Com boas referências, Yago busca sequência no Goiás

Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás EC
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Yago chega ao Goiás com apenas 26 anos, mas com muitas referências positivas na curta carreira. O jogador, que já passou por clubes como Corinthians e Botafogo, esteve ao lado de duplas de zagueiros como Joel Carli e Igor Rabello, além de Balbuena e Pablo, e outros grandes atletas, como Gil, ex-Timão e Atlético.

O lado positivo é que o atleta pôde aprender muito com as referências. Yago cita Gil e Dracena como grandes inspirações e diz que se espelha neles para ser um profissional cada vez mais competente.

– Eu já trabalhei com várias pessoas boas, principalmente na minha posição. O Gil é um cara que admiro bastante, pela conduta dentro e fora de campo. Também gostei bastante de trabalhar com o Edu Dracena. Aprendi a ser profissional não só dentro de campo, mas fora também – afirmou.

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Há também o ponto negativo. Com a enorme concorrência, Yago não conseguiu muitos minutos nos seus últimos clubes. Agora no Verdão, o zagueiro quer brigar pela titularidade e ter uma sequência em campo.

– Aprendi no ano passado a ter paciência. O ano é muito longo. Teremos cartões, lesões e outras adversidades. Sem dúvida nenhuma terei oportunidade, mas com muito mais vontade de mostrar meu trabalho e ter uma sequência de jogos no Goiás – ressaltou.

Indicação e concorrência

Yago chega à Serrinha indicado pelo técnico Maurício Barbieri, com quem nunca trabalhou. Segundo o atleta, tal indicação o deixa com responsabilidade ainda maior em campo. “A responsabilidade aumenta um pouco. Nunca tive contato com o Barbieri. Fiquei feliz pela indicação. É o trabalho sendo reconhecido. Dá ainda mais vontade de trabalhar e estar correspondendo à altura”, salientou.

No elenco, Yago terá a concorrência de Rafael Vaz, David Duarte, Fábio Sanches e Guilherme, cria da base esmeraldina. De acordo com o novo reforço, a briga pelas duas vagas da zaga tem sido sadia e trará benefícios ao clube na temporada.

– É bom para o clube e para a gente. Quanto mais pessoas boas ali atrás, melhor para o Goiás. Teremos suspensões e lesões. A briga é sadia. Era ruim se não a tivesse, pois não haveria nem sombra. Quem jogar tem que estar atento, pois quem estiver de fora estará louco para entrar – argumentou.

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