O técnico do Itumbiara, Júnior Lopes, lamenta a paralisação do futebol visto que a equipe vinha em uma crescente no Campeonato Goiano e já ocupava a terceira posição do Grupo A com quatro pontos conquistados.
“Lógico que todos lamentamos a paralisação (das atividades), primeiro pela questão da saúde e do aumento do número de casos (de pessoas infectadas) pela pandemia. E depois, pela questão profissional e o momento da equipe que apresentava uma evolução no torneio como eu falei com nossos atletas”, declarou Júnior Lopes.
O Gigante do Vale volta a campo pela 5ª rodada, a última do 1º turno do Goianão, no dia 01/04, para encarar o Atlético-GO no Estádio JK, às 16h.
O atacante Wellington Rato, do Atlético Goianiense, deve estar com os dias contados como jogador rubro-negro, isso porque o atleta deverá ser negociado com o V-Varen Nagasaki, da segunda divisão do Japão.
O Dragão aceitou a proposta feita pelo clube e agora resta somente ao atleta correr contra o tempo para assinar contrato com a equipe asiática, visto que a janela de transferência do futebol japonês se encerra no início de abril. Caso consiga, a negociação será concretizada. A informação foi do presidente Adson Batista, para a Rádio Sagres.
A oferta aceita pelo Dragão gira entorno de 250 mil dólares, algo entorno de 1 milhão e 300 mil reais, que será pago a vista. Inicialmente este valor seria parcelado pelo time japonês, o que foi recusado pelo rubro-negro.
Com a aceitação da proposta cabe ao jogador agora correr para regularizar as questões sanitárias para o visto internacional, devido a pandemia. Somente assim poderá assinar o contrato com o time japonês até o dia dois de abril, dia do encerramento da janela de transferência internacional do futebol japonês.
– O Rato conversou comigo lá atrás, eles vieram e ofereceram um dinheiro que não tinha condição de eu aceitar. Eu dobrei a proposta, mas do que dobrei, e eles aceitaram pagar o que pedimos. O tempo é muito curto, eu dei minha palavra e o jogador veio me pedir para sair. Jogador de 29 anos se ficar aqui irá ficar frustrado, então tem que avaliar muita coisa. Dentro do que vimos e decidimos, se eles conseguirem resolver a questão do jogador entrar no Japão, que não é fácil devida a questão sanitária, eu irei cumprir minha palavra, se não ocorrer eu não posso afirmar.
Rato chegou ao Atlético no meio do ano de 2020, vindo do Ferroviário do Ceará. O Atlético adquiriu o jogador pelo preço de 10 mil reais, que foram pagos pela multa rescisória junto a equipe cearense. Pelo Dragão foram 30 jogos com seis gols marcados, pela Série A e Goianão 2020.
O técnico do Goianésia, Luan Carlos, destacou a grande importância que a partida contra o CRB pela primeira fase da Copa do Brasil, tem para o Azulão do Vale para o restante da temporada. Vivendo uma crise financeira, o Goianésia tem no duelo contra os alagoanos a esperança de aliviar as finanças para o restante do ano.
Devido a isso Luan salientou que irá fazer mudanças no time para o jogo de sábado (27), às 15h30, no Giulite Coutinho, no Rio de Janeiro. A partida ocorrerá em solo carioca pois o estado de Goiás está proibido de receber jogos até o dia 31 de março, devido ao decreto estadual.
– É um momento difícil para os clubes tentarem sem manter, principalmente na questão financeira, menos patrocínio, não tem renda de jogos pois não tem público nos estádios. Então é um período complicado para equipes de menor expressão como é o Goianésia. Uma vitória contra o CRB traria um pouco de alívio financeiro para os cofres do clube e a gente sabe que o time poderia se planejar melhor na temporada, pois ainda temos o Campeonato Brasileiro da Série B. Então é um jogo importante, o jogo do ano para nós e vamos buscar vencer e ajudar o time na questão financeira.
Em caso de classificação para a segunda fase o Azulão do Vale irá faturar uma premiação de 675 mil reais. Por somente participar o clube já faturou 560 mil reais, desta maneira se sair vencedor do duelo, o time irá pegar 1 milhão e 235 mil reais.
Sem ainda saber se terá desfalques para a partida, Luan Carlos afirmou que irá mexer nos 11 iniciais para o duelo contra o Galo da Pajuçara. O Goianésia ainda espera a análise final do seu departamento médico e os resultados dos exames da Covid-19.
– Vamos fazer mudanças na equipe, até porque é um jogo específico, um jogo único e precisamos do resultado. Necessito alinhar algumas estratégias com o meu time para poder chegar forte nesta disputa. Nós não temos desfalques ainda confirmados, estamos analisando os jogadores no DM, tem os exames da Covid, que só vamos receber o resultado horas antes de viajar. Chegando na cidade do Rio temos mais testes a serem feitos, então estamos naquela dúvida, mas estou com um time na cabeça e já pensando na formação ideal. É um jogo que somente 11 não irá resolver, é um jogo para 16 jogadores entrarem e fazer com que a gente saia classificado.
O diretor de marketing do Goiás, Tiago Pinheiro, em entrevista à Rádio Bandeirantes Goiânia esclareceu a situação da venda dos direitos do naming rights da Serrinha, para um futuro patrocinador que bancaria o restante das obras do estádio. Segundo o profissional o acordo está bem encaminhado, apesar de não garantir que deverá ser fechado em breve.
O diretor ainda salientou que o nome do estádio mudará e deverá ser tratado em todos os meios de comunicação, principalmente do grande parceiro do time que é a TV Globo, em suas transmissões. Por fim destacou que o patrocínio não vem de uma empresa de construção civil, e será pagado por mês ao Goiás.
– Já tivemos uma avanço interessante, talvez isso há anos atrás nem seria levado em discussão. Eu não posso nem dizer que estou perto ou se estou longe de um acerto, até porque ainda estamos negociando isso. Essas tratativas hoje está numa situação que temos propostas, temos negociação, mas que ainda não temos definição. Porém o que eu posso dizer é que temos uma boa expectativa de acerto. Dentro da proposta que fizemos, temos todo o interesse de fechar, é algo bem interessante para o clube sim.
Tiago Pinheiro ainda afirmou que com a parceria a mudança do nome do estádio será realizada. Desta forma o nome Estádio Hailé Pinheiro não existirá mais, e todos os meios de comunicação deverão direcionar a nova arena com o nome do futuro patrocinador.
Um dos grande embates dos clubes são direcionados as transmissões de TV, que por não terem os mesmos patrocínios, acabam não denominando o estádio da mesma maneira. Isso não deverá ocorrer segundo o diretor de marketing, pois tudo já foi acordado.
– Quando começamos a buscar esse possibilidade de negócio, foi em relação a esse diálogo com o nosso principal parceiro, que é a TV Globo. Hoje sim é possível que a gente tenha essa modalidade onde o nome do estádio passa a ser o nome do patrocinador que irá acertar. E ai naturalmente, durante este período de contrato temos pactuado com todos, que o nome do estádio passa a ser esse orientado pelo patrocinador, passa a ser um nome só para todo mundo.
Projeto da Arena / Arte: Comunicação GEC
Por fim o diretor ainda destacou que todo o dinheiro destinado do futuro patrocinador será exclusivamente direcionado ao término da construção do estádio. Tiago afirmou que o pagamento do patrocínio será de forma mensal e não de apenas uma única parcela.
– Toda a capitação de recurso direcionado ao estádio, nesse caso pelo naming rights da arena, ele será destinado exclusivamente para a conclusão das obras da Serrinha. Isso foi uma orientação do presidente Paulo Rogério em definitivamente concluir isso. É um novo dinheiro que não existe nos cofres do clube, é uma nova fonte de receita que estaremos destinando para a conclusão do estádio. Deste negócio que estamos conversando é um patrocínio, que não é de construção civil, a grana será disponibilizada para terminar a construção, não seria um parceiro que viria para terminar a obra por si só. É um pagamento mensal, gerando um tipo de receita contínua e assim conseguimos tocar as coisas muito bem organizadas.
O Corinthians será o rival do Atlético Goianiense na estreia do Campeonato Brasileiro de 2021, o jogo será realizado na cidade de São Paulo. A tabela da Série A foi divulgada na noite desta quarta-feira (24) pela CBF e colocou o Dragão frente a frente contra o Corinthians.
A competição está marcada para começar no dia 29 de maio, no fim de semana seguinte à decisão dos estaduais, e terminar em 5 de dezembro.
Único representante goiano na elite do futebol nacional, o Dragão tirou sarro dos rivais. Em uma postagem do perfil oficial do Brasileirão no Twitter, questionando sobre o possível rival na estreia, o Rubro-Negro respondeu: “Eu sei que não vai ser outro time goiano”.
Eu sei que não vai ser nenhum outro time goiano!
— Atlético Clube Goianiense (@ACGOficial) March 24, 2021
Veja como ficaram os confrontos do Atlético no primeiro turno da Série A:
1ª rodada – Corinthians x Atlético 2ª rodada – Atlético x São Paulo 3ª rodada – Cuiabá x Atlético 4ª rodada – Atlético x Fortaleza 5ª rodada – Athletico x Atlético 6ª rodada – Atlético x Fluminense 7ª rodada – Atlético x Red Bull Bragantino 8ª rodada – Atlético-MG x Atlético 9ª rodada – Grêmio x Atlético 10ª rodada – Atlético x Sport Recife 11ª rodada – Juventude x Atlético 12ª rodada – Atlético x Palmeiras 13ª rodada – Santos x Atlético 14ª rodada – Atlético x América-MG 15ª rodada – Ceará x Atlético 16ª rodada – Bahia x Atlético 17ª rodada – Atlético x Chapecoense 18ª rodada – Atlético x Internacional 19ª rodada – Flamengo x Atlético
A transferência do confronto com o CRB para o estádio Giulite Coutinho, em Mesquita, tirou do Goianésia a única vantagem no confronto pela primeira fase da Copa do Brasil, segundo o técnico Luan Carlos.
De acordo com ele, o lucro agora é todo do time alagoano. “Em se tratando de jogo único, prejudica muito. A única vantagem que a gente tinha no confronto era jogar em casa. Perdemos esse benefício. A vantagem é do CRB, que pode empatar”, disse. “Estamos bastante tristes por ter que jogar fora de casa”, completou.
Luan Carlos, todavia, destaca que esta definição foge das mãos do Goianésia. Para superar o fato de atuar longe do Valdeir de Oliveira, o técnico aposta numa boa estratégia para surpreender o CRB.
– Estamos vivendo um mundo de incertezas e mudanças. Precisamos nos adaptar a ele. Temos tentado fazer o máximo para nos adaptar ao novo momento. É se adaptar, tentar fazer nosso melhor, deixar os jogos concentrados para fazer um bom jogo contra o CRB. Vamos tentar superar mais essa adversidade.
O ex-presidente do Goiás, Sérgio Rassi, fez críticas ao que chamou de ‘apadrinhamento’ no clube. Em entrevista ao TBC Esporte, comentando uma carta da torcida que pedia as saídas de dirigentes como Osmar Lucindo e Harlei Menezes.
Rassi poupou Lucindo e elogiou o trabalho do diretor na base. Porém, deixou claras as divergências com o trabalho de Harlei. “Acho que somos o que fazemos ou deixamos de fazer. Penso que o Goiás tem que ser modernizado em sua gestão, enaltecendo a meritocracia, em vez de ficar com apadrinhamento no clube”, disse.
Rassi lembrou que enfrentou um grave problema financeiro quando assumiu o clube, em 2014. Porém, com Marcelo Segurado no comando do futebol e Ricardo Drubscky como técnico, o Goiás, apesar do teto salarial de R$ 50 mil, sobreviveu na Série A.
Em 2015, destacou o ex-presidente, Harlei era o gestor e, nessa posição, trabalhou com seis técnicos diferentes, sendo dois interinamente. “O que aconteceu? Caímos para a Série B”, disse em tom de crítica.
Na Segundona de 2016, Rassi diz que, em consenso com Ediminho Pinheiro, contratou Felipe Ximenes, segundo ele tido como um dos cinco melhores gestores de futebol. Na temporada, foram três treinadores.
No ano seguinte, Harlei voltou e, lembra o ex-dirigente, já não havia mais dificuldade financeira. Porém, a gestão do futebol não agradou. “Quem era o diretor de futebol? O senhor Harlei Silva”. Mais uma vez, sob o comando do ex-goleiro, ele criticou as inúmeras trocas de técnicos na ocasião.
Erros e acertos
Rassi deixou o Goiás em 2017, após renunciar ao restante do mandato. Para ele, o maior acerto durante a gestão foi a política de austeridade financeira. “Estávamos com saldo negativo de R$ 24 milhões na conta bancária e uma dívida que beirava R$ 70 milhões. Quitamos todos os acordos, os empréstimos e adquirimos certidões negativas de débito. Deixamos o clube com quase R$ 42 miilhões”, lembra.
Na outra ponta, o maior erro foi na gestão do futebol. “Nos últimos dois anos não tínhamos problema de dinheiro. Aí atribuo como falha do gerenciamento do futebol. Não quero só culpar o Harlei. A culpa nunca é só de uma pessoa, mas de várias”, afirmou.
Rassi disse que deixou o Goiás depois de sentir-se “ultrajado por circunstâncias que ocorreram lá dentro”. “Era muito difícil mexer nos diretores de futebol”, completou.
O ex-presidente afirmou que não tem desejo de voltar a frequentar o clube, mesmo na condição de conselheiro.
– Enquanto tivermos pessoas no Goiás desempenhando funções importantes, pessoas que não acato nos cargos que estão ocupando, não vou ao Goiás. Não estaria contribuindo com absolutamente nada e estaria me poupando do desgosto de cruzar no corredor com pessoas desse tipo.
O goiano Marcelo Taveira, presidente do Goiânia Saints FA, será o Diretor Executivo da Confederação Brasileira de Futebol Americano (CBFA) pelos próximos quatro anos. Em entrevista exclusiva ao EG, Taveira nos contou como surgiu o convite da CBFA para ser Diretor Executivo.
“Eu já conhecia a Cris Kaji (Cristiane Kajiwara – Presidente da CBFA) há algum tempo através das redes sociais, via o trabalho que ela desempenhava em São Paulo e já a admirava. No ano passado foi realizado um Combine da Echelon Sports em Brasília, ela veio prestigiar o evento e trabalhar na organização também, foi onde a conheci pessoalmente e me aproximei dela.
Nesse mesmo evento, conheci pessoalmente também o Thiago Martins, conhecido no nosso cenário como “PH” e me aproximei dele, estabelecemos uma boa amizade. Quando a Cris estava procurando pessoas de confiança para montar a nova chapa, ele a lembrou do meu nome e foi daí que surgiu o convite para ser o Diretor Executivo dessa nova Gestão”.
Com passagens como atleta pelo Vila Nova Tigres e Goiânia Madkings, Marcelo Taveira foi fundador do Goiânia Saints.
O profissional que é um dos grandes expoentes do Futebol Americano, em Goiás, espera que a sua ida para a CBFA possa contribuir para a evolução da modalidade na região Centro-Oeste.
“Eu fiquei muito feliz pelo convite da Cris Kaji, pois veio como um reconhecimento por um trabalho que eu faço pelas equipes aqui em Goiânia desde 2014. Acredito que ter um representante de Goiás na Confederação pode despertar um lado mais ativo nos atletas aqui da região, e como Diretor Executivo, quero trabalhar para que nosso Estado seja reconhecido pelo país todo, para que nossos atletas tenham chances de serem vistos também nas seleções brasileiras, tanto do fullpad quanto do flag”, declarou.
De acordo com o Diretor Executivo, a Confederação pretende auxiliar os Estados que não possuem Federações Estaduais para que se organizem e se estruturem, como por exemplo Goiás que ainda não possui federação própria, para que possam crescer e se desenvolver com o suporte ainda que mínimo dos governantes.
Foto: Divulgação CBFA
Desde junho de 2017, a CBFA sofreu com a renuncia de três gestões: Guto Sousa; Rogério Pimentel e Ítalo Mingoni. Diante desse cenário, Marcelo Taveira afirma que “a CBFA pouco fez pelo esporte até hoje, se olhar o retrospecto das gestões, nenhuma delas terminou a gestão completamente, deixando a desejar”.
Sendo assim, para o Diretor Executivo os maiores desafios da nova gestão passam pela organização da casa, enxergando os buracos, as dívidas e também os créditos que a Confederação tem, para que seja possível dar andamento aos projetos.
“Além da organização da casa, nessa nova gestão nós precisaremos fomentar o esporte em um mundo de pandemia e pós-pandemia, o que sem dúvida não será nada fácil. Com isso nós pretendemos fortalecer o Flag Football, que é uma modalidade que participará dos Jogos Mundiais de 2022, possui campeonato mundial para ser realizado no fim deste ano e é uma excelente porta de entrada para o esporte, já que é uma modalidade derivada do futebol americano onde não há equipamento e não há colisão entre os atletas”, pontua.
Além disso, a CBFA pretende fortalecer e fomentar as seleções, em especial a de base (Sub-20), para disputar competições e elevar o nível do esporte aqui praticado, além do masculino adulto e também da seleção feminina fullpads. De acordo com Taveira, está em pauta a possibilidade da Confederação realizar seu próprio campeonato nacional, que hoje encontra-se sob gestão da BFA.
Foto: Acervo Pessoal Entrevistado
Futuro no Goiânia Saints
Marcelo Taveira está em seu segundo mandato na presidência do Goiânia Saints, cargo que assumiu em 2018.
Taveira revelou ao EG que continuará na presidência do Saints, pelo menos até o fim do segundo mandato, que se encerrará no final de 2021.
“De toda maneira, não há incompatibilidade nem moral, nem legal para que eu exerça os dois cargos, então se for possível conciliar os dois, pretendo continuar conciliando e ajudando o esporte em todas as frentes que eu conseguir”, concluiu.
A temporada de 2020 rendeu ao Vila Nova, além do título da Série C, uma campanha memorável no Brasileirão de Aspirantes. O Tigre foi vice-campeão e teve o atacante Matheus Porto como um dos destaques.
Hoje no Grêmio Anápolis, o jovem atacante espera ter mais oportunidades para mostrar seu futebol. Ele também falou sobre a infância e a base. Assista à entrevista completa:
A CBV não encontrou local para abrigar as partidas entre Anápolis Vôlei e Vila Nova, pelas quartas de final da Superliga B, nesta semana. Com o tempo apertado e o fim dos 14 dias de restrição em Goiás terminando na próxima quarta-feira (31), a tendência é que as partidas permaneçam no estado.
As cidades que foram procuradas para sediar os jogos entre os goianos foram Natal-RN, Campina Grande-PB, Rio de Janeiro, Aparecida de Goiânia, Caldas Novas, Itumbiara e Senador Canedo. Todas elas negaram o pedido.
Sem local para jogar, auriazuis e colorados esperam pelo dia 31 de março, quando se encerram as restrições na capital e em Anápolis, para marcar os jogos.
A confirmação das datas deve se dar somente após o período de retomada das atividades esportivas nos municípios. Por ora, as partidas seguem suspensas.