Na tarde desta quarta-feira (12), o elenco do Vila Nova passou por uma nova testagem, do tipo PCR, para identificar contaminação do novo coronavírus. Apesar das mudanças no protocolo da CBF, o clube colorado segue com o laboratório que realizou os exames na última semana e que apresentou problemas.
Na ocasião, novos testes foram feitos e os resultados só chegaram ao clube na manhã de sábado, horas antes da partida contra o Manaus, que terminou empatada em 1 a 1. O zagueiro Adalberto e o atacante Rodrigo Alves ficaram fora do jogo. Na contraprova, ambos apresentaram resultados negativos para Covid-19.
Ao todo, 31 testes foram realizados, sendo 30 em atletas e um no treinador Bolívar. A previsão é que os resultados sejam entregues em 24 horas, ou seja, na tarde de quinta (13), o clube já deve saber com quem poderá contar na próxima partida.
O Tigrão volta a campo no sábado, 17h, contra o Paysandu, no estádio Onésio Brasileiro Alvarenga. O confronto é válido pela segunda rodada do Brasileirão Série C.
O Goiânia confirmou para o próximo sábado (15) a apresentação de um novo escudo. Ao Esporte Goiano, o presidente do clube, Alexandre Godói, informou que a intenção é já utilizá-lo a partir da divulgação, caso não haja reprovação dos conselheiros alvinegros.
– A ideia do novo escudo é marcar uma fase nova no Goiânia Esporte Clube. O escudo é moderno bonito e vem para recuperar a autoestima do torcedor do Galo, com respeito ao passado e olho no futuro – afirmou o mandatário.
Segundo o presidente, a inovação na marca faz parte de um processo de transformação do clube alvinegro. Godói promete que, além do que já foi feito, novas ações surgirão.
– Estamos reformando a Vila Olímpica para dar uma qualidade de treino aos jogadores, criar um ambiente mais favorável. Vamos trazer inovação também no escudo. Vai vir muita coisa boa por aí. Vamos apresentar aquela visão nossa de empreendedorismo e inovação – disse o mandatário.
Recentemente, Goiás e Atlético também apresentaram novos escudos. O Galo seria, portanto, o terceiro dos quatro principais clubes da capital a alterar o brasão em pouco mais de um ano.
Matheus Henrique Frizzo foi um dos reforços do Atlético Goianiense para a disputa da Série A deste ano. O meio-campista chegou por empréstimo do Grêmio e participou dos jogos-treino realizados após a longa paralisação do futebol brasileiro e está ansioso para a primeira divisão e já mira o duelo contra o Flamengo, nesta quarta-feira (12).
O jogador passou na base do Corinthians e São Paulo antes de chegar no Grêmio, onde chegou a final do Brasileirão de Aspirantes sub-23 e se profissionalizou, disputando a última rodada da Série A no ano passado contra o Goiás, em Goiânia.
A Anapolina realizou na última semana um trabalho de desinfecção do CT Leandro Ribeiro para receber os treinamentos da equipe sub-20. As atividades começaram na segunda-feira (10). Atualmente, são realizados apenas trabalhos físicos.
A higienização foi uma medida tomada para minimizar os riscos de contágio pelo coronavírus Sars-CoV-2.
Todos os cerca de 20 jogadores do sub-20 e também integrantes da comissão técnica fizeram testes para diagnóstico da Covid-19.
A Anapolina mantém apenas a categoria sub-20 e expressou apoio à realização de um torneio em substituição ao Goiano da categoria, sugerido pela FGF em reunião na semana passada.
A história do automobilismo brasileiro também pode ser contada pelas mulheres. Pilotos como a paulista Bia Figueiredo, na Stock Car; as paranaenses Débora Rodrigues e Márcia Arcade, a pernambucana Danusa Moura e a gaúcha Cristina Rosito, na Truck; escreveram seu nome no esporte e demonstraram que as pistas podem ser um espaço feminino.
Única mulher nas pistas em 2020, Débora Rodrigues contou sua história ao Esporte Goiano.
A paixão pelo caminhão corre nas veias da piloto e é uma herança de família: “A paixão por caminhão é uma coisa que eu já nasci com ela, porque eu quase nasci na boleia. Eu sou filha, sobrinha e irmã de caminhoneiro. Então, eu cresci no caminhão e dirijo desde os 12 anos de idade”, afirmou.
Segundo Débora, ela nunca se imaginou como piloto de automobilismo, mas sempre gostou de acelerar e brincar de moto no interior do Paraná. “Na verdade eu nunca me imaginei piloto, porque a gente sabe que o automobilismo é um esporte caro e eu não tinha condição nenhuma. Então, eu nem sonhava em ser piloto. Mas eu sempre gostei de acelerar e fazer minhas brincadeiras de moto lá no interior. Quando eu imaginava: ‘ah se você pudesse ser piloto, você faria o quê?’, eu pensava em correr de motocross. Mas nunca me imaginei no caminhão (como piloto). Foi coisa do destino”, relatou.
O primeiro contato com a categoria Truck veio de forma inusitada. Durante uma gravação de um quadro comandado por Otávio Mesquita para o programa Domingo Legal, do então apresentador Gugu Liberato. “Eu acabei andando, pilotando o caminhão e lógico fiquei apaixonada pela coisa. Mas só consegui concretizar isso quando conheci o Renato Martins (esposo da Débora). Ele abraçou a minha ideia de querer correr e tudo mais. E foi como consegui participar da Truck”, disse Débora.
Foto: Vanderley Soares/+Brasil
Copa Truck
A piloto de 52 anos, iniciou sua participação na categoria em 1998. Nesse período, outras mulheres como Márcia Arcade, Danusa Moura, Cristina Rosito e a uruguaia Carolina Canepa também disputaram corrida na extinta Fórmula Truck – atual Copa Truck.
Porém, nenhuma delas foi tão longeva quanto Débora, que há 22 anos pilota seu caminhão nos circuitos espalhados por todo o Brasil. “Essa trajetória é um retorno de todo o trabalho que eu faço junto com a minha equipe na pista. Tendo equipes eficientes, porque eu estava na RM Competições/Volkswagen. No ano passado eu mudei de equipe e fui para a AM Motorsport/Mercedes-Benz. Para você ficar 22 anos em uma profissão e se você não tiver competência, essa coisa de ser mulher ou deixar de ser mulher, acaba. Então, eu acho que o mais importante é o retorno do trabalho que eu faço nas pistas”, declarou.
Segundo Débora Rodrigues, o período pré-Copa Truck 2020 foi muito difícil de lidar, devido à perda dos patrocinadores. “Não tinha corrida, não tinha patrocínio, mas os custos continuaram. Eu fiquei sem nenhum patrocinador. Agora, que estamos retornando, estou conseguindo uma coisa ali e outra aqui. Mas está bem difícil. Viver de esporte em um país como o Brasil, onde só se reconhece o futebol, é complicado, não é fácil não”.
Etapa em Goiânia
Foto: Vanderley Soares/+Brasil
Neste final de semana, sábado (15) e domingo (16), o Autódromo de Goiânia receberá a terceira e quarta etapa da Copa Truck.
De acordo com a piloto do caminhão #7, a preparação para as provas deste final de semana está sendo realizada com a mesma intensidade que vinha sendo realizada antes do início da temporada.
“Tivemos esse problema da pandemia e todo mundo parou. Nós não paramos, nós continuamos. Porque, embora não tivesse tendo corrida, os mecânicos da equipes são fixos. Então, durante esse período sem competições, mantivemos nossa equipe trabalhando”, relatou.
“Pilotar com a razão, não com a emoção…”
Os caminhões irão disputar quatro corridas, sendo duas na tarde de sábado (15) e duas na tarde de domingo (16), em um prazo de pouco menos de 24 horas. A piloto Débora Rodrigues fez uma análise do que pode acontecer nessa etapa especial em Goiânia.
Segundo a piloto da AM Motorsport, disputar duas etapas, quatro corridas no mesmo final de semana é um grande desafio para todos os pilotos do grid, pois “você não pode desperdiçar nada. É muita responsabilidade e você não tem margem pra erros. Então, você tem de estar pilotando e fazendo contas”.
Foto: Vanderley Soares/Copa Truck
Débora revelou ter um carinho especial pelo circuito goiano e falou sobre sua expectativa para a segunda e terceira etapas da Copa Truck.
“Eu gosto muito do circuito de Goiânia. Já estive vária vezes no pódio. Espero estar no pódio novamente, principalmente nesse final de semana. Quero fazer uma homenagem ao meu marido (o piloto Renato Martins) que não poderá estar na corrida, devido a problemas de saúde. E gostaria muito poder dedicar esse pódio para ele. Então, eu vou estar com a faca nos dentes”, afirmou.
Débora Rodrigues, também, deixou um recado especial para os seus fãs que não poderão estar presentes no Autódromo de Goiânia: “É muito triste correr sem a torcida, sem o público. A impressão que eu tenho, quando acordo, vou pra pista e vejo a arquibancada vazia é que o mundo acabou e eu fui a única sobrevivente. Então é muito triste e depressivo. Mas nós temos que continuar para o bem da categoria e para levar um pouco de alegria, pelo menos, pela TV. Eu sinto muita falta da galera. Para mim, a energia do público e o calor humano da torcida são duas coisas insubstituíveis”.
O Atlético estreou na competição com o atual formato em 2010. O Dragão enfrentou o Grêmio na partida que marcou sua volta à elite do futebol brasileiro, no Serra Dourada. O duelo terminou em 0 x 0.
Naquela temporada, o clube goiano se safou do rebaixamento na última rodada, diante do Vitória/BA. 2010 foi o último ano que o estado de Goiás teve dois representantes na elite do Brasileirão, e naquele ano o time campineiro escapou do rebaixamento, diferentemente do Goiás, que caiu.
Em 2011, o Rubro-Negro, pelo segundo ano consecutivo na Série A, enfrentou na estreia o Coritiba. Desta vez, saiu vencedor. O Dragão derrotou o Coxa pelo placar de 1×0, jogando no estádio Couto Pereira. No final da competição, a equipe goiana ficou em 13º, com 48 pontos.
Na terceira participação seguida na elite, em 2012, ano que que também marcou a estreia na Copa Sul-Americana, o Atlético começou a campanha num empate sem gols com o Cruzeiro, no Parque do Sabiá, em Uberlândia. O final do campeonato marcou o descenso atleticano, com apenas 30 pontos, na 19ª posição.
Depois de cinco anos afastado da elite, o clube retornou em 2017, em grande estilo, sendo campeão da Série B de 2016. Porém, na estreia o time conheceu a sua primeira derrota, em partidas iniciais do torneio. Foi goleado pelo Coritiba por 4×1, no estádio Couto Pereira. Naquele ano, o Dragão foi rebaixado, na última colocação, com 36 pontos.
Veja as escalações do time nas estreias:
2010 – 08/05/2010 – 18h30 – Atlético 0x0 Grêmio
Atlético: Edson; Ayrton, Welton Felipe, Gilson e Chiquinho; Agenor, Elias (Róbston), Pituca (Keninha) e Ramalho; Juninho (Rodrigo Tiuí) e Marcão. Técnico: Geninho
2011 – 22/05/2011 – 16h00 – Coritiba 0x1 Atlético
Atlético: Márcio (Roberto); Adriano, Gilson, Anderson e Thiago Feltri; Agenor, Pituca, Ramalho (Preto) e Vitor Júnior (Felipe Brisola); Felipe e Marcão. Técnico: Marcelo Oliveira
2012 – 20/05/2012 – 20h30 – Cruzeiro 0x0 Atlético
Atlético: Roberto; Joilson, Gilson, Paulo Henrique, Ernandes; Pituca, Marinho (Juninho), Fernando Bob e Elias (Willian); Digo Campos,e Bida Técnico: Adilson Batista
2017 – 15/05/2017 – 20h00 – Coritiba 4×1 Atlético
Atlético: Klever; Eduardo, Ricardo Silva, Roger Carvalho e Bruno Pacheco; Marcão Silva, Igor (Andrigo) e Jorginho (André Castro) e Walterson (Júnior Viçosa); Everaldo e Walter. Técnico: Marcelo Cabo
O Atlético conseguiu um recurso que garante que os jogadores que testaram positivo para a Covid-19 nos últimos exames possam entrar em campo contra o Flamengo, hoje às 20h30, no Olímpico. Segundo o médico do clube, Gleyder Sousa, os jogadores estão com carga viral baixa e têm condições normais de estar em campo.
O clube alega que os atletas estão em fase final de contaminação, e por isso, estão com a capacidade de transmissão muito baixa do vírus. Ao Esporte Goiano, Gleyder Sousa afirmou que a decisão tem embasamento médico.
– Na nossa última reunião com a CBF, foi apresentado um estudo do CTC e validado pelo Dr. Clóvis, que é o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. Esse estudo garante que pessoas que passaram pela quarentena de 10 dias, sendo assintomático, mesmo com PCR positivo, não tinha potencial de transmitir essa doença. Ainda hoje que será divulgado esse novo protocolo da CBF. Já sabendo dessa possibilidade, ontem já tinha preparado esse recurso. Então ontem nem teve discussão, montamos e comprovamos através dos prontuários dos jogadores que eles foram monitorados por todo o período assintomáticos, então foi só aguardar a confirmação dos exames e o encaminhamento do recurso de forma rápida.
O médico garante, por meio dos meios médicos e estudos de infectologia, que os jogadores estão aptos a participarem da partida de logo mais, e que não apresentam riscos à saúde de terceiros.
– Pela determinação da CBF com documento oficial, eles estão liberados para atuar hoje na partida. Com relação a transmissão eu garanto baseado em protocolos, da CBF e de representantes de peso da Sociedade Brasileira de Infectologia, então meu pensamento é baseado nos especialistas em infectologistas.
Atlético e Flamengo duelam pela segunda rodada do brasileiro no estádio Olímpico. Será a primeira partida do dragão na competição, visto que na rodada de estreia, teve seu jogo adiado contra o Corinthians, devido a presença do time paulista na final do campeonato estadual de São Paulo.
A brilhante campanha da Rensga no Circuito Desafiante 2020 terminou na noite desta terça-feira (11). A organização goiana foi derrotada pela Team oNe na semifinal do 2º split por 3 a 1 na melhor de cinco e está eliminada.
Os cowboys bem que tentaram, mas não era a noite mais inspirada. Os golden boys chegaram a abrir 2 a 0. Na terceira partida, os goianos reagiram e mantiveram vivas as esperanças. No duelo seguinte, porém, a Team oNe fechou o confronto.
A campanha goiana em 2020 foi histórica. A Rensga conquistou nove vitórias e perdeu apenas seis partidas, sendo três para a favorita RED Canids e duas para a própria Team oNe.
O futuro agora é incerto. A Riot Games já informou que esta seria a última edição do Circuito Desafiante. No próximo ano, a empresa trabalhará nos moldes de franquia. A Rensga tem interesse em obter uma vaga no CBLoL nesse sistema, mas precisa enfrentar outras candidaturas fortes.
Após não estrear na primeira rodada, o Atlético Goianiense inicia sua caminhada na Série A na noite desta quarta (12). A partir das 20h30, encara o Flamengo, atual campeão brasileiro e da Libertadores, no estádio Olímpico. Seguindo o protocolo de segurança, a partida não terá presença de público. O grande problema para a equipe goiana foi a notícia recebida: quatro atletas testaram positivo para Covid-19.
O Atlético chega com dúvidas para o confronto desta quarta. Na noite de terça, o Dragão foi comunicado que quatro atletas (nomes não divulgados) tiveram resultados positivos para Covid-19. O clube entrou com recurso junto à CBF e deve realizar exames de contraprova.
Se puder contar com todos os jogadores à disposição, o técnico Vagner Mancini garantiu que o time não terá mudanças na formação titular. Jorginho, que não participou da maioria dos jogos-treinos, deverá marcar presença.
A única baixa do elenco, além dos casos positivos é o atacante Renato Kayzer, que sofreu um rompimento parcial do músculo adutor da coxa esquerda. Júnior Brandão deverá ser o seu substituto. Será a estreia de Vagner Mancini em partidas oficiais à frente do comando do Dragão.
FLAMENGO
Vindo de derrota na estreia da competição, onde foi derrotado pelo Atlético-MG por 1×0, em pleno Maracanã, o Flamengo joga suas fichas na reabilitação na partida contra o time goiano.
O técnico Domenéc Torrent não descarta a possibilidade de fazer algumas alterações na equipe, visando um desgaste menor de seus jogadores. No entanto a necessidade de um resultado positivo pode fazer com que ele escale o que tem de melhor.
A grande novidade fica por conta do meia Diego, que não esteve presente na partida diante o Atlético-MG, e agora viajou para Goiânia.
Ficha técnica: Atlético Goianiense x Flamengo 2ª rodada da Série A Data: 12 de agosto de 2020 Horário: 20h30 Local: Estádio Olímpico, em Goiânia
Árbitro: Luís Flávio de Oliveira- SP Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Miguel Caetano Ribeiro da Costa – SP Árbitro de Vídeo: José Cláudio Rocha Filho- SP Assistentes de Árbitro de Vídeo: Douglas Marques da Flores e Fabrício Porfírio de Moura – SP
ATLÉTICO*: Jean; Dudu, Oliveira, Gilvan e Nicolas; Edson, Marlon Freitas e Jorginho; Matheuzinho, Ferrareis e Júnior Brandão. Técnico: Vagner Mancini
FLAMENGO*: Diego Alves; Rafinha, Rodrigo Caio, Léo Pereira e Filipe Luís; Willian Arão, Gérson e Éverton Ribeiro; Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabigol. Técnico: Domenéc Torrent
* É importante ressaltar que podem pintar outras ausências em ambas as equipes, dependendo dos resultados dos exames para Covid-19 realizados pela CBF no domingo (9). Todos os jogadores dos elencos foram testados, seguindo a risca os protocolos de segurança. No Atlético o clube não informa quem são os jogadores testados positivamente. Eles ficarão de fora não apenas da partida, como serão afastados do elenco – e dos treinos – pelo período de 14 dias. Devido a esse fator, a escalação pode não ser condizente com a real.
Sem poder estrear no último final de semana contra o São Paulo no estádio da Serrinha, o Goiás volta suas atenções para o jogo contra o Athletico-PR, nesta quarta-feira (12), às 19h15, na Arena da Baixada. O time esmeraldino viajará para Curitiba com muitos desfalques e uma equipe mesclada por titulares, reservas e jogadores do Aspirantes.
Os desfalques certos do Goiás são o goleiro Tadeu, o zagueiro David Duarte, o lateral Jefferson, os volantes Sandro e Ratinho e os atacantes Keko, Rafael Moura e Lucão do Break. Todos esses jogadores apareceram na lista de contaminados pela Covid-19 divulgada pelo atacante Rafael Moura, na última segunda-feira (10).
O volante Gilberto Júnior também apareceu na lista, mas o mesmo já tinha testado positivo antes do jogo contra o São Paulo, e já cumpriu quarentena. Ele já retornou aos treinos, mas está fora do jogo em Curitiba, por não ter ritmo de jogo.
O único retorno para o time titular do Goiás é do zagueiro Rafael Vaz, que não estava contaminado, mas estava no departamento médico por uma lesão no tornozelo. Ele deverá fazer a dupla de zaga com Fábio Sanches.
O Athletico-PR, ao contrário do Goiás, ganhará o retorno de muitos titulares. São cinco no total: o goleiro Santos, o zagueiro Thiago Heleno, o volante Wellington, o meia Marquinhos Gabriel e o atacante Bissoli. O Furacão jogou na primeira rodada e venceu o Fortaleza por 2 a 0, no Castelão.
Ficha técnica: Athletico-PR x Goiás 2ª rodada – Brasileirão Série A Data: 12/08/2020 Horário: 19h15 Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Arbitragem: Diego Pombo Lopez (BA) apita, auxiliado por Alessandro Alvaro Rocha (FIFA-BA) e Jucimar dos Santos Dias (BA)
Athletico-PR: Santos; Jonathan, Thiago Heleno, Felipe Aguilar e Abner; Wellington, Marquinhos Gabriel e Léo Cittadini; Nikão, Vitinho e Bissoli. Técnico: Dorival Júnior.
Goiás: Marcelo Rangel; Yago Rocha, Fábio Sanches, Rafael Vaz e Rodrigues; Breno, Daniel Bessa e Thalles; Vinicius Lopes, Douglas Baggio e Victor Andrade. Técnico: Ney Franco.