Para Baptista, Vila pecou por não matar jogo e diz que terá time competitivo no clássico

Foto: Douglas Monteiro/Vila Nova FC
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O Vila Nova administrou bem a vantagem contra o Crac durante boa parte do confronto em Catalão. Contudo, o time tomou um gol já aos 45 minutos da etapa final, perdeu o jogo e tomou cinco minutos de sufoco, classificado pelo técnico Eduardo Baptista como desnecessário.

Para o comandante colorado, o Tigre teve chances de resolver o confronto, mas não foi efetivo nos arremates.

– Foi um jogo duro. No primeiro tempo, criamos algumas situações de gol, em chegadas pelo lado, mas não concluímos. No segundo tempo, já esperávamos um Crac mais avançado e conseguimos diversos contra-ataques. Se você não mata o jogo, vai dando vida ao adversário. Titubeamos contra-ataque atrás de contra-ataque. No final, levamos um gol e uma pressão desnecessária – avaliou.

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Para o clássico, Baptista diz que a responsabilidade é dividida. Apesar da boa fase do Dragão, o técnico diz que há 50% de favoritismo para cada lado. Para o primeiro confronto, o comandante não terá Wellington Reis, que recebeu o terceiro cartão amarelo. Porém, ele terá mais opções para montar o XI inicial.

– Eu tinha três volantes pendurados e planejamos não levar pelo menos em dois. Já era esperado que pelo menos um fosse suspenso. E teremos bons reforços: o Erick, o Juninho, o Felipe Rodrigues, que deixamos em Goiânia para ganhar melhor condição, o Michel Douglas e o próprio Rafael Silva. Estaremos fortes e vamos montar um time para fazer um grande jogo – comentou.

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