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segunda-feira, junho 15, 2026
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Vila Nova pode ser rebaixado já na próxima rodada

Foto: Douglas Monteiro/Vila Nova FC

Agonizando na zona de rebaixamento, o Vila Nova pode ter o descenso à Série C decretado já no próximo domingo (17). Se perder para o Sport na Ilha do Retiro, o sonho da permanência colorada ficará nas mãos de Coritiba e Cuiabá, que enfrentam Oeste e Figueirense, respectivamente.

Se o time paulista ao menos empatar com o Coxa no Couto Pereira, e o Figueira derrotar o Dourado no Orlando Scarpelli, o Tigre não poderá perder no Recife. Se o Rubrão e os catarinenses vencerem, nem mesmo o empate manterá vivas as esperanças vilanovenses.

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Penúltimo colocado com 34 pontos, o Vila tem 98.2% de risco de queda, segundo o matemático Tristão Garcia. Com três rodadas em disputa, os colorados podem chegar a 43 pontos. De acordo com as estatísticas, com esta pontuação, o Tigre teria 95% de chances de permanência.

Confira os cenários que podem rebaixar o Vila já no domingo (17)

Derrota para o Sport + vitória do Figueirense + empate do Oeste
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Jogadores pedem milagre e obediência tática para Vila Nova vislumbrar fuga do Z-4

Divulgação/Vila Nova F.C.

As coisas estão bem difíceis para o Vila Nova na Série B. A três jogos do fim agora, o Tigre tem quatro pontos atrás da saída da zona de rebaixamento. O Tigre é 19º com 34 pontos, enquanto o Figueirense, primeiro fora da confusão, soma 38. Para piorar de vez, na noite desta quarta-feira (13), o Vila chegou ao seu 11º empate na Série B em casa – 1 a 1 com o Guarani.

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Após a partida, o zagueiro Diego Jussani fez referências cinematográficas para explicar a situação do Vila. O defensor citou o filme “À espera de um milagre”, de 2000, para resumir a briga do Tigre na Série B. Necessita contar com uma sequência de resultados improvável no restante. A tendência é que precise de três vitórias nas três partidas finais para se safar da queda. Ainda assim, depende de resultados negativos de Londrina, Figueirense e Criciúma.

“Não é impossível ganhar do Sport lá. Depois, se ganharmos esses dois jogos restantes, vamos para o milagre. Vamos em busca desse milagre. Não adianta vir aqui e pedir desculpa para o torcedor. Não estamos fazendo acontecer dentro de campo. O torcedor está cansado e a gente entende. Eu me sinto envergonhado, não consigo sair de casa. Não tem o que falar. A partir de agora, o filme nosso é “À espera de um milagre” e “À procura da felicidade”. É disso que vamos atrás agora”, avaliou o zagueiro Diego Jussani.

Indo contra esse argumento veio o goleiro Rafael Santos. Para o arqueiro vilanovense, muitas vezes falta uma compreensão melhor dos jogadores do que pede o técnico Itamar Schülle nos vestiários. O Vila Nova ainda não venceu sob o comando do ex-treinador do Cuiabá.

“Eu vou ser sincero. O milagre que podemos fazer é ouvir o que o Itamar tem para passar para a gente. É trabalhar em cima da formação tática que ele passa para a gente. O Itamar é um cara muito inteligente, capacitado. Eu costumo dizer que quando você faz as coisas do jeito que quer em campo, as coisas não funcionam. Só assim podemos buscar uma vitória fora de casa. Não adianta querer fazer tudo de qualquer jeito”, disse o goleiro Rafael Santos.

O próximo jogo do Tigre é diante do Sport, no domingo (17). A partida é às 16h na Ilha do Retiro, no Recife. Para esta partida, o Vila não deve contar com os lesionados Alan Mineiro, Tinga, Bruno Mezenga e talvez Magno e Gustavo Henrique, estes dois últimos com desgaste. Bem como os suspensos Gastón, Ramón e Wesley Matos.

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Itamar Schulle defende trabalho no Vila após mais um empate: “meu melhor estou fazendo”

Foto: Douglas Monteiro/Vila Nova FC

O Vila Nova empatou pela terceira partida consecutiva na Série B. O resultado não foi bom para o colorado, que apesar dos pontos somados se vê cada vez mais próximo da Série C. Hoje, o Tigre empatou em 1×1 contra o Guarani, em uma partida que segundo o treinador Itamar Schulle, a equipe dominou os números e o adversário. Para ele, a equipe cometeu erros que culminaram no gol do adversário e também na expulsão do lateral Gastón Filgueira.

“Nós tivemos mais de 60% de posse de bola. Durante o jogo nós tivemos 17 finalizações contra seis do adversário, tivemos dez escanteios contra um. Com esses números a gente vê o que o Vila Nova fez para vencer o jogo. No segundo tempo eu poderia ter tirado o goleiro e colocado mais um jogador de linha porque a bola não chegou ao nosso gol. A equipe buscou a vitória a todo o momento, tivemos um erro no momento do gol deles de pênalti. A equipe produziu, esses números mostram que a equipe produziu, que buscou, que quis fazer o gol. Nós tivemos ausências hoje, o Gustavo Henrique, centroavante temos o Carlinhos. Quem nós temos de centroavante é o Carlinhos, então ele vai jogar, mas ele não conseguiu fazer um bom jogo, trocamos, colocamos o Elias por dentro junto com o Robinho e deu muito certo. A equipe criou oportunidades, seguramos a bola mais na frente e marcamos o gol de empate. Na pressão poderíamos até ter virado o jogo, cometemos outro erro de uma expulsão infantil, que não pode ocorrer. A equipe lutou, brigou e pelo que fez durante a partida merecia a vitória, os números estão aí”, pontuou o treinador a predominância do Vila Nova no duelo contra o Guarani.

Problemas para escalar o time

Para se manter vivo na competição, o Vila enfrenta o Sport na próxima rodada, fora de casa. O adversário é o vice-líder da competição e para a partida o treinador terá vários desfalques, por ordem médica ou disciplinar. Segundo ele, agora é hora de buscar as soluções, mas que ainda não sabe como irá montar o time.

“Nós temos que continuar como estamos, vivos, trabalhando, temos vários problemas para o próximo jogo. Provavelmente vamos colocar uma equipe recheada de jogadores da base, porque hoje acho que perdemos cinco jogadores por lesão, cartão, temos três outros no DM. Isso é complicado para qualquer um, administrar isso. Os problemas eu já sei quais são, agora eu tenho que trabalhar buscando as soluções, dar oportunidade para meninos que ainda não tiveram para que a gente possa fazer esse jogo contra o Sport e buscar a vitória”, destacou o treinador os problemas que a equipe tem para a próxima rodada.

“Meu melhor estou fazendo”

O treinador já está no Vila há seis jogos, mas ainda não conseguiu vencer no comando do colorado. O treinador garantiu estar dando o seu máximo, durante os jogos e também nos treinamentos durante a semana, no entanto, Itamar fez uma ressalva, que ele não entra em campo, não marca gols, mas que a parte dele, de dar treinamentos, de criar situações para a equipe explorar durante os jogos, ele está realizando.

“O meu máximo eu estou fazendo todo dia. Mas não pode estar vencendo um jogo contra o Coritiba por 2×0 e tomar dois gols de bola parada. O meu melhor eu estou dando a cada dia, cada um tem que ter a consciência daquilo que está fazendo pelo Vila Nova. Não podíamos ter tomado o empate contra o Coritiba, com todo respeito ao Coritiba. Nós tínhamos condições de vencer o Brasil, de ganhar do Operário, no 2º tempo nós criamos oportunidade e perdemos gols imperdíveis, assim como contra o Brasil. A gente teve oportunidades hoje, os números mostram que o Vila produziu, mas você tem que fazer o gol. Se for analisar o treinador pelos resultados que não vieram, então eu deixo o cargo e outro assume, mas meu melhor eu estou fazendo. Agora entrar no campo e fazer o gol não, eu não tenho condições. Proporcionar trabalho, a condição de como se faz o gol, como que se busca as situações, essa é a minha função. Eu vou continuar dando o meu melhor, até o último dia que eu estiver no Vila Nova”, falou o treinador sobre sua parcela de culpa pelos resultados ruins.

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Jogo que vale classificação no Goiano de Futsal é remarcado para Anápolis

Foto: Adrielly Alves/Especial para EG

A Federação Goiana de Futebol de Salão (FGFS) comunicou na noite desta quarta-feira (13) a alteração do confronto entre Catalão e Anápolis/UniEvangélica, na sexta-feira (15), às 20h, para o ginásio da Universidade Estadual de Goiás (UEG), na cidade de Anápolis.

O duelo estava inicialmente previsto para o Ginásio Internacional de Catalão. A mudança, conforme a entidade, foi acordada entre as duas equipes para evitar um W.O. e assim evitar prejuízo à competição

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O Anápolis está envolvido na disputa da última vaga às semifinais com a UFG, que joga na Serrinha, contra o líder Goiás, às 19h.

Em contato com o Esporte Goiano, a diretoria do Catalão confirmou que partiu do clube o pedido de mudança do local da partida. O time perdeu patrocinadores e não teria recursos para arcar com as despesas de arbitragem. O pagamento dos oficiais é fixado em R$ 600 por partida, além de alimentação e transporte entre Goiânia e a cidade onde é realizado o duelo. Caso haja necessidade, os mandantes também precisam cobrir os custos do pernoite.

– Nossos patrocinadores cancelaram os patrocínios. Ficamos sem recursos para a arbitragem. Para não atrapalhar o campeonato, conversamos com o pessoal do Anápolis e concordamos em fazer o jogo na cidade desde que eles arcassem com as despesas – explicou o vice-presidente Durval Júnior.

Questionado sobre a possibilidade de realizar o confronto numa praça neutra, como Goiânia, por exemplo, o mandatário catalano alegou que, em Anápolis, haveria maior economia. Na cidade, os atletas teriam alimentação garantida, já que o dirigente tem família residente no município. O transporte ficaria, segundo contas da FGFS, em cerca de R$ 200.

A informação também foi confirmada pelo presidente tricolor, Ademir Marinho. “O Catalão estava com problemas e nos propuseram. A gente vai assumir a arbitragem. Para nós é melhor, pois economizaremos em viagem”, disse.

A reportagem procurou a UFG, equipe envolvida na disputa da vaga final à próxima fase. Segundo o treinador e responsável pelo projeto, Elcio Junior, a realização da partida em Anápolis é ‘inadmissível’.

– Eles não têm dinheiro para pagar arbitragem, mas poderão ir a Anápolis? O transporte é muito mais caro que isso. Estamos em contato com o presidente. Não estamos de acordo. É um adversário direto nosso. À esta altura do campeonato, não dá para esse tipo de coisa acontecer. É inadmissível. Estou vendo com o presidente o que é possível fazer – asseverou.

Para evitar W.O.

A FGFS afirmou que a alteração pelo menos impede um W.O. Conforme informou a entidade, o Catalão chegou a cogitar a ideia de abandono da competição como uma alternativa, caso a federação não aceitasse a troca do local do duelo.

O regulamento prevê que, desde que haja concordância entre a federação e os clubes, e disponibilidade de datas no calendário da FGFS, pode haver alterações em locais, horários e dias dos jogos do campeonato. Há uma taxa de R$ 150 a ser recolhida para os cofres da entidade nesses casos.

A FGFS disse que resguarda todos os direitos de recurso da UFG ou de qualquer equipe que se sinta prejudicada pela alteração.

– A Federação está aberta a qualquer situação. Não temos compromisso com o erro. Para nós é indiferente. Se tiver que voltar atrás na decisão, a Federação volta tranquilamente. O que ela fez foi para resguardar e não ter problema – justificou o presidente Murilo Macedo.

No ano passado, Catalão abandonou a competição também na última rodada. O jogo contra o Jaó/Universo, porém, não tinha reflexos esportivos tão relevantes quanto os deste ano. Em 2017, a própria UFG chegou a abandonar a competição. Sem chances de classificação, o time universitário não atuou contra o mesmo Jaó/Universo.

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Vila Nova empata com Guarani no final, mas está cada vez mais perto da Série C

Foto: Matheus Alves/Esporte Goiano.

O Vila Nova até lutou, mas está cada vez mais perto da Série C. Na noite desta quarta-feira (13), o Tigre empatou em 1 a 1 com o Guarani no Serra Dourada. Os gols foram de Diego Cardoso, para o Bugre, no primeiro tempo e Jeferson deixou tudo igual no final da última etapa. Com este resultado, faltando três jogos, nove pontos em disputa, o colorado está a quatro pontos de sair da zona de rebaixamento. O Vila é 19º com 34 tentos.

E na próxima rodada, provavelmente sem Alan Mineiro e Tinga lesionados, além de Gastón, Wesley Matos e Ramón suspensos, o Vila enfrenta o Sport. O jogo é no Recife e pode ser a partida de acesso do Leão. A partida é no próximo domingo (17), às 16h, na Ilha de Retiro.

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Primeiro tempo

O Vila Nova, até pelo desespero, começou a peleja indo para cima do Guarani. As principais ações ofensivas eram coloradas. Logo no primeiro minuto, Alan Mineiro recebeu na meia-luta e chutou com a bola pingando. Foi bem pouco acima do gol de Jefferson. Pouco tempo depois, o meia do Tigre cobrou falta, bem perto da área, na barreira.

Antes do início do terror, Ramón cruzou fechado em bola parada, mas a pelota passou por todo mundo. Porém, ninguém alcançou. Daí para frente, foi um Deus nos acuda. Aos 14, o volante do Bugre, Marcelo, é derrubado por Joseph na grande área depois de cruzamento de escanteio. Pênalti para o Guarani. Diego Cardoso, que atuou pelo Tigre em 2016, cobrou no canto direito de Rafael Santos, que pulou para o outro canto. Lei do Ex cumprida.

O colorado tentava reagir especialmente com Tinga. O volante arrancou pela intermediária e, da entrada da área, arriscou rasteiro, uma pancada. A bola passou à direita do gol de Jefferson. Mas pouco tempo depois, o volante saiu contundido, bem como a principal referência técnica do Tigre, Alan Mineiro. Robinho e Erick foram a campo e pouco adicionaram ao time na metade inicial.

Reclamação de arbitragem

Quem mais ficou perto do tento foi o time campineiro. Rondinelly recebeu de Lucas Crispim no lado direito da área e chutou. A bola foi pela rede, mas pelo lado de fora, à esquerda de Rafael Santos. O colorado ainda chegou. Depois de cruzamento da direita, Carlinhos cabeceou prensado e quase marcou. Jogadores ficaram pedindo pênalti, mas nada foi. Em outro lance, Tinga foi derrubado, antes de sair, perto da risca da grande área e os vilanovense pediram falta dentro da zona fatal.

Porém, por mais que o Vila ficou na reclamação pela arbitragem, faltou futebol e, por isso, o time foi para o intervalo perdendo para o Guarani por 1 a 0. Os paulistas não venciam aqui desde 2002.

Segundo tempo de Vila Nova x Guarani

Na etapa complementar, o Tigre até melhorou. Mas nada de grandes chances também. Aos 6, Robinho recebeu de Jefferson, que cruzou para trás na direção de Erick. O atacante chutou rasteiro, à esquerda da meta bugrina. Pouco depois, não chego tão bem. Erick recebeu na esquerda, puxou para o meio e soltou uma bomba de muito longe. Isolou.

No lance seguinte, Rondinelly, do Guarani, copiou o atacante do Vila e isolou finalização à longa distância. Deivid Souza, na primeira vez que toca na bola, quase marcou para o Bugre. O atacante recebeu em contra-ataque e chutou no ângulo, de canhota. Rafael Santos fez uma defesaça para salvar o Vila, mas o lance já estava parado por impedimento.

Aos 22 do segundo tempo, Rondinelly dessa vez acertou a finalização quando ninguém o marcava e bola passou um fino do gol de Rafael. Quase da risca da grande área, Diego Jussani cobra falta soltando um canhão. A bola foi bem acima da meta de Jefferson.

O Tigrão até chegou o empate, depois de muita luta. Jussani estava jogando de centroavante e fez o pivô para Jefferson dentro da área. O lateral chegou chutando de qualquer maneira e acertou a primeira finalização do Vila em direção ao gol no jogo. E entrou. No restante, Gastón ainda foi expulso, o colorado lutou muito, mas não evitou mais um tropeço em casa. 1 a 1.

Com este resultado, o Tigre chega ao 11º empate em casa nesta Série B. Apenas uma vitória e cinco derrotadas como mandante. Como o triunfo foi no Olímpico, a última vitória do Vila no Serra Dourada foi no dia 19 de janeiro, na abertura do Goianão, diante da Aparecidense.

Ficha técnica
Vila Nova 1×1 Guarani – 35ª rodada da Série B
Data: 13 de novembro de 2019
Horário: 19h15
Local: Estádio Serra Dourada; Goiânia (GO)
Árbitro: Dyorgines José Padovani de Andrade (ES)
Auxiliares: Katiuscia M. Berger Mendonça (ES) e Leonardo Mendonça (ES)
Público Pagante: 1938 torcedores
Público Total: 2905 torcedores
Renda: R$ 11.480,00
Cartões amarelos: Wesley Matos, Joseph, Ramón, Benítez e Gastón (V); Diego Giaretta, Marcelo e Bruno Silva (G)
Cartão Vermelho: Gastón (V)
Gols: Jeferson (40′ do 2º tempo) (V); Diego Cardoso (16′ do 1º tempo – de pênalti) (G)
Vila Nova: Rafael Santos; Jeferson, Diego Jussani, Wesley Matos e Gastón; Joseph, Tinga (Erick), Ramón e Alan Mineiro (Robinho); Capixaba e Carlinhos (Elias)
Técnico: Itamar Schülle
Guarani: Jefferson; Lenon, Bruno Silva, Diego Giaretta e Thallyson; Marcelo (Ferreira), Ricardinho, Arthur Rezende e Rondinelly (Bady); Lucas Crispim e Diego Cardoso (Deivid Souza)
Técnico: Thiago Carpini
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Veja como foi: Vila Nova 1×1 Guarani – 35º rodada da Série B

Foto: Matheus Alves/Esporte Goiano

Na briga contra o rebaixamento, o Vila enfrenta o Guarani. Só a vitória interessa para o Tigre, que se vencer irá chegar aos 36 pontos e ficar a dois pontos de sair do z-4. Atualmente a equipe ocupa a 19º colocação, com 33 pontos ganhos. Do outro lado, o Guarani está quase salvo do rebaixamento, no entanto, ainda precisa somar pontos para se livrar de vez. A equipe paulista ocupa a 14º posição, com 40 pontos.

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Anápolis define treinador para o Goianão 2020

Foto: Reprodução/FPF TV

Após garantir o acesso para o Goianão 2020, o Anápolis confirmou a contratação do treinador Márcio Ribeiro para a próxima temporada. Ele chega para substituir Vilson Taddei, que comandou o Galo em 2019.

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O treinador de 62 anos tem passagens pelo estado de Goiás, onde já comandou Goiatuba e Goianésia, no ano de 2010. No entanto, Márcio Ribeiro é mais conhecido principalmente pelas passagens por diversos clubes do interior de São Paulo. Ele também já comandou equipes de Minas Gerais e o CSA (AL). Em 2016, Márcio comandou a Portuguesa (SP).

Márcio Ribeiro fez história no Água Santa (SP), onde acumula duas passagens. Na primeira, entre 2013 e 2016, o treinador conquistou três acessos seguidos no futebol paulista, culminando na chega a primeira divisão do Campeonato Paulista, em 2015. A segunda passagem do treinador pelo clube foi nas duas últimas temporadas.

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Titular da defesa do Goiás, Fábio Sanches renova com o esmeraldino

Foto: Rosiron Rodrigues

Envolvido na disputa do Campeonato Brasileiro, o Goiás segue trabalhando fora das quatro linhas. Na tarde de hoje, Túlio Lustosa, diretor do futebol do esmeraldino confirmou a renovação de contrato com o zagueiro Fábio Sanches. Com contrato até o final desta temporada, o vínculo do defensor foi estendido por mais dois anos, até o final de 2021.

Contratado em 2017, Fábio Sanches tem consigo um histórico de lesões defendendo o esmeraldino. Na primeira temporada sofreu com uma pubalgia e uma luxação na clavícula. No início de 2018, após disputar três partidas pelo Goiás, sofreu uma grave lesão no ligamento cruzado do joelho, que o tirou de combate durante toda a temporada.

“É um atleta que teve duas lesões sérias durante seu período no clube. Mesmo quando não estava sendo usado, sempre depositamos muita confiança nele e já tínhamos demonstrado o interesse em ampliar seu contrato. Agora, o martelo foi batido”, pontuou Túlio Lustosa sobre a renovação, demonstrando total confiança no defensor.

Após as lesões de David Duarte e Yago, Fábio Sanches conseguiu emplacar uma sequência de jogos com a camisa do Goiás desde que chegou ao clube. Na temporada o jogador disputou 24 partidas, sendo 19 delas pelo Campeonato Brasileiro.

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Thiago Pedro admite erros no dérbi e ressalta respeito ao Vultures

O ala-amador Thiago Pedro, do Basquete Anapolino, admitiu a atuação abaixo da média no primeiro dérbi diante do Vultures. Segundo o atleta, o time auriazul cometeu muitos erros e quase pagou caro por isso. No entanto, ele também destacou a força dos rivais.

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Ex-Vultures e atleta ocasional dos abutres, Tiago Pedro ressaltou que, apesar do carinho que tem pelos abutres, dentro de quadra o profissionalismo impera.

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Caixeta cita displicência esmeraldina, mas aposta em vitórias nas finais

A meia Lorrayne Caixeta, um dos destaques do Goiás/Universo no Goianão Feminino, afirmou que a equipe foi displicente, especialmente no combate às bolas aéreas ofensivas do Aliança na derrota que impediu o título antecipado do Verdão.

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Apesar do revés para as maiores rivais, Caixeta acredita que o Goiás dará a volta por cima e ainda sairá com o título estadual em 2019.

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