O volante Moacir já está integrado ao elenco do Vila Nova e foi oficialmente anunciado pelo clube na última quinta-feira (5). Em entrevista coletiva de apresentação, o jogador celebrou o seu retorno e comentou a respeito de suas últimas exibições dentro do futebol.
Moacir atuou pelo Vila em 2018, sendo titular absoluto e participando de 33 partidas na temporada. Três anos depois, o experiente meio-campista está de volta ao Tigre para ajudar a equipe ao longo da Série B do Brasileirão. Traçando um comparativo entre aquela época e o atual momento, o atleta fez algumas observações.
“A estrutura física melhorou, comparando 2018 e a minha volta agora, mas a alegria vivida dentro do clube é a mesma. Eu me identifico muito aqui. Não tive um bom começo de ano, mas a chegada aqui supre qualquer coisa, qualquer dificuldade, e por isso a minha identificação com o clube”, afirmou.
Dificuldades e estreia
Depois de defender a camisa vilanovense, Moacir partiu para o rival Atlético-GO e depois atuou por CRB e Criciúma. Aos 35 anos, ele falou dos recentes momentos complicados.
“Futebol é dinâmico demais, quem me acompanhou sabe que eu tive uma lesão no tornozelo, precisei ficar (parado) dois meses e em seguida veio a pandemia, então fiquei praticamente cinco meses sem jogar. […] A gente perde espaço muito rápido, futebol tem memória curta”, relatou.
O nome de Moacir já está publicado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF. Portanto, ele pode reestrear pelo Vila neste sábado (7), às 21h30, contra o Sampaio Corrêa.
Neste fim de semana, a Rensga protagoniza a sua primeira participação nos playoffs do Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLOL). No sábado (7), a partir das 13h, a equipe goiana encara a LOUD em um confronto de MD5. Para melhorar seu desempenho na competição, os Cowboys viajaram a São Paulo para sustentar uma conexão mais estável.
Atualmente, a Rensga é o único time do CBLOL a atuar fora de São Paulo. Em Goiânia, a equipe joga na Orbi Gaming e de vez em quando sofre com a conexão de Internet, considerando que o servidor nacional fica em SP. Por isso, não é incomum as partidas dos Cowboys serem pausadas por conta da conexão, algo que o clube quer evitar nos playoffs.
Na última quinta-feira (5), a comissão técnica e os jogadores desembarcaram na Terra da Garoa. O coach Gafone brincou um pouco a respeito da viagem. “É bom para apaziguar um pouco os ânimos, os coreanos estão sentindo muita falta de comida coreana. Em Goiânia só tem pamonha e carne, não é muito bom para eles. Vamos falar que durante o split eles ‘tiltaram’ com a gastronomia goiana”, gracejou.
Cowboys no embalo
A Rensga chega para as quartas de final após ter feito a quarta melhor campanha geral na Fase de Pontos. No segundo turno, a equipe ganhou de quase todos os nove adversários, com exceção da paiN Gaming. Diante da LOUD, o time goiano espera fazer bonito em SP com o auxílio de uma melhor conexão.
“Ainda acho que temos a estrutura de jogar em Goiânia, não dificultou o nosso split, a nossa temporada, mas em São Paulo o ping talvez faça a diferença no dia do jogo. Vamos nos precaver, nos prevenir, e vamos dar um conforto, quase um presente para os coreanos, que vão se sentir um pouco em casa e vai dar um gás para eles e para nós também”, concluiu Gafone.
No próximo sábado (7), a partir das 21h30, o Vila Nova entra em campo para enfrentar o Sampaio Corrêa, no OBA. Para o jogo deste fim de semana, o Tigre vai contar com a força máxima de seu elenco, sem nenhum desfalque. A escalação inicial deve ser a mesma que protagonizou uma goleada por 4×1 perante o Guarani, fora de casa, no último sábado (31).
O torcedor colorado sorriu bastante na última vez em que o time disputou uma partida válida pela Série B. Após uma sequência difícil de quatro duelos sem vitórias, a equipe foi até a cidade de Campinas e derrotou com contundência um dos melhores clubes do campeonato, o Bugre.
Naquela ocasião, o técnico Higo Magalhães manteve uma formação de três zagueiros, e o mesmo deve acontecer contra o Sampaio Corrêa, na tentativa de conseguir o primeiro resultado positivo no Onésio Brasileiro Alvarenga nesta edição da Série B.
Com isso, a escalação provável deve ser: Georgemy; Xandão, Rafael Donato e Renato; Lucas Mazetti, Dudu, Arthur Rezende, Renan Mota e Willian Formiga; Alesson e Henan. O volante Moacir, recém-contratado, pode também ser uma opção no banco de reservas.
O Vila Nova já tinha conhecimento de qual seria o seu adversário na primeira fase da Copa do Brasil Sub-17 de 2021. Diante do Jacuipense, o Tigre fará a sua estreia fora de casa, em jogo único. A data e o horário ainda não tinham sido firmados, mas agora a equipe goiana já sabe quando iniciará sua trajetória na competição: no dia 18 de agosto, às 15h.
O Vila é o único representante goiano na Copa do Brasil Sub-17. O torneio conta com 32 participantes, incluindo grandes clubes do futebol brasileiro como o atual campeão São Paulo, o Palmeiras, o Atlético-MG, o Cruzeiro, o Flamengo, o Fluminense, o Vasco e o Athletico, além de equipes tradicionais como o Sport e o Fortaleza.
O primeiro adversário colorado será o Jacuipense-BA. De acordo com o regulamento do campeonato, na primeira fase os classificados são decididos em jogo único, e o duelo envolvendo o Vila Nova acontecerá fora de casa, com o estádio ainda indefinido. Portanto, é ganhar ou ganhar para o alvirrubro daqui a duas semanas, em uma quarta-feira.
Carlos Alberto Gomes Soares. Aos 26 anos, este anapolino criado em Alexânia estará representando o estado de Goiás durante as Paralimpíadas de Tóquio, competindo nas provas de pista e estrada do ciclismo, na classe C1. O Esporte Goianoconversou com o atleta e preparou uma matéria especial a respeito de sua vida e carreira.
Diagnosticado com paraparesia espástica, Carlos Alberto começou primeiramente a utilizar a bicicleta para fazer atividades cotidianas, como comprar pão. “Como eu tenho a locomoção um pouco comprometida pela minha deficiência, para mim a bicicleta sempre foi o meio de locomoção mais rápido”, destaca.
Carlos Alberto era recomendado pelos médicos a realizar alguma prática esportiva para que sua situação não se agravasse. Segundo ele, antigamente havia uma hipótese de piorar a deficiência e não conseguir mais caminhar. Com isso, Carlos voltou seus olhos para a musculação, mas não foi bem atendido no que precisava, que era fortalecer as pernas.
Foto: Divulgação/CPB
Assim, ele continuou andando de bicicleta sem ser como competição. Com o tempo, seus médicos notaram que Carlos passou a adquirir mais força física até mesmo para caminhar. Então, ele iniciou sua trajetória esportiva no mountain bike, praticando a atividade como hobby e ganhando cada vez mais força e resistência.
“Há uns dois, três anos, comecei em competição amadora, turismo, já competindo com as pessoas de igual para igual, algumas com limitação e outras não”, relata.
A ascensão em duas rodas
O que antes fazia parte da sua rotina do dia a dia começou a ganhar outros contornos. “Tive um convite de fazer uma prova em Goiânia, que já era próximo da minha cidade, Alexânia. Era uma prova de paraciclismo. […] Fui com bike emprestada, fiz a prova, me saí bem. Depois disso, gostei mais ainda de competir com pessoas com limitações semelhantes ou até piores do que a minha”, conta Carlos Alberto.
Foto: Divulgação/CPB
Os objetivos foram ficando maiores. Em 2017, ele foi campeão brasileiro. Em 2018, foi chamado pela primeira vez para integrar a comissão da Seleção Brasileira durante o Mundial de Velódromo no Rio de Janeiro.
Em 2019, ele participou de provas de estrada pelo Brasil e disputou a Copa do Mundo nas etapas da Bélgica e da Itália, ficando em terceiro lugar. Passou pelo Mundial da Holanda na modalidade de pista e esteve também nos Jogos Pan-Americanos de Lima, ficando constantemente entre os dez primeiros e somando pontos para a Seleção.
Olho no Japão
Agora, ele foi convocado para representar o seu país nas Paralimpíadas de Tóquio. “As Olimpíadas não estavam nos planos. Eu achava bonito de ver o esporte, mas não imaginava que um dia eu poderia estar dentro, participando. […] Agora vamos lá realizar esse sonho que era inesperado”, projeta.
As Paralimpíadas de Tóquio têm início em 24 de agosto. As primeiras disputas no ciclismo acontecem já no dia seguinte.
Goianos em Tóquio #4 Perfil do atleta Nome completo: Carlos Alberto Gomes Soares Modalidade: Ciclismo C1 – Pista e Estrada Idade: 26 anos Naturalidade: Anápolis Na modalidade desde quando? 2016/2017 (praticou mountain bike antes)
De olho na Divisão de Acesso, a Anapolina continua trabalhando na montagem do seu elenco. A Rubra acertou a chegada de dois goleiros, um volante e o retorno de um velho conhecido para o setor de meio-campo.
Aos 25 anos, o goleiro Matheus Santillo fez 15 jogos pelo Goiânia, seu último clube, na temporada 2020. Quem vai disputar a titularidade na posição será Rafael Willian, de 21 anos, que conquistou o acesso com a Jataiense.
O volante Derli é o nome mais experiente. Tem 31 anos e atuou por Jaraguá, Vila Nova, Morrinhos, URT/MG, Juventus/SP, Botafogo/SP e Resende/RJ, sua última equipe. Já Maxwell subiu ao profissional na própria Xata e coleciona passagens por Crac, além da base de Vila Nova, Goiás, Atlético, Goiânia e Trindade. Relembre a entrevista especial com o atleta!
O fisiculturista Samuel Joshua, disputa no próximo dia 26 de agosto, em São Paulo, o Campeonato Brasileiro de Fisiculturismo IFBB. Representante do estado de Goiás e da cidade de Anápolis na competição, confia em participações em outros eventos e a preparação física para levar o troféu para casa.
No entanto, é necessário investimento pessoal e financeiro para que se alcance o desempenho máximo. De acordo com o fisiculturista, a ausência de um patrocinador é o principal peso no resultado final de um atleta.
“Conciliar a vida pessoal com com o esporte que é muito corrido, acaba envolvendo o financeiro. Porque se um atleta ou uma atleta quiser competir, acaba tendo que investir do seu bolso sem nenhum patrocínio”, disse em entrevista ao Esporte Goiano.
Além disso, em competições de fisiculturismo existem subdivisões que englobam peso, altura e idade do atleta. Cujas seguem uma ordem específica no cronograma para cada uma delas, para que siga com a classificação.
“Toda federação que promove campeonatos, tem as mesmas categorias: homens, mulheres e master para quem tem mais de 50 anos. Na competição Men’s Physique que é a minha, bodybuilder, e tem categoria que é só por altura e que tem que bater o peso certo”, completa.
No entanto, se faz necessária a busca pela motivação durante as competições. Atualmente o atleta é campeão no Estadual de Fisiculturismo, Campeonato Estreantes e Campeonato Overall pela categoria Mens Physique.
Entre os dias 14 e 17 de outubro, Goiânia vai ser palco da primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Seleções de Futevôlei 4×4. Nos próximos dias, o local das disputas será anunciado.
A competição terá 16 equipes na disputa do adulto. Além disso, outros 16 times vão participar do inédito torneio sub-21.
“Goiânia é uma grande referência nacional para o futevôlei. Fazer esse evento em outubro, trazendo o 4×4, tão importante para a disseminação da modalidade, é uma forma também de contemplar o aniversário da cidade (24 de outubro)”, frisou o presidente da CBFv, Marcos Egídio.
“O futevôlei é um dos esportes que mais estão em alta no Brasil nos últimos meses. Porém, em Goiânia já é uma tendência há vários anos, por isso somos a capital da modalidade. A Confederação Brasileira de Futevôlei é uma grande parceira e tenho certeza de que será um grande sucesso”, salientou Álvaro Alexandre, secretário municipal dos Esportes de Goiânia.
O Goianésia acertou mais uma contratação visando a sequência da Série D. Trata-se do experiente atacante Alemão, de 32 anos, que já atuou no futebol goiano, pelo Jaraguá. Curiosamente, sua estreia no Azulão do Vale será contra o ex-clube.
Regularizado, Alemão está disponível e deve ficar como opção de Ariel Mamede para o confronto de sábado, 16h, contra o Jaraguá, no Valdeir José de Oliveira.
O atacante foi revelado pelo Santos e defendeu também times do futebol italiano (Vicenza e Varese), mexicano, sul-coreano e holandês, além de Ponte Preta, Vitória, Chapecoense, Portuguesa, Figueirense, CSA, Guarani. No início do ano, na conclusão da temporada 2020 do Goianão, fez seis partidas pelo Jaraguá e nenhum gol marcado. Por último, atuou no Maringá/PR.
Coritiba e Goiás duelam nesta sexta-feira (6), pela 16° rodada da Série B, no Couto Pereira, às 19h30. O Goiás vem de vitória em casa sobre o Operário por 1×0, o Coxa vem de empate fora de casa contra o Brusque, por 0x0. O duelo vale a segunda colocação da Série B, visto que o Coritiba é o atual segundo colocado com 28 pontos e o Goiás é o terceiro com 26.
O técnico Marcelo Cabo não terá desfalques para a partida e poderá contar com o retorno do volante Breno, que cumpriu suspensão automática na última rodada. Com isso o volante deve retornar no lugar de Miguel Figueira, que volta para o banco de reservas. Existe uma dúvida no ataque. Bruno Mezenga e Nicolas brigam pela camisa nove, Nicolas treinou durante a semana como titular.
O técnico Gustavo Morínigo terá o retorno do volante Val e do lateral direito Natanael, que cumpriram suspensão automática na última rodada, contra o Brusque. Desta maneira os dois jogadores voltam ao time titular nas vagas de Igor e Matheus Sales. O Coxa não conta com nenhum desfalque e também vai com força máxima para encarar o Verdão.
Ficha técnica Coritiba x Goiás 16ª rodada do Brasileirão Série B Data: 06 de agosto de 2021 Horário: 19h15 Local: Estádio Couto Pereira, em Curitiba, Paraná
Árbitro: Vinícius Gomes do Amaral (RS) Assistentes: André da Silva Bitencourt e Luíza Naujorks Reis (RS)
Coritiba: Wilson; Natanael, Henrique, Luciano Castán e Guilherme Biro; Willian Farias, Val e Robinho; Waguininho, Léo Gamalho e Igor Paixão. Técnico: Gustavo Morinígo
Goiás: Tadeu; Diego, David Duarte, Reynaldo e Artur; Breno, Caio Vinícius, Rezende e Élvis; Alef Manga e Bruno Mezenga (Nicolas) Técnico: Marcelo Cabo.