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domingo, setembro 13, 2026
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Canedo e Anapolina garantem vaga na elite da Copa Goiás sub-19

Foto: AA Anapolina/Reprodução

O Campeonato Goiano sub-19 da 2ª divisão terminou na última sexta-feira (15) com mais um título do Canedo. A equipe de Senador Canedo, que já levou a 2ª divisão do sub-17, bateu a Anapolina na decisão da categoria e conquistou, além da taça, uma vaga na elite. Vice-campeã, a Rubra também garantiu o acesso.

Na final, o recém-fundado time da Grande Goiânia derrotou a Xata no CT colorado por 3 a 1 no jogo de ida. Na volta, o empate em 0 a 0 no Zeca Puglise garantiu o título invicto. Em 10 jogos, o Canedo venceu nove e empatou apenas o duelo de volta da final.

Mais das categorias de base

Por sua vez, a Anapolina fez uma campanha com cinco triunfos, quatro empates e uma derrota. Na semifinal, contra o Jardim América, a Rubra, após empatar em 3 a 3 e 0 a 0, contou com a vantagem da igualdade para avançar e se garantir na elite do sub-19.

Canedenses e anapolinos assumem as vagas de Olímpio e Raça, rebaixados da categoria. Assim, Canedo e Xata jogarão a elite sub-19 já no segundo semestre, na Copa Goiás.

Foto: Canedo EC/Reprodução
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Jaó/Universo é campeão da Copa Brasil Centro-Oeste

Foto: Federação Goiana de Basquete/Divulgação

Campeão da Copa Goiânia há duas semanas, o Jaó/Universo segue na trilha dos títulos. Neste final de semana, a equipe alaranjada derrotou todos os seus adversários para conquistar a taça da Copa Brasil Centro-Oeste, disputada em no Centro de Excelência, na capital goiana.

De sexta-feira a domingo foram realizados seis partidas, e os goianos se saíram melhores. A primeira partida do torneio teve vitória apertada do Goiás contra o Filadélfia (DF), por 71 a 70. No confronto de fundo, outro jogão. O IFG/Soldiers fez frente ao Jaó/Universo e teve chances de vencer, mas sucumbiu ao atual campeão estadual e perdeu por 75 a 70.

No sábado (16), o Jaó/Universo deu um show. O time laranja bateu com facilidade um desfalcado Goiás, pelo placar de 113 a 59. Mais tarde, os brasilienses do Filadélfia se recuperaram vencendo o IFG/Soldiers por 76 a 60.

O Jaó/Universo foi para o domingo (17) com uma mão na taça. Para perder o caneco, o time goiano teria que ser derrotado pelos visitantes de Brasília por 24 pontos de diferença. Em vez disso, os anfitriões fecharam a Copa Brasil Centro-Oeste com 100% de aproveitamento ao fazer 77 a 73 no Filadélfia.

No outro jogo, o Goiás contou com o brilho de Átila Costa, que, mesmo após torcer o pé na sexta-feira, retornou e conseguiu um duplo-duplo, com 26 pontos e 17 rebotes. Com o grande desempenho do atleta, o Esmeraldino venceu o IFG/Soldiers por 85 a 76 e terminou com o vice-campeonato. O Filadélfia (DF) foi terceiro, e os soldados encerraram esta participação na lanterna.

Foto: Federação Goiana de Basquete/Divulgação
Briga nacional

Com o título, o Jaó/Universo garante vaga na Supercopa Brasil. O vice-campeão Goiás também está classificado. A Supercopa ocorrerá no mês julho, na cidade de Ponta Grossa (PR). Os goianos se juntarão aos outros campeões regionais na disputa do torneio.

As equipes de Goiás ainda não têm confirmação se poderão viajar ao Sul do país para a competição. Os times não têm transporte assegurado e, se não houver apoio, podem se ver obrigados a desistir, assim como fez o Jaó/Universo em 2017. O técnico esmeraldino, Santiago Santana, espera que a diretoria do Goiás Esporte Clube ceda o ônibus para o transporte dos atletas até Ponta Grossa.

A Supercopa Brasil é uma das portas de entrada na Liga Ouro, 2ª divisão do basquete nacional. No ano passado, o Cerrado (DF) foi campeão da Copa Brasil Centro-Oeste, chegou à decisão da Supercopa contra a Unifacisa (PB) e, neste ano, jogou a Liga Ouro.

Confira um resumo dos resultados da Copa Brasil Centro-Oeste 2018

Dia 1 – sexta-feira (15)
Goiás 71 X 70 Filadélfia (DF)
Jaó/Universo 75 X 70 IFG/Soldiers

Dia 2 – sábado (16)
Jaó/Universo 113 X 59 Goiás
Filadélfia (DF) 76 X 60 IFG/Soldiers

Dia 3 – domingo (17)
Goiás 85 X 76 IFG/Soldiers
Jaó/Universo 77 X 73 Filadélfia (DF)

Classificação final
1º – Jaó/Universo – 6 pontos
2º – Goiás – 5 pontos
3º – Filadélfia (DF) – 4 pontos
4º – IFG/Soldiers – 3 pontos

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Sem ser vazada por rival, defesa atleticana é avaliada por Tencati

Apesar de ter saído de campo com a marca de cinco rodadas sem triunfos, o jogo de sábado teve pontos positivos para o Atlético. É essa a avaliação de Cláudio Tencati sobre o empate sem gols contra o Vila Nova.

Dirigente critica atuação atleticana na etapa final: “tomamos sufoco”

Como principal evolução, o treinador rubro-negro apontou o fato do time, que tem a defesa mais vazada do torneio, com 20 gols, ter suportado a pressão do rival, não sofrendo gols. As quatro alterações promovidas para o clássico também foram explicadas e o desempenho dos novos titulares foi analisado.

Veja a coletiva de Cláudio Tencati:
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Na Paraíba, Iporá inicia oitavas de final da Série D diante do Treze

(Foto: Comunicação/Brasiliense)

Na noite desta segunda-feira, 18, o Iporá inicia sua caminhada nas oitavas de final da Série D. No estádio PV, em Campina Grande, na Paraíba, os goianos duelam com o Treze, pela partida de ida da fase do nacional.

Na etapa anterior da competição, o Lobo-Guará conquistou uma classificação heroica ao eliminar o Novo/MS, de virada, nos minutos finais. O time alvinegro passou pela URT/MG nos pênaltis, após empatar os dois confrontos.

O time paraibano conta com o retorno do volante Carlos Copetti, que cumpriu suspensão na última partida. Já no Lobo-Guará, o técnico Gilberto Pereira não deve promover alterações. A única dúvida é na zaga, com a possibilidade de estrear Luizão, recém-contratado por empréstimo junto ao Vila Nova.

Ficha técnica:
Treze x Iporá
Jogo de ida das oitavas de final da Série D 2018
Data: 18 de junho de 2018
Horário: 20h
Local: Estádio PV, em Campina Grande (PB)
Árbitro: Alinor Silva da Paixão (MT)
Assistentes: Marcelo Grando (MT) e Adilson Rodrigo dos Santos (MT)
Treze: Mauro Iguatu; Alex Travassos, Ítalo, Nilson Júnior e Silva; Eliélton (Carlos Copetti), Dedé, Patrick; Leílson, Ceará e Max Samurai.
Técnico: Flávio Araújo
Iporá: Clériston; Flávio Menezes, Ricardo Lima, Hugo (Luizão) e Danillo Ribeiro; Bosco, Capixaba, Renato Xavier e Mairon; Saulo e Preto
Técnico: Gilberto Ferreira
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Adson critica atuação do Dragão no 2º tempo: “Tomamos um sufoco”

(Foto: Paulo Marcos/ACG)

O Atlético completou cinco jogos sem vitória na Série B após o empate no clássico diante do Vila Nova. Apesar disso, o ponto conquistado pode ser muito comemorado pelos rubro-negros. No segundo tempo do dérbi, o Dragão foi sufocado pelo Tigre e só não saiu derrotado porque contou com a má pontaria colorada e a ajuda da trave em duas oportunidades.

Em entrevista após o jogo, o vice-presidente Adson Batista criticou a atuação da equipe na etapa final. Apesar de a defesa não ter falhado, o ataque foi improdutivo. Neste cenário, segundo o dirigente, o Atlético saiu no lucro com o empate no clássico.

– No primeiro tempo, jogamos em um nível bom. Mas no segundo tempo caímos muito. Eu não sei se foi erro de posicionamento ou até a parte física. Alguns jogadores sentiram muito. Têm algumas coisas que temos que avaliar. Tomamos um sufoco. Ficou até barato para nós. Temos que ser realistas. Não tivemos força ofensiva. Ficamos só nos defendendo. Nosso maior problema foi a transição. No segundo tempo não tivemos saída de bola, um jogador que puxasse. Ficamos só nos chutões e no sufoco – avaliou.

Tem qualidade, mas…

Apesar das críticas, Adson Batista vê qualidade no elenco rubro-negro. De acordo com o vice-presidente, a equipe, no entanto, tem sofrido com a falta de confiança. O dirigente também citou questões que o preocuparam após o desempenho no clássico.

– Sei que temos qualidade, mas precisamos evoluir muito. Não temos um time ruim. Talvez, o resultado em um clássico que não perdemos pode nos trazer mais confiança. Mas algumas coisas me preocuparam muito. Alguns jogadores na parte física. Não sei se é emocional, pois o trabalho está sendo bom na parte física. Mas o time sentiu muito em alguns momentos. E também a questão de estar organizado. O time se desorganizou muito taticamente no segundo tempo. São situações que preocupam – analisou o mandatário do Dragão.

Diante desses problemas e da seca de vitórias, Adson Batista não assegurou Cláudio Tencati no comando técnico. “É momento de avaliar com tranquilidade. O que posso dizer é que tivemos um resultado positivo no clássico, mas não é o que nós queríamos”, frisou.

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Técnico vê domínio do Vila e evolução nas finalizações: “estamos afiando nosso machado”

O Vila Nova completou sete jogos sem vencer. Na noite de sábado, o Tigre não saiu de um empate sem gols com o Atlético, no clássico do Serra Dourada. Apesar de mais um tropeço, o treinador Hemerson Maria segue prestigiado no cargo, de acordo com a diretoria colorada.

Pela sexta vez em 11 rodadas do nacional, o Vila não conseguiu marcar gol em uma partida. O baixo desempenho ofensivo, com 9 gols anotados, o segundo pior do torneio, foi assunto da entrevista do comandante colorado. O treinador viu o Tigre dominante no duelo e acredita que, com um pouco de confiança, o clube voltará a marcar e ganhar jogos.

Assista a coletiva de Hemerson Maria abaixo:
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Presidente lamenta escassez de gols e banca técnico: “Hemerson não tem culpa”

Foto: Douglas Monteiro/Vila Nova FC

Ao empatar com o Atlético no clássico deste sábado (16), o Vila Nova completou sete partidas sem saber o que é vencer. Desde a quarta rodada o Tigre não conquista um triunfo na Série B. Muito se deve ao baixíssimo rendimento ofensivo. Nesta seca de triunfos, a equipe anotou apenas um gol. Para o presidente Ecival Martins, a incompetência na hora das finalizações tem sido o grande problema.

– Mais uma vez massacramos o adversário e não conseguimos traduzir em gol alguma das chances que criamos. A falha está no ataque. Não estamos tendo competência para efetivar em gol aquilo que criamos – disse em entrevista à Rádio Sagres 730.

Questionado sobre a estabilidade do técnico Hemerson Maria no Onésio Brasileiro Alvarenga, o mandatário foi direto. Segundo ele, não há possibilidade de que o comandante seja demitido neste momento. Ecival foi além e elogiou o trabalho do treinador, que, de acordo com ele, tem “tirado leite de pedra”.

– O Hemerson não tem culpa nenhuma. Com os jogadores que colocamos para ele, tem tirado leite de pedra. Essa é a realidade. O Hemerson trabalha o goleiro, a defesa, o meio e o ataque. O time tem chegado ao ataque. Ficamos o segundo tempo todo no campo do adversário, criamos várias oportunidades e não conseguimos ter a competência. Não é o Hemerson que é centroavante, não é ele que é o meia. Ele trabalha com aquilo que tem, passa as orientações, e o time tem chegado. Agora, traduzir em gol é com os jogadores – pontuou o presidente.

Críticas da torcida

Durante boa parte do clássico, a torcida tentou empurrar o time, mas, já no final do jogo, perdeu a paciência. Os colorados que foram ao Serra Dourada vaiaram alguns jogadores e criticaram as mexidas do técnico Hemerson Maria. Para o presidente vilanovense, os torcedores têm direito de expressar revolta.

– O torcedor que vem e paga ingresso tem toda razão. A gente tem que ter paciência. Eu já fui torcedor de arquibancada e sei como é isso. A gente fica revoltado. São vários jogos em que a nossa superioridade fica clara. Só que infelizmente não estamos traduzindo isso em resultados. Isso traz uma impaciência e uma intranquilidade para o torcedor. Temos que saber compreender isso – comentou.

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Vila e Atlético amargam empate no clássico e aumentam jejum na Série B

Foto: Douglas Monteiro/Vila Nova FC

Vila Nova e Atlético não saíram do zero no clássico deste sábado (16), no Serra Dourada, e aumentaram o jejum de vitórias na Série B. Com mais um empate, o Tigre chegou a sete partidas sem vencer e, nesta mesma sequência, marcou apenas um gol. Por sua vez, o time rubro-negro completou cinco partidas sem triunfar.

A seca deixa os treinadores Hemerson Maria e Cláudio Tencati pressionados. Durante a embate, a torcida colorada, que foi a única a poder comparecer ao estádio, protestou bastante contra o técnico do Tigre.

Com o resultado, o Vila chega aos 16 pontos e está, por ora, em sétimo lugar. O próximo compromisso colorado é no sábado (23), às 19h, em Varginha, diante do Boa Esporte. Por sua vez, a equipe atleticana tem 13 pontos e é 13º. O Dragão volta a atuar no sábado seguinte (23), às 19h, contra o Sampaio Corrêa, no Castelão.

Veja como foi o duelo lance a lance

Jogo de defesas

Antes de a bola rolar, se esperava um clássico, seguindo as estatísticas, de um Atlético ofensivo e um Vila Nova firme na defesa. Não foi bem assim que aconteceu. Preocupado com o grande número de falhas defensivas nas últimas rodadas, o Dragão se manteve precavido. A cautela rubro-negra, somada à força do Tigre na retaguarda, fez com que os primeiros 45 minutos tivessem poucas emoções.

As oportunidades vieram de fora da área, principalmente. O primeiro bom chute saiu aos 16 minutos, com uma bomba de Júlio César que raspou a trave de Mateus Pasinato. Depois foi a vez de Tomas Bastos arriscar. O meia girou em cima da defesa colorada e bateu firme para boa defesa do goleiro vilanovense.

Os problemas ofensivos do Vila voltaram a se repetir, e o time só conseguiu finalizar com perigo na individualidade de Alan Mineiro. O meia atirou de fora da área aos 40 minutos e aos 45. Na primeira, Jefferson teve que se esticar para defender. A segunda passou com perigo, próxima à trave do arqueiro atleticano.

Vila ao ataque

O sentido de urgência do Vila Nova falou mais alto no segundo tempo. Foi o time colorado quem deu as cartas e mais buscou o gol na etapa final. Embora o artilheiro Júnior Brandão tenha cabeceado uma bola perigosa aos nove minutos, as melhores jogadas partiram do Tigre.

Com Maguinho bem no apoio, a equipe mandante ganhou em volume de jogo. O lateral criou boas jogadas, arriscou de longe e fez bons cruzamentos. Em um de seus lances, aos 21 minutos, a bola explodiu na trave. Maguinho começou a jogada com um chute e, na sequência, finalizou de cabeça no poste após cruzamento.

Na pressão colorada, o Atlético errou. Felipe Silva aproveitou falha da defesa e surgiu livre na área. René Santos se recuperou rápido e roubou a bola do centroavante, mas se chocou contra o atleta do Vila. Os jogadores do Tigre reclamaram muito pedindo pênalti, mas o árbitro mandou seguir no lance mais polêmico do clássico.

No último lance, a bola voltou a explodir na trave. Aos 49, Geovane desviou de cabeça na área após cruzamento de Reis. Alex Henrique se esticou e tocou a bola, mas ela parou no travessão de Jefferson e decretou mais um jogo sem vencer dos rivais.

Protestos

A torcida do Vila Nova, única a poder comparecer após acordo entre as diretorias, não deixou barato depois do sétimo jogo sem vitória. Durante a partida, os colorados até tentaram empurrar, mas perderam a paciência. Os torcedores vaiaram bastante o técnico Hemerson Maria e alguns jogadores, como Mateus Pasinato. Já nos minutos finais, os gritos de “time sem vergonha” começaram a ecoar no Serra Dourada.

Ficha Técnica
Vila Nova 0 x 0 Atlético – 11ª rodada da Série B
Data: 16 de junho de 2018
Horário: 18h30
Local: Estádio Serra Dourada; Goiânia, GO

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Assistentes: Michael Correia (RJ) e Silbert Sisquim (RJ)

Público Pagante: 2.950
Público Presente: 4.014
Renda: R$ 46.695

Amarelos: Felipe Silva (VNO); Alisson, Jefferson, René Santos (ACG)

Vila Nova: Mateus Pasinato; Maguinho, Diego Giaretta, Wesley Matos e Hélder; Wellington Reis, Geovane, Juninho (Reis) e Alan Mineiro (Alex Henrique); Mateus Anderson (Joãozinho) e Felipe Silva.
Técnico: Hemerson Maria.

Atlético: Léo; Alisson, Lucas Rocha (William Alves), René Santos (Oliveira) e Mascarenhas; Pedro Bambu, Fernandes e Tomas Bastos; Júlio César (Renato Kayzer), Júnior Brandão e André Luis.
Técnico: Cláudio Tencati.

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Veja como foi: Vila Nova 0 x 0 Atlético

O clássico deste sábado (16) entre Vila Nova e Atlético é marcado pelos jejuns. O time colorado não vence há seis partidas, enquanto os rubro-negros estão há quatro jogos sem vitória. Em busca da quebra dessas sequências negativas, os rivais se enfrentam às 18h30, no Serra Dourada. Confira mais em nosso pré-jogo!

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Vitória veta, e André Lima não virá para o Goiás

Foto: Divulgação/EC Vitória

O Goiás viu a negociação com o atacante André Lima se frustrar por conta do Vitória. O atleta chegou a acertar com o Esmeraldino, mas não poderá desembarcar na Serrinha porque o Leão vetou sua saída.

O técnico Vagner Mancini teria pedido para que o clube baiano mantivesse o centroavante no elenco. Em entrevista coletiva na última semana, o comandante rubro-negro afirmou que seria “pouco inteligente” da parte de André Lima trocar o Vitória pelo Verdão.

Mais do Verdão

Com a negativa baiana, o Goiás abandonou a negociação e agora procura outro atacante. A chegada de mais um centroavante é uma das necessidades apontadas por Ney Franco, e desejo da diretoria, que já se frustrou na tentativa de contratar Rafael Marques, do Cruzeiro.

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