Depois de uma longa recuperação, o zagueiro David Duarte voltou a treinar normalmente. O atleta se lesionou em 10 de junho do ano passado, contra a Chapecoense, quando rompeu os ligamentos de joelho. Deste então, passou por cirurgia, fisioterapia, reforço muscular e outras etapas até poder voltar às atividades normais.
Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (8), o defensor revelou que está se sentindo bem e, inclusive, tem superado as expectativas nos testes.
– Estou muito feliz de ter retornado a treinar com o grupo. Antes da pandemia já estava treinando. Acabei de fazer um teste de força e, graças a Deus, bateu a meta. Estou apto a jogar futebol e fico muito feliz com isso – pontuou.
O zagueiro disse ainda que tem perdido o receio de participar de lances ríspidos. Duarte já garantiu estar sem medo e pronto para encarar os adversários sem qualquer trauma da grave lesão que sofreu.
– A cada dia que passa vamos perdendo esse medo. A cada treino tem um lance que acontece no jogo e vamos ficando com a confiança maior. Mas estou 100% e sem medo. Se tiver que dividir, dar um carrinho ou uma porrada em alguém, vou dar. Estou perfeito e melhor do que antes, na verdade – brincou o defensor.
David Duarte acredita que a contusão o deixou “mais experiente e responsável”. “Como pessoa, mudou tudo. Tanto no profissional, quanto na vida particular. Sou um novo homem, não sou mais um menino”, argumentou.
Os treinamentos de clubes de futebol foram liberados há uma semana em Goiânia. Contudo, não há previsão alguma para o retorno dos jogos. Em coletiva nesta segunda-feira (8), o atacante Hyuri comentou que, apesar de todos os protocolos sanitários, a preocupação com a Covid-19 ainda é grande.
O jogador também avaliou a situação nacional e destacou e revelou que pessoas conhecidas dele acabaram falecendo. Segundo Hyuri, mesmo com a liberação geral das atividades nas cidades os cuidados ainda devem ser mantidos.
Hyuri também opinou sobre o retorno dos campeonatos dentro do país, mencionou a confiança dentro do clube para trabalhar com segurança e comentou sobre como seria o cenário, após ser liberado, o primeiro jogo desse retorno do futebol:
O Atlético segue todas as normas de saúde exigidas pelas autoridades sanitárias. Os treinamentos do clube estão sendo organizados em quatro grupos de seis jogadores, em horários distintos. Dois grupos com seis jogadores treinam entre 08h30 às 09h30 e os outros 2 grupos de jogadores treinam entre 10h30 às 11h30.
A Liga Goiana de Vôlei (LGV) mantém esperanças de realizar duas etapas da liga livre e uma da liga master no segundo semestre deste ano. Para isso, a Lince Esportes, organizadora do evento, depende de uma liberação do governo estadual, já que ginásios que estão no planejamento pertencem ao Estado.
A ideia é realizar a primeira etapa da liga livre em fins de semana de setembro e a segunda no último fim de semana de novembro e o primeiro de dezembro. A etapa master seria realizada em outubro.
– Estamos esperando o governo do estado liberar. Eu penso em fazer uma livre depois do feriado de 7 de setembro, manter a que faríamos em novembro e dezembro, e outra em outubro, que seria a master – disse Weiber Alonso, sócio da Lince Esportes.
Maior liga de voleibol do país, a LGV recebe várias equipes de outros estados, principalmente do Centro-Oeste. Com o avanço da Covid-19, a organização imagina que a competição sofrerá uma desidratação em número de participantes. A Lince destacou que, apesar do cenário de epidemia no Brasil, não está nos planos barrar a participação de qualquer time ou atleta de fora de Goiás.
A LGV tinha previsão de realizar quatro etapas da liga livre e três da liga master em 2020. No master, foi possível manter a primeira, ainda em fevereiro. Porém, a segunda etapa foi cancelada. As duas primeiras etapas do circuito livre, previstas para março e junho, também foram descartadas.
Na tarde deste sábado (06), durante a realização de uma live sertaneja no Onésio Brasileiro Alvarenga, o Vila Nova lançou uma camisa de jogo oficial com preço popular. O modelo da camisa é idêntico ao modelo número 1 de jogo da equipe. A diferença está no tipo de material que é feita a camisa popular e também no modelo do escudo da equipe.
O novo modelo será vendido na Loja Nação Colorada, pelo preço de R$ 69,90 e já está disponível para comercialização. Na hora da compra, torcedores que já possuem uma camisa falsificada podem trocá-la e terão R$ 10 reais de desconto na compra do modelo popular.
Além disso, também terá direito ao desconto o torcedor que, no ato da compra, doar R$ 3 reais ao Hospital do Câncer Araújo Jorge, ajudando a ação em prol da campanha Junho Vermelho, pela conscientização e incentivo à doação de sangue.
Camisa, caneca, cachecol, boné, caderno, relógio, itens comemorativos e dentre outras tantas coisas. Já parou para contar quantos produtos oficiais relacionados ao seu time do coração foram comprados por você ao longo da vida?
Para compreender como funciona o mercado do licenciamento de produtos no futebol brasileiro e a iniciativa da criação de marcas próprias pelos clubes, o Esporte Goiano entrou em contato com profissionais que atuam: no mercado do licenciamento e marketing esportivo e nos times goianos. Procurado pela reportagem do EG, o departamento de marketing do Goiânia não respondeu.
O licenciamento é quando uma marca cede sua propriedade, mediante a assinatura de um contrato, para que terceiros possam produzir ou comercializar produtos, em troca de pagamento de royalties sobre tudo que é vendido ou, até mesmo, de forma gratuita.
Para compreender um pouco mais do mercado de licenciamento no futebol brasileiro, o EG entrou em contato com Bruno Koerich, profissional graduado em Administração, Pós-graduado em Gestão Empresarial pela FGV, Especialista em Licenciamento de Produtos, que atua no segmento desde 2010 e é CEO da License Solutions.
De acordo com o especialista, o mercado do licenciamento no futebol brasileiro está em ascensão, mas ainda não é a principal fonte de receita dos clubes. “Ao longo dos últimos anos, o mercado de licenciamento (no Brasil) evoluiu bastante, principalmente, no que diz respeito ao futebol. No entanto, continua sendo uma das menores fontes de receita do clubes, por falta de investimento e menosprezo dos dirigentes, uma vez que o departamento de licenciamento não dá o mesmo retorno financeiro que um patrocínio, programa de sócios, cotas de televisão, dentre outros”, aponta.
Bruno Koerich entende que os produtos licenciados são uma forma de aproximação do clube com o torcedor: “Muito mais do que receita, os produtos licenciados são uma forma de estar próximo do torcedor. Por exemplo: dentro de uma farmácia, um supermercado, uma loja pode ter um produto do clube. Então, é uma forma de você se comunicar com o seu torcedor por uma série de produtos”, salienta.
Produtos licenciados versus produtos piratas
Segundo dados da Associação Brasileira de Licenciamento (Abral), o Brasil figura entre os seis países com maior faturamento em licenciamento de marcas do mundo, atrás apenas de Estados Unidos, Japão, Inglaterra, México e Canadá. A indústria do licenciamento ainda engatinha em nosso País, devido a forte incidência de vendas clandestinas; com isso as empresas temem investir no setor e ver outros lucrarem com sua marca, já que o “produto pirata” é infinitamente mais barato.
A disputa pelo mercado entre os produtos licenciados e os falsificados é desleal e necessita de um apoio jurídico, como ressalta Bruno Koerich: “É muito difícil combater pirataria só através do licenciamento, precisa de um suporte jurídico e de campo, que seria por meio da fiscalização com busca e apreensão, notificações, multas e tudo o que puder ser feito, tem de ser feito, porque é uma briga muito desleal”.
Porém, o especialista aponta que é possível o licenciamento ajudar no combate à pirataria, mas para isso os profissionais que lidam com isso nos clubes, têm de estar atentos à demanda de produtos.
“Se existe uma demanda de produtos, tem que ter oferta. Pois se não tiver oferta, o clube dá espaço para a pirataria. Então, os clubes têm que possuir uma variedade de produtos e fazer com que o produto chegue na ponta, no torcedor. Essa é a forma que o licenciamento pode ajudar no combate à pirataria”, afirma Bruno Koerich.
Marca própria no futebol brasileiro
Atualmente, o grande produto no ramo do licenciamento tem sido a criação de marcas próprias pelos clubes médios e pequenos do Brasil. A história começou com o Paysandu, em 2015, quando o clube de Belém resolveu criar a marca própria “Lobo”, como pontua o especialista.
“Eu acompanhei de perto a implementação da marca Lobo no Paysandu e foi um feito muito interessante, porque não se tinha um histórico (no Brasil). Tem coisas no futebol, que todo mundo, às vezes, tem vontade de fazer. Mas espera alguém fazer, para depois seguir vendo se deu certo ou não. Foi um projeto muito ousado, um passo muito bem dado pelo Paysandu na época”, afirma Bruno Koerich.
Justamente por ser uma novidade no ramo do licenciamento esportivo no Brasil, surgem alguns questionamentos acerca dos benefícios na adoção das marcas próprias pelos clubes, como nos diz o especialista.
Bruno Koerich ainda salientou que é um erro considerar a adoção da marca própria como um “tapa-buraco” dentro da agremiação esportiva.
Como Atlético-GO, Goiás e Vila Nova entraram na “onda” das marcas próprias e enfrentam o problema da pirataria?
Atlético-GO
No futebol goiano, o Atlético-GO foi o primeiro clube a ser responsável pela fabricação do seu material esportivo. Em fevereiro de 2019, o time rubro-negro juntamente com a Tolledo Sports, idealizou e lançou a marca Dragão Premium que passou a ser responsável por vestir jogadores e torcedores rubro-negros.
Procurado pela reportagem do EG, o departamento que cuida dos produtos licenciados e da marca própria do Atlético-GO não respondeu sobre: a ideia da concepção da marca Dragão Premium, da linha de produtos que carregam o selo de licença oficial e da política de combate ao comércio de produtos falsificados no clube.
Goiás
Em julho de 2019, o Goiás investiu na criação da marca própria e juntamente com a Super Bolla, idealizou e lançou a marca Gr33n. De acordo com o Departamento de Marketing Esmeraldino, o clube resolveu apostar na criação de uma linha própria, por enxergar uma oportunidade nessa nova tendência de negócio.
A concepção da marca própria esmeraldina levou em consideração o “dna” do clube, nesse sentido, o nome Gr33n faz alusão: a cor do clube (verde), que foi traduzida para o idioma inglês (green) com a intenção de internacionalizar a marca; e a fundação do clube, realizada por 33 amigos.
No tocante a pirataria, o Goiás entende que se trata de um problema global, que vai desde um chaveiro ao conteúdo digital, sendo o mais grave, a transmissão dos jogos e imagem dos atletas. Para enfrentar esse problema, a primeira medida adotada pelo clube foi buscar mais qualidade e menos quantidade de fornecedores, por meio de um critério de seleção mais rígido.
O Esmeraldino além da marca própria (Gr33n), também, possui cerca de 300 produtos licenciados que vão desde higiene pessoal, pet, cozinha até roupas e bonés.
Nesse sentido, o Departamento de Marketing do clube procura auditar os produtos licenciados com a utilização de selo holográfico exigido aos produtos da categoria. Além disso, o Goiás entende a conscientização do cliente/torcedor, como parte fundamental nesse processo, pois a pirataria prejudica o clube.
Vila Nova
Completando o trio goiano de iniciativa de fabricação do próprio material esportivo, em janeiro de 2020, o Vila Nova em parceria com a Tolledo Sports, idealizou e lançou a marca V43.
De acordo com o Diretor de Marca Própria e Licenciamento, João Júnior, o Vila inspirado pelo sucesso do Paysandu, se atentou para essa oportunidade de negócio no mercado esportivo por alguns fatores como: a flexibilização, autonomia de produção, dentre outros.
A concepção da marca própria colorada levou em consideração as “raízes históricas” do clube, nesse sentido, o nome V43 faz alusão: ao clube e a sua cor, por meio da letra “V” de Vila e de Vermelho; além da sua data de fundação, por meio do número “43”, referindo ao ano de 1943.
Além da marca própria (V43), o clube possui uma linha de produtos licenciados: higiene pessoal, cozinha, roupas, bonés e até bebidas; segundo o Diretor de Marca Própria e Licenciamento tem se trabalhado no sentido de expandir o leque de produtos oficiais do Tigre.
No tocante a pirataria, o Vila Nova está desenvolvendo um trabalho conjunto entre os departamentos de marketing e licenciamento, visando diminuir os efeitos da venda de produtos falsificados na receita do clube e ajudar os vendedores ambulantes.
Os slogans e a aproximação de suas raízes
Você, torcedor de Atlético-GO, Goiás e Vila Nova, já deve ter reparado que as equipes possuem slogans que são utilizados nas redes sociais e na venda dos produtos oficiais licenciados. A maioria desses slogans adotados pelos clubes goianos fazem referência a suas origens.
Para compreender o funcionamento das estratégias de marketing de associação da marca do clube com seu local de origem, o EG entrou em contato com João Paulo Saraiva, profissional graduado em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário de Belo Horizonte – Uni BH, Especialista em Gestão Estratégica de Marketing com foco de Mercado em Marketing Digital e Esportivo pela Una, e, criador do portal Brand Bola.
De acordo com o especialista não há muita diferença no formato de execução dessa estratégia de marketing. “A forma de fazer marketing em clubes ligados à bairros e cidades é a mesma forma de executar marketing (esportivo) em qualquer outro clube. Porém, acaba tendo uma força maior se o clube consegue conectar a sua marca com a marca da região. Seja a região o bairro, a cidade, a prefeitura ou o estado”, pontua.
João Paulo, também, salientou a importância dos clubes compreenderem a importância de se explorar e executar essa estratégia de marketing.
No futebol goiano, Atlético-GO, Goiás e Vila Nova tem procurado executar essa estratégia de marketing por meio dos slogans utilizados em suas redes sociais.
O Dragão tem alguns slogans que se destacam no trabalho do clube em criar uma identificação com suas origens: “O clube mais tradicional do Centro-Oeste”, “Somos do Bairro e Campinas” e “Respeita as Cores”. De acordo com o Diretor de Patrimônio Histórico e Cultural do Atlético, Paulo Maskote, tais slogans remetem ao fato do a relação de integração entre clube e bairro de origem e aos atributos de pioneirismo.
Já, os slogans do Tigrão que se destacam são: “Por dentro todo mundo é vermelho”, “Time do Povo” e “O clube mais amado do Centro-Oeste”, que de acordo com o Diretor de Marketing do Vila, Murilo Reis, são usados na tentativa de resgatar a memória histórica do time e criar um “sentimento de pertencimento” dos torcedores com o clube.
Enquanto, os slogans mais utilizados pelo Esmeraldino são: “Orgulho Goiano” e “A Maior Família do Centro-Oeste”, pois segundo o Departamento de Marketing do Goiás sintetizam a busca das raízes do clube, da região e traduzem o fato do clube possuir o maior contingente de torcedores da região central do Brasil e tem por si só esta característica de ser uma grande família: pela paixão ao clube.
Na visão do especialista, João Paulo Saraiva, não há problema em associar essas medidas ao bairrismo.
Na manhã deste sábado (06), por meio de suas redes sociais o Goiás divulgou um vídeo no qual o presidente Marcelo Almeida fez um panorama de como está o andamento das obras na Serrinha e um apelo para o torcedor esmeraldino ajudar o clube nesse projeto.
Já estão sendo feitas as escadas de acesso à arquibancada superior e de acordo com o mandatário esmeraldino está sendo realizado todo esforço para a entrega do estádio até o final do ano.
“É uma obra muito cara. Podem ter a certeza, que estou fazendo o maior esforço possível para que consigamos terminar em tempo hábil. O meu projeto, eu já falei inúmeras vezes, é conseguir terminar (as obras) até o final do ano. Acho, não quero prometer, que essa obra possa ser finalizada antes. Talvez faltando alguns pequenos detalhes, mas por volta de setembro, aproximadamente”, declarou Marcelo Almeida.
O presidente do Goiás, também, convidou o torcedor esmeraldino ajudar o clube à implementar a obra no Estádio da Serrinha.
“A gente fica procurando uma solução, algo que possa nos ajudar à implementar essa obra. Porque como eu disse o gasto é muito grande, o custo do Goiás é muito grande. E veio a ideia do pessoal do marketing: do torcedor poder ajudar, pois o torcedor é a essência de tudo isso daqui. Nada existiria se não fosse o torcedor”, afirmou o mandatário esmeraldino.
De acordo com Marcelo Almeida, o modo encontrado pelo Departamento de Marketing junto à Diretoria para que os torcedores possam ajudar o Goiás na execução da reforma da Serrinha foi por meio da doação de uma cadeira.
“Essa ideia eu acho muito interessante. O nosso torcedor pode adquirir uma cadeira, na forma de doação. Porque essa arquibancada pode ficar sem cadeira, mas é extremamente desconfortável o torcedor ficar sentado no concreto. E a gente tem a possibilidade para colocarmos as cadeiras. Essas cadeiras tem um custo e dai veio a ideia da ajuda do torcedor”, declarou.
O mandatário esmeraldino reconheceu que, talvez, não seja uma ideia viável financeiramente para os torcedores diante desse cenário que estamos vivendo. Mas ressaltou o fato do torcedor ter seu nome gravado eternamente nas arquibancadas da Serrinha.
Venda do volante Léo Sena
Em determinado momento da entrevista à TV Goiás, Marcelo Almeida falou sobre o valor que o clube recebeu da negociação do volante Léo Sena com o Atlético-MG.
“De fato ajudou muito (o dinheiro da negociação do Léo Sena), mas a gente tem que entender também, que nós estamos sem qualquer tipo de receita, praticamente zeraram as receitas, desde o mês de março. Então, a gente começou a consumir aquela ‘gordurinha’, aquelas reservas (financeiras) e isso nos deixa preocupado, porque a despesa nossa não é só com as obras da Serrinha”, afirmou.
Nessa semana, o Goiás Esporte Clube anunciou a criação da organização oficial: Goiás e-Sports, fortalecendo a presença da instituição no mundo dos games, no momento em que múltiplas modalidades ganham notoriedade neste cenário.
A primeira modalidade que o Goiás e-Sports disputará é o Fifa ProClubs. A iniciativa veio em parceria com a Agência Digital Olho no Clik, administrada por Dudu Gouveia. Utilizando da plataforma ProClubs do game Fifa, atletas e comissão técnica, vestindo a camisa do Goiás, passam a representar formalmente o time esmeraldino.
O Esporte Goiano entrou em contato com Dudu Gouveia para saber um pouco mais de como surgiu a iniciativa de criar uma equipe e do trabalho que será desenvolvido pelo Verdão no mundo dos e-Sports, mais precisamente, na disputa de campeonatos de Fifa ProClubs.
Em entrevista coletiva realizada online, na plataforma Google Meet, o médico do Atlético Goianiense, Avimar Teodoro, explicou como vem sendo as condutas adotadas pelo clube, nesse retorno aos treinamentos do dragão.
O profissional, também, falou como está sendo a execução do protocolo, novos testes, as categorias de base e defendeu a ideia de que o retorno aos treinos é seguro para os atletas, mesmo em meio a pandemia. Confira abaixo!
O Dr. Avimar Teorodo explicou com está sendo executado as regras e dicas, que foram dadas a todos os funcionários do clube: desde jogadores à serviços de diversas áreas dentro do clube.
EXAMES REALIZADOS DENTRO DO CLUBE
Avimar foi questionado sobre os exames de sangue feitos pelo time para a detecção da Covid-19, pois o Atlético não fez o exame PCR, que é o mais eficaz para a identificação da doença.
TREINAMENTOS EM GRUPO COM OU SEM CONTATO FÍSICO?
O profissional ainda frisou que o time segue os protocolos impostos, no momento os atletas estão divididos em grupos e com pouco contato e o clube segue as orientações das autoridades sanitárias e da CBF.
RETORNO DOS ATLETAS DA BASE APROVEITADOS NO PROFISSIONAL
Dr. Avimar Teodoro afirmou que todos os atletas da base seguirão todas as normas, testes e exames assim como o elenco profissional. Chegando de suas casas, de outras cidades ou estado, eles serão isolados por 14 dias, para depois integrar aos treinamentos. Atualmente apenas o profissional estão liberados aos treinos, estes atletas deverão assinar contrato como profissionais e assim poderão agregar ao elenco atleticano.
POSICIONAMENTO A FAVOR OU CONTRA O RETORNO DAS ATIVIDADES?
Indagado se tivesse o controle da decisão, da volta ou não das atividades no Brasil, como médico, Avimar respondeu qual seria a decisão tomada.
O médico por último salientou que novos exames serão realizados de 15 a 20 dias, após a data do retorno. Assim como as atividades retornaram no dia 25 de Maio, novos exames de detecção da doença no Atlético deve ser feito entre os dias 9 a 14 de Junho.
CT Marconi Perillo deve passar por obras. (Foto: Reprodução)
Com a finalização de retoques na estrutura do Onésio Brasileiro Alvarenga, o Vila Nova já tem um plano de investimentos para o CT Marconi Perillo. O projeto para obras no local está em fase de elaboração e podem começar a sair do papel neste mês ou em julho.
Conforme o departamento de patrimônio do clube colorado, o CT será asfaltado e um novo vestiário será construído. O antigo passará por ampla reforma. “Vamos criar um vestiário só para o profissional e reformar o existente com estrutura separada para a base”, explica o diretor Fernando Mussi.
Em um dos vestiários haverá lanchonete. A ideia é construir espaços que atraiam as pessoas para dentro do Vila Nova. “Pensamos em situações para os pais acompanharem os filhos no clube”, destaca o diretor de patrimônio.
Ainda não há projeção de custos para as obras no CT. Após a elaboração e análise do projeto, será feito um orçamento, com aval da diretoria de patrimônio. Em seguida, os serviços poderão ser executados.
Ainda sem data certa para que tudo esteja pronto, Mussi diz a diretoria “quer dar uma cara nova para o CT até o fim do ano”.
Após três meses com todas as atividades no clube paralisadas, que se iniciou com decreto estadual de 17 de Março que proibia atividades com aglomerações em virtude a pandemia do coronavírus, o Tigrão definiu o seu retorno dos trabalhos para o dia 16 de Junho, completando assim mais de 90 dias em inatividade.
Com o decreto de liberação a volta aos treinos por parte da prefeitura e do governo estadual, o Vila Nova agora irá realizar os exames e todo os pré-requisitos obrigatórios e impostos pelas autoridades sanitárias, para o completo retorno, em segurança, das atividades dentro do clube.
No dia 16 o time irá realizar testes de detecção da Covid-19 em atletas e funcionários do clube, isolando se necessário for, pessoas que forem testadas positivamente para a doença. Logo após os exames da doença, os exames de aptidão física, para constatar a perda de massa, ganho de peso e o desempenho físico dos atletas serão realizados.
Além do mais o clube irá realizar e distribuir, no dia 12 de Junho, um protocolo de segurança com todas as normas de saúde, limpeza e cuidados que os jogadores e outros profissionais do clube deverão seguir. Tais regras já devem ser cumpridas no dia 16, data marcada para o retorno a clube.
Pequenas obras no centro de treinamento, bem como no OBA também estão sendo feitas para se adequarem as normas de saúde exigidas pelas autoridades sanitárias.