A terceira contratação do Vila Nova pós-pandemia foi oficializada na tarde deste sábado (20). O lateral-esquerdo Igor Milioransa, de 23 anos, assinou contrato até o término do estadual 2021.
Revelado pelo Osasco Audax/SP, o atleta estava no Jaraguá. No Gavião da Serra, disputou dez partidas no Goianão 2020. Além da lateral-esquerda, pode ser usado também como zagueiro.
Antes de Igor, o Vila Nova anunciou os retornos do lateral-direito Jonh Lennon e do meia Dudu (também estava no Jaraguá), ambos revelados pelo Tigre.
O Vila Nova segue movimentando os colorados, com a escolha do terceiro uniforme do clube para 2020. Os próprios torcedores desenvolveram e enviaram modelos – mais de 150, de acordo com Leandro Bittar, vice-presidente da equipe. Destes, dez foram selecionados para uma votação ‘semifinal’.
Os modelos semifinalistas têm votos contados por likes nas publicações do instagram do Tigre. Existem opções de camisa preta, vermelha, branca (com dourado) e azul. Chama atenção também o fato de que cinco dos uniformes selecionados contam o primeiro escudo do Vila Nova. A outra metade conta com o atual emblema.
A votação segue até 22h de domingo (21). Os três modelos que receberem mais curtidas se classificam para a votação final, que acontecerá no decorrer da próxima semana, no site do clube.
Confira as opções abaixo e comente qual sua preferida:
Uma semana após o início da promoção da doação das cadeiras para o estádio da Serrinha, o Goiás já faturou mais de R$ 200 mil. Ao todo, os esmeraldinos já adquiriram 500 cadeiras.
“Estou aqui para agradecer, do fundo do meu coração. Hoje, uma semana depois, estamos tendo a grata surpresa de ver 500 cadeiras vendidas. Fico muito envaidecido e agradecido à você, que contribuiu e está contribuindo com esse sucesso. Em breve, estaremos atingindo essa meta, de quase 5 mil cadeiras”, comemorou o presidente Marcelo Almeida.
Os associados adimplentes do ‘Sou Verdão’ pagam R$ 399, enquanto os não sócios-torcedores pagam R$ 499. Os esmeraldinos que colaborarem terão os nomes estampados nas cadeiras, além da foto (em partidas sem público).
Ajudas ilustres
Entre os esmeraldinos que compraram cadeiras na Serrinha estão ex-jogadores do clube e atuais componentes do elenco. Já anunciaram doação ao clube: o técnico Ney Franco, o goleiro Marcelo Rangel e o atacante Lucão do Break, além do zagueiro Rafael Tolói, atualmente na Atalanta/ITA, e o meia Rodrigo Tabata. Aos 39 anos, o jogador, inclusive, se declarou ao clube e revelou que pretende encerrar a carreira no Verdão.
A assessoria esmeraldina informou ainda que o vice-presidente Júnior Vieira (responsável pelos esportes olímpicos) doou uma cadeira em homenagem à ‘Tia Fia’, ilustre torcedora do Goiás.
O terceiro escudo da história do Atlético Clube Goianiense foi apresentado nesta sexta-feira (19). Desenvolvido pela Futbox, o novo emblema do Dragão apresenta as letras iniciais do clube (ACG) em cor branca, com um fundo rubro-negro (vermelho na parte superior e preto abaixo). Além disso, estão destacadas as três estrelas: prateada, referente ao título da Série B 2016, e as duas estrelas de bronze, que indicam as conquistas da Série C.
“É um escudo futurista, que pode assustar um pouco no começo. Não foge das cores, da história atleticana. Não vamos ter baixaria, vamos ter equilíbrio e o escudo vai buscar seu espaço. Teremos grandes novidades pela frente. Hoje é o escudo e, no momento apropriado, teremos uniformes com design bastante inovador. Espero que o torcedor possa gostar muito. Vamos esperar uma terceira camisa com novo escudo contra o Corinthians”, detalhou o presidente Adson Batista, durante a live.
Adriano Ávila, responsável pela Futbox, empresa que desenvolveu a nova identidade atleticana, também falou sobre a novidade. “Formato do escudo é inédito no Brasil e vai ficar num formato muito bacana via smartphone, que é onde acontece a maioria das visualizações. Foi um prazer trabalhar com o Atlético e espero que todos aprovem”.
“Faz parte da modernização. O Atlético está em evolução, mas nunca deixaremos nossas raízes”, afirmou Jovair Arantes, presidente do Conselho Deliberativo do clube.
O Atlético Clube Goianiense lança, na noite desta sexta-feira (19), seu novo escudo. A ideia, que vinha sendo discutida nas redes sociais e movimentando torcedores desde 2019, ganhou corpo.
Contratado para ser o homem-gol do Tigre em 2020, o jogador não conseguiu emplacar. Disputou oito partidas e marcou apenas dois gols, ambos no último jogo colorado: a vitória por 2 a 0 sobre o Anápolis, pelo estadual.
Sem Nando, o Vila Nova ainda conta, como opções para o setor ofensivo, com Thalles, Richard Salinas, Lucas Silva, Gilsinho e Anderson. O atacante Pedro Júnior, revelado pelo próprio Tigre, está nos planos da diretoria.
A passagem de Rodrigo Tabata pelo Goiás durou duas temporadas (2004 e 2005) e ficou na memória dos esmeraldinos e no coração do meia. Em entrevista ao Transferfut, o jogador, que está com 39 anos, relembrou momentos especiais da carreira e revelou o desejo de encerrar a carreira no clube goiano.
No bate-papo, Rodrigo Tabata destacou que mantém boa relação com Hailé Pinheiro, grande dirigente da história do Goiás – e atual presidente do Conselho Deliberativo -, além de comentar sua experiência atuando no exterior.
“Desde quando sai, a minha ideia era encerrar a carreira no Goiás. O tempo vai passando, a idade vai chegando. Eu penso que ficaria difícil, mas seria um sonho realizado encerrar minha carreira no Goiás”.
Em 2004, Tabata ajudou o Goiás a conquistar vaga para uma competição internacional pela primeira vez, a Copa Sul-Americana. No ano seguinte, foi peça fundamental na campanha que terminou com a terceira posição da Série A, o que garantiu uma inédita vaga para a Copa Libertadores da América. Após ótimo desempenho no Santos, se transferiu para o Gaziantepspor/TUR e Besiktas/TUR. Desde 2010, atua no Catar, no Al-Rayyan.
“É uma coisa engraçada, pois não fui nem campeão goiano, enquanto fui bicampeão paulista pelo Santos. Mas pelo Goiás nós chegamos a Libertadores, quando eu sai do time já tínhamos conquistado a vaga na Libertadores. É o time que me projetou para o cenário nacional e mundial que eu tenho um carinho muito grande. Tenho amizade com o Hailé, e também pelo carinho que a torcida sempre teve comigo. Tenho um carinho muito grande. Eu sou Goiás.”
O contrato de Tabata com o Al-Rayyan/CAT se encerra no dia 30 de Junho. Confira a entrevista completa em:
O atacante Lucão afirmou, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (19), que o Goiás precisa realizar uma boa preparação para suportar bem o provável calendário apertado que se imporá pela frente. Com a paralisação das competições, que já passa de 90 dias, as datas ficaram escassas com muitos jogos pela frente.
Uma das soluções aventadas para encaixar todas as demandas de calendário é realizar partidas a cada 48 horas. Já avaliando essa possibilidade, Lucão reforça a necessidade de se preparar da melhor forma possível.
– Fomos pegos de surpresa pela pandemia ainda no início da temporada. Isso dificulta, faz com que ainda tenhamos muitos jogos para disputar. Acho que vai ser um ano corrido, com pouco tempo de treinamento e muitas partidas e viagens. Vamos ver quais serão as soluções encontradas para ajustar o calendário ao tempo que resta. Apesar disso tudo, dessa correria, espero que o Goiás se prepare bem e que possamos ter uma temporada de vitórias – afirmou.
No Goiás, Lucão espera ter mais espaço na Série A. No ano passado, pelo Fluminense, o atacante fez sua estreia na elite nacional, mas fez apenas seis aparições, todas saindo do banco de reservas. Segundo ele, no Verdão há a oportunidade de “estrear de verdade” no Brasileirão.
– Vai ser minha estreia de verdade na Série A. Entrei em alguns jogos ano passado pelo Fluminense, mas agora tenho essa oportunidade para mostrar meu trabalho e contribuir com tudo que tenho para ajudar o Goiás – pontuou.
Lucão ainda comentou sobre a ansiedade para retomar os jogos, mesmo que sejam amistosos. “Sobre Goianão ou volta com outro torneio amistoso, a gente quer jogar. Estamos loucos para voltar a trabalhar. Se voltar sem o Goiano, vamos jogar como se fosse oficial. Se for com o Goiano, jogar com tudo para conquistar mais um Estadual”, afirmou.
Uma das grandes dúvidas vividas no meio do futebol brasileiro atualmente é o retorno das partidas dos campeonatos regionais e nacionais. O primeiro torneio que retomou as atividades foi o Carioca, mas em âmbito nacional ou mesmo em Goiás, a volta é incerta.
E em caso de retorno dos campeonatos nacionais, existe uma dúvida se o calendário seria capaz de suportar um Brasileirão com 38 rodadas. Há, inclusive, uma proposta da CBF para realizar jogos com apenas dois dias de intervalo. A sugestão gera debate e também críticas.
Em videoconferência, o lateral esquerdo do Atlético, Nicolas, comentou sobre o assunto e disse que antes de qualquer decisão tomada, o que tem que ser levado em conta que os atletas são seres humanos e poderão sofrer com isso:
E em meio a essa colocação, o atleta se mostrou favorável a uma possível mudança no formato de disputa na competição. Para muitos, essa seria uma melhor solução, evitando assim o grande desgaste dos jogadores e o grande deslocamento que essas equipes iriam realizar.
Um novo formato ainda é incógnita visto que a própria CBF não aprova a ideia, mas ainda não descartou totalmente. Sobre esse tema o lateral esquerdo se posicionou:
Nicolas ainda comentou sobre a possível competição amistosa entre os times do estado que têm calendário nacional. Goiás, Atlético, Vila Nova, Crac e Goianésia, disputariam um torneio de preparação para as competições nacionais, em caso de um possível retorno:
O Atlético lança hoje um novo escudo, às 19h, por meio de suas redes sociais. O Esporte Goiano irá realizar a cobertura do evento com transmissão ao vivo. Acompanhe-nos por aqui e pelas nossas redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram e Youtube.
O Vila Nova acredita que o elenco terá condições ideais de jogo daqui a seis ou oito semanas. A avaliação é do preparador físico Leonardo Bassotto, que concedeu entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (19) e detalhou a situação atlética do plantel nesse retorno aos treinos.
Segundo Bassotto, o mínimo para que se possa colocar o time em campo é quatro semanas. “Para a condição ideal, vamos precisar de seis a oito semanas”, afirmou.
Ele frisou ainda que é importante, quando as competições voltarem, não sobrecarregar os atletas com jogos muito próximos. Bassotto cita que o tempo ideal de intervalo entre partidas seria de uma semana. “Teríamos tempo suficiente para recuperar nosso atleta e proporcionar uma carga de treino relevante que o faça crescer em seu potencial”, destacou.
O plantel colorado ficou parado por cerca de 90 dias. Lidar com atletas com esse período de inatividade não é novidade para Bassotto, mas a restrição de outras atividades físicas em academias e até mesmo nas ruas é inédito para o preparador. “Não temos um precedente para fazer um comparativo. Ainda estamos fazendo avaliações de todos os aspectos para entender melhor como cada um chegou”, pondera.
O preparador informou que praticamente todos retornaram acima do peso que estavam à época da paralisação e destaca que as primeiras atividades serão para homogeneizar o grupo.
– A principal característica nesse retorno é a diferença entre eles. Não há uma homogeneidade no grupo. Antes de proporcionarmos uma carga excelente, a gente precisa colocar todos em um patamar similar, para que o impacto do trabalho não seja muito diferente entre eles – afirmou.