A literatura e o mundo do futebol em tempos de quarentena

Arte: Ildeu Iussef/EG Foto: Acervo do Entrevistado
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Estamos vivendo uma fase difícil na história da humanidade e do esporte, marcada pelo isolamento social e a paralisação dos campeonatos. E apreciar o intercambio entre esporte, especialmente o futebol, e a literatura, pode ser uma saída para lidarmos de forma mais saudável com esse momento.

O futebol é um esporte que foi oficialmente organizado na Inglaterra, apesar das experiências que o antecederam, mas tornou-se um ponto marcante da cultura brasileira. Essa identificação é tão forte que o futebol no Brasil é um catalizador de emoções e logo é natural que a literatura busque contato com esse assunto.

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As relações do futebol com a literatura em nosso país, contrariando o caráter masculino em que se desenvolveu o esporte ao longo das décadas, começou com uma mulher: a poetisa Anna Amélia, que introduziu o tema na poesia em 1922.

A partir do trabalho da poetisa Anna Amélia, a intercessão entre futebol e literatura foi cada vez mais frequente. Grandes escritores fizeram parte dessa história como Gilka Machado, Antônio Olinto, Carlos Drummond de Andrade, João Cabral de Melo Neto, Homero Homem,  Edilberto Coutinho e Chico Buarque.

Mas também houve manifestações de destaque dessa temática em prosa, normalmente em textos curtos como contos e crônicas. Um dos cronistas mais marcantes quando se trata do assunto futebol é Nelson Rodrigues, mas muitos autores entram nesta lista: Sergio Porto, Marques Rebelo, João Saldanha, Mário Filho, Paulo Mendes Campos e Maneco Muller.

Para compreender um pouco mais da relação existente entre Futebol e Literatura, o Esporte Goiano entrou em contato com Leo Lyra, ex-jogador profissional de futebol, que se dedica aos livros desde 2017 e, atualmente, toca o Projeto “Literatura e Futebol”.

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