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sábado, agosto 22, 2026
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Confira 5 partidas da Seleção Brasileira em Mundiais para você matar a saudade do Futebol

Foto: Getty Images/Fifa

Falar em Copas do Mundo e não citar a Seleção Brasileira é uma heresia. Afinal, o Brasil é o maior vencedor do Mundial com cinco títulos (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002) e o único país a ter participado de todas as edições do torneio.

Além dos cinco títulos conquistados, a Seleção Brasileira acumula dois vice-campeonatos (1950 e 1998), dois terceiros lugares (1938 e 1978) e dois quartos lugares (1974 e 2014) em 21 participações.

Com esses números, o que não falta é história para contar ou melhor, jogos históricos para relembrar. Passam os anos, décadas, muda o milênio e os cronistas, seu avô, sua mãe e seu pai, os seus tios não esquecem e te contam com detalhes a alegria ou a dor do resultado de algumas partidas da Seleção Brasileira. Não é mesmo?!

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Pensando nisso, o Esporte Goiano separou cinco jogos do Brasil em Copas do Mundo, que são historicamente marcados pelo misticismo do jogo, o resultado e o encanto dos jogadores.

Copa do Mundo de 1982

Não poderíamos começar nossa lista, com outra partida a não ser: Itália e Brasil, pela segunda fase do Mundial de 1982, disputado na Espanha. A Seleção Brasileira comandada por Telê Santana, contava com Zico, Junior, Falcão, Sócrates e Serginho “Chulapa”, Leandro, Éder Aleixo, Roberto Dinamite, Toninho Cerezo e companhia.

O Brasil era favorito e tinha tudo para passar pela Itália. Mas o que aconteceu foi uma das derrotas mais amargas para o futebol brasileiro em Copas do Mundo. Tal feito acabou conhecido por “Tragédia do Sarrià”, em alusão ao Estádio do Sarrià, na cidade de Barcelona, onde foi disputada a partida. Disponível no YouTube.

Foto: Getty Images/Fifa

Copa do Mundo de 1986

Historicamente o duelo Brasil e França é recheado de emoções e craques. Em 1986, pelas quartas de final do Mundial de 1986, disputado no México, o mundo do futebol teve a oportunidade de ver novamente a Seleção Canarinho contra os Bleus. A Seleção Brasileira, novamente comandada por Telê Santana, contava com Sócrates, Júnior, Zico, Casagrande, Falcão, Muller, Careca, Branco e companhia.

Na Copa daquele ano, o Brasil chegou nas quartas de final sem levar nenhum gol. Mas contra a França de Michel Platini, o Brasil viu o o sonho do tetra ser adiado para o Mundial seguinte. Disponível no YouTube.

Foto: Getty Images/Fifa

Copa do Mundo de 1990

O duelo sul-americano entre Brasil e Argentina é uma das maiores rivalidades existentes no futebol. Nas oitavas de final do Mundial de 1990, disputado na Itália, o mundo teve a oportunidade de ver pela terceira vez o clássico sul-americano sendo disputado em uma Copa, que já havia acontecido em 1974 e 1982.

O Brasil comandado por Sebastião Lazaroni não empolgava, mesmo  contando com Taffarel, Jorginho, Branco, Dunga, Ricardo Gomes, Careca, Silas, Renato Gaúcho e companhia, e tendo vencido as três primeiras partidas daquele mundial.

O duelo contra a atual bicampeã do mundo naquele momento, foi marcado por polêmica. Isso porque, anos mais tarde, Maradona disse que a água que alguns brasileiros beberam durante a partida estava “batizada”. Disponível no YouTube.

Foto: Getty Images/Fifa

Copa do Mundo de 1994

O duelo Holanda e Brasil é uma rivalidade que remonta à Copa do Mundo de 1974, quando o “Carrosel holandês”, de Cruyff bateu a Seleção por 2 a 1 e adiou o sonho do tetracampeonato mundial por 20 anos.

Quis o destino que a terra do football, fosse o palco de um dos embates do soccer mais eletrizantes válido pelas quartas de final, da Copa do Mundo de 1994, disputada nos EUA.

O Brasil comandado por Carlos Alberto Parreira, com Zagallo como auxiliar-técnico, contava com Taffarel, Jorginho, Dunga, Bebeto, Romário, Cafu, Branco e companhia. Fato é que holandeses e brasileiros fizeram uma partida memorável no Estádio Cotton Bowl, em Dallas. Disponível no YouTube.

Foto: Getty Images/Fifa

Copa do Mundo de 1998

O encontro entre Brasil e França na final da Copa do Mundo de 1998, disputada em território francês, ficou marcado pela festa dos Bleus, pelo nascimento de uma lenda chamada Zinedine Zidane – nome que até hoje causa arrepios na torcida brasileira, e, obviamente por muita polêmica com a frase “Se as pessoas soubessem o que aconteceu na Copa do Mundo, ficariam enojadas”.

Talvez, você não se lembre da partida e dos lances do jogo, seja pela frustração ou influenciado pela polêmica que até hoje assombra a história desse jogo. Porém, o nosso convite é para assistir a essa partida sob a ótica da força das arquibancadas que pode ajudar uma Seleção a conquistar o topo do mundo. Disponível no YouTube.

Foto: Getty Images/Fifa

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O futebol goiano nos álbuns de figurinha do Campeonato Brasileiro

Arte: Ildeu Iussef/EG

O futebol mexe com a paixão dos brasileiros desde a mais tenra idade. Atrelado a essa paixão surgiu o hábito das crianças colecionarem equipes de futebol de botão e álbuns de figurinhas com a foto e ficha dos jogadores do time do coração.

A editora de maior renome mundial no nicho das figurinhas é a italiana Panini, que desde a década de 1960 se consolidou no mercado de entretenimento infanto-juvenil. Se tratando de futebol brasileiro, o primeiro álbum de figurinhas do Campeonato Nacional, tal como conhecemos nos dias de hoje, foi feito pela a Editora Abril para o torneio de 1977-78.

A experiência só se repetiu uma década depois, quando o mesmo grupo colocou nas bancas o álbum da Copa União de 1987, torneio que correspondeu ao Campeonato Brasileiro naquele ano e de lá pra cá, deu-se início a tradição anual da confecção de álbuns de figurinhas do Campeonato Brasileiro.

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Para matar a saudade dos mais velhos e apresentar essa paixão aos mais novos, o Esporte Goiano preparou uma lembrança especial para você: torcedor e amante do futebol goiano.

Campeonato Brasileiro 1977-78

Copa União 1987

Copa União 1988

Campeonato Brasileiro 1989

Campeonato Brasileiro 1990

Campeonato Brasileiro 1991

Campeonato Brasileiro 1992

Campeonato Brasileiro 1993

Campeonato Brasileiro 1995

Campeonato Brasileiro 1996

Campeonato Brasileiro 1997

Campeonato Brasileiro 1998

Campeonato Brasileiro 2000

Campeonato Brasileiro 2001

Campeonato Brasileiro 2002

Campeonato Brasileiro 2003

Campeonato Brasileiro 2004

Campeonato Brasileiro 2005

Campeonato Brasileiro 2006

Campeonato Brasileiro 2007

Campeonato Brasileiro 2008

Campeonato Brasileiro 2009

Campeonato Brasileiro 2010

Campeonato Brasileiro 2011

Campeonato Brasileiro 2012

Campeonato Brasileiro 2013

Campeonato Brasileiro 2014

Campeonato Brasileiro 2015

Campeonato Brasileiro 2016

Campeonato Brasileiro 2017

Campeonato Brasileiro 2018

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Visando amenizar crise financeira, Vila Nova inicia venda de ingressos da série C

Foto: Douglas Monteiro/Vila Nova F.C.

Com a paralisação dos campeonatos de futebol devido a pandemia do coronavírus, os clubes vem enfrentando um grande dilema quanto a saúde financeira de suas agremiações. Propostas de reduções de salários de jogadores, atividades lucrativas envolvendo torcedores, entre outras ações, vem sendo tomadas pelos clubes para se levantar um fundo financeiro de segurança nesse período.

O Vila Nova vem seguindo esse caminho, o clube já anunciou um campeonato de futebol digital para os sócios torcedores, e agora anunciou que abriu as vendas de ingressos para a série C desse ano.

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Os ingressos poderão ser adquiridos pelos torcedores no site www.acessofacil.com/pelovilajogamosjuntos. Cada torcedor poderá comprar quantos ingressos desejar. Os valores propostos pelo clube são de R$ 10, 20, 50, 70 e 100. Tais valores são em alusão a ajuda que o torcedor quer oferecer ao clube, o preço mínimo de 10 reais dará o mesmo acesso e direito do que o de 100 reais, não tendo diferença de privilégios.

Quando as datas do campeonato forem regularizadas pela CBF, o torcedor poderá imprimir o voucher da compra e trocar pelo ingresso do jogo. Tais ingressos valem para a primeira partida do tigre como mandante na Série C, porém se a capacidade máxima do estádio for completada com a venda antecipada, os demais ingressos ficarão para o uso das próximas partidas. A diretoria colorada já disse que a ideia é mandar todos os jogos da terceira divisão no OBA.

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Sem conseguir retornar para casa, quatro atletas do Basquete Anapolino seguem em Anápolis

Foto: Samuel Sousa/Basquete Anapolino

Quatro dos seis atletas do Basquete Anapolino que não moram em Goiás não conseguiram retornam para casa. Do sexteto de jogadores e outros estados, apenas Italo Rauseo e Alef César conseguiram voltar para casa.

Leandro, Vinícius, Rômulo e Luiz Muller seguem em Anápolis, em moradias alugadas pela direção das águias. O restante do plantel auriazul já residia na cidade.

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Segundo o técnico e diretor Moisés da Silva, com as restrições impostas pelo governo do estado às viagens interestaduais, os quatro jogadores não conseguiram passagens para retornar para casa. “Estão aqui e seguem fazendo treinamentos em casa”, disse Moisés.

O custo da manutenção dos atletas na cidade é de cerca de R$ 4 mil mensais, segundo a direção do Basquete Anapolino. Além do custo do aluguel, a equipe arca com pagamentos de água, energia e auxílio de alimentação.

Nenhum mês venceu ainda, mas a situação começa a preocupar a diretoria auriazul, que viu os patrocinadores debandaram após a implementação das medidas restritivas em Goiás e o adiamento do Brasileirão de Basquete.

“Não eram patrocínios de grande porte, mas para esses custos, o dinheiro cobria. Nos ajudava muito”, lamenta Moisés. Ele lembra ainda que, sem jogos, não há receita da prefeitura de Anápolis, via Torcida Premiada, e espera manter diálogo com parceiros para tentar solucionar o problema.

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Após 10 anos na Europa, Sandro analisa retorno ao Brasil e critica hábitos e individualismo dos atletas

Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC

No início de 2020, o volante Sandro foi anunciado pelo Goiás. Após uma década atuando na Europa, o jogador retornou ao Brasil para defender a equipe esmeraldina. No país, Sandro tinha defendido apenas o Internacional, clube que o revelou.

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Em entrevista ao Esporte Goiano, o volante falou sobre o seu retorno ao Brasil. A sua readaptação ao país, a volta após acumular experiência no futebol europeu, diferente daquele jovem que saiu do Brasil em 2010. Sandro falou sobre as diferenças que encontrou em sua volta. O volante também analisou a liderança que exerce dentro da equipe, principalmente auxiliando os jogadores mais jovens do elenco.

Confira a entrevista com o volante

Sandro saiu do Brasil em 2010, logo após a conquista do título da Copa Libertadores pelo Internacional. Antes de voltar ao Brasil, o jogador defendia as cores do Gênoa, da Itália. O final da passagem do volante pela Europa não foi dos melhores, Sandro ficou por volta de sete meses sem atuar. Em sua volta, o jogador revelou que sofreu para retomar o ritmo de jogo, mas que agora já está melhor adaptado.

“Foi um pouco difícil pra mim. Foram muitos anos fora e também antes de eu vir para o Goiás eu fiquei seis ou sete meses sem jogar. Esse tempo sem atuar agravou minha situação em termos físicos, com uma condição melhor. Por estar jogando tanto tempo na Europa, o futebol é muito diferente, os treinos são diferentes, a rotina é diferente. Eu tive que me readaptar, mudar algumas coisas.
Eu sofri, mas eu já estava bem readaptado antes da parada e agora quando voltar, em breve, eu já sei como eu tenho que fazer pra me sentir bem dentro de campo. Foi muito difícil, mas agora depois de dois meses e meio eu já estou me sentindo melhor”, disse o atleta sobre as dificuldades encontradas para retomar o ritmo de jogo.

Experiência 

Aos 31 anos, o jogador é um dos mais experientes do elenco. Em seu plantel, o Goiás conta com vários jogadores oriundos das categorias de base. Líder dentro de campo, o jogador contou como ajuda os mais jovens, orientando dentro e fora de campo, principalmente aqueles que atuam na mesma faixa de campo que o volante.

“Eu me amarro, gosto muito de conversar com os mais jovens, de passar o que eu vejo da minha função. O que eu sei, que eu faço e no decorrer dos anos deu certo o que não deu certo, o que tem que fazer para aumentar o seu nível, ser um volante de alto nível.
Eu converso bastante com eles, até dentro do jogo. Questão de posicionamento, as vezes eu sou até chato e tenho que tomar cuidado para não entrar por essa linha do chato.
As vezes a gente já viu tanto, conhece muito por ter jogado com grandes jogadores e esses jogadores já me passaram. Eu tô tentando ajudar, falando um posicionamento melhor. Eu me amarro, gosto muito do que eu faço, pelo futebol, pela minha função, eu procuro ajudar os caras a serem melhores”, explicou o jogador como faz para orientar os atletas mais jovens dentro de campo.

Mudanças nos últimos 10 anos

Após conquistar o título da Libertadores em 2010, Sandro deixou o futebol brasileiro rumo a Europa. O jogador rodou por Inglaterra, Turquia e Itália. De volta após uma década no futebol europeu, o volante analisou o que mudou no futebol brasileiro desde então. Segundo ele, a principal mudança foi a tecnologia que os clubes começaram a utilizar. Sandro também criticou o individualismo dos jogadores brasileiros e algumas atitudes dos atletas fora das quatro linhas.

“Não só no futebol, mas no Brasil e no mundo as coisas vão evoluindo. Em termos de tecnologia, tática e as coisas chegaram ao Brasil. Antigamente não tinha GPS, hoje você sai do treino e sabe o que você fez, o que precisa fazer mais. A estrutura, as pessoas, fisiologista, preparação física estão bem ligadas ao GPS para ver o desempenho.
Taticamente não vejo uma mudança muito grande, mas lógico que se tem um pouco. O jogador brasileiro tem que mudar um pouco, tem que querer ser mais, jogar mais, sair do nível em que está. Lá na Europa os jogadores não precisam de advertências sobre horários, sobre o que fazer, eles mesmos fazem as coisas.
Aqui no Brasil as pessoas estão mais relaxadas nesse aspecto, isso temos que melhorar. Temos que melhorar também dentro de campo, o futebol brasileiro é muito individualista, pega a bola e fica muito tempo com ela, isso que eu venho falando nos treinos e nos jogos, para ser objetivo, rápido. Pode ser individual, mas tem que ser lá no final do campo, no último terço, onde você está perto da área, ali não tem que tocar a bola, tem que ir pra dentro e se precisar tocar a bola, toca. Não seja individual no meio de campo, na defesa, isso ainda temos que melhorar, jogar como equipe, rápido e ganhar campo.
O Brasil evoluiu, mas eu acho que tem que evoluir mais e cabe a nós querer evoluir a cada treino, a cada jogo, porque assim vai evoluir cada vez mais”, analisou o atleta as mudanças que ocorreram no futebol brasileiro nos últimos 10 anos.

Preparação em tempos de coronavírus

Sem entrar em campo devido a pandemia causada pelo coronavírus, o jogador segue sua rotina de treinos. Segundo o atleta, ele está sendo acompanhado a distância pelo setor de preparação física do Goiás.

“Estou treinando em casa, mas o Alexandre Lopes (preparador físico) vai nos auxiliando com os treinos pelo whatsapp. Está difícil, mas estamos sendo acompanhados de longe. Ele está fazendo com que a gente não pare e está nos cobrando isso”, falou o jogador sobre como está fazendo para treinar mesmo estando em casa.

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Basquete: confira 10 partidas de Mundiais Femininos que entraram para a história

Foto: Divulgação FIBA

Esporte Goiano separou alguns jogos da Copa do Mundo de Basquete Feminino, organizado pela Fiba (Federação Internacional de Basquete), que são partidas marcantes na história do esporte.

Os critérios para a escolha dessa lista foram o equilíbrio, peso histórico das equipes e partidas que entraram para história por jogadas inacreditáveis.

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China x Brasil – Copa do Mundo de Basquete Feminino 1994

A partida entre China e Brasil, válida pela final do Mundial de Basquete, marcou uma geração de mulheres vencedoras no esporte. Posso afirmar, sem dúvida alguma, este duelo coroou uma geração de ouro do basquete feminino brasileiro que tinha: Hortência, Magic Paula, Janeth, Leila, Alessandra, Helen, Adriana, Simone, Roseli, Ruth, Dalila e Cíntia Tuiu.

É válido lembrar que antes da final, Brasil e China já haviam se confrontado, com vitória das chinesas. E em 1994, foi a primeira vez que uma equipe senão os EUA ou a extinta União Soviética sagraram-se campeã.

Rússia x EUA – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2006

O duelo entre Rússia e EUA, válido pela semifinal do Mundial de Basquete, é histórico pois a seleção russa surpreendeu a seleção estadunidense, que era favorita ao título. Além de ter colocado fim a uma invencibilidade de 44 jogos das americanas em Mundiais e Jogos Olímpicos, que durava desde o Mundial de 1994.

EUA x Nigéria – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018

A partida entre EUA e Nigéria, válida pelas quartas de final do Mundial de Basquete, é um momento de orgulho e um grande capítulo na história da seleção nigeriana, comandada por Evelyn Akhator, Adaora Elonu e Ezinne Kalu. Para se ter uma ideia a campanha nigeriana no torneio contou com vitórias sobre a Turquia, Argentina e Grécia.

China x Japão – Copa do Mundo de Basquete 2018

O jogo entre China e Japão, válido pelas oitavas de final do Mundial de Basquete, é um clássico asiático de muita rivalidade. E nesse encontro especificamente, a China de Ting Shao, Sijing Huang, Yuan Li e Xu Han e o Japão de Nako Motohashi, Yuki Miyazawa e Moeko Nagaoka protagonizaram um jogo disputadíssimo.

Austrália x EUA – Copa do Mundo de Basquete 2014

O confronto entre Austrália e EUA, válido pela semifinal do Mundial de Basquete, reuniu duas seleções em momentos opostos. De um lado a Austrália, seleção que buscava o recomeço depois de conquistar o título no Brasil, em 2006, e do fracasso em 2010, ao cair nas quartas-de-final para a República Tcheca. Do outro lado os EUA, uma seleção que uniu campeãs olímpicas e mundiais com as revelações da WNBA (Liga Nacional de Basquete Feminino dos EUA).

Bélgica x EUA – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018

A partida entre Bélgica e EUA, válida pela semifinal do Mundial de Basquete, ficará marcada como o jogo em que a seleção estadunidense ultrapassou a marcar a mágica marca de 10.000 pontos na competição, com a cesta anotada por Brittney Griner.

Nigéria x Grécia – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018

O jogo entre Nigéria e Grécia, válido pelas oitavas de final do Mundial de Basquete, é daqueles que o triunfo veio literalmente nos últimos segundos da partida. Vale destacar a atuação das nigerianas Evelyn Akhator e Adaora Elonu, e da grega Styliani Kaltsidou.

Espanha x Austrália – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018

O duelo entre Espanha e Austrália, válido pela semifinal do Mundial de Basquete, é um  duelo épico decidido nos mínimos detalhes. Destaque para a atuação da pivô australiana, Liz Cambage, que anotou um duplo-duplo monumental (33 pontos e 15 rebotes).

Austrália x EUA – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018

O confronto entre Austrália e EUA, válido pela final do Mundial de Basquete, colocou frente a frente: a favorita seleção estadunidense contra a desafiadora seleção australiana. As norte-americanas defendiam o bicampeonato, num total de 9 conquistas mundiais. Enquanto, as australianas queriam subir no lugar mais alto do pódio pela segunda vez na história.

Espanha x EUA – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2014

A partida entre Espanha e EUA, válido pela final do Mundial de Basquete, é daquelas que a seleção estadunidense teve de suar a camisa para conter a espanhola Sancho Lyttle, que liderou as estatísticas da partida pelo lado europeu. É importante destacar essa decisão marcou a quarta conquista mundial dos EUA nos últimos cinco campeonatos.

 

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Na memória: Aos 48 minutos do segundo tempo, Atlético desbanca o Goiás

Foto: Reprodução Facebook

Em 2014 o Atlético protagonizou uma das maiores vitórias da história do futebol goiano, não pelo placar, que não foi elástico, ou expressivo, mas sim pelo modo como ocorreu. Tal partida aconteceu no segundo jogo da final do Goianão 2014, diante o seu maior rival, o Goiás Esporte Clube.

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Naquela época o time esmeraldino não havia perdido nenhuma partida na competição, chegou de maneira invicta para a final com incríveis 11 vitórias e 5 empates em 16 jogos disputados, o time esmeraldino marcou 33 gols e levou apenas 9. Em contra partida o Atlético chegou a final com 8 vitórias, 3 empates e 5 derrotas, marcando 23 gols e sofrendo 14.

No regulamento daquele ano a equipe melhor colocada chegava a final com a vantagem de decidir o título como mandante e jogava por dois resultados iguais, para se tornar o campeão. Na primeira partida da final o resultado foi um empate sem gols, o que favorecia o time esmeraldino, já que bastava outro empate para ser tricampeão, já que havia vencido em 2012-2013, porém no segundo jogo a história aconteceu.

Começo morno

No primeiro tempo o Goiás seguiu os mesmos passos do que vinha fazendo dentro da competição e praticamente mandou no jogo. Jogando com a vantagem de baixo dos braços o time esmeraldino chamava o Atlético para o seu campo de defesa, e explorava os contra-ataques. O técnico do Dragão, Marcelo Martelotti reclamava muito da postura do seu time e pedia mais vibração do elenco dentro de campo.

Os principais nomes do Atlético na partida caíam sobre os atacantes Júnior Viçosa e Juninho, que praticamente eram as válvulas de escape do dragão. Pelo lado esmeraldino, Thiago Mendes e Amaral, que sobressaíam nos desarmes defensivamente. Na primeira etapa poucas chances reais de gols aconteceram, o que culminou no empate em 0 a 0.

Os 48 minutos da história
Foto: Guilherme Gonçalves

Na volta para a segunda etapa, a postura do Atlético mudou. O técnic Marcelo Martelotti foi para o tudo ou nada. O comandante realizou algumas alterações, como foi o caso de Eusébio, visando maior velocidade no time, que surgiu efeito. Jorginho, Juninho e Fábio Lima começaram a se soltar mais e o Atlético foi melhorando no jogo.

Mesmo com o ímpeto do Dragão, o Goiás surpreendeu o time atleticano após conseguir um pênalti. A marcação foi feita após uma cobrança de escanteio de David, Artur, zagueiro atleticano, acabou tirando a bola com a mão na grande área. O árbitro marcou a penalidade. Na cobrança, Aráujo acabou batendo muito mal e Márcio fez a defesa.

Com a defesa do pênalti o time atleticano cresceu ainda mais na partida e conseguiu até abrir o placar com Juninho, mas o árbitro Wilton Pereira, acabou marcando o impedimento de forma errada, o que gerou muita discussão por parte do elenco rubro-negro. Com isso o Goiás passou a se defender mais ainda, praticamente se abdicou de atacar e visou o empate até o final do jogo.

Porém o o que parecia impossível aconteceu. Aos 48 minutos o Atlético conseguiu um escanteio. Na cobrança Pedro Bambu levantou para a grande área, o zagueiro Lino subiu mais alto que a defesa esmeraldina, cabeceou, a bola passou por Lima, venceu o goleiro Renan e morreu no fundo da rede esmeraldina. Terminava ali o fim a da invencibilidade do Goiás, e começava a festa dos jogadores e da torcida atleticana.

Esse título até hoje é lembrado pelos rubro-negros, muito dos quais usam a numeração da camisa na torcida em alusão a tal feito. Uma das maiores viradas de situações da história do Campeonato Goiano. O Atlético chegava a seu 13° na história do estadual.

Ficha Técnica
Goiás 0x1 Atlético – 2° jogo da Final do Campeonato Goiano 2014
Data: 13/04/2014
Horário: 16h
Estádio: Serra Dourada, Goiânia, Goiás
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho (FIFA-GO) e Marco Antônio Moreira (GO)
Amarelos: Renan (GOI); Artur, Eusébio, Thiago Feltri e Júnior Viçosa (ACG)
Cartão vermelho
: Vítor (GOI)
Gol: Lino – 48′ 2T – (ACG)
Goiás: Renan; Vítor, Jackson, Pedro Henrique e Lima; Amaral, David, Thiago Mendes (Tiago Real) e Ramon; Araújo (Clayton Sales) e Rychely (Léo Bonatini)
Tecnico: Claudinei Oliveira
Atlético: Márcio; Pedro Bambu, Artur, Lino e Thiago Feltri; Léo (Eusébio), Renan Foguinho (Yago), Jorginho e Fábio Lima (Diogo Campos); Juninho e Júnior Viçosa
Técnico: Marcelo Martelotte
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Relembre todas as camisas de jogo lançadas pelo Atlético Goianiense na década

Foto: Willian Rommel/Esporte Goiano

Talvez a camisa de um clube seja considerada o grande símbolo do esporte para os adoradores e aficionados de futebol. Todo amante da modalidade tem ali o uniforme do time do coração. Outros, até, fazem coleções com todas as lançadas, mas o certo é que elas são uma espécie de marcação temporal e de memória do seu clube de coração.

Pensando nisso, o Esporte Goiano decidiu relembrar todas as camisas da década dos três clubes da capital que tiveram participações importantes em torneios nacionais, associando as conquistas e resultados do time em cada ano, com essas camisas. As camisas foram associadas com a campanha no ano em que foram lançadas. Começaremos com as do Atlético Clube Goianiense, em homenagem aos seus 83 anos.

Especial Atlético 83 anos:
Relembre todos os títulos conquistados pelo Dragão em sua história

SUPER BOLLA 2010

Arte: Esporte Goiano/ GT Camisas

Goianão = Campeão
Copa do Brasil = Eliminado nas semifinais pelo Vitória-BA
Brasileiro série A = 16° colocado

SUPER BOLLA 2011

Arte: Esporte Goiano/ Reprodução Internet

Goianão = Campeão
Copa do Brasil = Eliminado na segunda fase pelo Coritiba
Brasileiro série A = 13° colocado
Copa Sulamericana = Eliminado na primeira fase para a Universidad Católica – CHI

SUPER BOLLA 2012

Arte: Esporte Goiano / ACG Comunicação/ Reprodução Internet

Goianão = Vice-Campeão
Copa do Brasil = Eliminado na terceira fase pela Ponte Preta
Brasileiro série A = 19° colocado, rebaixado

SUPER BOLLA 2013

Arte: Esporte Goiano / Reprodução Internet

Goianão = Vice-Campeão
Copa do Brasil = Eliminado na segunda fase pelo Cruzeiro
Brasileiro série B = 16° colocado

SUPER BOLLA 2014

Arte: Esporte Goiano / GT Camisas

Goianão = Campeão
Copa do Brasil = Eliminado na segunda fase pelo ABC
Brasileiro série B = 7° colocado

SUPER BOLLA 2015

Arte: Esporte Goiano / Reprodução Internet

Goianão = Eliminado na primeira fase
Copa do Brasil = Eliminado na segunda fase pelo América-RN
Brasileiro série B = 14° colocado

NUMMER 2016

Arte: Esporte Goiano / Reprodução Internet

Goianão = Eliminado nas semifinal
Copa do Brasil = Eliminado na primeira fase pelo Ypiranga-RS
Brasileiro série B = Campeão

NUMMER 2017

Arte: Esporte Goiano / Reprodução Internet

Goianão = Eliminado nas semifinal
Copa do Brasil = Eliminado nas oitavas pelo Flamengo
Brasileiro série A = 20° colocado, sendo rebaixado à Série B 2018

NUMMER 2018

Arte: Esporte Goiano / Reprodução Internet

Goianão = Eliminado na primeira fase
Copa do Brasil = Eliminado na primeira fase pelo Altos-PI
Brasileiro série B = 6° colocado

DRAGÃO PREMIUM 2019

Arte: Esporte Goiano / GT Camisas / Reprodução Internet

Goianão = Campeão
Copa do Brasil = Eliminado na segunda fase pelo Santos
Brasileiro série B = 4° colocado, acesso a série A 2020

Qual a camisa de jogo mais bonita lançada pelo Dragão na década, torcedor?

 

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Relembre todos os títulos do Atlético em 83 anos de história

Foto: Paulo Marcos/ACG

O Atlético Clube Goianiense foi fundado em 02 de abril de 1937, por um grupo de moradores do bairro de Campinas aficcionados por futebol, que se reuniram no Hotel Duarte. O Dragão além de ser o pioneiro no futebol de Goiânia, possui uma história que se mistura com a própria trajetória das pessoas da Campininha.

Neste dia em que o clube está completando 83 anos de existência, o Esporte Goiano preparou uma lembrança especial para você: torcedor rubro-negro.

Especial Atlético 83 anos:
Relembre todas as camisas de jogo do Dragão na década

Campeonato Goiano: 1944, 1947, 1949, 1955, 1957, 1964, 1970, 1985, 1988, 2007, 2010, 2011, 2014 e 2019.

Em seus primeiros anos, o Dragão conquistou dois Torneios Citadinos (1938 e 1940), porém o primeiro título estadual veio no ano de 1944. No Campeonato Goiano de 1944, o Atlético venceu todos os adversários e de forma invicta levantou a primeira das 14 taças estaduais, sendo bicampeão em 2010 e 2011.

Campeonato Brasileiro Série C: 1990 e 2008.

O Atlético é o maior campeão nacional da região Centro-Oeste, com dois títulos da Série C e um da série B.

Em 1990, o Rubro-negro foi Campeão Brasileiro da Série C após vencer o América Mineiro nos pênaltis, pelo placar de 3 a 2, no Serra Dourada, com gol do título marcado por Júlio César “Imperador”.

Já em 2008, o Atlético fez uma campanha expressiva na Série C, conseguindo o acesso a Série B com quatro rodadas de antecedência e logo depois o segundo título do Campeonato Brasileiro Série C sem entrar em campo, com a derrota do Campinense, seu adversário mais próximo na tabela de classificação no momento.

Campeonato Brasileiro Série B: 2016.

O título do Campeonato Brasileiro da Série B de 2016 do Atlético é sinônimo de superação, pois o time rubro-negro vinha de uma baixa performance no estadual e Copa do Brasil na mesmo temporada.

Com pouco orçamento e elenco enxuto, o Atlético faz um verdadeiro milagre ao conquistar a Série B. O Dragão passou 37 rodadas no G4, sendo 10 rodadas na liderança do Campeonato. O rubro-negro goiano faturou o título da competição após vencer o Tupi-MG por 5 a 3, no Estádio Olímpico.

Torneio da Integração Nacional: 1971.

Vale destacar que o Atlético Goianiense, também, levantou em 1971, o título do Torneio da Integração Nacional que contou com a participação de 16 equipes, todas elas excluídas da primeira edição do Campeonato Brasileiro.

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Goiânia perde 90% dos patrocínios, mas confia em time forte na Série D

Foto: Rômulo Fofão/Goiânia EC

A paralisação pela epidemia de Covid-19 causou grandes prejuízos ao Goiânia. O clube contabiliza perda de até 90% dos patrocinadores. Das empresas que davam aporte ao Galo, restou apenas a Aprovec.

A parceira máster, no entanto, deve reduzir o valor repassado ao clube alvinegro, deixando as receitas ainda mais escassas. “A Aprovec vai ver se faz ajuste. Por conta da crise, não está vendendo, e o marketing vai se juntar para reavaliar”, disse o presidente do Goiânia, Alexandre Godoi, ao Esporte Goiano.

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Clubes buscam acordo com atletas

Apesar da queda de receita, o Galo ainda almeja grandes feitos na temporada. Dentro do clube, o tom é de desconfiança quanto à retomada do Goianão e, por isso, o foco maior é na Série D, cujo objetivo é o acesso. Uma reunião deve ocorrer em breve para avaliar cenários.

– Definiremos o time que será formado e o custo. Nosso objetivo é subir para a Série C. Ainda estamos confiantes, não desanimamos e estamos firmes – afirmou o presidente alvinegro.

Iniciativa de atletas

O presidente do Goiânia avalizou a assinatura do capitão alvinegro, o goleiro Matheus Santillo, em um documento assinado por todos os capitães de clubes participantes da Série D 2020 e entregue à CBF pedindo apoio para garantir a sobrevivência das agremiações. A iniciativa, segundo Godoi, é elogiável.

– Achei muito bom o papel deles. É muito importante isso. Os jogadores se preocuparam com o clube e o salário deles, e nós precisamos disso – pontuou.

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