5.6 C
New York
sexta-feira, setembro 25, 2026
- Anúncio -
Início Site Página 2915

Artur Neto aprova paralisação: “A vida vale muito mais”

Foto: Rossini Pasti/AA Anapolina

O técnico da Anapolina, Artur Neto, aprovou a paralisação do Campeonato Goiano. Segundo o comandante da Rubra, a crise de saúde clamava pela suspensão do torneio para garantir o bem-estar de todos os envolvidos na atividade.

Artur Neto citou a morte do jovem técnico espanhol, José Bueno, de 21 anos, pela Covid-19, para justificar sua posição. Ele destaca que, mesmo que o esporte seja praticado ao ar livre, o risco de contaminação é grande.

– É uma coisa muito séria. Não podemos brincar com isso. Temos casos no esporte e até óbito de um jovem treinador na Espanha. Existe contato e isso tem que ser evitado. As pessoas às vezes não entendem, falam que é ao ar livre. Mas o jogo tem muitas pessoas envolvidas. Quando você se desloca, vai num ônibus fechado, com muitas pessoas. Em entrevistas coletivas também. É uma medida acertada parar. Todos os grandes campeonatos pararam. O período mais perigoso é agora. Temos que procurar se isolar e pensar em todo mundo – disse em entrevista ao repórter Wagner Almeida, da Manchester News.

Mais da crise
Vila Nova prevê prejuízo
Goianésia se preocupa com funcionários

Artur Neto ressalta que a vida deve ser colocada acima de qualquer outra coisa. Para ele, as restrições são necessárias para que a crise passe e o futebol possa, no momento correto, voltar.

– A vida vale muito mais do que qualquer coisa. Tudo isso passa, mas temos que cuidar muito, principalmente neste momento. Se nos prepararmos bem, isso passa mais rapidamente e envolve menos pessoas. Desde que façamos as coisas corretamente, vamos voltar a pensar em futebol e outras coisas – disse.

O técnico ainda revelou que o departamento de preparação física prescreveu uma cartilha com recomendação aos jogadores antes da liberação. “Todos podem se cuidar, mesmo em casa”, completou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Superliga B é encerrada, e Anápolis Vôlei perde acesso

Foto: Divulgação/Prefeitura de Anápolis

A Confederação Brasileira de Vôlei decidiu, após reunião por teleconferência nesta quarta-feira (18), encerrar a Superliga B de 2020. Dos oito clubes participantes, três votaram contra a medida. Um deles foi o Anápolis Vôlei, que perde o acesso à elite da modalidade no país. A competição havia sido suspensa na última semana.

Com o encerramento do torneio, Guarulhos e Uberlândia, os dois primeiros na fase de classificação, ficaram com o acesso. A equipe goiana foi a que mais venceu, com seis triunfos em sete jogos. Porém, fez cinco tie-breaks e desperdiçou pontos cruciais, ficando em terceiro.

Mais da crise no esporte
Futuro do Goianão é incerto
Basquete Anapolino suspende treinos

Segundo o gerente do Anápolis, Vinícius de Oliveira, a CBV recomendou a proposta de encerrar o torneio, mas ofereceu também a alternativa de realizá-lo após o pico da pandemia de Covid-19 no país. O Lobo Guará escolheu a segunda opção.

– Muitos clubes levaram em conta a questão dos contratos, que se encerravam nas próximas semanas. Nós acreditamos que a competição poderia ser retomada após a crise – ponderou o dirigente em contato com o Esporte Goiano.

Além dos auriazuis, JF Vôlei e Brasília Vôlei/Upis votaram contra o encerramento da Superliga B.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hugo Jorge Bravo projeta dificuldades com paralisação do estadual

Foto: Reprodução/YouTube PUC TV Esportes

Na manhã desta quarta-feira (18), foi realizada uma reunião com os clubes que disputam o Campeonato Goiano. A competição está paralisada por tempo indeterminado. Em entrevista a Rádio CBN, Hugo Jorge Bravo, presidente do Vila Nova falou sobre os prejuízos que a equipe terá, mas que agora é hora de se readequar devido a essa crise.

“Jogando ou não jogando a nossa despesa é a mesma. Agora é enfrentar esse caos, fazer os reajustes para que a gente consiga minimizar os efeitos dessa crise que não é só do Vila, não é do futebol goiano, mas é uma crise de caráter mundial, que todos os brasileiros irão enfrentar”, pontuou o presidente sobre os prejuízos que o Vila irá sofrer.

Mais do Goianão
Para gerente do Goiânia, suspensão do estadual é correta
Presidente do Goianésia mostra preocupação com funcionários
Com o campeonato paralisado, confira como está a tabela de classificação

O dirigente disse que ainda não sabe quais serão os próximos passos da equipe. Porém, que nenhuma possibilidade está descartada para o futuro do Vila Nova.

“Nós vamos reunir com a diretoria e tomar a decisão que for melhor pro clube. Ainda é prematuro falar o que vamos fazer”, respondeu o dirigente quando questionado sobre os próximos passos do Vila.

Críticas da torcida

Favorável a realização das duas últimas rodadas da fase de classificação, Hugo Jorge Bravo disse ter sido alvo de críticas por parte da torcida do Vila. Porém, agora é hora de trabalhar com os recursos disponíveis.

“Isso aí era o previsto. Quando eu falei do nosso interesse na realização das duas últimas rodadas eu fui criticado, até pela torcida do Vila, que disse que estava pensando apenas no viés financeiro. A gente não ganha nada com isso, nós defendemos os portões fechados e teríamos a possibilidade de construir algo diferente na reunião. A gente acata a decisão de suspender e agora é trabalhar com o que temos”, revelou o dirigente as críticas vindas da torcida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gerente do Goiânia cita prejuízo, mas avalia que suspensão do Estadual é correta

Foto: Divulgação Goiânia EC

Na manhã desta quarta-feira (18), a Federação Goiana de Futebol (FGF), juntamente com os clubes, se reuniram para decidir o futuro do Campeonato Goiano. Na tarde de ontem, a FGF já havia suspendido a disputa do torneio por tempo indeterminado.

Mais do Goianão
Adson vê paralisação do estadual com tristeza

Presidente do Goiás elogia paralisação do campeonato
Com o estadual parado, confira como está a tabela de classificação

Em entrevista à Rádio CBN Goiânia, Márcio Luiz, Gerente de Futebol do Goiânia Esporte Clube, falou sobre os impactos da paralisação na vida dos clubes e dos atletas.

“Eu não vou entrar no mérito da questão sanitária, pois a saúde está em primeiro lugar. A paralisação do Campeonato vai gerar muito prejuízo, não apenas financeiro, porém entendo que mesmo sendo necessária a interrupção do torneio por questões de saúde, ela é muito prejudicial. Tinham mais duas rodadas previstas para acontecer, que eram fundamentais para os clubes menores, para o acerto de questões de acertos e de calendário. Agora é pensar como solucionar esses problemas, e não é fácil, pois não temos previsão de retorno e do que vai acontecer daqui pra frente”, declarou o dirigente alvinegro.

De acordo com Márcio Luiz, a decisão tomada pela FGF juntamente com o Sindicato dos Atletas não foi correta, mas sensata.

“A decisão de interromper o campeonato não foi correta, mas eu concordo que foi a mais sensata devido a situação sanitária que estamos vivendo. Os clubes estão paralisando suas atividades e os jogadores tem de entender, que eles, também, terão de paralisar suas atividades sociais: bares, restaurantes e cinemas. Os jogadores tem de ter consciência e ficar em casa, respeitando as medidas que estão sendo adotadas para prevenir esse problema de saúde”, afirmou.

O Gerente de Futebol do Goiânia fez questão de salientar a irrelevância das questões técnicas do Goianão 2020, dos times classificados a Copa do Brasil e Série D do Campeonato Brasileiro de 2021 e dos rebaixados à Divisão de Acesso de 2021, frente ao problema da pandemia do coronavírus.

“Eu vejo que o menos importante agora é a condição técnica das competições: quem sobe, quem é rebaixado e quem fica. Isso é o mínimo. Isso se adequa. Existe a possibilidade de se empurrar o Campeonato deste ano para o próximo ano. Então, neste momento, as condições técnicas é o menos importante. O que nos interessa é a questão da saúde e como vão sobreviver os profissionais”, declarou Márcio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Jaraguá discorda da paralisação, mas apoia decisão da FGF

Foto: Willian Rommel/EG.

Em reunião hoje na Federação Goiana de Futebol, os representantes e presidentes de cada clube do campeonato goiano, realizaram discussões  sobre o futuro da competição, devido a paralisação em meio a pandemia do Covid-19.

Alguns clubes se posicionaram a favor da paralisação, outros foram contra, e queriam a execução da medida adotada anteriormente pela federação, no adiantamento dos jogos até domingo, para o fim da primeira fase. O Jaraguá foi um deles.

Esporte paralisados:
Baquete Anapolino suspende atividades

Fegotarco interrompe esporte até abril
Futsal Goiano também para!

POSIÇÃO

Segundo o presidente do clube Silvano Martins, em entrevista realizada para a Rádio CBN Goiânia, o clube era a favor dessa medida, na qual ajudaria o time a pensar no futuro dos atletas.

“Pelo menos nesse primeiro momento, nessa antecipação, achamos que foi uma ideia muito boa do presidente da Federação. Antecipar as rodadas e ter a conclusão do segundo turno, isso nesse momento era o melhor para nós, a melhor decisão que nós concordávamos bastante, para depois decidir o futuro do campeonato. Essa era a nossa posição que achávamos que era mais idealizada”, declarou o dirigente.

RENDIMENTO

O mandatário questionado se a paralisação iria prejudicar o bom futebol que o time vinha apresentando na competição, mencionou que nesse momento isso seria a menor preocupação.

“Diria que talvez hoje seria o menos importante, o momento agora é da saúde e da vida do cidadão. É uma coisa que ninguém esperava mais aconteceu”, afirmou Silvano.

FINANCEIRO

Silvano Martins ainda bateu na tecla que quase todos os clubes do interior ressaltaram na reunião, o fato de não ter como sustentar os atletas financeiramente por mais meses parados.

“Nós por outro lado estamos muito preocupados, com esse pessoal, esses atletas que vieram a participar desse campeonato e que vivem disso, estamos preocupados como será o amanhã deles. Porque nós como entidade, podemos parar a qualquer momento, mas e amanhã, como será o empego deles? Como irão viver? Então isso nos preocupa bastante, a vida dos atletas e da saúde deles. São situações que nos deixam muito preocupados, vamos para Jaraguá e vamos discutir com a diretoria e com o atletas, e buscar o melhor caminho. Precisamos de um norte, estamos necessitando disso, eles não vão poder trabalhar”, salientou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após paralisação, presidente do Goianésia mostra preocupação com funcionários

Foto: Breno Modesto/Esporte Goiano

Na manhã desta quarta-feira (18), a Federação Goiana de Futebol (FGF), juntamente com os clubes, se reuniram para decidir o futuro do Campeonato Goiano. Na tarde de ontem, a FGF suspendeu a disputa por tempo indeterminado.

Mais do Goianão
Adson vê paralisação do estadual com tristeza

Presidente do Goiás elogia paralisação do campeonato
Com o estadual parado, confira como está a tabela de classificação

Em entrevista, Delegado Marco Antônio, presidente do Goianésia falou sobre a reunião. Segundo ele, não há perspectiva de retorno da disputa, afinal de contas não se sabe como estará a situação do país nas próximas semanas. Porém, o presidente salientou que agora é hora de ver o contrato dos jogadores e demais profissionais que fazem parte do quadro de funcionários da equipe.

“Momento difícil que o Brasil e o mundo vem passando, realmente uma fase complicada. A decisão foi a suspensão do Campeonato Goiano por tempo indeterminado, para tentar evitar o contágio de jogadores, profissionais da área pelo vírus. A gente tentou, foram quase duas horas de reunião. Nós não temos a perspectiva de quanto tempo irá ficar parado pois não sabemos a real. A situação de como vai estar o Brasil daqui 15, 20 dias

Estamos esperançosos nesse ponto, não sabemos que o vai acontecer, pode ser que seja só uma pequena fase, que o vírus não propague muito, mas teve de parar. Agora estamos com o jurídico a situação do contrato com os jogadores, a gente fica preocupado, são 46 profissionais que dependem do Goianésia. A gente não sabe qual o futuro desses pais de família”, revelou o presidente o teor da reunião, demonstrando preocupação com os funcionários do clube.

Análise dos contratos

Ainda sobre a questão dos funcionários, o dirigente falou que os contratos já estão sendo revisados, no entanto, demostrou preocupação com os profissionais que prestam serviços ao clube.

“Já entrei em contato com o escritório que presta serviços jurídicos para o Goianésia e já estão analisando os contratos. É uma situação de calamidade, complicada. Então estamos analisando, mas tristes com a situação, com tudo que vem passando o futebol e o mundo no momento. Preocupados com as famílias que dependem do salário que vem do Goianésia”, finalizou o dirigente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Coronavírus: Basquete Anapolino suspende treinos dos jogadores

Foto: Divulgação/Basquete Anapolino

O Basquete Anapolino suspendeu na última segunda-feira (16) os treinos da equipe, em virtude do surto do COVID-19, o coronavírus, que no Estado de Goiás já registra 12 casos, sendo dois na cidade de Anápolis.

Os Águias iriam estrear no Campeonato Brasileiro Adulto, no último domingo (15), diante do Cerrado Basquete (DF), porém a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) seguindo orientação da Federação Internacional de Basquete (FIBA), suspendeu o início do torneio.

Mais do Basquete
Confira os resultados da 2º etapa do Circuito Goiano de Basquete 3×3
Veja a tabela do Campeonato Brasileiro Adulto

Em contato com o Esporte Goiano, o técnico do Basquete Anapolino, Moisés da Silva, informou que há incerteza se os atletas voltaram para suas casas ou ficarão em Anápolis e, salientou, que a decisão será tomada de acordo com as orientações da Secretaria Municipal de Saúde de Anápolis (Semusa) acerca da pandemia do coronavírus.

No tocante a questão salarial desse período de paralisação das atividades, o Esporte Goiano não conseguiu obter muitos detalhes, mas certo é que o salário do time auriazul parte é paga pelos patrocinadores e outra é oriunda do Programa Torcida Premiada, cuja receita é repassa aos clubes mediante a realização de jogos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fegotarco suspende atividades até o fim de março

Foto: Willian Rommel/EG

A Federação Goiana de Tiro com Arco (Fegotarco) em nota divulgada, na tarde desta terça-feira (17) informou a suspensão de todas as atividade até o dia 30 de março, com o intuito de conter a proliferação do COVID-19, coronavírus.

O calendário da Fegotarco não previa nenhum campeonato a nível estadual, porém a World Archery suspendeu o Parapan-Americano de Tiro com Arco, competição na qual três atletas goianos: Andrey Muniz, Hélcio Perillo e Jane Karla participariam representando o Brasil na disputa por uma vaga em Tóquio.

Mais dos Esportes Olímpicos:
Federação Goiana de Handebol adia 1ª fase do Estadual devido ao coronavírus
FGFS suspende atividades e competições devido ao coronavírus
JUGs 2020 marcará estreia do Cheerleading

Em entrevista ao Esporte Goiano, o presidente da Fegotarco, Thyago Tonetto, comentou a respeito do adiamento do Parapan em Monterrey, no México.

“Por mais que os atletas goianos estivessem preparados e empenhados no foco de conquistar as vagas, a consciência do risco fez com que a equipe aceitasse o adiamento. Não ficaram felizes, mas também estava claro que o risco desconhecido e as incertezas do translado e também a falta de informação de risco agravante para cadeirantes”, ponderou.

O presidente da Fegotarco salientou, que a decisão tomada pela Word Archery foi sensata e, agora, cabe aos atletas se cuidarem e prepararem para o torneio.

“O adiamento da prova em meio a todo o risco do que está acontecendo e que ainda pode vir a acontecer foi entendido como o passo mais sensato. Cabe agora a cada atleta uma forma de treino em casa, de se manterem ativos e preparados, aguardando o retorno. E ao grupo resta apenas aguardar que esse turbilhão negativo perca força e passe sem muito dano, para que a competição possa acontecer”, afirmou Thyago Tonetto.

Confira na íntegra a nota informativa da Fegotarco:

 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Marcelo Almeida elogia paralisação do Goianão e pede união dos clubes

Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC

Após idas e vindas, a Federação Goiana de Futebol decidiu pela suspensão do Campeonato Goiano por tempo indeterminado. A decisão atendeu a nota técnica emitida pela Secretaria de Saúde, que pediu a suspensão da disputa pelo período inicial de 15 dias. O motivo é a pandemia causada pelo coronavírus, que vem assolando todo o planeta.

Mais do Goianão
Adson Batista ficou triste pela paralisação do campeonato
Presidente da FGF diz que não há como prever o futuro do estadual
Com o campeonato paralisado, confira como está atualmente a tabela

Em entrevista a Rádio Sagres, Marcelo Almeida, presidente do Goiás e um dos dirigentes que defendeu a suspensão temporário do campeonato, falou sobre os momentos que antecederam a tomada de decisão por parte do clube. Segundo Marcelo, decisões não podem ser de forma definitiva, pois a atual situação pede que elas sejam revistas a todo momento.

“Ontem tivemos um dia bastante intenso, tumultuado como foram os dias anteriores e possivelmente serão os próximos dias. Ontem, numa entrevista que eu dei no inicio da tarde eu demonstrei uma insatisfação muito grande, levando em consideração que eu enxergava que não deveria dar continuidade ao campeonato. Porém, a federação e o governo entenderam por bem dar continuidade ao campeonato. Naquele mesmo momento eu disse que essas decisões pudessem ser revistas, em cima desse problema que estamos vivenciando. Decisões tomadas agora, daqui quatro, cinco horas essas decisões podem ser revistas, devido a dinamicidade do problema que estamos vivenciando”, falou o dirigente sobre a posição tomada pelo Goiás.

União para vencer o coronavírus

O dirigente aproveitou para parabenizar a decisão tomada pela FGF e pelo governo. Para Marcelo, é hora de esquecer os interesses pessoais e pensar o coletivo. Segundo ele, apenas a união dos clubes nesse momento irá ajudar a sanar este problema.

“Eu quero parabenizar a atitude da federação, mais uma vez parabenizar a atitude do governo, que enxergaram a necessidade da paralisação do campeonato, entendendo a gravidade do problema. Nós devemos combater essa doença de braços dados, com grande união, diferentemente do que estava transparecendo, cada um defendendo os seus próprios interesses. Dessa forma, todos nós unidos, juntos e abraçados em uma causa vamos sair vencedores dessa batalha”, elogiou Marcelo Almeida a atitude tomada pela FGF, pedindo por fim a união dos clubes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Vi com grande tristeza”, diz Adson sobre paralisação do Goianão

Foto: Paulo Marcos/ACG.

Após a orientação da CBF, nesta terça-feira (17), para que todos os campeonatos de futebol pelo país parassem, a FGF decidiu realizar a suspensão do Goianão 2020 por tempo indeterminado. A decisão tomada pela entidade veio logo após a manifestação de clubes como Goiás, Anapolina e Grêmio Anápolis em não querer mais a disputa da competição.

No entanto, alguns clubes ainda queriam o prosseguimento do torneio com portões fechados. O Atlético era um desses clubes. O presidente Adson Batista era favorável à permanência. Em entrevista à Rádio Sagres, ele expôs seu sentimento com a decisão da FGF.

“Eu vi com uma grande tristeza. Acho que poderíamos jogar sem torcida. O próprio governador manifestou que poderíamos jogar sem problemas, pois é um ambiente aberto, com pouca gente. Evidente que sou um cara que faz de qualquer dificuldade uma oportunidade, temos que enfrentar tudo de frente. Acho que o clube sem um calendário definido, sem jogos, é muito prejudicial, mas evidente que também eu não sou um especialista, nem infectologista, as vezes estou muito confiante e podem vir problemas muito maiores por aí”, pontuou.

Mais do Goianão
Futuro do Goianão é incerto, diz presidente da FGF
Anapolina diz que Estadual acabou

O presidente afirmou ainda que o ideal era encerrar, ao menos, a primeira fase do torneio para evitar a judicialização da competição.

“Acho que poderia terminar pelo menos essa fase, para não termos viradas de mesa, não termos coisas negativas, que empobrecem o futebol. Por exemplo quem tiver de cair, que não fez um bom campeonato, que caia”, afirmou.

“Sem rumo”

Para o presidente rubro-negro, as entidades que comandam o futebol não têm ideia de como lidar com a crise neste momento. Isso, segundo ele, pode prejudicar a operação financeira dos clubes.

“É um problema mundial, temos que entender, e logicamente ficamos desnorteados. A CBF está sem rumo, o problema é muito profundo, mas não temos um norte, não temos nenhuma portaria falando o adiamento por 15, 30 dias para trabalharmos dentro de uma possibilidade de programação, para liberar jogador, para ter treinamentos. É muito difícil, as contas ficam só para os clubes, o problema é só nosso, é difícil. Eu vivi tudo no futebol, mas nunca passei por uma situação dessa, onde não sabemos o que vai acontecer. Principalmente financeiramente falando, jogador tem família, tem contrato, ele vai querer receber, e o clube vai ficar com as portas fechadas, sem receber e sem nada. Então é um momento de muita preocupação com o futebol brasileiro”, desabafou.

O Atlético segue ainda suas atividades dentro do clube e os jogadores ainda estão treinando, Adson espera um posicionamento de datas da FGF para iniciar a suspensão das atividades do clube.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
- Advertisement -

EM ALTA

JÁ VIU? FIQUE LIGADO!

error: Este conteúdo é protegido por direitos autorais!