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quarta-feira, junho 24, 2026
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Sem conseguir retornar para casa, quatro atletas do Basquete Anapolino seguem em Anápolis

Foto: Samuel Sousa/Basquete Anapolino

Quatro dos seis atletas do Basquete Anapolino que não moram em Goiás não conseguiram retornam para casa. Do sexteto de jogadores e outros estados, apenas Italo Rauseo e Alef César conseguiram voltar para casa.

Leandro, Vinícius, Rômulo e Luiz Muller seguem em Anápolis, em moradias alugadas pela direção das águias. O restante do plantel auriazul já residia na cidade.

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Segundo o técnico e diretor Moisés da Silva, com as restrições impostas pelo governo do estado às viagens interestaduais, os quatro jogadores não conseguiram passagens para retornar para casa. “Estão aqui e seguem fazendo treinamentos em casa”, disse Moisés.

O custo da manutenção dos atletas na cidade é de cerca de R$ 4 mil mensais, segundo a direção do Basquete Anapolino. Além do custo do aluguel, a equipe arca com pagamentos de água, energia e auxílio de alimentação.

Nenhum mês venceu ainda, mas a situação começa a preocupar a diretoria auriazul, que viu os patrocinadores debandaram após a implementação das medidas restritivas em Goiás e o adiamento do Brasileirão de Basquete.

“Não eram patrocínios de grande porte, mas para esses custos, o dinheiro cobria. Nos ajudava muito”, lamenta Moisés. Ele lembra ainda que, sem jogos, não há receita da prefeitura de Anápolis, via Torcida Premiada, e espera manter diálogo com parceiros para tentar solucionar o problema.

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Após 10 anos na Europa, Sandro analisa retorno ao Brasil e critica hábitos e individualismo dos atletas

Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC

No início de 2020, o volante Sandro foi anunciado pelo Goiás. Após uma década atuando na Europa, o jogador retornou ao Brasil para defender a equipe esmeraldina. No país, Sandro tinha defendido apenas o Internacional, clube que o revelou.

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Em entrevista ao Esporte Goiano, o volante falou sobre o seu retorno ao Brasil. A sua readaptação ao país, a volta após acumular experiência no futebol europeu, diferente daquele jovem que saiu do Brasil em 2010. Sandro falou sobre as diferenças que encontrou em sua volta. O volante também analisou a liderança que exerce dentro da equipe, principalmente auxiliando os jogadores mais jovens do elenco.

Confira a entrevista com o volante

Sandro saiu do Brasil em 2010, logo após a conquista do título da Copa Libertadores pelo Internacional. Antes de voltar ao Brasil, o jogador defendia as cores do Gênoa, da Itália. O final da passagem do volante pela Europa não foi dos melhores, Sandro ficou por volta de sete meses sem atuar. Em sua volta, o jogador revelou que sofreu para retomar o ritmo de jogo, mas que agora já está melhor adaptado.

“Foi um pouco difícil pra mim. Foram muitos anos fora e também antes de eu vir para o Goiás eu fiquei seis ou sete meses sem jogar. Esse tempo sem atuar agravou minha situação em termos físicos, com uma condição melhor. Por estar jogando tanto tempo na Europa, o futebol é muito diferente, os treinos são diferentes, a rotina é diferente. Eu tive que me readaptar, mudar algumas coisas.
Eu sofri, mas eu já estava bem readaptado antes da parada e agora quando voltar, em breve, eu já sei como eu tenho que fazer pra me sentir bem dentro de campo. Foi muito difícil, mas agora depois de dois meses e meio eu já estou me sentindo melhor”, disse o atleta sobre as dificuldades encontradas para retomar o ritmo de jogo.

Experiência 

Aos 31 anos, o jogador é um dos mais experientes do elenco. Em seu plantel, o Goiás conta com vários jogadores oriundos das categorias de base. Líder dentro de campo, o jogador contou como ajuda os mais jovens, orientando dentro e fora de campo, principalmente aqueles que atuam na mesma faixa de campo que o volante.

“Eu me amarro, gosto muito de conversar com os mais jovens, de passar o que eu vejo da minha função. O que eu sei, que eu faço e no decorrer dos anos deu certo o que não deu certo, o que tem que fazer para aumentar o seu nível, ser um volante de alto nível.
Eu converso bastante com eles, até dentro do jogo. Questão de posicionamento, as vezes eu sou até chato e tenho que tomar cuidado para não entrar por essa linha do chato.
As vezes a gente já viu tanto, conhece muito por ter jogado com grandes jogadores e esses jogadores já me passaram. Eu tô tentando ajudar, falando um posicionamento melhor. Eu me amarro, gosto muito do que eu faço, pelo futebol, pela minha função, eu procuro ajudar os caras a serem melhores”, explicou o jogador como faz para orientar os atletas mais jovens dentro de campo.

Mudanças nos últimos 10 anos

Após conquistar o título da Libertadores em 2010, Sandro deixou o futebol brasileiro rumo a Europa. O jogador rodou por Inglaterra, Turquia e Itália. De volta após uma década no futebol europeu, o volante analisou o que mudou no futebol brasileiro desde então. Segundo ele, a principal mudança foi a tecnologia que os clubes começaram a utilizar. Sandro também criticou o individualismo dos jogadores brasileiros e algumas atitudes dos atletas fora das quatro linhas.

“Não só no futebol, mas no Brasil e no mundo as coisas vão evoluindo. Em termos de tecnologia, tática e as coisas chegaram ao Brasil. Antigamente não tinha GPS, hoje você sai do treino e sabe o que você fez, o que precisa fazer mais. A estrutura, as pessoas, fisiologista, preparação física estão bem ligadas ao GPS para ver o desempenho.
Taticamente não vejo uma mudança muito grande, mas lógico que se tem um pouco. O jogador brasileiro tem que mudar um pouco, tem que querer ser mais, jogar mais, sair do nível em que está. Lá na Europa os jogadores não precisam de advertências sobre horários, sobre o que fazer, eles mesmos fazem as coisas.
Aqui no Brasil as pessoas estão mais relaxadas nesse aspecto, isso temos que melhorar. Temos que melhorar também dentro de campo, o futebol brasileiro é muito individualista, pega a bola e fica muito tempo com ela, isso que eu venho falando nos treinos e nos jogos, para ser objetivo, rápido. Pode ser individual, mas tem que ser lá no final do campo, no último terço, onde você está perto da área, ali não tem que tocar a bola, tem que ir pra dentro e se precisar tocar a bola, toca. Não seja individual no meio de campo, na defesa, isso ainda temos que melhorar, jogar como equipe, rápido e ganhar campo.
O Brasil evoluiu, mas eu acho que tem que evoluir mais e cabe a nós querer evoluir a cada treino, a cada jogo, porque assim vai evoluir cada vez mais”, analisou o atleta as mudanças que ocorreram no futebol brasileiro nos últimos 10 anos.

Preparação em tempos de coronavírus

Sem entrar em campo devido a pandemia causada pelo coronavírus, o jogador segue sua rotina de treinos. Segundo o atleta, ele está sendo acompanhado a distância pelo setor de preparação física do Goiás.

“Estou treinando em casa, mas o Alexandre Lopes (preparador físico) vai nos auxiliando com os treinos pelo whatsapp. Está difícil, mas estamos sendo acompanhados de longe. Ele está fazendo com que a gente não pare e está nos cobrando isso”, falou o jogador sobre como está fazendo para treinar mesmo estando em casa.

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Basquete: confira 10 partidas de Mundiais Femininos que entraram para a história

Foto: Divulgação FIBA

Esporte Goiano separou alguns jogos da Copa do Mundo de Basquete Feminino, organizado pela Fiba (Federação Internacional de Basquete), que são partidas marcantes na história do esporte.

Os critérios para a escolha dessa lista foram o equilíbrio, peso histórico das equipes e partidas que entraram para história por jogadas inacreditáveis.

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China x Brasil – Copa do Mundo de Basquete Feminino 1994

A partida entre China e Brasil, válida pela final do Mundial de Basquete, marcou uma geração de mulheres vencedoras no esporte. Posso afirmar, sem dúvida alguma, este duelo coroou uma geração de ouro do basquete feminino brasileiro que tinha: Hortência, Magic Paula, Janeth, Leila, Alessandra, Helen, Adriana, Simone, Roseli, Ruth, Dalila e Cíntia Tuiu.

É válido lembrar que antes da final, Brasil e China já haviam se confrontado, com vitória das chinesas. E em 1994, foi a primeira vez que uma equipe senão os EUA ou a extinta União Soviética sagraram-se campeã.

Rússia x EUA – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2006

O duelo entre Rússia e EUA, válido pela semifinal do Mundial de Basquete, é histórico pois a seleção russa surpreendeu a seleção estadunidense, que era favorita ao título. Além de ter colocado fim a uma invencibilidade de 44 jogos das americanas em Mundiais e Jogos Olímpicos, que durava desde o Mundial de 1994.

EUA x Nigéria – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018

A partida entre EUA e Nigéria, válida pelas quartas de final do Mundial de Basquete, é um momento de orgulho e um grande capítulo na história da seleção nigeriana, comandada por Evelyn Akhator, Adaora Elonu e Ezinne Kalu. Para se ter uma ideia a campanha nigeriana no torneio contou com vitórias sobre a Turquia, Argentina e Grécia.

China x Japão – Copa do Mundo de Basquete 2018

O jogo entre China e Japão, válido pelas oitavas de final do Mundial de Basquete, é um clássico asiático de muita rivalidade. E nesse encontro especificamente, a China de Ting Shao, Sijing Huang, Yuan Li e Xu Han e o Japão de Nako Motohashi, Yuki Miyazawa e Moeko Nagaoka protagonizaram um jogo disputadíssimo.

Austrália x EUA – Copa do Mundo de Basquete 2014

O confronto entre Austrália e EUA, válido pela semifinal do Mundial de Basquete, reuniu duas seleções em momentos opostos. De um lado a Austrália, seleção que buscava o recomeço depois de conquistar o título no Brasil, em 2006, e do fracasso em 2010, ao cair nas quartas-de-final para a República Tcheca. Do outro lado os EUA, uma seleção que uniu campeãs olímpicas e mundiais com as revelações da WNBA (Liga Nacional de Basquete Feminino dos EUA).

Bélgica x EUA – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018

A partida entre Bélgica e EUA, válida pela semifinal do Mundial de Basquete, ficará marcada como o jogo em que a seleção estadunidense ultrapassou a marcar a mágica marca de 10.000 pontos na competição, com a cesta anotada por Brittney Griner.

Nigéria x Grécia – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018

O jogo entre Nigéria e Grécia, válido pelas oitavas de final do Mundial de Basquete, é daqueles que o triunfo veio literalmente nos últimos segundos da partida. Vale destacar a atuação das nigerianas Evelyn Akhator e Adaora Elonu, e da grega Styliani Kaltsidou.

Espanha x Austrália – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018

O duelo entre Espanha e Austrália, válido pela semifinal do Mundial de Basquete, é um  duelo épico decidido nos mínimos detalhes. Destaque para a atuação da pivô australiana, Liz Cambage, que anotou um duplo-duplo monumental (33 pontos e 15 rebotes).

Austrália x EUA – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2018

O confronto entre Austrália e EUA, válido pela final do Mundial de Basquete, colocou frente a frente: a favorita seleção estadunidense contra a desafiadora seleção australiana. As norte-americanas defendiam o bicampeonato, num total de 9 conquistas mundiais. Enquanto, as australianas queriam subir no lugar mais alto do pódio pela segunda vez na história.

Espanha x EUA – Copa do Mundo de Basquete Feminino 2014

A partida entre Espanha e EUA, válido pela final do Mundial de Basquete, é daquelas que a seleção estadunidense teve de suar a camisa para conter a espanhola Sancho Lyttle, que liderou as estatísticas da partida pelo lado europeu. É importante destacar essa decisão marcou a quarta conquista mundial dos EUA nos últimos cinco campeonatos.

 

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Na memória: Aos 48 minutos do segundo tempo, Atlético desbanca o Goiás

Foto: Reprodução Facebook

Em 2014 o Atlético protagonizou uma das maiores vitórias da história do futebol goiano, não pelo placar, que não foi elástico, ou expressivo, mas sim pelo modo como ocorreu. Tal partida aconteceu no segundo jogo da final do Goianão 2014, diante o seu maior rival, o Goiás Esporte Clube.

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Naquela época o time esmeraldino não havia perdido nenhuma partida na competição, chegou de maneira invicta para a final com incríveis 11 vitórias e 5 empates em 16 jogos disputados, o time esmeraldino marcou 33 gols e levou apenas 9. Em contra partida o Atlético chegou a final com 8 vitórias, 3 empates e 5 derrotas, marcando 23 gols e sofrendo 14.

No regulamento daquele ano a equipe melhor colocada chegava a final com a vantagem de decidir o título como mandante e jogava por dois resultados iguais, para se tornar o campeão. Na primeira partida da final o resultado foi um empate sem gols, o que favorecia o time esmeraldino, já que bastava outro empate para ser tricampeão, já que havia vencido em 2012-2013, porém no segundo jogo a história aconteceu.

Começo morno

No primeiro tempo o Goiás seguiu os mesmos passos do que vinha fazendo dentro da competição e praticamente mandou no jogo. Jogando com a vantagem de baixo dos braços o time esmeraldino chamava o Atlético para o seu campo de defesa, e explorava os contra-ataques. O técnico do Dragão, Marcelo Martelotti reclamava muito da postura do seu time e pedia mais vibração do elenco dentro de campo.

Os principais nomes do Atlético na partida caíam sobre os atacantes Júnior Viçosa e Juninho, que praticamente eram as válvulas de escape do dragão. Pelo lado esmeraldino, Thiago Mendes e Amaral, que sobressaíam nos desarmes defensivamente. Na primeira etapa poucas chances reais de gols aconteceram, o que culminou no empate em 0 a 0.

Os 48 minutos da história
Foto: Guilherme Gonçalves

Na volta para a segunda etapa, a postura do Atlético mudou. O técnic Marcelo Martelotti foi para o tudo ou nada. O comandante realizou algumas alterações, como foi o caso de Eusébio, visando maior velocidade no time, que surgiu efeito. Jorginho, Juninho e Fábio Lima começaram a se soltar mais e o Atlético foi melhorando no jogo.

Mesmo com o ímpeto do Dragão, o Goiás surpreendeu o time atleticano após conseguir um pênalti. A marcação foi feita após uma cobrança de escanteio de David, Artur, zagueiro atleticano, acabou tirando a bola com a mão na grande área. O árbitro marcou a penalidade. Na cobrança, Aráujo acabou batendo muito mal e Márcio fez a defesa.

Com a defesa do pênalti o time atleticano cresceu ainda mais na partida e conseguiu até abrir o placar com Juninho, mas o árbitro Wilton Pereira, acabou marcando o impedimento de forma errada, o que gerou muita discussão por parte do elenco rubro-negro. Com isso o Goiás passou a se defender mais ainda, praticamente se abdicou de atacar e visou o empate até o final do jogo.

Porém o o que parecia impossível aconteceu. Aos 48 minutos o Atlético conseguiu um escanteio. Na cobrança Pedro Bambu levantou para a grande área, o zagueiro Lino subiu mais alto que a defesa esmeraldina, cabeceou, a bola passou por Lima, venceu o goleiro Renan e morreu no fundo da rede esmeraldina. Terminava ali o fim a da invencibilidade do Goiás, e começava a festa dos jogadores e da torcida atleticana.

Esse título até hoje é lembrado pelos rubro-negros, muito dos quais usam a numeração da camisa na torcida em alusão a tal feito. Uma das maiores viradas de situações da história do Campeonato Goiano. O Atlético chegava a seu 13° na história do estadual.

Ficha Técnica
Goiás 0x1 Atlético – 2° jogo da Final do Campeonato Goiano 2014
Data: 13/04/2014
Horário: 16h
Estádio: Serra Dourada, Goiânia, Goiás
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho (FIFA-GO) e Marco Antônio Moreira (GO)
Amarelos: Renan (GOI); Artur, Eusébio, Thiago Feltri e Júnior Viçosa (ACG)
Cartão vermelho
: Vítor (GOI)
Gol: Lino – 48′ 2T – (ACG)
Goiás: Renan; Vítor, Jackson, Pedro Henrique e Lima; Amaral, David, Thiago Mendes (Tiago Real) e Ramon; Araújo (Clayton Sales) e Rychely (Léo Bonatini)
Tecnico: Claudinei Oliveira
Atlético: Márcio; Pedro Bambu, Artur, Lino e Thiago Feltri; Léo (Eusébio), Renan Foguinho (Yago), Jorginho e Fábio Lima (Diogo Campos); Juninho e Júnior Viçosa
Técnico: Marcelo Martelotte
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Relembre todas as camisas de jogo lançadas pelo Atlético Goianiense na década

Foto: Willian Rommel/Esporte Goiano

Talvez a camisa de um clube seja considerada o grande símbolo do esporte para os adoradores e aficionados de futebol. Todo amante da modalidade tem ali o uniforme do time do coração. Outros, até, fazem coleções com todas as lançadas, mas o certo é que elas são uma espécie de marcação temporal e de memória do seu clube de coração.

Pensando nisso, o Esporte Goiano decidiu relembrar todas as camisas da década dos três clubes da capital que tiveram participações importantes em torneios nacionais, associando as conquistas e resultados do time em cada ano, com essas camisas. As camisas foram associadas com a campanha no ano em que foram lançadas. Começaremos com as do Atlético Clube Goianiense, em homenagem aos seus 83 anos.

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SUPER BOLLA 2010

Arte: Esporte Goiano/ GT Camisas

Goianão = Campeão
Copa do Brasil = Eliminado nas semifinais pelo Vitória-BA
Brasileiro série A = 16° colocado

SUPER BOLLA 2011

Arte: Esporte Goiano/ Reprodução Internet

Goianão = Campeão
Copa do Brasil = Eliminado na segunda fase pelo Coritiba
Brasileiro série A = 13° colocado
Copa Sulamericana = Eliminado na primeira fase para a Universidad Católica – CHI

SUPER BOLLA 2012

Arte: Esporte Goiano / ACG Comunicação/ Reprodução Internet

Goianão = Vice-Campeão
Copa do Brasil = Eliminado na terceira fase pela Ponte Preta
Brasileiro série A = 19° colocado, rebaixado

SUPER BOLLA 2013

Arte: Esporte Goiano / Reprodução Internet

Goianão = Vice-Campeão
Copa do Brasil = Eliminado na segunda fase pelo Cruzeiro
Brasileiro série B = 16° colocado

SUPER BOLLA 2014

Arte: Esporte Goiano / GT Camisas

Goianão = Campeão
Copa do Brasil = Eliminado na segunda fase pelo ABC
Brasileiro série B = 7° colocado

SUPER BOLLA 2015

Arte: Esporte Goiano / Reprodução Internet

Goianão = Eliminado na primeira fase
Copa do Brasil = Eliminado na segunda fase pelo América-RN
Brasileiro série B = 14° colocado

NUMMER 2016

Arte: Esporte Goiano / Reprodução Internet

Goianão = Eliminado nas semifinal
Copa do Brasil = Eliminado na primeira fase pelo Ypiranga-RS
Brasileiro série B = Campeão

NUMMER 2017

Arte: Esporte Goiano / Reprodução Internet

Goianão = Eliminado nas semifinal
Copa do Brasil = Eliminado nas oitavas pelo Flamengo
Brasileiro série A = 20° colocado, sendo rebaixado à Série B 2018

NUMMER 2018

Arte: Esporte Goiano / Reprodução Internet

Goianão = Eliminado na primeira fase
Copa do Brasil = Eliminado na primeira fase pelo Altos-PI
Brasileiro série B = 6° colocado

DRAGÃO PREMIUM 2019

Arte: Esporte Goiano / GT Camisas / Reprodução Internet

Goianão = Campeão
Copa do Brasil = Eliminado na segunda fase pelo Santos
Brasileiro série B = 4° colocado, acesso a série A 2020

Qual a camisa de jogo mais bonita lançada pelo Dragão na década, torcedor?

 

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Relembre todos os títulos do Atlético em 83 anos de história

Foto: Paulo Marcos/ACG

O Atlético Clube Goianiense foi fundado em 02 de abril de 1937, por um grupo de moradores do bairro de Campinas aficcionados por futebol, que se reuniram no Hotel Duarte. O Dragão além de ser o pioneiro no futebol de Goiânia, possui uma história que se mistura com a própria trajetória das pessoas da Campininha.

Neste dia em que o clube está completando 83 anos de existência, o Esporte Goiano preparou uma lembrança especial para você: torcedor rubro-negro.

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Campeonato Goiano: 1944, 1947, 1949, 1955, 1957, 1964, 1970, 1985, 1988, 2007, 2010, 2011, 2014 e 2019.

Em seus primeiros anos, o Dragão conquistou dois Torneios Citadinos (1938 e 1940), porém o primeiro título estadual veio no ano de 1944. No Campeonato Goiano de 1944, o Atlético venceu todos os adversários e de forma invicta levantou a primeira das 14 taças estaduais, sendo bicampeão em 2010 e 2011.

Campeonato Brasileiro Série C: 1990 e 2008.

O Atlético é o maior campeão nacional da região Centro-Oeste, com dois títulos da Série C e um da série B.

Em 1990, o Rubro-negro foi Campeão Brasileiro da Série C após vencer o América Mineiro nos pênaltis, pelo placar de 3 a 2, no Serra Dourada, com gol do título marcado por Júlio César “Imperador”.

Já em 2008, o Atlético fez uma campanha expressiva na Série C, conseguindo o acesso a Série B com quatro rodadas de antecedência e logo depois o segundo título do Campeonato Brasileiro Série C sem entrar em campo, com a derrota do Campinense, seu adversário mais próximo na tabela de classificação no momento.

Campeonato Brasileiro Série B: 2016.

O título do Campeonato Brasileiro da Série B de 2016 do Atlético é sinônimo de superação, pois o time rubro-negro vinha de uma baixa performance no estadual e Copa do Brasil na mesmo temporada.

Com pouco orçamento e elenco enxuto, o Atlético faz um verdadeiro milagre ao conquistar a Série B. O Dragão passou 37 rodadas no G4, sendo 10 rodadas na liderança do Campeonato. O rubro-negro goiano faturou o título da competição após vencer o Tupi-MG por 5 a 3, no Estádio Olímpico.

Torneio da Integração Nacional: 1971.

Vale destacar que o Atlético Goianiense, também, levantou em 1971, o título do Torneio da Integração Nacional que contou com a participação de 16 equipes, todas elas excluídas da primeira edição do Campeonato Brasileiro.

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Goiânia perde 90% dos patrocínios, mas confia em time forte na Série D

Foto: Rômulo Fofão/Goiânia EC

A paralisação pela epidemia de Covid-19 causou grandes prejuízos ao Goiânia. O clube contabiliza perda de até 90% dos patrocinadores. Das empresas que davam aporte ao Galo, restou apenas a Aprovec.

A parceira máster, no entanto, deve reduzir o valor repassado ao clube alvinegro, deixando as receitas ainda mais escassas. “A Aprovec vai ver se faz ajuste. Por conta da crise, não está vendendo, e o marketing vai se juntar para reavaliar”, disse o presidente do Goiânia, Alexandre Godoi, ao Esporte Goiano.

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Apesar da queda de receita, o Galo ainda almeja grandes feitos na temporada. Dentro do clube, o tom é de desconfiança quanto à retomada do Goianão e, por isso, o foco maior é na Série D, cujo objetivo é o acesso. Uma reunião deve ocorrer em breve para avaliar cenários.

– Definiremos o time que será formado e o custo. Nosso objetivo é subir para a Série C. Ainda estamos confiantes, não desanimamos e estamos firmes – afirmou o presidente alvinegro.

Iniciativa de atletas

O presidente do Goiânia avalizou a assinatura do capitão alvinegro, o goleiro Matheus Santillo, em um documento assinado por todos os capitães de clubes participantes da Série D 2020 e entregue à CBF pedindo apoio para garantir a sobrevivência das agremiações. A iniciativa, segundo Godoi, é elogiável.

– Achei muito bom o papel deles. É muito importante isso. Os jogadores se preocuparam com o clube e o salário deles, e nós precisamos disso – pontuou.

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Basquete: confira 10 partidas de Mundiais que entraram para a história

Foto: Divulgação FIBA

Esporte Goiano separou alguns jogos da Copa do Mundo de Basquete, organizado pela Fiba (Federação Internacional de Basquete), que são considerados partidas marcantes na história do esporte.

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Brasil x Grécia – Copa do Mundo de Basquete 2019

O duelo entre Brasil e Grécia, válido pela fase de grupos do Mundial de Basquete, foi emocionante e decidido por apenas um ponto de diferença. Os olhares da torcida eram quase todo da Grécia, os holofotes estavam todos voltados para Giannis Antetokounmpo, MVP da temporada 2018/19 da NBA, mas quem roubou a cena nessa partida foi Anderson Varejão que comandou a histórica vitória brasileira por 79 a 78.

EUA x Rússia – Copa do Mundo de Basquete 1994

O jogo entre EUA e Rússia, decisão do Mundial de Basquete, marcou a conquista de um título que veio com uma campanha invicta marcada por oito vitórias. Na época, a seleção estadunidense era a atual campeã olímpica e já não contava com os jogadores Patrick Ewing, Charles Barkley, Michael Jordan e Magic Johnson. Porém, naquele Campeonato o mundo viu nascer o ala/pivô Shaquille O’Neal.

Iugoslávia x Grécia – Copa do Mundo de Basquete 1998

A partida válida pela semifinal do Mundial de Basquete, é um jogo memorável por colocar frente a frente: a atual campeã européia e tricampeã mundial, Iugoslávia contra o país-sede do mundial, Grécia. Ambas as seleções protagonizaram um duelo disputado ponto a ponto até o último quarto.

Grécia x EUA – Copa do Mundo de Basquete 2006

O confronto entre Grécia e EUA, válido pela semifinal do Mundial de Basquete, colocou frente a frente duas seleções com desejo de subir ao lugar mais alto do pódio. De um lado os EUA com seu Dream Team: Dwayne Wade, Chris Paul, Carmelo Anthony, Lebron James e companhia. Do outro lado os gregos com: Theodoros Papaloukas, Lazaros Papadopoulos, Vasileios Spanoulis e companhia.

EUA x Brasil – Copa do Mundo de Basquete 2010

O jogo entre EUA e Brasil, válido pela fase de grupos do Mundial de Basquete, é uma partida que podemos dizer “existem derrotas que valem mais que vitórias”. A seleção brasileira comandada por Rubén Magnano se agigantou contra os EUA e fez uma partida decidida na última bola. Vale destacar, que na campanha do título estadunidense esse foi o jogo mais difícil do Dream Team.

Angola x Alemanha – Copa do Mundo de Basquete 2006

A partida entre Angola e Alemanha, válida pela fase de grupo do Mundial de Basquete, não faltou emoção e foi decidida na prorrogação. No tempo regulamentar, o jogo terminou empatado em 69 a 69; o duelo foi decidido no terceiro período da prorrogação, com uma bela atuação do ala-pivô Dirk Nowitzki.

Espanha x Argentina – Copa do Mundo de Basquete 2006

O confronto entre Espanha e Argentina, válido pela semifinal do Mundial de Basquete, é daquelas partidas com roteiro de filme hollywoodiano. De um lado estava a atual campeã olímpica, Argentina com: Luis Scola, Emanuel Ginobili, Andrés Nocioni e uma geração que fez história. Do outro estava a Espanha buscando fazer história com: Pau Gasol, Jorge Garbajosa, Jose Calderon, Felipe Reyes e companhia. A partida foi decidida em uma bola, pelo arremesso de lances livres.

Argentina x EUA – Copa do Mundo de Basquete 2002

O jogo entre Argentina e EUA, válido pela segunda fase do Mundial de Basquete, é uma partida que demonstra o poder da força de um grupo em busca do resultado. Resultado este que consolidou uma geração de jogadores, que fez história com a bola laranja nas mãos.

Iugoslávia x Argentina – Copa do Mundo de Basquete 2002

A partida entre Iugoslávia e Argentina, válida pela final do Mundial de Basquete, é histórica por ter marcado o fim de uma seleção vitoriosa, a da extinta Iugoslávia. Os iugoslavos conquistaram o mundo cinco vezes, além de terem sido três vezes vice campeões mundiais. Mas falando propriamente do embate entre Iugoslávia e Argentina, a partida terminou empatada em 75 a 75, e foi decidida na prorrogação.

Sérvia x Turquia – Copa do Mundo de Basquete 2010

O duelo entre Sérvia e Turquia, válido pela semifinal do Mundial de Basquete, é marcante por colocar a Sérvia, uma seleção com um DNA vitorioso da extinta Iugoslávia, diante da Turquia, seleção anfitriã, que com apoio de sua torcida fez sua melhor campanha no torneio.

 

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Sem receitas, Adson Batista espera volta do calendário para retomar atividades no Atlético

Foto: Comunicação/ACG

Após a pandemia causada pelo coronavírus, o calendário do futebol brasileiro foi suspenso por tempo indeterminado. Com a falta de compromissos oficiais, os clubes sofrem com a perda de receitas, entre as principais patrocínios e bilheteria. Adson Batista, presidente do Atlético, em entrevista ao SporTV falou sobre as dificuldades que vivem os clubes neste momento.

“É um momento de muita insegurança. Infelizmente ninguém esperava essa pandemia, é um momento que todos os clubes estão com dificuldades. Porém, eu acredito que será passageiro e o mais rápido possível os clubes irão voltar as atividades e irão parar de perder receitas, que é o maior problema”, falou Adson sobre o momento complicado que vivem os clubes.

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Sobre a questão do calendário, ainda não há uma definição sobre quando o futebol será retomado no Brasil. No entanto, Adson Batista espera que o Brasileirão mantenha o formato que vem sendo adotado nos últimos anos.

“Sobre a questão do calendário, a gente tem mantido contato com a CBF por videoconferência. Dentro disso estamos aguardando que seja realizado o campeonato de pontos corridos, com 38 rodadas, que sempre traz mais seriedade, confiança no Campeonato Brasileiro. Entendemos que é a melhor forma”, analisou o dirigente a retomada do calendário e do Brasileirão.

Falta de receitas

Desde da suspensão do calendário, o Atlético vem sofrendo com perda de receitas. Sem bilheteria devido a falta de partidas, o clube também sofreu com saída de patrocinadores, foram três até o momento. Adson Batista disse compreender a saída dos parceiros, mas sem aguarda um posicionamento da CBF para socorrer os clubes. Ainda segundo o dirigente, o rubro negro não consegue ficar dois meses sem receitas.

“Eu jamais vivi isso na minha vida, uma crise profunda. A gente tem discutido, isso foi muito rápido. O clube parado perde muito, receitas, patrocinadores. Eu fui comunicado da perda de três patrocinadores, é claro que a gente valoriza os que estão nos momentos difíceis, mas também entendemos os empresários. É um momento de muita reflexão, equilíbrio para que a gente não perca o rumo.
O Atlético é um clube que paga os salários em dia, uma dívida pequena e uma estrutura muito boa, com estádio próprio. Caminhamos com muita segurança para o futuro. Evidente que essa pandemia trouxe muita insegurança pro país. Nós esperamos a liderança da CBF, que o Governo Federal entenda que o futebol é importante no país, pois emprega muita gente. Demos férias coletivas para todos e esperamos alguma solução para amparar os clubes. Um clube igual o Atlético não consegue ficar parado dois meses, porque as receitas são mínimas”, finalizou o dirigente, lamentando a perda de receitas.

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Na quarentena, exercícios físicos ajudam a manter a saúde do corpo e mental

Foto: Reprodução/Internet

O isolamento social forçado, em decorrência do coronavírus pode ser prejudicial para a saúde mental e física dos cidadãos. No entanto, a quarentena pode ser mais agradável com o auxílio dos exercícios físicos para manter o corpo ativo. Segundo o personal Francisco Maia, os exercícios são uma ótima maneira de evitar as doenças que podem aparecer com o isolamento, a principal delas a ansiedade.

“A ansiedade é considerada a doença do século 21 em dias normais e agora com essa doença em escala mundial e situação de isolamento isso pode aumentar consideravelmente. O isolamento em casa, bomba de informações na internet, incertezas,mais tempo no smartphone, pode nos acarretar vários transtornos psicológicos como ansiedade e até depressões leves”, salientou o personal a importância dos exercícios físicos para combater os males decorrentes do isolamento.

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Francisco explica que os hormônios liberados durante a prática de exercícios estimulam o corpo e trazem benefícios a curto e médio prazo. Segundo ele, as vantagens dos hormônios liberados vão da sensação de prazer, bem estar (dopamina e endorfina) até a regulação e melhoria do sono (serotonina e melatonina). O personal ressaltou que outras melhoras acontecem na parte cardiovascular, de força, entre outros.

Por último, Francisco Maia deu algumas dicas do que fazer antes e durante o treino. Segundo o personal, é importante criar uma rotina de treinos e que sejam compatíveis aos níveis físicos da pessoa.

Confira as dicas para se exercitar em casa

1º Use roupas adequadas
2º Aqueça antes de treinar
3º Faça treinos do seu nível
4º Crie uma rotina de treinos
5º Treine sem distrações
6º Alongue-se
7º Hidrate-se

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