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quarta-feira, agosto 17, 2022
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Edminho critica gramado do OBA no clássico: “foi beach soccer”

O vice-presidente do conselho deliberativo do Goiás, Edminho Pinheiro, fez críticas a situação do gramado do OBA, que passou por uma revitalização, após o empate em 0x0 entre Goiás e Vila Nova, nesta sexta-feira (26), pela sétima rodada da Série B. 

 

Segundo o dirigente o campo parecia um “beach soccer”, campo de futebol de areia, e isso poderia ter prejudicado o desempenho do Goiás. Apesar das críticas, Edminho destacou que esse não foi o grande fator para a não vinda da vitória esmeraldina, e sim a penalidade máxima, sobre David Duarte, não marcada, segundo o mesmo. 

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– O gramado visualmente estava bonito, você via a grama, ela estava bonita. O problema não foi a grama, o problema é que ela está no processo de recuperação. Praticamente hoje foi um Beach-Soccer, foi muito areia, mas isso não justifica o fato de não ter vencido o jogo. Nós vamos enfrentar muitas coisas ainda na Série B, comparado a hoje. O gramado trabalhou contra o tipo de time que o Goiás tem, de futebol rápido, de trocas de passes rápidos. Mas isso não serve de desculpas, o principal fator foi o pênalti não marcado.

O dirigente destacou que a arbitragem prejudicou a partida, após não assinalar “um lance fácil de se apitar”. Para Edminho, o volante Deivid acabou cometendo uma falta em David Duarte, do Goiás, dentro da grande área, aos  23 minutos do segundo tempo. 

Apesar de considerar tal lance como crucial para o resultado do jogo, Edminho salientou que o time foi abaixo do que era esperado na partida. 

– Tivemos uma partida no qual o primeiro tempo foi muito abaixo daquilo que a gente vem desenvolvendo, no segundo tempo melhoramos consideravelmente. O time sentiu evidentemente o gramado, que é um gramado de uma grama recentemente recuperado, alta e com muita areia, e isso colocou o jogo muito aéreo, muito devagar, o próprio Élvis, que é mais clássico, sentiu muito. A nota ruim do jogo foi o árbitro, infelizmente num lance muito fácil de se apitar, num pênalti claríssimo, ele deixou de dar. O clássico merecia uma árbitro de melhor envergadura. 

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Willian Rommel
Jornalista formado na UFG. Pós graduado em jornalismo esportivo pela faculdade Estácio. Trabalhou na Rádio Universitária 870 AM, na Rádio Difusora 640 AM, Rádio Bandeirantes Goiânia, Diário de Goiás e na TV UFG. Profissional na área esportiva desde 2012.
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