuro dos atletas.

“Pelo menos nesse primeiro momento, nessa antecipação, achamos que foi uma ideia muito boa do presidente da Federação. Antecipar as rodadas e ter a conclusão do segundo turno, isso nesse momento era o melhor para nós, a melhor decisão que nós concordávamos bastante, para depois decidir o futuro do campeonato. Essa era a nossa posição que achávamos que era mais idealizada”, declarou o dirigente.

RENDIMENTO

O mandatário questionado se a paralisação iria prejudicar o bom futebol que o time vinha apresentando na competição, mencionou que nesse momento isso seria a menor preocupação.

“Diria que talvez hoje seria o menos importante, o momento agora é da saúde e da vida do cidadão. É uma coisa que ninguém esperava mais aconteceu”, afirmou Silvano.

FINANCEIRO

Silvano Martins ainda bateu na tecla que quase todos os clubes do interior ressaltaram na reunião, o fato de não ter como sustentar os atletas financeiramente por mais meses parados.

“Nós por outro lado estamos muito preocupados, com esse pessoal, esses atletas que vieram a participar desse campeonato e que vivem disso, estamos preocupados como será o amanhã deles. Porque nós como entidade, podemos parar a qualquer momento, mas e amanhã, como será o empego deles? Como irão viver? Então isso nos preocupa bastante, a vida dos atletas e da saúde deles. São situações que nos deixam muito preocupados, vamos para Jaraguá e vamos discutir com a diretoria e com o atletas, e buscar o melhor caminho. Precisamos de um norte, estamos necessitando disso, eles não vão poder trabalhar”, salientou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após paralisação, presidente do Goianésia mostra preocupação com funcionários

Foto: Breno Modesto/Esporte Goiano

Na manhã desta quarta-feira (18), a Federação Goiana de Futebol (FGF), juntamente com os clubes, se reuniram para decidir o futuro do Campeonato Goiano. Na tarde de ontem, a FGF suspendeu a disputa por tempo indeterminado.

Mais do Goianão
Adson vê paralisação do estadual com tristeza

Presidente do Goiás elogia paralisação do campeonato
Com o estadual parado, confira como está a tabela de classificação

Em entrevista, Delegado Marco Antônio, presidente do Goianésia falou sobre a reunião. Segundo ele, não há perspectiva de retorno da disputa, afinal de contas não se sabe como estará a situação do país nas próximas semanas. Porém, o presidente salientou que agora é hora de ver o contrato dos jogadores e demais profissionais que fazem parte do quadro de funcionários da equipe.

“Momento difícil que o Brasil e o mundo vem passando, realmente uma fase complicada. A decisão foi a suspensão do Campeonato Goiano por tempo indeterminado, para tentar evitar o contágio de jogadores, profissionais da área pelo vírus. A gente tentou, foram quase duas horas de reunião. Nós não temos a perspectiva de quanto tempo irá ficar parado pois não sabemos a real. A situação de como vai estar o Brasil daqui 15, 20 dias

Estamos esperançosos nesse ponto, não sabemos que o vai acontecer, pode ser que seja só uma pequena fase, que o vírus não propague muito, mas teve de parar. Agora estamos com o jurídico a situação do contrato com os jogadores, a gente fica preocupado, são 46 profissionais que dependem do Goianésia. A gente não sabe qual o futuro desses pais de família”, revelou o presidente o teor da reunião, demonstrando preocupação com os funcionários do clube.

Análise dos contratos

Ainda sobre a questão dos funcionários, o dirigente falou que os contratos já estão sendo revisados, no entanto, demostrou preocupação com os profissionais que prestam serviços ao clube.

“Já entrei em contato com o escritório que presta serviços jurídicos para o Goianésia e já estão analisando os contratos. É uma situação de calamidade, complicada. Então estamos analisando, mas tristes com a situação, com tudo que vem passando o futebol e o mundo no momento. Preocupados com as famílias que dependem do salário que vem do Goianésia”, finalizou o dirigente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
- Advertisement -

EM ALTA

JÁ VIU? FIQUE LIGADO!

error: Este conteúdo é protegido por direitos autorais!