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quarta-feira, setembro 23, 2026
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Adson volta a pedir retorno aos treinos e quer diálogo com Caiado

Foto: Comunicação/ACG

O presidente do Atlético, Adson Batista, afirmou nesta quarta-feira (20), durante live transmitida pelo Instagram do clube, que o Rubro-Negro está preparado para o retorno dos treinamentos. Segundo o dirigente, o desejo era de já ter voltado às atividades. Porém, sem o aval das autoridades de saúde estadual e municipal, os planos foram adiados.

– Por mim e pelo Atlético, era para ser ontem, mas dependemos dos órgãos. Esperamos que eles possam avaliar com muito critério e cuidado. Precisamos sinalizar que estamos prontos, os protocolos são de exigência e podemos oferecer condições para os atletas voltarem a treinar. Todos assinaram um termo de compromisso. É um desejo mútuo de diretoria, comissão técnica e atletas – afirmou.

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O Centro de Operações de Emergência (COE) se reuniu nesta quarta-feira (20) e recomendou que a proibição aos treinos seja mantida. A informação contrariou Adson, que já avalia tentar um diálogo com o governador Ronaldo Caiado para retomar as atividades no CT. “Vamos ter que tentar uma reunião com o governador, pois já vi que o secretário de Saúde (Ismael Alexandrino) não tem bom senso. Eu os convido para vir ao nosso CT, ver que é um ambiente seguro”, disse.

– Espero que o governador nos dê essa oportunidade. É importante demais nos ouvir. Não adianta o secretário ficar olhando a distância. Se fôssemos os primeiros a voltar, tudo bem. Mas tem muita gente já treinando. Quero que o governador possa nos ouvir – completou Adson.

Protocolo e investimento

O Atlético construiu protocolos sanitários para garantir segurança na volta aos treinos. Conforme Adson, o clube seguiu diretrizes da CBF e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Além disso, o presidente relata que o Dragão adquiriu medidores de temperatura e exames para diagnosticar a Covid-19 para garantir cuidados com os atletas.

– O Atlético está totalmente preparado. Nosso protocolo é baseado no que a CBF nos passou, com o que a OMS exige. Estamos respaldados. Adquirimos aparelhos de medição de temperatura, os exames. Eu seria o maior responsável se eu tivesse um problema. Temos protocolos para preservar a segurança dos jogadores. Ninguém aqui é maluco de ficar correndo riscos. Vejo total segurança para que possamos voltar ao trabalho – pontuou.

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Na memória: Em tarde inspirada de Sávio, Anapolina vence São Paulo, no Brasileirão de 1982

Arte: Willian Rommel/EG

Em 1982, a Anapolina disputou a Taça de Ouro – torneio equivalente a Série A do Campeonato Brasileiro – após ter sido vice-campeã da Taça de Prata – torneio equivalente a Série B do Brasileirão – no ano anterior perdendo o título para o Guarani-SP.

A Rubra chegou às oitavas de final do torneio, após ter deixado para trás adversários como: Inter de Santa Maria-RS, Joinville-SC, XV de Jaú-SP, Cruzeiro-MG e Moto Club-MA.

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O adversário das oitavas foi o São Paulo que contava com Waldir Peres, Oscar, Serginho Chulapa e Renato, jogadores que disputariam a Copa do Mundo naquele mesmo ano. O Tricolor do Morumbi fazia uma campanha impecável no Brasileiro, em 14 partidas foram 10 vitórias, 1 empate e  3 derrotas – sendo dois revés para o Flamengo na primeira fase e um para a Ponte Preta na segunda fase.

O jogo marcou a estreia do técnico Paulo Henrique à frente da Anapolina, que tinha duas dúvidas para definir a equipe da Rubra: Sidney ou Wilson Santos na zaga; e Veiga ou Edu na ponta esquerda, para suprir a ausência de Paulo Neli que estava suspenso.

Enquanto, o treinador Formiga não tinha muitos problemas para escalar o São Paulo. A única dúvida era o meio campista Paulo César, que havia sofrido uma pancada no joelho no duelo contra o Athlético Paranaense. Porém, o Tricolor Paulista contava com o retorno de Mário Sérgio da suspensão automática pela expulsão contra o Ceará.

O JOGO

Com mais pontos somados no Campeonato, o São Paulo tinha a vantagem de jogar por dois empates contra a Anapolina nas oitavas de final.

A Anapolina dominava as ações do jogo com Paulo Sérgio, Nei e Mateus e, com o apoio da torcida, pressionava o São Paulo que demonstrava bastante nervosismo e via Renato bem marcado sem conseguir arrancar em velocidade, Ricardo sem tocar na bola e Serginho Chulapa isolado na frente.

Buscando fazer um jogo ofensivo, os laterais Getúlio e Marinho avançavam, procurando auxiliar o ataque são-paulino, o mesmo acontecendo com os zagueiros Oscar e Dario Pereira. No contra-ataque, a Rubra fez o primeiro gol da partida. Aos 15 minutos, aproveitando a bobeira da defesa adversária, Mateus recebeu um belo passe na entrada da área e frente a frente com Waldir Peres não desperdiçou.

A Anapolina continuava apostando nos contragolpes e o segundo gol saiu aos 27 minutos. Aproveitando da falha do lado esquerdo da defesa do time do Morumbi, Vinícius avançou com liberdade e cruzou, na medida, para Sávio cabecear para o fundo das redes. Anapolina 2 a 0.

Após o segundo gol da Rubra, o São Paulo passou a reagir. A defesa da Anapolina continuava a marcar muito bem, mas o Tricolor Paulista crescia em campo. A recompensa do esforço são-paulino veio aos 45 minutos da primeira etapa. Jaiminho recebeu um cruzamento da esquerda e tocou rasteiro, vencendo o goleiro Déo. Final de primeiro tempo: Anapolina 2×1 São Paulo.

“Dá-lhe Xata! É gol, é gol! É mais um show…”

O São Paulo retornou do vestiário com disposição para buscar o empate à qualquer maneira, porém deixava a defesa desguarnecida. E aos 18 minutos da etapa complementar, Nei lançou o lateral direito Vinícius, que correu em direção à bola e cruzou para área. Sávio com muito oportunismo, antecipou-se ao marcador e cabeceou para o fundo das redes de Waldir Peres, fazendo 3 a 1.

O terceiro gol deixou o Tricolor Paulista mais desorientado em campo e a torcida da Xata mais eufórica. A Rubra suportou a pressão são-paulina e garantiu o resultado positivo. Fim de jogo, no Jonas Duarte, Anapolina 3×1 São Paulo.

Ficha Técnica
Anapolina 3×1 São Paulo
– Oitavas de Final do Campeonato Brasileiro 1982
Data: 28/03/1982
Horário: 17h
Local: Estádio Jonas Duarte, em Anápolis (GO)

Público: 17.005 torcedores
Renda: Cr$ 6.347.400 cruzeiros
Árbitro: Wilson Carlos dos Santos
Assistentes: Luis Carlos Dias Braga e Luis Antônio Barbosa
Gols: Mateus aos 15 min/1T (Anapolina), Sávio aos 27 min/1T (Anapolina), Jaiminho aos 45 min/1T (São Paulo), Sávio aos 21 min/2T (Anapolina)
Cartão Amarelo: Éverton (São Paulo)
Anapolina: Déo; Vinícius, Sidney, Ribas e Nilton; Paulo Sérgio, Mateus e Nei; Roldão (Zé Neto), Sávio e Edu (Osmar Lima).
Técnico: Paulo Henrique.
São Paulo: Waldir Peres; Getúlio, Oscar, Dario Pereira e Marinho; Almir (Gassem), Renato e Éverton; Ricardo, Serginho Chulapa e Jaiminho (Tatu).
Técnico: Formiga.

Confira os gols da partida!

 

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Live beneficente do Goianésia arrecada grande número de doações para instituições filantrópicas

Arte: Comunicação Goianésia EC

No último sábado (16), o Goianésia Esporte Clube realizou uma live solidária na qual foi sorteada a rifa da camisa utilizada por Wendell Lira no gol que deu ao jogador o prêmio Puskás, em 2015. O ganhador da rifa foi, Fábio Jacometto, bilhete 318, morador da cidade de Campinas, interior de São Paulo.

Durante a realização do evento houve arrecadação de alimentos bem como de insumos para instituições filantrópicas que estão passando por dificuldades em virtude da pandemia do coronavírus.

Segundo os dados divulgados pelo clube, os números foram ótimos, e o objetivo de ajuda foi alcançado ao longo da live com a arrecadação de: 420 cestas básicas, 555 unidades de álcool gel, 240 Kits de produtos alimentícios, 1 tonelada de produtos de limpeza, 100 cobertores e um total de R$ 4.241,50 reais.

Tais produtos de limpeza e alimentos, bem como a renda obtida serão doadas as instituições: Lar do Idoso Francisco Quagliato, Lar do Idoso São Vicente de Paula e a APAE  de Goianésia.

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Goiás não terá participante no adulto da Taça Brasil pelo terceiro ano seguido

Foto: Rafael Tomazeti/EG.

Pelo terceiro ano consecutivo, Goiás não terá representante na categoria adulto da Taça Brasil de Futsal. O Corumbaíba, atual campeão estadual, teria direito à vaga, mas declinou pela necessidade de investir recursos municipais no combate à Covid-19.

Em entrevista ao Esporte Goiano no ano passado, o prefeito disse que a intenção era, depois de três anos, jogar a competição nacional e que recursos seriam angariados para isso. A epidemia, porém, atrapalhou os planos.

– A administração local chegou ao consenso de que teriam que investir muito na prevenção da Covid-19 e não teriam condições de montar uma estrutura para a equipe viajar e participar com chances de ser campeã. Participar só por participar, eles não queriam – relatou o presidente da Federação Goiana de Futebol de Salão (FGFS), Murilo Macedo.

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Após a negativa do Corumbaíba, a FGFS convidou o vice-campeão Goiás. O clube esmeraldino está reformulando o elenco de futsal e também recusou a participação na Taça Brasil.

Por fim, a federação tentou repassar a vaga ao Vila Nova, que se uniu à Universo, terceira colocada em 2019. Os dirigentes abriram diálogo com o diretor Willian Mendes, mas o Tigre também não pôde aceitar. “Estão estruturando o departamento e não haveria tempo hábil para irem a uma competição dessa magnitude”, afirmou Macedo.

Em 2020, a CBFS convidou quatro equipes que vinham disputando a 1ª Divisão (segundo degrau na pirâmide nacional) para jogar a Divisão Especial, considerada a elite. Como Corumbaíba não havia participado nos dois anos anteriores, Goiás ficou de fora.

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Atlético encaminha ações para virar clube empresa: “É o futuro do futebol brasileiro”, diz diretor administrativo

Marcos Egídio diretor Administrativo do Atlético Arte: Willian Rommel EG/ Foto: Thiago Martins

O Atlético Clube Goianiense esta seguindo o caminho moderno do futebol nos últimos tempos, e tem tudo encaminhado para virar um clube empresa de sociedade anônima. Outros clubes do Brasil já passaram por esse processo, dentre eles o Botafogo do Rio de Janeiro, o Figueirense-SC e até mesmo o Bragantino-SP, que é uma situação que se assemelha, mas é distinta na essência dos demais.

Em entrevista especial ao Esporte Goiano, juntamente ao repórter Willian Rommel, o diretor administrativo do Dragão, Dr. Marcos Egídio, explicou com está a atual situação desse novo projeto junto ao clube, bem como nos objetivos a serem alcançados com esse projeto. Confira abaixo a entrevista na íntegra!

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Vila Nova adia retorno das atividades para o início do mês de junho

Foto: Douglas Monteiro/Vila Nova FC

O Vila Nova remarcou para o dia 1º de junho a volta aos treinamentos. Inicialmente, o Tigre planejava retomar as atividades no início de maio, porém, os treinos foram adiados primeiro para o dia 11 e depois para esta segunda-feira (18).

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No entanto, sem a permissão das autoridades sanitárias para uma volta aos treinos, o Vila decidiu adiar para o próximo mês a retomadas das atividades em preparação para a disputa da Série C e, quem sabe, para uma possível conclusão do Estadual.

A diretoria colorada continua avaliando a cada semana a possibilidade de volta, mas, por conta da pandemia do coronavírus, já se sabe que o elenco colorado não voltará aos treinamentos neste mês.

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Volta Ciclística de Goiás é transferida para agosto

Foto: Willian Rommel/EG

A Liga Goiana de Ciclismo informou neste domingo (17) o adiamento da Volta Ciclística de Goiás para o período entre 5 e 9 de agosto. Inicialmente, a competição começaria na próxima quarta-feira (20), seguindo até 24 de maio.

A Volta Ciclística de 2020 é a 17ª edição da tradicional competição. Em mais um ano, a corrida começa em Caldas Novas. Estão previstas etapas passando por Rio Quente, Pires do Rio e Ipameri. As provas variam de 58km a 140km. Também há uma sub-etapa de contrarrelógio individual, de 15km, na estrada de Furnas. O fechamento se dá com uma corrida dentro da cidade de Caldas, de 1h30 mais três voltas.

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Conforme Tonny Magalhães, organizador da competição, caso a epidemia de Covid-19 continue oferecendo riscos à saúde dos participantes, a Volta Ciclística poderá sofrer novo adiamento. “Faremos somente com segurança para todos”, afirmou.

Magalhães relata que atletas e amantes do ciclismo estão ansiosos para o retorno das competições. Ele espera que a disputa em Goiás possa ser ocorrer, desde que tenha segurança, e finalmente marcar o retorno dos torneios de bike.

– Todos estão com a adrenalina a mil. Imagina, (atletas) acostumados com treinos diários de 100, 120, 150, até 200 km todos os dias e, de repente, para tudo. Não é fácil, o corpo pede a intensidade dos treinos. O atleta precisa assimilar o psicológico, ou seja, a cabeça precisa de cuidados também, enfim faz parte do momento. Mas todos conscientes que em primeiro lugar devemos preservar a vida – disse.

As inscrições são feitas pelo Sistime. Cada equipe pode inscrever de quatro a seis ciclistas. Em caso de equipes A e B, cada equipe poderá ter no máximo quatro ciclistas. Atletas individuais poderão se inscrever. A inscrição é paga e inclui hospedagem e alimentação completa, além de logística.

Competições adiadas

A Volta Ciclística de Goiás é a quarta competição da Liga Goiana de Ciclismo adiada pela epidemia de Covid-19. Antes dela, já sofreram alterações o GP Goiás de Mountain Bike, a Taça Magalhães de Bairros, com 10 etapas, e a Expedição Caminho de Cora.

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Entrevista: Fisiologista aponta preocupação com retorno imediato das atividades e alerta para disparidades entre as equipes

Arte: Ildeu Iussef/EG

Nas últimas semanas, paralelo ao crescente número de óbitos registrados devido à pandemia do coronavírus, temos presenciado a discussão a respeito do retorno das atividades e campeonatos de futebol no Brasil. Além disso, os dirigentes dos clubes vêm
fazendo um lobby junto as autoridades sanitárias para a retomada das atividades em seus Centros de Treinamentos.

Coincidentemente, na Revista Brasileira de Medicina do Esporte, do bimestre maio/junho de 2020, foi publicado um artigo que aponta a existência de risco à saúde dos atletas de alto rendimento diante do novo coronavírus.

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Por isso o Esporte Goiano entrou em contato com o Fisiologista do Esporte, Hebert Soares, profissional graduado em Educação Física pela Universidade Salgado Filho, com Pós-Graduação em Futebol pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Mestrado em Ciências do Esporte pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e que possui experiência de 15 anos como Preparador Físico no futebol nas categorias de base e profissional de equipes de Minas Gerais (2005 a 2011 / 2016 a 2018), e na Seleção Haitiana de Futebol (2012 a 2015). Confira abaixo a entrevista especial na íntegra!

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Na memória: Goiás conquista empate heroico diante do Santos, no Brasileirão 1973

Arte: Willian Rommel/EG

Em 1973, o Goiás disputou o Campeonato Brasileiro torneio organizado pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD), que contou com a participação de quarenta clubes de vinte estados.

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A primeira fase do Campeonato foi disputada entre os meses de agosto e dezembro do ano de 1973. Se classificavam para a segunda fase, apenas os vinte primeiros colocados na classificação geral.

O Goiás terminou a primeira fase na oitava posição à frente de equipes, tais como: Internacional/RS, Guarani/SP, Botafogo/RJ, Vasco/RJ Corinthians/SP e Atlético Mineiro/MG; e dessa forma garantiu vaga na segunda fase da competição.

Na segunda fase do Campeonato, que foi disputada nos meses de janeiro e fevereiro do ano de 1974, o time esmeraldino enfrentou o Santos, de Pelé, no Estádio do Pacaembu.

O JOGO

O Goiás não pôde contar com Alexandre e Macalé que estavam lesionados. Em virtude disso, o técnico Dino Sani teve de promover algumas alterações no time esmeraldino. Já o Santos tinha o elenco todo a disposição para a partida contra o Verdão.

Os vinte primeiro minutos foram marcados por bastante equilíbrio, com o Santos tendo a iniciativa e o Goiás sabendo se defender muito bem. Porém, aos 20 minutos, o Peixe tirou o zero do marcador. Em bola alçada na área buscando a Pelé, a defesa esmeraldina fez o corte, mas a pelota caiu nos pés de Léo que encontrou a Nenê, livre dentro da área, para bater na saída do goleiro e estufar as redes.

O Santos precisava de uma vitória para manter as chances de lutar por uma vaga na fase final do Campeonato. Aos 32 minutos, Edu foi lançado em profundidade, fez a finta no marcador e cruzou a bola para a área, a defesa esmeraldina cortou de qualquer maneira e a bola sobrou, na medida, para Nenê ampliar a vantagem: Santos 2 a 0.

Logo na sequência, aos 37 minutos, o Alvinegro Santista veio trocando passes desde o campo de defesa, chegou tranquilamente ao campo de ataque, onde Edu encontrou a Nenê, que livre de marcação bateu com força, da entrada da grande área, para fazer o terceiro gol do Santos.

O Goiás ainda conseguiu descontar, aos 44 minutos, Raimundinho foi até a linha de fundo e cruzou, na medida, para Paghetti, de cabeça, mandar a bola para o fundo do gol. Final do primeiro tempo: Santos 3×1 Goiás.

“A nossa garra, nossa gente, nossa história…”

Na volta do intervalo, logo aos 13 minutos, o Santos chegou trocando passes pela esquerda e Léo arriscou um chute de fora da área que bateu na cabeça de Emílio e deslocou o goleiro Lumumba, deixando o Santos próximo da vitória. Santos 4×1 Goiás.

Após o gol sofrido, o Esmeraldino se lançou ao ataque na tentativa de diminuir o prejuízo. Em jogada individual, Lincoln foi parado com falta pela defesa alvinegra e o árbitro Arnaldo César Coelho assinalou a infração. Na cobrança de falta, aos 34 minutos, Lincoln deu um tiro seco e rasteiro, o goleiro santista rebateu e a bola sobrou para Paghetti balançar as redes. Santos 4×2 Goiás.

Na sequência, aos 37 minutos, em uma bela finalização do ataque esmeraldino a bola explodiu no travessão e caiu nos pés do oportunista Paghetti, para diminuir a diferença no marcador. Santos 4×3 Goiás.

Após os dois gols sofridos, o Santos se perdeu dentro de campo e o Goiás passou a ter o controle da partida. E aos 46 minutos, após uma pressão esmeraldina, Lucinho recuperou a bola, tocou para Hertz que levantou a bola na medida para Paghetti, Lincoln fez o porta-luz e a bola sobrou para Lucinho que estufou as redes alvinegras. Final de jogo, no Pacaembu, Santos 4×4 Goiás.

Ficha Técnica
Santos 4×4 Goiás
– 8ª rodada da 2ª Fase do Campeonato Brasileiro 1973
Data: 06/02/1974
Horário: 20h
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Público: 27.246 torcedores
Renda: Cr$ 288.023,00 cruzeiros
Árbitro: Arnaldo César Coelho
Assistentes: Jarbas de Castro Pedra e José Maria Brandão
Gols: Nenê aos 20 min/1T, 32 min/1T e 37 min/1T (Santos); Paghetti aos 44 min/1T (Goiás); Emílio contra aos 13 min/2T (Santos); Paghetti aos 34 e 37 min/2T (Goiás); Lucinho aos 46 min/2T (Goiás).
Santos: Cejas; Carlos Alberto Torres, Marinho Perez, Vicente e Zé Carlos; Clodoaldo (Roberto) e Léo; Pelé, Nenê, Mazinho e Edu.
Técnico: Pepe.
Goiás: Lumumba; Triel, Emílio, Matinha e Cláudio; Tuíra, Hertz e  Paghetti; Lucinho, Lincoln e Raimundinho.
Técnico: Dino Sani.

Confira os gols da partida (Imagens: TV Cultura e Narração: Luiz Noriega)

 

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FGFS descarta cancelamento da Copa Goiás e Metropolitano de Futsal

Foto: Divulgação/FGFS

A Federação Goiana de Futebol de Salão (FGFS) não contempla a possibilidade de cancelar a Copa Goiás e o Campeonato Metropolitano de Futsal, competições que decorrem no primeiro semestre do calendário, mas sequer começaram neste ano por conta da epidemia de Covid-19.

Em entrevista ao Esporte Goiano, o presidente da entidade, Murilo Macedo, afirmou que algumas estratégias são avaliadas para evitar o cancelamento das competições. A principal delas é uma readequação do calendário, postergando o início do Campeonato Goiano e utilizando o mês de julho, que funciona como recesso do futsal, para jogos.

– Dá para enxugar, fazer jogos no meio de semana e espremer a competição para que ela aconteça e não prejudique o calendário. As equipes estão ansiosas para jogar. Há uma agonia das pessoas querendo jogar, competir. Estamos atrelados à legislação e não podemos descumprir – relata o presidente.

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Outra estratégia sob análise na FGFS é condensar as duas competições num único torneio, caso não haja tempo hábil para realizá-las em paralelo. “Existe a possibilidade de unir os times e fazer o campeão da Copa Goiás e do Metropolitano serem os mesmos”, explica Macedo.

Antes, a previsão da federação é que as atividades competitivas pudessem ser retornadas no fim deste mês. Com a aceleração da curva epidêmica, no entanto, os planos foram adiados. A ideia agora é começar os campeonatos no fim de junho ou início de julho

– Eu acredito que na segunda quinzena de junho ou início de julho estaremos começando a competir. Temos essa esperança e podemos utilizar essas lacunas e apertar. Acredito que a concordância dos clubes vai ser de quase 100%- pontua o presidente.

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