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sexta-feira, abril 10, 2026
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Homem forte do Anápolis, Zé Paulo quer pendurar as chuteiras como dirigente

Foto: Orisvaldo Pires

O homem que há onze anos comanda o Anápolis Futebol Clube, quer pendurar as chuteiras como dirigente. Após longo período sem se manifestar, o empresário José Paulo Tinazo talvez esteja em seus últimos meses como presidente do Conselho Deliberativo do clube.

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— Vejo que para mim é hora de parar. Faz mais de dez anos que estou aí. Tenho outros compromissos também grandes para tocar. Quero deixar, esta é minha convicção. Meu tempo já passou, fiz o que podia. Vejo que agora é preciso renovar, abrir espaço para outros que também gostem do Anápolis — disse.

Preocupado com o futuro do Galo, Tinazo recebeu o Jornal Estado de Goiás, Geração do Esporte/Esporte Goiano, e defendeu a reoxigenação da diretoria tricolor. E ainda confirmou que teve proposta do empresário Francis Melo para transformar o Anápolis em clube-empresa; disse que o clube praticamente zerou suas dívidas e tem todas as certidões negativas; nega que haja estremecimento entre dirigentes; e que o clube ainda não tem posição oficial sobre as eleições na Federação Goiana de Futebol.

Confira as perguntas respondidas por Zé Paulo:
Foto: Orisvaldo Pires
1 – Que avaliação a diretoria faz desta temporada, em que o Anápolis mais uma vez caiu para a segunda divisão?
Foi Um ano muito difícil para nós. Nosso time era mediano, mas não era para cair para a segunda divisão. Aconteceram vários fatores, um deles é que fomos prejudicados pela arbitragem. Faltou patrocínio, fizemos o possível, mas infelizmente não deu liga e não conseguimos nos manter.
2 – No final do ano passado o senhor reclamou da falta de apoio para cumprir com pagamento de débitos. O que mudou de lá para cá?
Quando terminou o campeonato de base ficou resíduo grande para pagar. Nós avisávamos que não teríamos dinheiro suficiente para pagar. Depois veio o Campeonato Goiano, a Prefeitura ajudou, a Geolab também, mas o Brejeiro infelizmente este ano não patrocinou e esta parte quem teve que bancar foi eu. Fomos tocando o barco. A gente gritou, gritou, mas não adianta. São sempre os mesmos que estão lá e temos que pagar as coisas em cima da hora. A despesa é alta.
3 – O senhor já demonstrou que poderia deixar a diretoria do clube e abrir espaço para outros. Ainda pensa assim?
Vejo que para mim é hora de parar. Faz mais de dez anos que estou aí. Tenho outros compromissos também grandes para tocar.
4 – Há possibilidade do retorno do empresário Francis Melo ao Anápolis?
Por que não? Só que o Francis Melo já passou aqui no Anápolis por um processo de desgaste grande. É meu amigo, gosto dele, é uma pessoa direita. Ele já me propôs isso. A hora que quisermos, eu e André Hajjar, fazer uma S.A. ele retornaria. Fazer um clube empresa. Ele seria sócio. Traria dinheiro, remodelaria toda parte das categorias de base, para fazer um clube profissional. Foi uma proposta que ele fez, mas não quer dizer que o Anápolis tenha que passar por isso. Outras pessoas podem vir e fazer parceria, talvez sem transformar o clube em empresa. Virão jogadores, haverá divisão de base, mas tem que pôr dinheiro.
5 – O Anápolis tem atletas com contrato assinado com o clube?
Não temos mais. Apenas alguns meninos da casa, dois ou três. E que não liberamos porque estão contundidos, fazendo fisioterapia. Damos assistência médica, remédio, salário. Estamos fazendo negócio envolvendo o Vitinho, fizemos uma reunião, parece que vai dar certo.
6 – Há divergências internas na diretoria do Anápolis?
Veja. O André Hajjar se afastou, mas continua sendo meu amigo. Temos relação de carinho, respeito e amizade. Não há nada que abale isso. O Nassin Hajjar, nem se fala. O Karin Abrão está sempre comigo. O Mário Alves é sensacional, meu amigo, o convidei para ser presidente, mas ele não pôde por várias questões de ordem pessoal. Mas está sempre disposto a nos ajudar. Não há qualquer animosidade com ninguém. Não há rachas. O que não temos é uma diretoria que seja atuante, não estamos conseguindo isso.
7 – Como o senhor acompanha o processo sucessório na Federação Goiana de Futebol e qual a posição do Anápolis sobre a chapa de oposição que é formada?
É uma questão delicada. Temos amizade com os dirigentes da federação, somos amigos, nos tratam da melhor maneira possível. Fui procurado pelo Dr. Marcos Egídio e depois pelo deputado federal Jovair Arantes. Eles acreditam que está na hora de mudar. Sou a favor de mudanças. Não por causa do André Pitta, os demais dirigentes atuais. Sou a favor de mudança porque faz parte do meu pensamento. Fica oito anos, está bom, dê lugar a outro, vamos ver se melhora. Fui convidado e participei de reunião em Goiânia da chapa de oposição, mostrei meu ponto de vista. Mas como estou querendo sair (da diretoria do clube) falei para os demais diretores para que eles resolvam a questão. Fazer o que acham que deve ser feito.
8 – O Anápolis tem posição oficial sobre apoiar uma chapa de situação ou de oposição?
Não. Vamos ver o que vai resolver agora. Falei sobre esse assunto com o Karin Abrão, que é membro da atual diretoria da federação, pedi para decidirem. Não quero me envolver com isso. Se for para trazer amizade, bem, mas inimizades não quero.
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Para entrar no G-4, Dragão recebe o vice-líder CSA

Arte: Igor Nery/Esporte Goiano

Um confronto direto pelo acesso abre a 17ª rodada da Série B. Na noite desta segunda-feira, às 20h, o Atlético enfrenta o CSA/AL, no estádio Olímpico.

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Com 26 pontos, o Dragão está em quinto lugar e, em caso de empate, entra no G-4 do nacional (o Avaí, quarto colocado, só entra em campo na terça, contra o Fortaleza). Já o clube alagoano é o vice-líder, com 29 tentos.

Escalação

Suspensos, o volante Pedro Bambu e o meia Tomas Bastos são ausências no Atlético. O técnico Cláudio Tencati, no entanto, não terá problemas para definir os substitutos. Rômulo e João Paulo retornam após cumprirem suspensão. Outra novidade estará no banco de reservas: Gilvan, regularizado.

O CSA tem dois desfalques, ambos por lesão: o volante Ferrugem e o atacante Walter, com dores no joelho esquerdo. Dawhan e Alemão, respectivamente, devem ser os substitutos escolhidos por Marcelo Cabo.

Retrospecto

Será apenas a segunda vez na história que os times se enfrentam. A única partida ocorreu em 1987, pela Série B, e o time goiano ganhou por 3 x 1, no Serra Dourada. Marçal, Waldir Dias e William anotaram os gols, enquanto Chico descontou para os alagoanos.

Ficha técnica:
Atlético x CSA/AL
17ª rodada da Série B
Data: 23 de julho de 2018
Horário: 20h
Local: Estádio Olímpico, em Goiânia

Árbitro: Felipe Gomes da Silva (PR)
Assistentes: Luciano Roggenbaum (PR) e Joao Fabio Machado Brischiliari (PR)

Atlético: Jefferson; Alisson, Lucas Rocha, Oliveira e Bruno Santos; Rômulo, Fernandes e João Paulo; André Luis, Renato Kayzer e Jr. Brandão.
Técnico: Cláudio Tencati

CSA: Lucas Frigeri; Celsinho, Leandro Souza, Xandão e Rafinha; Yuri, Dawhan, Didira e Daniel Costa; Niltinho e Alemão.
Técnico: Marcelo Cabo

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Sem empates, vitória do Goiânia e gols no fim: resumo da 1ª rodada da Divisão de Acesso

Foto: Lucimar Augusto

A temporada 2018 da Divisão de Acesso foi iniciada neste domingo, 22. Nas cinco partidas, nenhum empate: foram duas vitórias de mandantes e três de visitantes. Apontado como grande favorito, o Goiânia ganhou do América, em Morrinhos, por 2 x 0, gols de Renato e Kaio Wilker, no primeiro tempo.

No estádio Valdeir José de Oliveira, foram os visitantes que comemoraram. Com gols de Mário Paiva e Erivélton, a Evangélica venceu o Goianésia por 2 x 1. Nonato, de pênalti, fez o gol do Azulão. Outro visitante que se deu bem na rodada foi o Novo Horizonte. Danielzinho e Judson garantiram o triunfo por 2 x 0 sobre o Trindade.

Gols nos últimos minutos

No estádio Genervino da Fonseca, o Crac venceu o Santa Helena por 2 x 1. Édipo abriu o placar aos 21 minutos do primeiro tempo, Danielzinho, de pênalti, empatou três minutos depois. Aos 43 da etapa final, Leomir garantiu o triunfo do Leão do Sul.

No embate entre as equipes que ascenderam da Terceirona 2018, a Jataiense superou o Jaraguá por 2 x 1. Cléber, aos 48 minutos do segundo tempo, fez o gol da vitória. Mayron e Renatinho (JAR) fizeram os outros tentos da partida, que teve o maior público da rodada. 1.685 pagantes compareceram ao estádio Arapucão.

Resultados da rodada:
América 0 x 2 Goiânia
Goianésia 1×2 Evangélica
Jataiense 2×1 Jaraguá
Trindade 0x2 Novo Horizonte
Crac 2×1 Santa Helena
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Saints não resiste ao Gravediggers e cai na estreia da LNFA

Foto: Goiânia Saints FA/Reprodução Facebook

A temporada começou mal para o Goiânia Saints. Na tarde deste sábado (21), o representante goiano na Liga Nacional de Futebol Americano (LNFA) perdeu por 46 a 0 para o Operário Gravediggers, no Centro Olímpico da Vila Nasser, em Campo Grande (MS).

Esta foi a primeira partida oficial da história da equipe aurinegra. O próximo compromisso do Saints FA pela Conferência Centro-Oeste da Liga Nacional é no dia 4 de agosto. Os goianos receberão o Galaxy Football (MT), no Sesi Ferreira Pacheco, em Goiânia.

Com a derrota por 46 pontos, o Saints é, por ora, o lanterna da Conferência Centro-Oeste. Gravediggers e Rondonópolis Hawks têm uma vitória, enquanto o Galaxy Football tem uma derrota, mas por placar menor. O Sinop Coyotes estreia apenas no próximo domingo (29).

Ineficiência no ataque

O ataque aéreo dos Saints não vingou em Campo Grande. Apesar das tentativas do QB Maykon, faltou sintonia, o que custou muitos turnovers. O destaque dos Diggers foi o defensive back Jander Santos, que conseguiu duas interceptações. A bateria antiaérea sul-mato-grossense não permitiu nenhum passe completado dos goianos.

Com problemas no jogo aéreo, o ataque aurinegro se tornou unidimensional. Toda a fé dos Saints estava depositada no running-back Dioguinho. Porém, a defesa do Operário estava pronta e não permitiu que os visitantes marcassem sequer um ponto.

Por outro lado, o ataque alvinegro também ia muito bem. Sem muitas dificuldades, os donos da casa anotaram estrondosos 46 pontos e mataram rápido o jogo. Sem reação, a defesa do Goiânia Saints teve alguns bons momentos, mas nada que pudesse parar a forte ofensiva dos Diggers.

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Ney Franco reitera confiança em Marcos e projeta Verde no G4

(Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás E.C.)

A vitória por 3 a 1 sobre o Sampaio Corrêa na última sexta, 20, fez com que o Goiás pulasse para a 8ª posição no Brasileiro da Série B, dois pontos atrás do Avaí, que fecha o G4 com 26 pontos. Já nesta terça, o Verde recebe o Coritiba, às 19h15, no Olímpico. Em entrevista coletiva, o técnico Ney Franco falou sobre os desfalques da equipe para o próximo confronto, Lucão e Renato Cajá estão suspensos, mas elogiou o plantel alviverde.

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— São atletas que estão tendo uma sequência, só que nosso grupo dá retorno. Os que entram respondem à altura. O jogo do Avaí, por exemplo, isso pôde ser visto. Perdemos quatro peças importantes na ocasião. Não tem como antecipar a equipe, mas montaremos um time forte — acredita.

O técnico esmeraldino comentou sobre metas do clube na Série B e reiterou a importância de triunfar em casa nos dois próximos jogos. ”A cada partida entramos muito pressionados. Primeiro era sair da zona de rebaixamento, agora traçamos uma meta de fechar o primeiro turno próximo do G4. Faltam três jogos para isso, sendo dois em casa. Se fizermos cem por cento, temos possibilidade de já entrar”, afirma.

Ney Franco ainda destacou as boas atuações do goleiro Marcos, que entrou no lugar de Rangel – se machucou – após a 8ª rodada, e revelou que confia no jogador. ”Não temos desconfiança. O Marcos é um atleta que, quando tivesse oportunidade de ser titular, provavelmente continuaria. No Atlético foi bem, nosso treinador de goleiros nos passou isso”, finaliza.
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Tencati cobra Atlético mais incisivo e alerta para sequência desgastante

Foto: Paulo Marcos/Atlético CG

Nos últimos seis jogos, o Atlético foi mostrando evolução a cada compromisso. A defesa, calcanhar de Aquiles da equipe no início da Série B, se firmou e estancou a sangria de gols sofridos. Assim, os resultados começaram a aparecer e o Dragão colou no G-4. Contudo, segundo o treinador Cláudio Tencati, há ajustes a se fazer, principalmente na parte ofensiva.

O técnico atleticano espera que o Rubro-Negro defina melhor as bolas que tem no ataque e seja mais incisivo diante dos adversários. Ele, contudo, ressalta que essas melhorias só aparecem com tempo de trabalho.

– Talvez não vamos conseguir essa evolução rapidamente, mas eu vejo que temos que ser mais incisivos e definir mais jogadas. A gente trabalha bem a bola, faz ela circular, mas, a partir do momento da aproximação do gol do adversário, falta definir a jogada. É um pouco mais de clareza, de um preparar a bola para o outro, ou um cruzamento melhor executado e com boa presença de área. Isso é só jogo a jogo, treinando, repetindo e jogando. Acredito que será um processo natural – disse Tencati.

Mais: Kayzer nega ansiedade para entrar no G-4: “Cabeça fria”

Começou a maratona

Até o período da Copa do Mundo, os times da Série B tiveram um bom tempo de recuperação entre as partidas. Agora, todavia, a maratona de jogos começa. No período de uma semana, o Dragão terá três duelos pela frente, todos decisivos para o planejamento da comissão técnica.

Com o objetivo de fechar o turno com a maior pontuação possível, Cláudio Tencati quer que o Rubro-Negro some pontos diante de CSA, São Bento e Paysandu. A regularidade, de acordo com o técnico, é neste momento o fator fundamental para tornar uma equipe vencedora.

– Temos que manter uma regularidade de pontuação. Já conseguimos uma forma de jogar, temos um padrão de jogo que vai evoluindo a cada jogo e treinamento. Em termos de pontuação, deve-se manter. Os jogos começam a ficar difíceis. Temos uma sequência com o CSA na segunda-feira, no sábado o São Bento e na terça-feira o Paysandu. É tiro curto. Temos nove pontos em disputa para fazer um término de turno excelente. Para isso tem que se concentrar muito – comentou.

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Com clubes tradicionais e 4 vagas na elite, Divisão de Acesso começa neste domingo (22)

Após subirem da Terceirona, Jataiense e Jaraguá duelam na Divisão de Acesso. (Foto: Divulgação/Jaraguá EC)

Cinco jogos abrem neste domingo (22) a Divisão de Acesso do Campeonato Goiano. Neste ano, a competição vem turbinada com maior número de vagas para a elite do futebol estadual. Além disso, equipes tradicionais como Jataiense, Crac, Goiânia, Santa Helena e Goianésia disputam o torneio.

A Federação Goiana de Futebol decidiu expandir o Goianão de 2019 para 12 clubes, portanto, quatro subirão da Divisão de Acesso de 2018. Em contrapartida, duas agremiações serão rebaixadas para a disputa da Terceira Divisão no próximo ano.

A rodada de abertura terá todas as cinco partidas com início às 16h. No Genervino da Fonseca, o bicampeão goiano Crac recebe o Santa Helena, que iniciou uma reformulação na estrutura do clube. Outro favorito que estreia em casa é o Goianésia. No reformado Valdeir de Oliveira, o Azulão encara a Aseev, que fez pouco barulho até aqui.

No Arapucão, as duas equipes que ascenderam da Terceira Divisão de 2017 duelam. A Jataiense, que se beneficiou da exclusão da Abecat, enfrenta o Jaraguá, que mantém o técnico Coutinho e uma base que se mostrou forte no acesso do ano passado.

Bicampeão goiano, Crac é um dos favoritos. (Foto: Divulgação/Crac)

Trindade e Novo Horizonte, que não causaram estardalhaço mas estão sempre entre os candidatos ao acesso, tentam provar que podem ocupar uma das quatro vagas no Goianão 2019. Tacão e Fantasma duelam no Abrão Manoel da Costa.

Galo estreia em Morrinhos

Por fim, mais um duelo entre times tradicionais ocorre em Morrinhos. No Centro Esportivo João Vilela, o América recebe o Goiânia, que se reforçou com nomes como Márcio, Juninho, Leandro Bulhões, Wanderson Lima e outros, além de contratar o técnico Edson Júnior, campeão em 2017 comandando o Grêmio Anápolis.

Mais: Goleiro Márcio cita filho caçula como motivação para se manter em alto nível

O comandante alvinegro inclusive não fez mistério e confirmou a equipe que vai estrear na Divisão de Acesso. O provável Goiânia em Morrinhos tem: Márcio; Bruno, Robson, Valdson e Vandinho; Leandro Bulhões, Renato, Caio e Robert; Juninho e Yago.

Do lado alvirrubro, Daniel Franco promete marcar forte o Galo. Ele tem a maior parte do XI inicial confirmada, mas ainda leva algumas dúvidas para o João Vilela. O América deve entrar em campo com: Vinícius; Luan, Lídio Lucas (Alex) e Magal; Fagner, Nick, Zé Wilson (Edinho) e Alexandre; Adaílson e Serginho.

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Atlético e Goiás vencem, mas são eliminados da Taça BH

Foto: Federação Mineira de Futebol

O trio goiano que foi à Taça BH não conseguiu bons resultados. Depois da eliminação do Vila Nova, que perdeu as duas primeiras partidas e ficou sem chance de classificação, Atlético e Goiás também disseram adeus ao principal torneio sub-17 do país neste sábado (21).

Com remotas chances de avançar depois de perder para o Criciúma e empatar com o Cruzeiro, o Dragão fez o seu papel. O time rubro-negro encarou o Porto Vitória (ES) e venceu. Ricardo, Riquelme e Mateus foram os autores dos gols do triunfo por 3 a 0 na Toca da Raposa I.

Veja como foi a participação dos goianos da 1ª rodada da Taça BH

O Goiás também foi bem e goleou o Legião (DF) por 6 a 0. O Esmeraldino entrou em campo no início da tarde, na Arena da Bola, em Confins, e não tomou conhecimento do adversário. Afonso foi o grande destaque do jogo, marcando quatro gols. Luiz e Fredson também anotaram. Apesar da goleada, o Alviverde não conseguiu ficar entre os seis melhores segundo colocados e volta para Goiânia mais cedo.

Foto: Federação Mineira de Futebol
Veja os resultados do trio de Goiás na 2ª rodada da Taça BH

Já eliminado, o Vila Nova cumpriu tabela contra os anfitriões. Às 11h, o Tigre encarou o Uberaba, no Uberabão. Em um duelo de poucas emoções, os alvirrubros empataram em 0 a 0 e encerraram a participação na Taça BH 2018 com um ponto cada. Pelo saldo de gols, o time goiano terminou em terceiro no grupo A.

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Márcio cita filho como motivação para seguir carreira e mira acesso no Galo

Foto: Igor Pereira

Depois de jogar vários anos na Série A, atuar em competições continentais como a Copa Sul-Americana e em torneios importantes como a Copa do Brasil, o goleiro Márcio, aos 37 anos, encara uma Divisão de Acesso do Campeonato Goiano defendendo a camisa do Goiânia, que está há uma década tentando retornar à elite.

Depois de tantas glórias e momentos altos na carreira, o arqueiro que brilhou pelo Atlético não perde a motivação. Apesar de estar em um campeonato pouco badalado, Márcio tem muitos motivos para seguir estragando a festa dos atacantes. Um deles é o filho mais jovem, de apenas cinco anos, que ainda não o viu brilhar como o atleta gostaria.

– Quero continuar jogando futebol em alto nível. Independente da competição que eu vá disputar, meu nível não pode diminuir. Entro com essa responsabilidade. Além disso, eu tenho quatro herdeiros. Um está com cinco anos agora. Ele me viu jogando no Atlético e no Goiás, mas era muito novo, não entendia o que era o futebol. Agora ele já acompanha mais, presenciou a Copa do Mundo. Isso me motiva a fazer o meu melhor, para que ele veja no pai dele o que as pessoas já viram e que ainda podem ver – contou Márcio.

Mais: Reforços chegam confiantes ao Galo Carijó

Pelo acesso

Neste ano, mais uma vez, o Galo Carijó joga duro na briga pelo acesso. A grande vantagem é que nesta edição quatro clubes serão premiados com uma vaga no Goianão 2019. Pelos nomes que tem no elenco, a história e a tradição, o Goiânia é naturalmente um dos postulantes.

Apesar disso, não pode existir salto alto. Este é o alerta que o experiente goleiro Márcio faz aos companheiros. Segundo ele, há muito trabalho a ser feito, mas a expectativa para o retorno à primeira divisão estadual é alta.

– É uma competição que todos dizem que é fácil, mas tem 10 anos que o Goiânia não consegue o acesso. Se fosse fácil, já teria chegado. Sabendo disso, vamos tentar fazer o máximo que a gente pode. Estando no Goiânia, a responsabilidade de chegar à elite se faz presente. Estou muito empolgado com esse novo desafio e vou tentar ajudar de todas as formas. Em 2019, espero ver o Goiânia na primeira divisão – afirmou.

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Renato Kayzer afasta ansiedade pelo G-4: “Cabeça fria”

Foto: Paulo Marcos/Atlético CG

Embora o empate com o Avaí tenha sido comemorado pelo Atlético, há aquele torcedor que pode ter ficado com um gosto de quero mais, pois, se a vitória viesse, o time estaria hoje no G-4 da Série B. É claro que ainda é cedo, mas as equipes trabalham para chegar ao seleto grupo. No Dragão, o atacante Renato Kayzer admite que há este desejo, mas refuta a pressa e garante que o elenco não tem ansiedade para chegar ao topo.

– Não estamos ansiosos. Estamos trabalhando com a cabeça fria. Não é a obrigação agora, até porque já já começa o outro turno. Temos que trabalhar tranquilos. Se por acaso acontecer de entrarmos no G-4 e nos mantermos, será a melhor coisa – destacou.

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O Rubro-Negro vive ótima fase. Já são seis jogos sem derrota em uma arrancada que, ao lado do rival Goiás, foi a maior durante o período da Copa do Mundo. Antes disso, porém, o Atlético viveu um período duro. A equipe viveu um jejum de quatro partidas sem vitória, se aproximou da zona de rebaixamento em um momento que ameaçou o cargo do técnico Cláudio Tencati.

Segundo Renato Kayzer, após a dolorosa derrota de 4 a 3 para o Figueirense em casa, os atletas conversaram no vestiário. Naquele bate-papo, eles encontraram força para se superar e crescer na Série B.

– A gente conversou e viu que que tinha que mudar. Vínhamos numa sequência ruim, ficamos na parte debaixo da tabela durante um tempo. Tivemos que nos virar nos 30, conversando e trabalhando para conquistar os pontos. Nós os conquistamos e estamos em cima na tabela. Agora é focar cada vez mais para a gente seguir em frente – relatou.

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