Antes de viajar para Criciúma nesta quinta (09), Cláudio Tencati testou algumas mudanças em sua equipe titular no treino desta quarta, dia 8. Foram duas alterações no sistema defensivo e uma no ataque rubro-negro.
Na linha de defesa, Alisson e Lucas Rocha tiveram seus lugares ocupados por Jonathan e Gilvan. De acordo com Tencati, a mudança dos laterais envolve mais as características dos jogadores.
Para o treinador, Alisson é um defensor que apoia melhor em relação a Jonathan. No miolo da zaga, Gilvan parece ter retomado o ritmo ideal de jogo e incomoda o jovem zagueiro Lucas Rocha.
No ataque, Tencati preferiu testar Renato Kayzer na vaga de João Paulo. André Luis e Júlio César foram mantidos junto de Júnior Brandão, artilheiro da Série B.
A escalação titular testada pelo técnico foi a seguinte: Jefferson; Jonathan, Oliveira, Gilvan e Bruno Santos; Bambu, Rômulo e Renato Kayzer; Júlio César, André Luis e Júnior Brandão. O Dragão encara o Criciúma no sábado, dia 11, no Heriberto Hulse a partir das 16h30.
A derrota para o Avaí por 1 a 0, fora de casa, tirou o Vila do G4 e ainda por cima colocou o adversário na 3ª colocação, 32 pontos ganhos. O revés foi lamentado pelo atacante Alex Henrique, que se machucou durante a partida e teve que ser substituído.
— Em confronto direto você tem que pontuar. Se tivéssemos vencido, estaríamos melhor na classificação e mais à frente deles. Foi dolorido pelo contexto da partida. Foi um gol logo no final. Colocaram o Marquinhos, mais um zagueiro, estavam com a corda no pescoço. Se retrancaram e ficou difícil para o nosso time furar a defesa — disse.
O atacante ainda falou sobre a lesão que sofreu, mas afirmou que não é nada sério. ”Foi num choque com o Betão, uma dividida. O cotovelo dele pegou no meu quadril. Não tinha como ficar no jogo. Mas o doutor falou que de três a quatro dias devo estar à disposição”, ressalta.
Mesmo com a derrota, Alex Henrique acredita que o colorado voltará ao G4 e comentou: ”esse é o pensamento. As equipes de baixo da tabela tem que fazer muito mais para estar entre os quatro primeiros. Estamos a um pulo do G4. Vamos continuar focados, afinal a próxima vitória nos coloca no lugar de onde não deveríamos ter saído”, completa.
O Vila está devendo na Série B no quesito gols marcados. Até agora, em 20 partidas realizadas, foram 17 gols anotados, média inferior a um tento por jogo. Mais da metade dos gols marcados não é do setor de ataque: Alan Mineiro (5), Elias (2), Maguinho (1) e Giaretta (1); os outros foram anotados pelos centroavantes Reis (2), Mateus Anderson (2), o próprio Alex Henrique (3) e Ramon (1).
Questionado sobre a estatística e o que fazer para melhorar, Alex opinou: ”trabalhamos em prol da equipe. Independente de quem fizer o gol, zagueiro ou atacante. Claro que a cobrança para fazer gol é maior para o meia-atacante e centroavante, mas precisamos estar preparados”, finaliza.
O Goiás encerrou, na manhã desta quinta-feira, sua preparação visando o confronto de sexta, 10, contra o CSA. A equipe alagoana é a vice-líder da Série B, com 34 pontos, e mede forças com o Verdão a partir das 19h15, no estádio Olímpico. A principal dúvida que paira pelos lados do Parque Anhanguera é entre David Duarte e Felipe Gedoz.
O volante Gilberto Júnior, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, é o único desfalque certo. O treinador Ney Franco confirmou João Afonso como substituto. A participação do artilheiro Lucão também é incerta, pois o atacante está com dores musculares e deixou a atividade desta quinta mais cedo. Caso não tenha condições de atuar, Júnior Viçosa deve ser o centroavante.
A principal dúvida esmeraldina é sobre o esquema tático. Caso David Duarte seja mantido, o Verdão seguirá com três zagueiros, como foi contra o Brasil/RS. A outra possibilidade é a saída do defensor para a entrada do meia Felipe Gedoz, como o time atuava anteriormente.
O Goiás deve ir a campo com: Marcos; Alex Silva, David Duarte (Felipe Gedoz), Victor Ramos, Edcarlos e Ernandes; João Afonso, Giovanni e Renato Cajá; Michael e Lucão (Júnior Viçosa).
A rodada 5 da Divisão de Acesso teve de tudo um pouco. A começar pelo adiamento do jogo entre Trindade x ASEEV, por conta da falta de energia elétrica no estádio Abrão Manoel da Costa. Além disso, o Goiânia venceu a segunda consecutiva, o Novo Horizonte manteve a invencibilidade e o Goianésia conseguiu grande virada.
No estádio Valdeir José de Oliveira, o atacante Diego Lira marcou duas vezes para o Santa Helena, mas o Azulão do Vale virou o jogo: 3 x 2, com gols de Rafael Cruz e Preto, duas vezes. Resultado que deixa o Goianésia dentro do G-4, agora com sete pontos.
Mesmo atuando fora de casa, em Morrinhos, o líder Novo Horizonte não tomou conhecimento do América (lanterna com 3 pontos) e fez 4 x 2. Bruno e Watthimen anotaram para os mandantes, enquanto Emerson, Lídio (contra), Dudu e Danilo fizeram para o clube de Ipameri, único invicto, e que agora chega aos 13 pontos.
No Genervino da Fonseca, em Catalão, o vice-líder Crac (10 pontos e saldo de +4) goleou o Jaraguá (6º colocado, com 6 pontos) por 3 x 0, gols de Édipo, Gláucio e Alef. No Araupucão, o Goiânia garantiu a segunda vitória seguida no torneio, batendo a Jataiense por 2 x 1. O goleiro Márcio e o meia-atacante Robert fizeram os gols do Galo, enquanto o zagueiro Robson, contra, descontou para a Raposa.
A sexta rodada, a primeira do segundo turno, será disputada no final de semana. No sábado, 16h, o Trindade recebe o Santa Helena. As outras quatro partidas serão realizadas no domingo, às 16h: América x Jaraguá, Crac x Aseev, Goianésia x Goiânia e Jataiense x Novo Horizonte.
Resultados da rodada: América 2 x 4 Novo Horizonte
Crac 3 x 0 Jaraguá
Goianésia 3 x 2 Santa Helena
Jataiense 1 x 2 Goiânia
Trindade x Evangélica – Jogo adiado para o dia 22/08
O Goiás abre o 2º Turno na Série B nesta sexta, 10, diante do CSA, às 19h15, no Olímpico. O Verde ocupa a 10ª colocação, 27 pontos ganhos, três pontos a menos que o 4º colocado. Em entrevista coletiva, o técnico Ney Franco lembrou do início ruim do GEC e destacou a recuperação obtida na competição.
— O grande problema do Goiás no primeiro turno foi nos 7 primeiros jogos conquistar dois pontos e fazer apenas 3 gols. Chegamos a dormir uma rodada como último colocado, só que isso mudou. Agora queremos entrar no G4, estamos a três pontos do 4º colocado e a cinco do 3º — disse.
O comandante alviverde analisou o bom momento da equipe. ”Temos que dar sequência. Se levarmos em conta os últimos 10 jogos, temos a melhor campanha, somos o time que mais fez gols e estamos entre as quatro melhores defesas. Quando cheguei fiquei três ou quatro rodadas explicando como recuperaríamos o Goiás e traçamos um objetivo, que era chegar no 2º turno próximo do G4”, completa.
Ney Franco comemorou o bom ambiente de trabalho e revelou que só é possível graças ao empenho e união de todos os setores do clube. ”Contamos com uma diretoria e estrutura que não é só física. Aperfeiçoamos a forma de jogar e temos boas condições de desenvolver o que queremos. No momento somos um dos times que mais tem posse de bola e que rouba ela em termos de marcação”, ressalta.
Questionado se a premiação por objetivo influenciaria no jogo do Verde dentro de campo, Ney opinou: ”Não tem nada. Estamos falando de um clube que tem total domínio sobre os atletas. Tem pagamento em dia. Acho que isso não pode ser discutido externamente”, finaliza.
Um dos destaques do Goiás na Série B 2018, o atacante Lucão é dúvida para o próximo confronto da equipe. O atleta sentiu dores musculares no adutor da coxa e não participou do treinamento nesta quarta (08).
Mesmo sem uma lesão confirmada, a presença do jogador não é certa diante do CSA. Lucão é o artilheiro do Goiás na competição, tendo anotado oito gols em 13 partidas.
O treinador Ney Franco já não conta com Gilberto Júnior, expulso na última rodada, para escalar sua equipe. Caso o atacante também desfalque a equipe, o técnico deve utilizar João Afonso, para a vaga no meio, e Viçosa, para o ataque. Jacó corre por fora pelo espaço no setor ofensivo.
Outra dúvida que paira sob a equipe de Ney, além de Lucão, é a formação. Na derrota para o Brasil de Pelotas, o Goiás atuou com três zagueiros. A partida diante do CSA acontece no Estádio Olímpico nesta sexta, dia 10. A bola rola a partir das 19h15.
O resultado do Vila, dentro da Ressacada, diante do Avaí não agradou a todos. Após criar boas chances na primeira etapa, o time goiano acabou derrotado pelos adversários por 1 a 0, com Rodrigão marcando o tento da vitória catarinense. Alan Mineiro, meia colorado, ressaltou que o Tigre não merecia a derrota.
“Não merecíamos esse resultado, até pelo primeiro tempo que nós fizemos. Acabamos pecando na eficiência no momento decisivo, coisa que já vínhamos pecando. É uma derrota que não esperávamos, pois queríamos pontuar lá de qualquer forma”, afirmou.
Com o revés, o Vila saiu do G-4 da competição, caindo para o 5º lugar. O fato não desanima Alan, já que o Tigre ainda está na briga pelo acesso à Série A. Para o meia, o que deve ser feito pela equipe colorada para conseguir o objetivo principal é vencer as partidas em casa. Além disso, o jogador priorizou a tomada de decisão do time, que “vem errando no momento chave”.
Problemas no ataque
Mesmo figurando entre as melhores equipes da Série B, o Vila tem deixado a desejar em seu ataque, com apenas 17 gols em 20 partida. O principal goleador do Vila na competição é Alan Mineiro, com cinco tentos anotados em 19 aparições. Mesmo tendo conseguido bons números, o meia afirma que a cobrança é a mesma para todos no setor ofensivo.
“Sou um cara que me cobro bastante, independente de ser o artilheiro da equipe. A cobrança é a mesma para todos. Na minha carreira, eu fiz muitos gols de fora d’área, dentro do jogo eu ando chutando pouco pela falta de espaço. As que eu tento, não estou acertando, mas irei treinar mais para buscar marcar”, disse.
O próximo embate do Tigre na Série B é no dia 17, quando irá enfrentar o CRB. O confronto acontece no Serra Dourada, com a bola rolando a partir das 20h30.
O começo do returno atleticano na Série B já tem data para início. Neste sábado, dia 11, o Dragão vai até Santa Catarina para enfrentar o Criciúma. Visando esta segunda metade da competição, o zagueiro Lucas Rocha preza pela maior atenção da equipe rubro-negra, na busca de minimizar os problemas, principalmente os defensivos.
“Em alguns jogos, saímos na frente e acabamos tomando o empate. Estamos corrigindo isso aos poucos, não é fácil, mas passo a passo estamos conseguindo ter mais calma para defender e tomando poucos gols nas últimas partidas. Ainda não resolvemos o nosso problema, mas vamos ter atenção nesse segundo turno, tentando errar o mínimo possível no returno”, afirmou.
Um dos pontos que tem contribuído para a melhora defensiva do Atlético nas últimas rodadas é a dupla formada por Lucas Rocha e Oliveira. Ambos são jovens, com, respectivamente, com 23 e 22 anos e, de acordo com o primeiro, ainda tem muito o que evoluir.
“Acho importante pelo fato da idade, pois temos muita coisa para evoluir. É bom pois temos velocidade e isso ajuda na transição, mas ainda temos que melhorar muitas coisas. Gosto de jogar ao lado do Oliveira, tem me ajudado muito nas coberturas. Espero que possamos evoluir e ter uma carreira brilhante, não só aqui no Atlético, mas no decorrer dos anos”, comentou.
“Uma das mais difíceis”
Para Lucas Rocha, a Série B da atual temporada é uma das mais complicadas da história. O equilíbrio visto na parte de cima da tabela, com apenas três pontos separando o 4º colocado do 10º.
A dificuldade também foi comentada para a próxima partida do Dragão, diante do Criciúma. Para o defensor, a boa fase do adversário, que caminha de quatro jogos invicto, junto de atuar no Heriberto Hulse, torna o confronto ainda mais complicado. Mesmo assim, Lucas garante que o Atlético irá entrar em campo pensando na vitória.
Após primeiro turno recheado de altos e baixos, o Goiás espera começar o returno com o pé-direito. O próximo desafio da equipe esmeraldina é nesta sexta (10), quando irá enfrentar o CSA. Victor Ramos elogiou o adversário, atual vice-líder da Série B, mas garantiu que a equipe goiana irá buscar a vitória.
“Agora contra o CSA, que está em segundo, a expectativa é a melhor possível. É uma equipe bem postada como a gente. É um time que está encaixado e tem uma forma de jogar. Os jogadores estão dando conta do recado. Vai ser uma partida muito boa. Mas não tem um resultado que não seja os três pontos para nós”, afirmou.
De volta ao Olímpico, outra dúvida que se manifesta é o apoio da torcida, que esteve presente em peso nas últimas duas atuações da equipe. Para Victor Ramos, não há motivos para os torcedores não comparecerem diante do CSA. O zagueiro ainda comentou que a busca do Goiás pelo G-4 deve contar com o apoio dos esmeraldinos.
Quantos zagueiros?
Na última partida do Goiás, Ney Franco surpreendeu ao adotar um esquema de três zagueiros. Mesmo com o revés para o Brasil de Pelotas, há a possibilidade do treinador esmeraldino continuar com a formação. Victor Ramos comentou que essa situação é de controle do técnico.
“Está na mão do professor Ney Franco. Ele é um treinador experiente, que tem nosso respeito. O que ele decidir, está decidido, seja dois ou três zagueiros. Mas quem entrar dará conta do recado”, comentou.
Em entrevista ao Jornal Estado de Goiás e ao site Esporte Goiano, o diretor de patrimônio do Anápolis Futebol Clube, Marlon Caiado, confirmou que seu nome está à disposição do clube como candidato a presidente executivo. As eleições acontecem em novembro, mas as articulações estão a pleno vapor.
Segundo ele, o principal desafio é agregar as forças em potencial que gostam do Galo, mas que estão “dispersas, perdidas, que não são procuradas”. Marlon teria a simpatia de todos os seguimentos que permeiam o Alto da Boa Vista. Ao longo das décadas, Marlon Caiado fez de tudo no Anápolis. Torcedor apaixonado, dirigente comprometido, é uma espécie de coringa no Tricolor.
Conduz obras no Centro de Treinamentos, tem influência para ajudar nos bastidores, colabora na organização logística e administrativa, nas arquibancadas incentiva o time e cobra dos jogadores. Por fim, lamenta que o clube tenha perdido o trabalho das categorias de base, “mas agora temos que começar tudo de novo”.
Perguntas feitas a Marlon Caiado
Foto: Divulgação
1 – Você é candidato a presidente executivo do Anápolis? Marlon: Meu nome sempre esteve à disposição do Anápolis para qualquer coisa que o clube precisasse. E agora não será diferente. Se o clube entender em colocar meu nome para este desafio, com certeza aceito.
2 – Qual seria o grande desafio caso assuma o clube? Marlon: Outro dia, em um encontro com o André Hajjar, me disse que eu seria a única pessoa que conseguiria agregar todos os ex-presidentes e os que estão em volta do clube. Fiquei sensibilizado com isso. É o que realmente precisa, buscar as forças que estão perdidas, que gostam do Anápolis, mas que não são procuradas para compor a diretoria, ajudar o clube.
3 – A divisão de forças internas tem a ver com o momento de instabilidade que o clube se encontra, inclusive tendo caído para a divisão de acesso? Marlon: Vejo que no Anápolis não há divisão de forças, nunca tivemos divergências. Somos muito unidos. O que falta é buscar estas pessoas para dentro do clube. Temos que buscar todos os grandes nomes que já participaram do Anápolis e que hoje estão alheias, não são procuradas. Não há divisão, falta agregar.
4 – Como analisa a ausência de André Hajjar na diretoria e a possibilidade de José Paulo Tinazo deixar o Conselho do Anápolis? Marlon: A família Hajjar nunca deixou e nem vai deixar o Anápolis. Da mesma forma o José Paulo Tinazo, uma das figuras mais importantes da ùltima década no Anápolis, colocou o Galo nos trilhos. Ele conseguiu colocar o Anápolis entre os principais clubes em termos de organização no Brasil. As dívidas estão negociadas, tem todas as certidões. Vamos dever isso eternamente ao José Paulo Tinazo. É normal que esteja cansado, mas sabemos que tudo cai nas costas dele. Isso não pode mais acontecer, temos que dividir tarefas, que cada um cumpra sua função.
5 – O que significa para o Anápolis ficar fora da disputa das competições de base neste segundo semestre? Marlon: Tudo cai no colo de uma pessoa só. As despesas caem no José Paulo Tinazo. A pessoa fica saturada. Temos que ter organização, um presidente que dê expediente no clube, tenha disponibilidade. Ficar fora das disputas da base é um prejuízo imenso. A base é tudo hoje no futebol. O clube tinha uma base excelente e vamos perder. Depois teremos que montar tudo de novo.