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quinta-feira, junho 18, 2026
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Jovens Lucas Jacaré e João Pedro comemoram comando de Ariel Mamede

Foto: Núbia Alves/Vila Nova FC

O Vila Nova segue a pré-temporada, com parte do elenco. Nesta quinta-feira (26), na reapresentação após o Natal, dois jovens foram personagens. O volante Lucas Jacaré e o meia João Pedro, atletas revelados nas categorias de base do Tigrão, conversaram com a imprensa. Ambos retornam de empréstimos.

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O meia João Pedro, 21 anos, chegou ao Vila Nova em 2017 e já disputou sete partidas pela equipe profissional. Sem espaço no elenco principal, o atleta foi emprestado ao Jaraguá onde trabalhou junto com o treinador Ariel Mamede na atual temporada.

“Como o Vila Nova caiu para a Série C, espero ter mais oportunidade no Campeonato Goiano e na sequência da temporada, pois vamos ter um calendário longo. O Ariel (Mamede, treinador) é um profissional que gosta de trabalhar bastante as coisas nos treinamentos. No dia a dia, ele é um cara muito focado que chama e pergunta para ver o que precisa ser feito dentro de campo”, analisou.

Já o volante Lucas Jacaré, 21 anos, chegou ao Vila Nova em 2015 e nas categorias de base foi treinado por Ariel Mamede tendo conquistado oito títulos. A chegada do profissional ao comando técnico da equipe principal do Tigrão anima o atleta.

“Eu sou torcedor do Vila Nova e eu quero dar muito orgulho para essa torcida. O torcedor está machucado com o rebaixamento do time à Série C. Por isso eu vou dar o meu máximo dentro de campo e vou cobrar de todos os companheiros dedicação máxima, para juntos levantarmos o Vila”, declarou.

Saiba mais dos jogadores:
Lucas Jacaré
Posição: Volante
Idade: 21 anos
Altura: 1,83 m
Último clube: Sociedade Esportiva Itapirense (SP)
João Pedro
Posição: Meia
Idade: 21 anos
Altura: 1,71 m
Último clube: Jaraguá (GO)
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Visando o Goianão 2020, Iporá contrata goleiro e zagueiro

Foto: Letícia Martins/Guarani

O Iporá segue trabalhando na montagem do elenco para o Campeonato Goiano 2020. Nesta quinta (26), acertou as contratações do goleiro Lucas Passarelli e do zagueiro Júnior Campos, confirmou o diretor Guilherme Gomes, em contato com o EG.

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Cria da base do Guarani, Passarelli defendeu o Botafogo/PB, na Série C. No time goiano, disputará posição com Weverton. “Me apresento amanhã ao elenco. Penso ser muito bom para a minha carreira. A expectativa é jogar e ter sequência. Chego para brigar por posição”, afirmou, em entrevista ao site Futebol Interior.

O zagueiro Júnior Campos tem 28 anos e estava no Noroeste nas duas últimas temporadas. No time paulista, participou de 17 jogos em 2019.

Outro atleta que teve o nome ligado ao Lobo-Guará foi o meia Elvis, ex-Inter de Limeira/SP e Ferroviária/SP. O diretor Guilherme Gomes ressaltou que “ainda não há acerto” com o armador, de 23 anos.

A estreia do Iporá no estadual será no dia 22 de janeiro, às 20h30, contra o Goiânia, no estádio Olímpico.
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Goiás negocia com lateral Vidal e busca retorno de Lucão

Foto: Comunicação/Juventude

O Goiás ainda não fez contratações para a temporada 2020. No entanto, a diretoria esmeraldina se movimenta para finalizar algumas negociações. Duas estão em andamento: com o lateral direito Vidal e com o atacante Lucão.

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O defensor Cristiano Vidal ajudou o Juventude, na campanha do acesso à Série B. Aos 23 anos, estava na mira esmeraldina há algum tempo. “É um atleta com muito potencial, que observamos desde o estadual”, revelou Túlio Lustosa, diretor de futebol do Goiás, que espera concluir o negócio nos próximos dias.

O atacante Lucão foi artilheiro alviverde na campanha de retorno à elite nacional (21 gols na temporada, sendo 16 na Série B), em 2018. Sem renovar o contrato, acertou com um clube do Kuwait e, posteriormente, com o Fluminense. Ao todo, atuou dez vezes no ano e não marcou gols.

“Estamos em negociação, mas aguardando o Fluminense definir (o que pretende fazer). Se vão rescindir o contrato ou se querem emprestar, por exemplo”, explicou o dirigente, sobre o atleta, que têm contrato até o fim de 2020 com o tricolor carioca.

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Raphael Miranda quer fazer história com o Atlético na Copinha

Foto: Divulgação/Atlético Goianiense

As atividades da categorias de base do Atlético Goianiense, na temporada de 2020, terão início com a disputa da 51ª Copa São Paulo de Futebol Júnior. O comando rubro-negro fica a cargo de Raphael Miranda, que tem experiência quanto o assunto é a competição.

O Dragão está no Grupo 03 e jogará a primeira fase na cidade de Assis (SP), enfrentando Assisense-SP, Botafogo-SP e Dimensão Saúde-AL.

O desafio da equipe rubro-negra é mudar a escrita de ser eliminada na fase de grupos. Em 10 participações no torneio, somente em duas ocasiões (2017 e 2018) o time avançou à segunda fase.

Para isso a diretoria atleticana contratou Raphael Miranda que trabalhou por três anos e meio na equipe sub-20 do Trindade, tendo sido campeão goiano da categoria em 2016, e vice campeão nas temporadas de 2017 e 2019.

O início do trabalho no Atlético

O treinador chegou ao clube no segundo semestre de 2019, após o Dragão ter sido eliminado nas quartas de final do Campeonato Goiano sub-20 da primeira divisão, para a Anapolina.

O primeiro trabalho de Raphael Miranda no comando do time rubro-negro foi a disputa da Copa Goiás sub-20. Na competição, o Atlético ficou em terceiro lugar, após ter sido eliminado na fase semifinal, nos pênaltis, para o Aparecida. E os números da equipe atleticana no torneio chamam a atenção: em 16 jogos, foram 11 vitórias e 5 empates, 48 gols marcados e 11 sofridos.

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De acordo com o treinador, a preparação para a disputa da Copinha começou desde a sua chegada ao clube. “A nossa preparação foi a melhor possível, pois iniciamos o projeto, Copa São Paulo desde quando cheguei ao clube no mês de julho. Então, tivemos um planejamento longo pensando nessa competição e tudo vem correndo dentro do planejado”, afirmou.

Para Raphael Miranda, a equipe sub-20 do Atlético está bem preparada para participar da Copinha, no começo da próxima temporada. “Montamos uma equipe muito forte e viemos preparando os jogadores dentro do semestre. Além disso, incorporamos alguns atletas do sub-17, agora na reta final da preparação em novembro. A equipe está pronta para fazer uma grande Copa São Paulo”, avaliou.

Expectativa para a Copa São Paulo

Na temporada de 2020, o comandante rubro-negro irá disputar a sua 4ª Copinha. Nas outras três edições em que participou do torneio, Raphael Miranda esteve à frente do Trindade. E agora no Dragão, o treinador quer fazer história.

“A expectativa é a melhor possível. Na edição de 2019, eu tive a felicidade de terminar em 18º lugar pelo Trindade. Agora que estou à frente do Atlético Goianiense, espero melhorar essa campanha. Conseguindo isso, já será a melhor campanha da história do clube. Então, meu objetivo é fazer no mínimo a melhor campanha da história do time e chegar o mais longe possível na competição. Afinal em toda competição que o Atlético entra, o time entra para ser campeão”, declarou o técnico.

Importância da Copa São Paulo

Raphael Miranda trabalha com categorias de base há 10 anos, o que para ele é uma experiência fantástica, além de ser muito importante para o seu aprendizado e evolução profissional. O treinador atleticano sabe a relevância do torneio e tenta passa isso para os seus atletas.

“A Copa São Paulo, na minha visão e é o que venho passando para os atletas, é a ‘nossa’ Copa do Mundo. O torneio é a principal competição dentro das categorias de base no futebol nacional. Além disso, a Copa São Paulo é de uma importância gigantesca e os números mostram isso: são 128 equipes de todo o Brasil, são atletas que passam o ano e a carreira inteira na base sonhando em participar dessa competição. Sabemos que a Copa São Paulo pode mudar a carreira de todos para melhor. E ter a oportunidade de participar do torneio é algo fantástico”, opinou.

Filosofia de Jogo

A filosofia de jogo de Raphael Miranda leva em consideração o contexto histórico do clube. Sabendo que o “DNA do Atlético” é de uma equipe ofensiva e que jogue para frente, o técnico disse “é este o conceito de jogo que venho colocando na nossa equipe”. E os números não mentem, afinal em 16 jogos pela Copa Goiás, o ataque rubro-negro balançou as redes adversárias 48 vezes, o que leva a uma média de três gols por partida.

Além disso, o treinador do Dragão complementou dizendo as características de sua equipe. “A característica da nossa equipe é de um time que gosta de controlar o jogo, ter a posse de bola e é agressiva para buscar o gol. Espero que nosso time na Copa São Paulo, seja bastante ofensivo e capaz de conseguir a vitória, fazendo um jogo bonito e com ofensividade”.

Confira os números do Atlético Goianiense na Copa São Paulo de Futebol Júnior:
10 Participações: 1994, 1996, 1999, 2011, 2013, 2015, 2016, 2017, 2018 e 2019
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Goiás Superbike divulga calendário da temporada 2020

Foto: Willian Rommel/EG

A direção do Goiás Superbike anunciou na última terça-feira (24) as datas das seis etapas da temporada 2020 da modalidade. Todas elas, como de praxe, serão realizadas no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia.

A etapa inaugural está prevista para o fim de semana dos dias 14 e 15 de março. Também estão marcadas provas para os meses de maio, julho, setembro, outubro e dezembro. Todas as datas ainda estão sujeitas a alteração, conforme a Federação de Motociclismo de Goiás (FMG).

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Em 2019, o Goiás Superbike também contou com seis etapas, sendo duas com provas conjuntas do Brasileiro de Motovelocidade. O campeão da PRO, principal categoria, foi o paulista Danilo Lewis, tanto no cenário estadual quanto nacional.

Confira as datas da temporada 2020

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Goiás termina temporada com média próxima a 10 mil pagantes

Foto: Rosiron Rodrigues/GEC

O Goiás entrou em campo, diante da sua torcida, em 32 oportunidades na temporada 2019, em partidas por quatro competições diferentes: Goianão, Copa do Brasil, Copa Verde e Campeonato Brasileiro. A média da temporada foi de 9.506 pagantes por jogo. O Verdão arrecadou R$ 8,6 milhões (renda bruta).

No Goianão, o time fez nove partidas diante do seu torcedor. O maior público foi contra o Goiânia, no dia 6 de abril, quando 8.176 pessoas pagaram ingressos para acompanhar o triunfo por 3 a 1, na semifinal. O pior público registrado foi contra o Grêmio Anápolis, no dia 2 de março: apenas 906 pagantes. A média foi de 4.256 pagantes, com total de 38.307.

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Na Copa do Brasil, apenas um confronto como mandante, por conta de uma eliminação precoce. Na segunda fase do torneio, o Verdão foi superado, nos pênaltis, pelo CRB, diante de 6.623 pagantes.

Durante quase toda a Copa Verde, o Goiás utilizou um time alternativo. Além disso, os horários pouco atrativos – dois dos três jogos foram no período vespertino, no meio da semana – ajudaram a espantar o público. A média foi de apenas 900 pagantes. Contra o Brasiliense, no dia 21 de agosto, foi registrada a pior marca do ano, com 490 pagantes. O primeiro jogo da semifinal, contra o Cuiabá, disputado à noite, teve 1.463 pagantes, melhor marca na competição.

Já na Série A, o público pagante total foi de 256.625 esmeraldinos. A média foi de 13.506 por partida (foram 19 como mandante). O menor público foi na 20ª rodada, no triunfo por 3 a 0 sobre o Fluminense: 5.264. No empate em 2 x 2 com o Flamengo, foi registrado o maior público do Goiás no Nacional e na temporada: 35.170 pagantes. No Brasileiro, a renda bruta foi de R$ 7.951.155,00 (14ª no torneio) e a renda líquida foi de R$ 5.097.745,83 (a sétima na Série A).

Confira a lista completa do Goiás na Série A:
2ª rodada: Goiás 1 x 2 São Paulo
Público pagante: 27.715
Renda líquida: R$ 
510.483,92
4ª rodada: Goiás 2 x 1 Ceará
Público pagante: 8.052
Renda líquida: R$ 
29.435,82
5ª rodada: Goiás 1 x 0 Botafogo
Público pagante: 14.372
Renda líquida: R$ 202.871,91
8ª rodada: Goiás 3 x 1 Chapecoense
Público pagante: 6.445
Renda líquida: R$ 39.137,99
9ª rodada: Goiás 2 x 1 Athletico Paranaense
Público pagante: 8.937
Renda líquida: R$ 79.106,10
12ª rodada: Goiás 0 x 0 Atlético Mineiro
Público pagante: 8.410
Renda líquida: R$ 75.809,86
14ª rodada: Goiás 0 x 1 Vasco
Público pagante: 12.638
Renda líquida: R$ 223.635,88
16ª rodada: Goiás 2 x 1 Internacional
Público pagante: 7.086
Renda líquida: R$ 42.372,12
18ª rodada: Goiás 1 x 2 Palmeiras
Público pagante: 15.226
Renda líquida: R$ 431.199,14
20ª rodada: Goiás 3 x 0 Fluminense
Público pagante: 5.264
Renda líquida: R$ 25.433,42
22ª rodada: Goiás 1 x 0 Cruzeiro
Público pagante: 19.215
Renda líquida: R$ 142.086,00
25ª rodada: Goiás 1 x 0 CSA
Público pagante: 7.420
Renda líquida: R$ 12.056,05
26ª rodada: Goiás 2 x 2 Corinthians
Público pagante: 15.029
Renda líquida: R$ 332.849,26
29ª rodada: Goiás 2 x 2 Flamengo
Público pagante: 35.170
Renda líquida: R$ 2.606.603,97
30ª rodada: Goiás 2 x 0 Avaí
Público pagante: 8.914
Renda líquida: R$ 
22.545,09
32ª rodada: Goiás 0 x 3 Santos
Público pagante: 12.453
Renda líquida: R$ 
145.870,59
34ª rodada: Goiás 4 x 3 Bahia
Público pagante: 9.850
Renda líquida: R$ 
35.181,93
36ª rodada: Goiás 1 x 2 Fortaleza
Público pagante: 27.284
Renda líquida: R$ 144.432,55
38ª rodada: Goiás 3 x 2 Grêmio
Público pagante: 7.145
Renda líquida: R$ 
-3.365,77
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Muriel Fernandes estreia como técnico na Copa SP e busca melhor campanha da história do Trindade

Foto: Arquivo Pessoal

Muriel Fernandes tem apenas 31 anos de idade, mas não lhe faltam experiências no mundo da bola. Além de ter sido jogador, o agora técnico da categoria sub-20 do Trindade acumula passagens como treinador por alguns clubes. Na Copa São Paulo, apesar de ter participado da comissão técnica do Goiás em duas edições, jamais dirigiu uma equipe. Pelo Tacão, o profissional fará sua estreia no cargo em 2020. Ele encara a novidade, mesmo sabendo da responsabilidade, com tranquilidade.

– Vejo de maneira muito tranquila e natural (a estreia como técnico). Comecei muito jovem e passei por experiências, primeiro como jogador e, desde 2012, como professor e treinador. Venho acumulando algumas experiências. Fui treinador na Taça BH, na Copa do Brasil sub-17. Então a gente vai acompanhando e conhecendo muitas pessoas. Tenho uma certa experiência e vivência que me deixam tranquilo para desenvolver o trabalho. Mas é claro que a ansiedade e a vontade de fazer o melhor fazem parte para todos – disse.

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Fernandes está à frente de um dos projetos mais vitoriosos dos últimos anos na base no estado. O Trindade vai à quarta participação na Copinha e, em todas, conseguiu superar a fase de grupos. Em 2019, o Tacão obteve sua melhor campanha e o novo comandante quer estabelecer uma marca ainda melhor.

– Nós temos o objetivo de ir além dessa terceira fase que o Trindade conseguiu. Sabemos das dificuldades, mas estamos nos preparando da melhor maneira possível. Os atletas vêm respondendo muito bem. Estamos confiantes, com o trabalho coeso e iremos à Copa São Paulo com o objetivo de fazer a melhor campanha da história do Trindade – destacou o treinador.

Legado de Raphael Miranda

O crescimento da base do Trindade veio sob a batuta de Raphael Miranda, que agora dirige o sub-20 do Atlético. Há cinco meses, Muriel Fernandes comanda o Tacão. O novo professor valoriza o legado do amigo, mas quer deixar sua própria marca.

– O Raphael é um amigo pessoal. Respeito muito o trabalho que ele realizou. A responsabilidade é grande de dar sequência e conquistar outras situações ainda maiores. Temos maneiras diferentes de trabalhar, cada um com sua personalidade. Ele deixou muitas conquistas no Trindade, e eu chego para tentar superar isso. Não tenho porque estar aqui se não for para isso – ponderou.

Futebol bonito

Muriel Fernandes é adepto do bom futebol. O técnico, fã do estilo de Jorge Sampaoli e um grande admirador de Fernando Diniz, relata que um de seus maiores prazeres é poder montar um time que entretenha o público, com um futebol ofensivo e divertido, embora também competitivo.

– Eu sempre gostei de jogar, me diverto tendo a bola, assistindo bons jogos e jogadores que tenham coragem em campo, que se preocupam em oferecer um bom espetáculo a quem está assistindo. Tive uma referência muito grande do Fernando Diniz. A gente conversou muito, fiz estágio com ele há um tempo. Também acompanho o Sampaoli desde a Universidad de Chile. Sem copiar ninguém, sempre fazendo da nossa maneira, mas sempre procurei e sempre vou procurar, dentro do que tenho em mãos, extrair o máximo. Inclusive do jogador de defesa, que também participa da construção ofensiva. Acho muito legal quando as pessoas vão assistir um jogo e se diverte vendo o futebol. Acho isso muito saudável para o futebol. É preciso procurar passar coragem e ousadia para os atletas – pontuou.

Foto: Divulgação/Trindade AC

Integração do sub-17

Após anos de protagonismo no sub-20, o Trindade viveu um ocaso nesta categoria em 2019. Por outro lado, o sub-17 foi campeão tanto da Copa Goiás quanto do Campeonato Goiano. A atuação deles chamou atenção de Muriel Fernandes, que pretende levar alguns para a disputa da Copa São Paulo para fortalecer um elenco que viveu uma reformulação grande na temporada.

– A comissão do Trindade é praticamente a mesma no sub-17, sub-20 e profissional, com exceção dos treinadores, claro. O sub-20 tem uma dificuldade por conta da transição que tivemos. Aconteceram muitas mudanças e tivemos que nos preparar dentro do campeonato. Hoje, depois de cinco meses que cheguei no clube, é que temos todos os atletas à disposição. Os meninos do sub-17, num contexto diferente, com trabalho longo e dedicação, fizeram um grande ano. Nada mais justo que agregar alguns deles à nossa equipe sub-20. Com certeza vamos utilizar alguns atletas como maneira de retribuir e demonstrar que estão fazendo um grande trabalho – afirmou.

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Marcelo Gaúcho vê evolução no Vila Nova e projeta participação na Copinha

Foto: Ildeu Iussef/EG

As atividades das categorias de base do Vila Nova, na temporada de 2020, terão início com a disputa da 51ª Copa São Paulo de Futebol Júnior. O Tigrão está no Grupo 16 e jogará a primeira fase na cidade de Embu das Artes (SP), enfrentando CRB-AL, Inter de Limeira-SP e Taboão da Serra-SP.

O desafio da equipe colorada é reverter as campanhas ruins da última década. Nas últimas dez edições do torneio, isto é de 2010 até 2019, o Vila Nova acabou eliminado: na fase de grupos em oito oportunidades (2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2017 e 2019); na segunda fase em uma ocasião (2018); na terceira fase em uma edição (2016).

Marcelo Gaúcho é quem terá a missão de guiar e ajudar o Vila Nova a reverter essa marca negativa da última década na Copinha. O treinador chegou ao clube no segundo semestre de 2019, para comandar o time colorado na disputa da Copa Goiás sub-20. Nesta competição, o Tigre foi eliminado nas quartas de final para a Anapolina e terminou em sexto lugar na classificação geral.

“Cheguei ao Vila Nova, vinte dias antes da Copa Goiás sub-20 e não tive tempo para trabalhar com o grupo tudo o que poderíamos. Haja vista que, já tinha de pensar no período competitivo. E agora, tivemos um tempo de trabalho e preparação para a disputa da Copinha, na minha opinião, não o suficiente, mas maior. Neste período ajustamos parte tática e física do jogadores, para que eles possam chegar com boas condições de competir e disputar em pé de igualdade com os adversários”, avaliou.

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De acordo com Marcelo Gaúcho, o trabalho tem sido feito demonstrando aos atletas a importância da competição. “Nesses dias de trabalho, percebi que os meninos tiveram uma melhora principalmente da questão tática. Esperamos fazer uma grande competição. Nosso primeiro objetivo é ganhar jogo a jogo, para estar passando de fase”, destacou.

Importância da Copa São Paulo

Marcelo Gaúcho irá participar da Copa São Paulo pela segunda vez. A primeira participação foi à frente do Goiás, no ano de 2012. No entanto, o treinador colorado sabe a relevância da competição no cenário nacional.

– No cenário nacional, se tratando de uma competição sub-20, pode se dizer que é uma competição de grande relevância, na qual vão estar presentes grandes profissionais com suas comissões. Além dos observadores técnicos de grandes clubes, que são uma oportunidade para o clube fazer algumas transações ou se não for fazer no momento, valorizar os jogadores da base para que possam, posteriormente, ingressar na equipe profissional – ponderou.

Além disso, Marcelo Gaúcho complementou dizendo a respeito da importância do torneio para os profissionais que trabalham com categoria de base. “Participar de uma competição desse peso, te traz muito conhecimento, por se tratar de um trabalho conjunto que começa nas categorias menores como o sub-13, até chegar no sub-20. Isso envolve conhecimento científico e um grupo de profissionais envolta do projeto”, opinou o treinador.

Filosofia de Jogo

A filosofia de jogo de Marcelo Gaúcho é “defender bem e atacar para definir o jogo”, porém isso não é tão simples. De acordo com o comandante do Vila Nova “é preciso formar jogadores aguerridos e que queiram vencer. Além de buscar atletas com perfil que entendam a parte coletiva, mas que individualmente venham fazer a diferença dentro de campo”, afirmou.

Além disso, para o treinador colorado é preciso olhar o histórico do clube a fim de potencializar o que há de melhor e recuperar algumas coisas que, talvez, hoje você não encontre tanto em campo quanto fora dele.

Vale destacar que em 2020, o Vila Nova irá para a sua 24ª participação da Copinha São Paulo. A primeira participação do time colorado foi no ano de 1974. Já a melhor campanha do Tigre foi no ano de 2005.

Confira os números do Vila Nova na Copa São Paulo de Futebol Júnior:
23 Participações: 1974, 1975, 1986, 1988, 1992, 1999, 2002, 2003, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019.
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Em sua 7ª Copinha, Augusto César se vê mais maduro e promete Goiás ofensivo

(Foto: Willian Rommel/Esporte Goiano)

Há quase sete anos, Augusto César comandou o Goiás na campanha mais brilhante da história do clube na Copa São Paulo. Em 2013, na geração de Paulo Henrique, Clayton Sales, Lineker e Erik, o Verdão foi vice-campeão sob a batuta do então estreante em Copinhas.

De lá para cá, Augusto esteve à frente do Esmeraldino em outras quatro edições da principal competição de base do país, entre campanhas que pararam na fase de grupos e outras que foram até, no máximo, às oitavas. Na sua quinta participação como técnico, o profissional não apenas se vê mais experiente, mas também nota um futebol muito diferente daquele que era praticado há sete anos.

– O que muda é a mais a experiência. Conta muito o grupo que você tem. O grupo hoje é totalmente diferente do primeiro. O futebol mudou muito de 2013 para cá. Hoje as categorias de base são mais organizadas taticamente. Os adversários, mesmo os pequenos, já têm estratégia bem definidas. A base ficou muito profissional, com investimento muito grande. De lá para cá, não só eu mudei, mas o futebol também mudou muito – avaliou.

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Em 2020, a marca esmeraldina será a ofensividade. De acordo com Augusto, todo o trabalho de base é pensado para que os atletas se acostumem a um futebol propositivo.

– Eu já treinei time pequeno e você tem que trabalhar com o grupo que tem. Em times grandes como o Goiás, a filosofia é sempre impor o jogo. A gente planta isso. Os companheiros de comissão técnica dizem que eu tenho um grande defeito, que eu sou muito ofensivo. Mas se você está num clube grande, tem que trabalhar com essa filosofia. De maneira alguma é jogar de maneira reativa. Você procura impor o jogo. Trabalhando assim, você com certeza vai revelar jogadores com mais qualidade técnica e acostumados a impor a jogo – expôs o comandante.

Liberdade de esquema

Muitos clubes, no Brasil e no mundo, adotaram a estratégia de uniformizar padrões táticos desde a base até o profissional. No Goiás, os treinadores da base têm a liberdade de utilizarem seus sistemas e isso, de acordo com Augusto, é um fator fundamental na formação do atleta.

– Alguns clubes considerados grandes no Brasil fazem isso, mas eu sou totalmente contra. Cada treinador tem seu pensamento de jogo. Assim, os atletas não ficam vinculados a somente um sistema. Eles aprendem a jogar em vários sistemas. Sou contra essa moda de que, se o profissional joga de um jeito do sub-1 ao sub-20 você tem que jogar assim. Eu acho importante manter a filosofia do clube de jogar para a frente, mas acho errado a manutenção de só um sistema – comentou.

Elenco, cobrança e objetivos

A rotatividade na categoria sub-20 foi muito grande no último ano. O treinador lembrou que vários atletas estouraram a idade e outros, mesmo ainda dentro da faixa etária da Copinha, serão aproveitados no profissional, como o zagueiro Heron e os meio-campistas Figueira e Breno. Diante disso, o Verdão terá um plantel ainda mais rejuvenescido, com adições do sub-17, na Copa São Paulo.

– Nós jogamos o Campeonato Goiano com uma equipe e hoje temos outra na mão. Alguns, cerca de 10 atletas, estouraram a idade. Para preencher essas lacunas, tive que ir buscar atletas do sub-17. Estou indo com um time muito novo. Isso não quer dizer que o time não seja bom. Com esse time novo, tenho que ter um sistema que eu pressiono o adversário rápido e consiga voltar rápido. Estou adaptando isso para que consigamos surpreender os adversários na Copa São Paulo. Acredito bastante nesse time – ponderou.

Com investimentos cada vez maiores, a base também viu a cobrança crescer. No Goiás, Augusto César destaca que a pressão por resultados e desempenho não vem apenas da direção, mas da própria comissão técnica e também dos atletas.

– Essa cobrança é importante para que a gente procure estar sempre no máximo. Essa pressão também é a que os atletas vão encontrar quando estiverem no profissional. Quanto mais situações pudermos fazer esses jovens passar, melhor – opinou.

Em 2020, na sua quinta Copinha, Augusto sonha repetir o início e voltar à final. Ele, porém, sabe que o caminho é árduo. “A gente tem sempre procurado subir degraus. O que temos feito é buscar título. O primeiro objetivo é passar da primeira fase. Depois disso, vamos buscar o ápice, que é chegar novamente à uma final”, destacou.

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Em parceria com investidores, Anapolina define Jair Rabelo como diretor e fecha com técnico

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Depois de muito silêncio neste mês de dezembro, a Anapolina finalmente apresentou novidades para a próxima temporada. A Xata está muito perto de formalizar uma parceria com um grupo de investidores do Rio Grande do Sul. Com eles, virá Jair Rabelo, que trabalhará como diretor de futebol e já definiu Estevam Soares como técnico.

A negociação com os parceiros está por detalhes, conforme explicou o vice-presidente executivo do clube, Juarez César, em entrevista ao repórter Wagner Almeida, da Rádio Manchester. Além da montagem do time, os investidores pretendem fazer aportes para melhorias de infraestrutura e também na base.

– Posso dizer que 90% já está definido. Faltam pequenos detalhes para finalizarmos na negociação. O tempo urge, estamos em cima da hora para montar o time. O grupo foi nos apresentado pelo Jair Rabelo, que eles querem que seja o diretor de futebol. A intenção deles é de aplicar um bom capital para fazer um bom Goiano em 2020. Eles também têm a intenção de fazer melhorias no CT e na categoria de base – afirmou.

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Em jogo-treino, Jaraguá bate equipe da Copinha

O novo diretor de futebol, Jair Rabelo, já revelou que está acertado com Estevam Soares, e o profissional trabalha buscando peças para o elenco da Xata no mercado. Alguns atletas, conforme Rabelo, estão fechados para defender a Rubra na próxima temporada.

Estevam Soares comandará a Rubra em 2020. (Foto: Reprodução/Portuguesa).

O diretor de futebol da Anapolina ressalta que o trabalho com o grupo de empresários é duradouro e pretende levar a Xata de volta ao cenário nacional.

– Vamos fazer um trabalho a longo prazo, não faremos loucuras. Queremos fazer um grande Campeonato Goiano. Sabemos que é difícil, pois estamos muito em cima e os jogadores foram praticamente todos contratados, mas temos que correr atrás e montar uma grande equipe. O grupo que está vindo tem jogadores que foram versados em grandes clubes. Mas sempre lembrando que faremos um trabalho a longo prazo. Queremos colocar a Anapolina na Série B em três anos – disse.

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