A Federação Goiana de Futebol de Salão (FGFS) não contempla a possibilidade de cancelar a Copa Goiás e o Campeonato Metropolitano de Futsal, competições que decorrem no primeiro semestre do calendário, mas sequer começaram neste ano por conta da epidemia de Covid-19.
Em entrevista ao Esporte Goiano, o presidente da entidade, Murilo Macedo, afirmou que algumas estratégias são avaliadas para evitar o cancelamento das competições. A principal delas é uma readequação do calendário, postergando o início do Campeonato Goiano e utilizando o mês de julho, que funciona como recesso do futsal, para jogos.
– Dá para enxugar, fazer jogos no meio de semana e espremer a competição para que ela aconteça e não prejudique o calendário. As equipes estão ansiosas para jogar. Há uma agonia das pessoas querendo jogar, competir. Estamos atrelados à legislação e não podemos descumprir – relata o presidente.
Outra estratégia sob análise na FGFS é condensar as duas competições num único torneio, caso não haja tempo hábil para realizá-las em paralelo. “Existe a possibilidade de unir os times e fazer o campeão da Copa Goiás e do Metropolitano serem os mesmos”, explica Macedo.
Antes, a previsão da federação é que as atividades competitivas pudessem ser retornadas no fim deste mês. Com a aceleração da curva epidêmica, no entanto, os planos foram adiados. A ideia agora é começar os campeonatos no fim de junho ou início de julho
– Eu acredito que na segunda quinzena de junho ou início de julho estaremos começando a competir. Temos essa esperança e podemos utilizar essas lacunas e apertar. Acredito que a concordância dos clubes vai ser de quase 100%- pontua o presidente.
Com a suspensão dos campeonatos devido a pandemia do novo coronavírus, os times de futebol seguem buscando fontes alternativas de renda para manterem seus compromissos financeiros em dia.
No futebol goiano, o Vila Nova adotou uma estratégia coordenada pelo Departamento de Marketing do clube, na pessoa do diretor Murilo Reis, que concedeu uma entrevista ao Esporte Goiano.
De acordo com o diretor de marketing colorado, o projeto “Pelo Vila jogamos juntos” surgiu para suprir a falta de recursos financeiros no clube: “Essa ideia surgiu da necessidade imediata de receita, devido à situação calamitosa em que o clube se encontra. Este ano não temos qualquer tipo de receita de televisão e precisamos através de diferentes meios, e esse foi o meio que encontramos, arrecadar”, afirmou.
Murilo ainda ressaltou que o clube sabe que nem todos os torcedores podem contribuir, mas espera que àqueles que podem colaborar, ajudem o clube a continuar honrando seus compromissos nesse momento de crise.
O programa “Pelo Vila jogamos juntos” consiste na venda de ingressos para um jogo futuro do Tigrão, pelo valor que o torcedor escolher R$10, R$20, R$50, R$70 ou R$100, como explicou o diretor de marketing do clube.
“Todos os ingressos dão direito a arquibancada, sem exceção. A gente só distinguiu o valor, para abranger todos os torcedores. Prioritariamente, os ingressos valem para o primeiro jogo com público, após a quarentena. Estabelecemos essa situação, para não ficar algo genérico e, também, para determinarmos a quantidade de bilhetes a serem comercializados nessa partida. Daí para os demais jogos do Vila seria venda normal”, declarou Murilo Reis.
Quando questionado à respeito da adesão do torcedor colorado a iniciativa, o diretor colorado disse: “A adesão do torcedor poderia ser maior e estar melhor, mas entendemos o porque de não estar como pretendíamos. De fato, esperávamos que fossem comercializados mais ingressos e, consequentemente, arrecadássemos mais recursos. Porém, compreendemos a situação financeira do trabalhador, do torcedor colorado e sabe que nem todos conseguem ajudar”.
Murilo Reis ainda destacou que a expectativa da diretoria colorada é muito boa. “A gente espera lotar o OBA (Onésio Brasileiro Alvarenga), com 10 mil ingressos vendidos previamente, não havendo comercialização de bilhetes para esse primeiro jogo da volta”, afirmou.
Os ingressos estão disponíveis para comercialização no site ou na Loja Oficial Nação Colorada (contato via direct no Instagram ou Whatsapp (62) 99103-8552).
Nos últimos anos, a Aparecidense teve exibições histórias na Copa do Brasil eliminando equipes de primeira divisão do Campeonato Brasileiro. Em 2016, o Camaleão fez sua primeira participação na história da Copa do Brasil e havia chegado à competição por ter sido vice-campeão do Campeonato Goiano em 2015.
Quis o destino que o adversário da Aparecidense pela primeira fase da competição fosse o Sport Recife, equipe que estava na Série A do Campeonato Brasileiro. O time goiano fez bonito e surpreendeu a todos, inclusive, o próprio adversário que jogou as duas partidas com um time alternativo.
No jogo de ida, com maior entrosamento, a Aparecidense dominou o Sport e venceu por 2 a 0, no estádio Anníbal Batista de Toledo, em Aparecida de Goiânia, com gols de Robert e Filipe.
O CONFRONTO
Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco
Com uma boa vantagem construída no jogo de ida, a Aparecidense soube usar do regulamento, esperando os momentos oportunos para vencer mais uma vez o Leão da Ilha do Retiro. O Sport começou melhor, foi para cima, mas a defesa do Camaleão sabia se posicionar bem e suportar a blitz rubro-negra.
Mesmo com a pressão nos 15 minutos iniciais, o time pernambucano não conseguiu criar de fato uma jogada de perigo ao gol defendido por Busatto. E em uma dessas jogadas, o time rubro-negro errou na criação e deu a oportunidade para o Camaleão aumentar a vantagem no placar agregado.
Aos 19 minutos, em jogada de contra-ataque: Mateus Magro aproveitou o vacilo da defesa do Sport e cara a cara com o goleiro Magrão não desperdiçou e colocou a Aparecidense à frente no marcador. Aparecidense 1 a 0.
Com a vantagem no placar, o Camaleão se defendeu ainda mais, o que fez com que o Sport aumentasse a pressão para cima da zaga goiana e a estratégia do Leão da Ilha deu resultado aos 35 minutos. Diego Souza completou de primeira um cruzamento vinda da esquerda de Christiano para deixar tudo igual no marcador. Após isso, o primeiro tempo acabou no empate em 1 a 1.
“Aparecidense nasceu para vencer…”
Foto: Rafael Martins/ Esp. DP
Na segunda etapa, com a larga vantagem e o desinteresse claro do time pernambucano em conseguir a vaga, visto que visava a entrada na Copa Sul-Americana, o jogo caiu muito de rendimento. A Aparecidense sabia se defender e chegava poucas vezes ao ataque, sem necessidade de desespero em passar na frente do placar.
No entanto, mesmo jogando sem grandes pressões o Camaleão conseguiu passar novamente a frente do placar, aos 17 minutos, em uma bela cobrança de falta de Clayton Sales. O jogador bateu com efeito na bola e venceu o goleiro Magrão, que não havia colocado barreira. Aparecidense 2 a 1.
Com o resultado o Sport deveria fazer mais quatro gols para se classificar, o que acabou não acontecendo e a Aparecidense fez história estrear com pé direito e conseguir ganhar com autoridade em sua primeira participação na Copa do Brasil.
Além disso, dos quatro clubes goianos que participaram nesta edição do torneio (Atlético-GO, Goiás e Goianésia eram os outros), apenas o Camaleão continuou vivo e representando o futebol goiano. Porém, na segunda fase, a Aparecidense acabou eliminada pelo Ypiranga-RS.
Ficha Técnica Sport Recife 1x2Aparecidense – Jogo de volta da 1ª fase da Copa do Brasil de 2016 Data: 28 de abril de 2016 Horário: 19h15 Local: Estádio Ilha do Retiro, Recife, Pernambuco
Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira (MG) Assistentes: Breno Rodrigues (MG) e Wesley Moreira (MG)
Gols: Mateus Magro aos 19 min/1T e Clayton Sales aos 17 min/2T (Aparecidense) e Diego Souza aos 35 min/1T (Sport Recife)
Sport Recife: Magrão; Maicon, Luís Gustavo, Matheus Ferraz e Christiano (Evandro); Ronaldo, Neto Moura, Everton Felipe e Diego Souza; Clayton (Fábio) e Johnatan Goiano (Wallace).
Técnico: Thiago Gomes.
Aparecidense: Bussato; Clayton Salles, Filipe (Robson), Anderson Santos e Chiquinho; Matheus Magro (Jeferson), Foguinho, Geovane e Washington (Jarlan); Robert e Careca.
Técnico: Márcio Azevedo.
A Divisão de Acesso do Campeonato Goiano não tem data para começar devido à pandemia do coronavírus. Porém, o Itumbiara já iniciou a preparação de seu elenco pela internet, sob a orientação do treinador português Rui Sampaio.
O profissional de 50 anos falou em entrevista exclusiva ao Esporte Goiano, sobre a sua formação profissional, visão de jogo e como está sendo o trabalho no Tricolor da Fronteira.
Rui Sampaio possui a licença B de treinador da UEFA, pela Federação Portuguesa de Futebol e já trabalhou em equipes de futebol em Angola, Albânia, Grécia e Portugal. De acordo, com o treinador sua formação acadêmica é um diferencial no seu trabalho.
“Sou graduado e possuo mestrado em Treino Desportivo, especializado em Futebol. Isso me ajuda, na forma como planejo, organizo e implemento o meu trabalho. Com base no conhecimento científico, procuro a otimização e potencialização individual dos jogadores, no âmbito das quatro dimensões do treino /jogo: psicológica, física, técnica e tática, em prol do coletivo”, afirma Rui Sampaio.
O comandante do Itumbiara, também falou a respeito do modo como monta sua equipe em campo: “Prezo pela eficiente organização defensiva, reagindo à perda da bola, não deixando o adversário pensar o jogo, retirando-lhe a iniciativa do mesmo. Para que a minha equipe possa ter o controle do jogo em posse de bola, com transições ofensivas rápidas, tentando desequilibrar o adversário”.
Desde a conquista da Eurocopa de 2016 pela seleção portuguesa, mas principalmente com o sucesso de Jorge Jesus no Flamengo, o modelo de jogo adotado pelos treinadores portugueses passou a chamar a atenção dos dirigentes de futebol ao redor do mundo. Questionado a respeito do grande diferencial dos técnicos portugueses, Rui disse:
“Rigor, disciplina e profissionalismo. Capacidade de adaptação ao contexto. Capacidade de encontrar estratégias para superar as dificuldades, dentro e fora de campo. Honestidade e frontalidade para lidar com os jogadores, colocando o ser humano em primeiro plano e em segundo plano o atleta”, opinou.
O treinador do Itumbiara, Rui Sampaio, juntamente com os portugueses Jorge Jesus, do Flamengo e Jesualdo Ferreira, do Santos, veio tentar a sorte nos relvados brasileiros. “Experienciar o futebol brasileiro recheado de bons talentos e potencializar o meu trabalho num clube que se identificou com a minha metodologia. O meu objetivo é desenvolver um bom trabalho, que me permita abrir portas no futebol brasileiro”, declarou.
Rui Sampaio chegou ao Brasil justamente quando iniciou o surto do coronavírus e deu-se início ao isolamento social. Por esse motivo o treinador do Tricolor da Fronteira não pôde comandar nenhuma atividade no gramado. Porém, Rui tem utilizado da mesma metodologia do seu irmão Márcio Sampaio, que é auxilar técnico do Flamengo.
“Envio todos os dias, sessão de treinos para serem realizadas duas vezes por dia aos jogadores e efetuo a monitorização da gestão das cargas, através de um aplicativo chamado ID Coach, utilizada também pelo meu irmão no Flamengo”, afirmou.
A Federação de Jiu-Jitsu de Goiás (FJJGO) comunicou o cancelamento da 2ª etapa do Campeonato Goiano de 2020. A decisão se dá por conta das restrições estabelecidas pelas autoridades para evitar a disseminação da Covid-19 em Goiás.
A etapa seria realizada no próximo domingo (17), em Goiânia. Segundo o presidente da FJJGO, Fábio Neres, entre 350 e 400 atletas participariam da competição.
Segundo Neres, ainda não há uma posição se a etapa poderá ser retomada mais para frente ou se o cancelamento implicará numa redução do número de etapas do Campeonato Goiano. Inicialmente, a FJJGO previa quatro torneios em 2020.
Para o presidente, o cenário que desponta é negativo. Com academias fechadas e as lutas proibidas, ele teme que não seja possível realizar mais competições neste ano.
– Mesmo que haja uma liberação, acredito que, neste ano, será difícil fazer campeonato de jiu-jitsu. Caso aconteça dos treinamentos serem liberados em agosto, setembro estaremos treinando e voltamos às competições em outubro e novembro. Mas provavelmente só terá uma etapa este ano – afirmou Fábio Neres.
A epidemia de Covid-19 no Brasil fez a Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS) alterar as datas de realização das competições nacionais de 2020. Nenhum torneio será realizado até julho, e a Taça Brasil de Clubes, com participação de goianos, começa a partir de agosto.
Até o momento, o estado tem equipes confirmadas em três categorias. No sub-9, sub-11 e sub-15. Nas demais categorias, incluindo as femininas, Goiás ou não enviará representantes ou a CBFS ainda não abriu ofício para convocação. Competições de 1ª divisão (segundo nível do futsal) ainda não foram definidas.
No sub-9 e sub-11, o representante é o Goiás. No sub-15, é a Arena, de Anápolis. No caso do sub-9, a competição será entre 4 e 10 de outubro, em João Pessoa. Também em outubro, de 11 a 17, o sub-15 compete em Recife. O sub-11 ficou para 1 a 7 de novembro, em Fortaleza.
As datas podem ser alteradas novamente, de acordo com a evolução da epidemia no Brasil, conforme alertou a CBFS.
Os detentores de vagas para a Taça Brasil de Clubes por Goiás em 2020, conforme a Federação Goiana de Futebol de Salão (FGFS), são: Clube Jaó (sub-7), Goiás (sub-9, sub-11, sub-15 feminino, sub-17 feminino e sub-20 feminino), Arena (sub-13, sub-15 e sub-17) e Anápolis FC 31 de julho (sub-20).
A Anapolina foi condenada a pagar R$ 80 mil ao meia Léo Lima, que jogou pela Xata em duas partidas do Goianão no ano passado. A decisão é da juíza Wanessa Rodrigues Vieira, da 2ª Vara do Trabalho de Anápolis.
O contrato de trabalho vigoraria de 2 de janeiro a 25 de abril de 2019. Contudo, segundo alegou o atleta, a Rubra não pagou os salários e direitos de imagem e enviou a rescisão contratual a Léo Lima em 6 de fevereiro, justificando a demissão por “iniciativa unilateral imotivada do empregador”.
Na decisão, a juíza acatou o pedido do jogador e determinou o pagamento do salário do mês de janeiro; saldo de salário de seis dias; 13º proporcional; férias proporcionais acrescidas do terço constitucional; e FGTS com 40%. A Anapolina também terá que pagar indenização correspondente à Cláusula Compensatória Desportiva, que são salários do atleta até o fim do contrato, além de reparação por dano moral de R$ 5 mil e multa.
A Rubra foi sentenciada ainda ao pagamento dos honorários advocatícios de Léo Lima, tendo a verba sido fixada em 10% sobre o valor da condenação. A decisão da juíza é do dia 22 de abril.
Léo Lima teve passagem conturbada pela Xata. Em seu curto período no clube, criticou as instalações do recém-inaugurado CT Leandro Ribeiro e provocou desconforto na diretoria colorada após uma exposição negativa em rede nacional.
Por meio das suas redes sociais, o Goiás anunciou a realização do torneio “Liga Esmeraldina”. Em parceria com a SporTI, o clube irá organizar um campeonato de futebol digital.
Os torcedores poderão optar jogar as partidas entre os jogos FIFA 20 e Pro Evolution Soccer 2020. As partidas serão jogadas nos consoles Playstation 4 e Xbox One. As inscrições se encerram no dia 14 de maio (quinta-feira) e não será cobrada taxa de inscrição. O torneio será disputado entre os dias 15 e 22 de maio.
Os prêmios serão distribuídos aos que ficarem no pódio da disputa. O campeão irá ganhar a camisa titular e reserva, além de um boné e um copo personalizado. O vice-campeão será premiado com a camisa titular, além de um copo e um boné. Por fim, a premiação para o terceiro colocado será um copo e um boné do Goiás.
Em entrevista especial ao Esporte Goiano, dando sequência a série com atletas que fizeram história no futebol goiano, o ex-jogador Wendell Lira relembrou a sua trajetória no futebol e os feitos com a camisa do Azulão do Vale.
Praticamente todos os eventos esportivos que ocorreriam em Anápolis até o mês de julho foram cancelados ou adiados por conta das medidas para evitar a disseminação da Covid-19. A ideia da Secretaria de Esportes do município é retomar as atividades a partir de agosto, quando se espera que a epidemia esteja sob controle.
Um dos principais eventos da cidade é o Circuito Anapolino de Corrida de Rua, que neste ano chega à 11ª edição. Ele deveria começar em abril, com três etapas no primeiro semestre. Porém, as provas de abril, maio e junho foram canceladas. A expectativa da secretaria é ainda promover quatro etapas no segundo semestre.
Outra prova de atletismo consagrada em Anápolis é a Minimaratona 31 de julho, em comemoração ao aniversário anapolino. Ainda não há uma definição sobre a competição, mas ela também corre risco de cancelamento. Segundo o secretário Karin Abrahão, o trabalho tem sido para viabilizar o retorno do esporte no segundo semestre.
– Estamos reestruturando nossos departamentos e atividades esportivas para o segundo semestre’ O momento é de prevenção no combate ao coronavírus. Todo cuidado é importante. Estamos trabalhando com previsões e pensamos em realizar a 11ª etapa do Circuito Anapolino em quatro etapas, de agosto a novembro, se tudo correr bem – afirmou.
Mais cancelamentos
Entre outras competições afetadas no calendário esportivo da cidade estão os Jogos Abertos, que iriam de abril a junho. A Copinha de Futebol, que dura os dois semestres, não tem atividades neste início de ano e deve retornar em setembro. O Festival Paralímpico, que ocorreria pelo terceiro ano seguido na cidade, em setembro, foi cancela do pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).
No judô, houve cancelamento das etapas 4 e 5, além da Copa Sesc. O handebol, que começa sua temporada com a Copa Anápolis, também foi afetado. Outra competição que ocorreria na cidade era o 1º Desafio de Karatê, em julho, que também já foi descartado. Competições de natação, como o Torneio Fago e o Centro-Oeste de Clubes, foram cancelados.