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quarta-feira, setembro 23, 2026
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Adson atualiza status das obras de reforma do Accioly

Foto: Paulo Marcos/ACG

As obras do Antônio Accioly, que voltaram há cerca de duas semanas, estão em andamento, com prioridades para algumas partes específicas da reforma e ampliação. Durante live no Instagram do Atlético na última quinta-feira (21), o presidente Adson Batista diz que o ritmo não é o esperado, por conta da escassez de recursos financeiros, mas garante a conclusão do estádio.

– As obras do Accioly estão num ritmo, não o que esperávamos, por motivos que todos já sabem, mas estão acontecendo. Esperamos jogar no nosso estádio, que é importantíssimo para nós. Estamos trabalhando com objetivos de fazer as obras necessárias, pontualmente falando – afirmou.

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Os serviços mais adiantados são os espaços para ampliação dos assentos, que elevará a capacidade para quase 13 mil, além da fundação para instalação dos postes da nova iluminação exigida pela CBF para a Série A. Conforme Adson, o problema com a drenagem do gramado já foi resolvido. As obras do museu, em contrapartida, estão paradas. “Mas vão voltar”, garante o mandatário.

O clube estima em R$ 2 milhões o montante necessário para concluir a nova iluminação. No caso das arquibancadas, a cobertura para a parte de ampliação está pronta. Falta instalar os pré-moldados. Adson afirmou que também pretende, futuramente, aumentar a Dragão Store e colocar cadeiras em todo o estádio. Além disso, ele revelou que sonha em ver o Accioly ainda maior.

– Vai depender do nosso crescimento. Espero ver o Atlético com um estádio para 25 mil. Tudo que eu puder fazer para o torcedor se sentir bem no Accioly, vou fazer – disse.

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Entrevista: Weslley relembra jogos memoráveis, conquistas e ótima passagem no Atlético

Arte: Willian Rommel/EG Foto: Reprodução

Considerado por muitos torcedores do Atlético, como um dos mais importantes jogadores responsáveis pela reconstrução do time rubro-negro na década de 2000, Weslley marcou história no clube ao defender as cores do time por mais de 5 anos. No clube o atleta conseguiu levantar dois campeonatos goianos, além de uma série C  e um acesso a série A.

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Em entrevista exclusiva e especial ao Esporte Goiano, dando sequência a série com atletas que fizeram história no futebol goiano, o ex-jogador Weslley relembrou a sua trajetória no futebol e os feitos com a camisa do Dragão. Confira:

CHEGADA AO ATLÉTICO E CONVITE DO CLUBE

Weslley relembrou como se deu a sua chegada no clube rubro-negro e na época muitos questionaram de sua escolha.

 

GRANDE PARTICIPAÇÃO NA REESTRUTURAÇÃO DO ATLÉTICO

Um dos responsáveis pelo ressurgimento do time na década de 2000, Weslley participou de várias conquistas importantes para o processo de ressurgimento do time, no cenário estadual e nacional.

 

CONQUISTA DA SÉRIE C E ACESSO A SÉRIE A 2010

O ex-jogador do dragão salientou as conquistas que foram as mais importantes do clube nesse processo de reestruturação nos anos 2000. A série C de 2008 e o acesso a série A que veio em 2009.

 

O FIM DA PASSAGEM NO ATLÉTICO, O DESEJO DE ENCERRAR A CARREIRA NO CLUBE E AGRADECIMENTOS

Weslley manisfestou o seu sonho de ter encerrado a sua carreira junto ao time atleticano, destacou sua passagem e declarou o seu amor ao clube, e por último agradeceu por todo o carinho da torcida para com ele.

 

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Crise financeira nos clubes é oportunidade de mudança no modelo de gestão, aponta especialista

Arte: Ildeu Iussef/EG; Foto: Acervo pessoal do Entrevistado

Devido a pandemia do coronavírus, há pouco mais de dois meses os campeonatos de futebol foram suspensos e isso trouxe impactos a renda dos clubes que sofrem com a perda de patrocinadores, a inadimplência nos programas de sócio-torcedor e com a incerteza da retomada da temporada.

Para entender melhor o cenário da gestão dessa crise nos times, o Esporte Goiano entrou em contato com o Professor Israel Teoldo que é PhD em Ciências do Esporte pela Brunel University London, Doutor em Ciências do Esporte pela Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, Mestre em Treinamento Esportivo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e graduado em Educação Física pela Universidade Federal de Viçosa (UFV).

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Atualmente, Israel Teoldo é professor adjunto da UFV, coordenador geral do Curso de Especialização em Futebol e coordenador do Núcleo de Pesquisa e Estudos em Futebol (NUPEF) na Universidade. Também é consultor para o projeto de elaboração do Curso de Treinadores e professor do Curso de Formação de Treinadores na Escola Brasileira de Futebol da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e instrutor do Workshop de Especialistas da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).

A crise causada pelo coronavírus no futebol

Para entendermos melhor o momento atual que os clubes estão passando: “é preciso compreender o fenômeno de forma sistêmica, porque uma situação acaba impactando a outra. Então, toca tudo: a parte técnica, de sócio-torcedores, de patrocinadores, de calendário e isso tudo, com certeza, vai sofrer modificações em função do momento que estamos vivendo”, afirma o especialista.

De acordo com uma projeção de consultoria, realizada pela KPMG, o prejuízo do novo coronavírus nas cinco principais ligas nacionais de futebol da Europa (Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha e França) podem ter um impacto do equivalente a R$ 20 bilhões de reais se os campeonatos não puderem ser retomados. Portanto, esse cenário de crise financeira nos clubes não é uma exclusividade do futebol brasileiro.

“Eu penso que, de uma forma geral, haverá um encolhimento do mercado mundial, especialmente no esporte, que não é uma atividade essencialmente vital das pessoas. Portanto, com a retração da economia, o dinheiro passa a ser canalizado para áreas vitais. E, sem dúvida nenhuma, o esporte sofrerá com isso em escala global. Há uma diferença dessa dificuldade econômica que estamos vivendo para a crise de 2008, pois em 2008 as pessoas não tinham dinheiro. Nesse momento, o que vemos é que há uma contingência financeira, mas ela pode ser ‘tranquilamente’ restabelecida a depender do tempo que durar o controle dessa pandemia. Claro, em comparação com a crise financeira de 2008”, aponta.

Os impactos no mundo do futebol

Diante desse cenário financeiro, surge um questionamento acerca dos impactos no mundo do futebol. Segundo, Israel Teoldo haverá impactos esportivos e sociais.

 

Oportunidades em tempo de crise

Para o especialista, o momento que estamos vivendo pode ser de transformação nos modelos de gestão praticado em boa parte dos clubes brasileiros.

Como exemplos da boa gestão de futebol no Brasil, conforme Israel Teoldo podem ser citados dois clubes: Athlético Paranaense e Flamengo que nos últimos anos conseguiram transferir o sucesso da gestão fora das quatro linhas para dentro de campo.

Além disso, o profissional fez alguns apontamentos no tocante à relação dos clubes com os torcedores no enfrentamento desse cenário de crise econômica.

 

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Vila Nova promove ação solidária para a população em situação de rua em Goiânia

Foto: Fernando Oliveira/ Vila Nova

O futebol e os campeonatos estão paralisados, mas a solidariedade é titular no Vila Nova. Na noite desta quinta-feira (21), o clube promoveu uma ação solidária de distribuição de refeições para a população em situação de rua da região leste e central de Goiânia. A ação fez parte da contrapartida da venda das máscaras personalizadas e álcool em gel da loja oficial, em iniciativa para ajudar no combate à pandemia de Covid-19.

A ação social foi organizada pela Diretoria Social, presidência, vice-presidência, Diretoria de Marketing e Diretoria de Comunicação Social do Vila Nova. Ao todo, foram distribuídas aproximadamente 300 refeições aos moradores em situação de rua do Centro, Setor Universitário, Campinas, Setor Sul e demais regiões da capital onde esta população se encontra.

De acordo com o censo realizado pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Politicas Afirmativas (SMDHPA) da Prefeitura de Goiânia, em 2019, a capital tinha cerca de 353 pessoas morando nas ruas, sendo em sua maioria homens negros, adultos, sem contato com a família e há mais de dois anos nesta condição.

 

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Se Goianão não voltar, Adson diz que Atlético deve ser declarado campeão

Foto: Paulo Marcos/ACG

A epidemia de Covid-19 deixa o futuro do futebol incerto no Brasil e em Goiás. Ainda não há prazo para retorno sequer para os treinamentos no estado. Para a volta das competições, a indefinição é ainda maior. Diante do cenário nebuloso, uma das possibilidades é que o Goianão de 2020 não seja encerrado dentro de campo.

Caso o Estadual não termine como previsto inicialmente, o presidente do Atlético, Adson Batista, afirma que o Dragão tem o direito de ser declarado o campeão goiano de 2020.

– Acho que o Atlético tem que ser homologado campeão. Não quero ser oportunista, mas espero o bom senso da FGF e que clubes que pensam diferente respeitem o que foi feito dentro de campo até aqui. Mais da metade do campeonato foi disputado. Se não tiver campeonato, tem que homologar o Atlético. Vejo isso como justiça – afirmou.

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Várias vezes durante a live realizada na última quarta-feira (20), o presidente rubro-negro destacou que mais de 50% do torneio já havia sido disputado, o que daria ao Dragão o direito da homologação do título. “Não podemos ser penalizados (pela paralisação)”, pontuou Adson.

Quando o Goianão foi paralisado, cerca de 70% das partidas já haviam sido disputadas. O Atlético liderava, com 23 pontos, três a mais que o Jaraguá, que já expressou apoio à declaração de título para o Dragão. Restavam dois jogos para o fim da fase de classificação e ainda todo o mata-mata.

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Na memória: Com show de Elias, Atlético massacra Palmeiras no Pacaembu pela Série A 2010

Arte: Willian Rommel/EG

O Campeonato Brasileiro de 2010 foi o retorno do Atlético à Elite do nacional depois de vários anos de amargura em divisões inferiores. Naquela temporada, o time rubro-negro se safou do rebaixamento na última rodada, porém realizou partidas memoráveis durante a competição.

Em uma delas o Dragão massacrou o Palmeiras em pleno estádio do Pacaembu, justamente no dia do aniversário do time paulista, com uma goleada de 3 a 0. Naquela partida o grande nome do time foi do meia Elias, que simplesmente anotou um hat trick e garantiu a vitória do time goiano. Relembre o jogo!

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Naquela oportunidade, o Atlético foi até o Pacaembu, encarar o Palmeiras que contava com o apoio da sua torcida na festa de comemoração do aniversário de 96 anos. O Dragão já tinha sido o algoz do Alviverde Paulista na Copa do Brasil há pouco mais de três meses e queria surpreender o aniversariante. Por outro lado, o Palmeiras vinha de uma invencibilidade de seis partidas no Campeonato Brasileiro.

O DUELO

Com a bola rolando, o Palmeiras jogava mal, tinha nas criações de jogadas de Valdivia as melhores oportunidades do clube, no entanto o meia chileno não estava em uma noite inspirada.

Na última posição do Brasileiro até o início da rodada, o Atlético seguia o que pediu o técnico René Simões. Quando tinha a bola nos pés, avançava com praticamente os dez jogadores de linha. E assim, aos 15 minutos, levou perigo ao gol de Marcos, que barrou o chute de Elias, nome que se transformaria em um pesadelo mais para frente para a defesa palmeirense.

O Palmeiras até esboçou uma resposta ofensiva, aos 23 minutos. Valdivia deu belo passe para Gabriel Silva, que cruzou na medida pelo lado esquerdo, mas viu Tadeu se atrapalhar e perder a chance de abrir o marcador.

Depois disso, o que se viu foi o desespero palmeirense e a festa rubro-negra. Aos 28 minutos, Thiago Feltri foi derrubado por Gabriel Silva dentro da área e o árbitro assinalou pênalti. Na cobrança Elias deslocou, com técnica, o goleiro Marcos e abriu o marcador: Atlético 1 a 0.

Com o gol sofrido, o Palmeiras ficou ainda mais desesperado dentro da partida e em uma dessas jogadas precipitadas o Dragão acabou marcando o segundo gol, aos 37 minutos. Após receber passe de Diguinho, Elias dominou com estilo,, dentro da grande área, e chutou cruzado sem chances ao goleiro alviverde: 2 a 0. Final de primeiro tempo, o time palestrino foi para o vestiário sob vaias.

“A força quente de um Dragão…”

Na volta do intervalo, o Palmeiras se impôs procurando ao menos o empate, no entanto o mesmo cenário do primeiro tempo se repetiu, com um agravante, a pressão da torcida. O técnico Felipão até fez duas mudanças na volta para a segunda etapa, mas foi em vão.

O Atlético com ampla vantagem no placar passou a jogar com sabedoria. O time comandado por Renê Simões fez com que a pressão da torcida adversária, fosse jogada contra os próprios donos da casa, com o passar do tempo. O que culminou em mais erros e poucas jogadas criadas pelo Alviverde Paulista.

Com 30 minutos do segundo tempo, a torcida palestrina já deixava o Pacaembu e depois de ter vaiado o time na saída para o intervalo, as arquibancadas pediam “vamos jogar bola”, além do “não é mole não, tem mercenário jogando no Verdão”.

Quem permaneceu no estádio viu o terceiro gol atleticano que saiu aos 38 minutos. Depois de um belo lançamento de Anaílson, Elias mais uma vez, saiu cara a cara com o goleiro Marcos, e novamente não desperdiçou, dando números finais ao jogo. Atlético 3×0.

Ficha Técnica
Palmeiras 0x3 Atlético – 16ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro 2010
Data: 26/08/2010
Horário: 21h
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Público: 13.522 torcedores
Renda: R$ 359.824,00 reais
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa/PR).
Assistentes: Gilson Bento Coutinho (PR) e Bruno Boschilia (PR)
Gols: Elias aos 28 min/1T, 37 min/1T e 38 min/2T (Atlético-GO)
Cartões Amarelos: Thiago Feltri, Diguinho e Elias (Atlético-GO)
Palmeiras: Marcos; Vítor, Maurício Ramos, Danilo e Gabriel Silva (Patrik); Edinho,Tinga, Valdivia (Vinícius) e Rivaldo; Luan (Ewerthon) e Tadeu.
Técnico: Luis Felipe Scolari.
Atlético-GO: Márcio; Vitor Ferraz (Agenor), Welton Felipe, Daniel Marques e Thiago Feltri; Ramalho, Robston (Chiquinho), Pituca e Diguinho (Anailson), Elias e Marcão.
Técnico: René Simões.

Confira os gols da vitória rubro-negra

 

 

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Dois meses após paralisação, Anapolina ainda deve salários ao elenco

Foto: Rossini Pasti/AAA

Jogadores da Anapolina reclamam que, mais de dois meses após a parada do Campeonato Goiano por conta da epidemia de Covid-19, ainda não receberam parte dos salários de fevereiro e os dias trabalhados de março.

Em contato com o Esporte Goiano, um porta-voz do grupo expôs a situação. “No mês de fevereiro, falaram que iam nos pagar na semana seguinte a que o campeonato foi paralisado. Nos pagaram a metade do mês de fevereiro somente no começo de abril. Estão nos devendo a outra metade de fevereiro e dias trabalhados de março”, afirma o jogador, que preferiu não se identificar.

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Conforme o atleta, de um grupo de cerca de 28 jogadores, três deles não receberam sequer a meia folha que o restante do elenco. Seriam esses os casos de Feijão, Rafhael Lucas e Natan. Os jogadores reclamam ainda que a diretoria não tem oferecido muito diálogo nas últimas semanas.

– Para eles está tudo certo. A gente manda mensagem, nem respondem. Quando respondem, são meio grossos, como se não fosse obrigação deles. Sei que nossa situação neste ano foi difícil, mas isso não vem ao caso. Quando o Jair Rabelo saiu, eles reuniram o grupo e falaram que teriam o dinheiro das três folhas e não precisávamos nos preocupar com salário. Mentiram.

Diretoria explica

A reportagem do Esporte Goiano tentou contato com o presidente do Conselho Deliberativo da Anapolina, Pedro Canedo, mas não foi atendida. Quem explicou a situação foi o diretor Washington Rabelo. O dirigente confirmou o atraso, mas disse que há alguns atletas já havia sido pago o mês de fevereiro integralmente. Outros, conforme Rabelo, receberam entre 70% a 80% dos vencimentos.

No caso de Rafhael Lucas e Feijão, o diretor explica que houve um pagamento adiantado, ainda na assinatura de contrato, para os jogadores, que seria referente ao último mês de vínculo que teriam com a Rubra. Rabelo também diz a diretoria da Xata corre atrás de recursos para quitar o restante da folha de fevereiro e 15 dias trabalhados de março.

– A diretoria está correndo atrás dos patrocinadores. A situação está meio difícil. Os patrocinadores pediram um tempo para repassar o restante do dinheiro. Temos que ver a questão do nosso último jogo, que foi de portões fechados – afirmou.

Washington Rabelo disse que não sabe informar quanto o clube ainda deve aos atletas e reiterou que a Anapolina tenta angariar aportes tanto dos parceiros privados, atingidos pela crise sanitária, quanto do programa Torcida Premiada. Nesse caso, os dirigentes tentam negociar com a prefeitura, já que não houve liberação para a presença de público no duelo com o Jaraguá.

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Paralisação trava busca por treinador, mas Atlético segue atento ao mercado

Foto: Paulo Marcos/ACG

O Atlético está sem um treinador efetivo desde o dia 25 de fevereiro, quando demitiu Cristóvão Borges. Desde então, o Dragão é comandado pelo interino Eduardo Souza, mas o presidente Adson Batista deixa claro que, após o retorno do futebol, o clube contratará um novo comandante.

Em live realizada pela conta de Instagram rubro-negra nesta quarta-feira (20), o mandatário atleticano ressaltou que a ausência de um técnico efetivo, neste momento, acabou beneficiando os cofres do Dragão. A chegada de um profissional para o cargo, portanto, deve haver somente quando existir certeza sobre a volta do futebol competitivo.

– Eu tenho uma programação. Vamos buscar um treinador, mas preciso de uma sinalização da CBF de quando os campeonatos vão retornar. Não posso trazer um treinador para ficar parado. E não posso, nesse momento de contenção, trazer alguém para ficar pagando e só falar que tenho treinador. São situações que vamos avaliar no momento oportuno – afirmou.

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O presidente garantiu também que o clube, apesar da paralisação, segue atento ao mercado de jogadores. A intenção, quando o futebol for retomado, é trazer reforços para o Brasileirão.

– Com o campeonato voltando, temos interesse de melhorar nosso elenco. Isso vai ser um desafio, mas espero melhorar nossa equipe. Só assim poderemos fazer um grande campeonato – destacou.

Adson disse ainda que o mercado internacional é uma opção para o Dragão, que já conta com o boliviano Henry Vaca. “Analisamos sim. Claro que tem a questão da adaptação, mas estamos de olho”, disse.

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Adson volta a pedir retorno aos treinos e quer diálogo com Caiado

Foto: Comunicação/ACG

O presidente do Atlético, Adson Batista, afirmou nesta quarta-feira (20), durante live transmitida pelo Instagram do clube, que o Rubro-Negro está preparado para o retorno dos treinamentos. Segundo o dirigente, o desejo era de já ter voltado às atividades. Porém, sem o aval das autoridades de saúde estadual e municipal, os planos foram adiados.

– Por mim e pelo Atlético, era para ser ontem, mas dependemos dos órgãos. Esperamos que eles possam avaliar com muito critério e cuidado. Precisamos sinalizar que estamos prontos, os protocolos são de exigência e podemos oferecer condições para os atletas voltarem a treinar. Todos assinaram um termo de compromisso. É um desejo mútuo de diretoria, comissão técnica e atletas – afirmou.

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O Centro de Operações de Emergência (COE) se reuniu nesta quarta-feira (20) e recomendou que a proibição aos treinos seja mantida. A informação contrariou Adson, que já avalia tentar um diálogo com o governador Ronaldo Caiado para retomar as atividades no CT. “Vamos ter que tentar uma reunião com o governador, pois já vi que o secretário de Saúde (Ismael Alexandrino) não tem bom senso. Eu os convido para vir ao nosso CT, ver que é um ambiente seguro”, disse.

– Espero que o governador nos dê essa oportunidade. É importante demais nos ouvir. Não adianta o secretário ficar olhando a distância. Se fôssemos os primeiros a voltar, tudo bem. Mas tem muita gente já treinando. Quero que o governador possa nos ouvir – completou Adson.

Protocolo e investimento

O Atlético construiu protocolos sanitários para garantir segurança na volta aos treinos. Conforme Adson, o clube seguiu diretrizes da CBF e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Além disso, o presidente relata que o Dragão adquiriu medidores de temperatura e exames para diagnosticar a Covid-19 para garantir cuidados com os atletas.

– O Atlético está totalmente preparado. Nosso protocolo é baseado no que a CBF nos passou, com o que a OMS exige. Estamos respaldados. Adquirimos aparelhos de medição de temperatura, os exames. Eu seria o maior responsável se eu tivesse um problema. Temos protocolos para preservar a segurança dos jogadores. Ninguém aqui é maluco de ficar correndo riscos. Vejo total segurança para que possamos voltar ao trabalho – pontuou.

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Na memória: Em tarde inspirada de Sávio, Anapolina vence São Paulo, no Brasileirão de 1982

Arte: Willian Rommel/EG

Em 1982, a Anapolina disputou a Taça de Ouro – torneio equivalente a Série A do Campeonato Brasileiro – após ter sido vice-campeã da Taça de Prata – torneio equivalente a Série B do Brasileirão – no ano anterior perdendo o título para o Guarani-SP.

A Rubra chegou às oitavas de final do torneio, após ter deixado para trás adversários como: Inter de Santa Maria-RS, Joinville-SC, XV de Jaú-SP, Cruzeiro-MG e Moto Club-MA.

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O adversário das oitavas foi o São Paulo que contava com Waldir Peres, Oscar, Serginho Chulapa e Renato, jogadores que disputariam a Copa do Mundo naquele mesmo ano. O Tricolor do Morumbi fazia uma campanha impecável no Brasileiro, em 14 partidas foram 10 vitórias, 1 empate e  3 derrotas – sendo dois revés para o Flamengo na primeira fase e um para a Ponte Preta na segunda fase.

O jogo marcou a estreia do técnico Paulo Henrique à frente da Anapolina, que tinha duas dúvidas para definir a equipe da Rubra: Sidney ou Wilson Santos na zaga; e Veiga ou Edu na ponta esquerda, para suprir a ausência de Paulo Neli que estava suspenso.

Enquanto, o treinador Formiga não tinha muitos problemas para escalar o São Paulo. A única dúvida era o meio campista Paulo César, que havia sofrido uma pancada no joelho no duelo contra o Athlético Paranaense. Porém, o Tricolor Paulista contava com o retorno de Mário Sérgio da suspensão automática pela expulsão contra o Ceará.

O JOGO

Com mais pontos somados no Campeonato, o São Paulo tinha a vantagem de jogar por dois empates contra a Anapolina nas oitavas de final.

A Anapolina dominava as ações do jogo com Paulo Sérgio, Nei e Mateus e, com o apoio da torcida, pressionava o São Paulo que demonstrava bastante nervosismo e via Renato bem marcado sem conseguir arrancar em velocidade, Ricardo sem tocar na bola e Serginho Chulapa isolado na frente.

Buscando fazer um jogo ofensivo, os laterais Getúlio e Marinho avançavam, procurando auxiliar o ataque são-paulino, o mesmo acontecendo com os zagueiros Oscar e Dario Pereira. No contra-ataque, a Rubra fez o primeiro gol da partida. Aos 15 minutos, aproveitando a bobeira da defesa adversária, Mateus recebeu um belo passe na entrada da área e frente a frente com Waldir Peres não desperdiçou.

A Anapolina continuava apostando nos contragolpes e o segundo gol saiu aos 27 minutos. Aproveitando da falha do lado esquerdo da defesa do time do Morumbi, Vinícius avançou com liberdade e cruzou, na medida, para Sávio cabecear para o fundo das redes. Anapolina 2 a 0.

Após o segundo gol da Rubra, o São Paulo passou a reagir. A defesa da Anapolina continuava a marcar muito bem, mas o Tricolor Paulista crescia em campo. A recompensa do esforço são-paulino veio aos 45 minutos da primeira etapa. Jaiminho recebeu um cruzamento da esquerda e tocou rasteiro, vencendo o goleiro Déo. Final de primeiro tempo: Anapolina 2×1 São Paulo.

“Dá-lhe Xata! É gol, é gol! É mais um show…”

O São Paulo retornou do vestiário com disposição para buscar o empate à qualquer maneira, porém deixava a defesa desguarnecida. E aos 18 minutos da etapa complementar, Nei lançou o lateral direito Vinícius, que correu em direção à bola e cruzou para área. Sávio com muito oportunismo, antecipou-se ao marcador e cabeceou para o fundo das redes de Waldir Peres, fazendo 3 a 1.

O terceiro gol deixou o Tricolor Paulista mais desorientado em campo e a torcida da Xata mais eufórica. A Rubra suportou a pressão são-paulina e garantiu o resultado positivo. Fim de jogo, no Jonas Duarte, Anapolina 3×1 São Paulo.

Ficha Técnica
Anapolina 3×1 São Paulo
– Oitavas de Final do Campeonato Brasileiro 1982
Data: 28/03/1982
Horário: 17h
Local: Estádio Jonas Duarte, em Anápolis (GO)

Público: 17.005 torcedores
Renda: Cr$ 6.347.400 cruzeiros
Árbitro: Wilson Carlos dos Santos
Assistentes: Luis Carlos Dias Braga e Luis Antônio Barbosa
Gols: Mateus aos 15 min/1T (Anapolina), Sávio aos 27 min/1T (Anapolina), Jaiminho aos 45 min/1T (São Paulo), Sávio aos 21 min/2T (Anapolina)
Cartão Amarelo: Éverton (São Paulo)
Anapolina: Déo; Vinícius, Sidney, Ribas e Nilton; Paulo Sérgio, Mateus e Nei; Roldão (Zé Neto), Sávio e Edu (Osmar Lima).
Técnico: Paulo Henrique.
São Paulo: Waldir Peres; Getúlio, Oscar, Dario Pereira e Marinho; Almir (Gassem), Renato e Éverton; Ricardo, Serginho Chulapa e Jaiminho (Tatu).
Técnico: Formiga.

Confira os gols da partida!

 

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