O Dragão tem nesta sexta-feira (12) um duelo crucial na luta para retornar à elite do futebol brasileiro. Às 20h30, o Atlético recebe o Sampaio Corrêa, no Antônio Accioly, pela 31ª rodada da Série B, e precisa vencer para não descolar do G-4.
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O confronto envolvendo o líder Anápolis/UniEvangélica e Catalão Futsal, que seria realizado nesta sexta (12), às 20h30, foi cancelado. O motivo do não ocorrimento da partida foi devido à problemas de transporte com o time catalano. O jogo seria no Ginásio Newton de Faria, em Anápolis.
O Galo da Comarca é o 1º colocado na fase de grupos na disputa do Goiano de Futsal. A equipe anapolina, em cinco jogos, conquistou 100% de aproveitamento e tem 15 tentos ganhos. O Catalão começou vencendo na estreia, mas desde então acumula quatro reveses em sequência.
Uma nova data e horário ainda não foi divulgado pela Federação Goiana de Futsal. Os próximos desafios do Anápolis/UniEvangélica e do Catalão na competição são contra, respectivamente, UFG e Goiás. O Galo atua fora de seu mando, enquanto os catalanos jogam em casa. Ambas partidas acontecem no dia 16.
Após perder pontos importantes em casa, o Goiás enfrenta o Juventude na noite desta sexta-feira (12) para ficar mais tranquilo no G-4 da Série B. A bola rola às 19h15, no Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul. Veja todos os detalhes aqui.
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O Campeonato Goiano Adulto de Futebol Feminino, única competição no calendário estadual para as mulheres, terá início neste domingo (14), às 8h, na Universo, com o duelo entre o Clube Jaó, atual campeão, e a Campineira.
Mais uma vez, o torneio terá apenas três equipes, com o tradicional Aliança completando o trio. O número é, inclusive, abaixo do normalmente aceito pela Federação Goiana de Futebol (FGF), de quatro clubes participantes. A entidade, porém, abriu exceções em 2017 e 2018 para que o campeonato não deixasse de ser disputado, como aconteceu em 2016.
A luta contra a falta de estrutura segue como uma das principais bandeiras das atletas. A técnica do Campineira, por exemplo, faz duras críticas ao cenário do futebol feminino em Goiás. Segundo Cristiane Monteiro, há falta de interesse tanto da Federação quanto da imprensa.
– Não há divulgação da imprensa e da Federação Goiana (de Futebol). Sem divulgação, o futebol feminino nunca vai crescer. A FGF não dá a estrutura que a gente precisa para disputar o Campeonato Goiano. É uma competição apagada. Este ano piorou em relação ao ano passado – critica a treinadora.
Luiz César, técnico do Aliança, tem visão semelhante à de Cristiane. O comandante aurinegro, porém, exime a FGF e prefere responsabilizar os grandes clubes e algumas atletas que, segundo ele, não têm ambição de atuar em alto nível.
– Quando os dirigentes não querem, é difícil. Há atletas também que não querem jogar em alto nível. Elas se satisfazem atuando por lazer. O Aliança pensa em alto rendimento e isso complica nossa situação. Goiás tem muitos times, muitos dirigentes, mas fica difícil disputar com essa mentalidade. A FGF é muito acessível com valores e gosta do futebol feminino. Só pode haver mudanças quando dirigentes e atletas quiserem – pondera.
Até mesmo para o atual campeão há problemas, principalmente com calendário. O Clube Jaó, que disputou a seletiva para o Brasileiro A-2 neste ano, mescla o futebol com o futsal, mantendo as jogadores atuando bem mais que a média. Nem mesmo esta medida, contudo, é suficiente para que o nível evolua, de acordo com o técnico Robson Freitas. ” As equipes não têm outros campeonatos e, portanto, estão sem ritmo de jogo. É complicado haver uma evolução”, lamentou.
O cenário de desalento faz com que muitas atletas e até mesmo a treinadora Cristiane Monteiro cogitem desistir da competição. “Eu tentarei mais uma vez neste ano. Se não houver mais visibilidade e patrocínio maior, terei que desistir. A cada ano a arbitragem é mais cara e as coisas se tornam mais difíceis”, desabafou.
Preparação
Apesar dos problemas, o amor pelo futebol deixa as atletas e comissões técnicas animadas com o início do Estadual. Como em outros anos, Jaó e Aliança devem protagonizar a luta pelo título. Com poucas modificações nos elencos, alviazuis e aurinegros largam à frente da Campineira, que modificou quase todo o plantel.
Atual campeão, o Jaó começou a se preparar há dois meses. O time tem os reforços da meia-atacante Daiane Carioca e da zagueira Maria, que vieram para disputar a seletiva para o Brasileiro A-2 e permanecem para o Estadual. Além disso, segundo a comissão técnica, uma jogadora oriunda do Tocantins deve chegar até a próxima semana. “A expectativa é fazer mais uma boa competição e levar o bicampeonato”, destacou Robson Freitas.
Atletas do Jaó comemoram título de 2017. (Foto: Rafael Tomazeti/Esporte Goiano)
No Aliança, o técnico Luiz César terá o mesmo elenco de 2017 à disposição. O clube, que só estreia no dia 21, ainda busca um ou dois reforços, mas sem muitas promessas. “Não temos recursos financeiros para buscar outras alternativas”, afirmou o comandante. O clube aurinegro mantém uma rotina de treinos desde o início do ano e acredita que isso pode ser um trunfo contra as adversárias. “Quando entramos na competição, queremos ser campeões. Respeitamos muito o Jaó e a Campineira, mas lutaremos para recuperar o título”, disse Luiz César.
Se Jaó e Aliança pouco ou nada mudaram, a Campineira vem muito modificada. Do time que disputou o Goiano Feminino em 2017, apenas quatro atletas permaneceram. A comissão técnica foi ao Tocantins e ao interior do estado buscar reforços. O elenco ainda não está fechado, mas a treinadora acredita em uma temporada melhor. “Será um grupo mais novo e mais preparado. É um plantel legal. Vamos dar um trabalho maior. Não estamos sonhando em ser campeãs, mas garanto que vamos dar mais trabalho”, comentou Cristiane Monteiro.
Em entrevista nesta sexta-feira (12), o técnico Hemerson Maria comentou o embate de sábado, contra o Boa. Apesar do adversário ser o lanterna da Série B, o técnico crê que as boas atuações das últimas rodadas sejam repetidas. Sendo assim, o Tigrão precisa entrar ligado no confronto, de acordo com seu comandante.
“Sempre quando vamos enfrentar jogos desse nível, tenho um ditado que sempre repito para os atletas: Você não tropeça em montanhas, você tropeça em pedras. E, apesar de não virem fazendo uma boa campanha e estarem na lanterna da competição, o Boa (Esporte) vem fazendo bons jogos. A maioria das derrotas deles são por placares apertados. É uma equipe que teve uma mudança de treinador e isso gera uma motivação extra para os jogadores. E o ano está acabando, então, os atletas vão querer fazer boas apresentação para chamar a atenção de outras equipes para se empregarem no ano que vem”.
“No ano passado, perdemos pontos para Náutico e ABC, que acabaram rebaixados. Se você pegar esses pontos que perdemos para essas equipes, talvez eles te colocariam até numa situação de acesso. Então, são pontos irrecuperáveis. Esse cuidado e atenção serão redobrados amanhã”, disse.
Hemerson Maria reconheceu que, contra equipes que estão na parte de baixo da tabela, o Vila Nova costuma “tropeçar”, mas que, contra adversários do G4, o clube se sai muito bem.
“É justamente nesses jogos que o Vila Nova acaba se ‘complicando”. Se analisarmos nossa pontuação contra equipes do G4, ela é maior do que a do Fortaleza. Os números comprovam isso. Esse tipo de jogo, além de ter uma intensidade emocional, pede uma uma concentração ainda maior para não cometermos erros e termos a eficiência para sair de campo com a vitória”, comentou.
O Tigre recebe o Boa, no Serra Dourada, neste sábado (13), às 16h30, pela 31ª rodada da Série B.
O Dragão tem nesta sexta-feira (12) um duelo crucial na luta para retornar à elite do futebol brasileiro. Às 20h30, o Atlético recebe o Sampaio Corrêa, no Antônio Accioly, pela 31ª rodada da Série B, e precisa vencer para não descolar do G-4.
Há quatro partidas sem vitória, o Dragão deixou o grupo de acesso, mas está apenas três pontos atrás do Avaí, atual quarto colocado. O Tubarão, por sua vez, está afundado na zona de rebaixamento, mas chega animado após derrotar o Figueirense na última rodada.
Escalações
Os quatro insucessos consecutivos fizeram o técnico Cláudio Tencati repensar a escalação. Na partida desta sexta, o comandante fará quatro mudanças por opção. A criticada retaguarda terá as saídas de Oliveira, Mascarenhas e Jonathan. O atacante Renato Kayzer também foi barrado.
Os substitutos escolhidos por Tencati são Lucas Rocha, Bruno Santos e Alisson, além da presença de Vitinho no comando de ataque. Para o duelo diante dos maranhenses, a equipe rubro-negra não tem desfalques por suspensão ou lesão.
Pelo lado do Sampaio Corrêa, o técnico Marcinho Guerreiro tem dois desfalques. O suspenso meia Fernando Sobral, que será substituído por Danielzinho, e o também meia Eloir, que sofreu um desconforto na coxa direita e dá lugar a Esquerdinha.
Retrospecto
Em oito partidas na história, Atlético e Sampaio Corrêa jamais empataram. São seis triunfos rubro-negros contra apenas duas vitórias do Tubarão. Em Goiânia, o time maranhense triunfou apenas uma vez.
Ficha Técnica
Atlético x Sampaio Corrêa – 31ª rodada da Série B Data: 12 de outubro de 2018 Horário: 20h30 Local: Estádio Antônio Accioly; Goiânia, GO
Árbitro: Bruno de Araújo (RJ) Assistentes: Luiz Cláudio Regazone (RJ) e Carlos Henrique de Souza (RJ)
Atlético: Jefferson; Alisson, Lucas Rocha, Gilvan e Bruno Santos; Rômulo, Pedro Bambu e Vitinho; Júlio César, Thiago Santos e João Paulo. Técnico: Cláudio Tencati.
Sampaio Corrêa: Andrey; Luis Gustavo, Joécio, Odair Lucas e Julinho; Adilson Goiano, William Oliveira, Esquerdinha, Danielzinho e João Paulo; Uilliam Barros. Técnico: Marcinho Guerreiro.
O Campeonato Goiano de Basquete se encerra em oito categorias de base neste fim de semana. Anápolis foi escolhida como palco da Federação Goiana de Basquete para sediar os jogos. A ação começa nesta sexta, dia 12, em dois palcos distintos: Ginásio Newton de Faria, a partir das 8h, e no Ginásio Carlos de Pina, a partir das 14h.
Para os outros dois dias de disputa, a logística muda. No sábado, dia 13, as partidas começam às 8h nos dois ginásios, enquanto no domingo (14), acontece somente no Newton de Faria, iniciando no mesmo horário. No masculino, as categorias sub-13, 15, 17 e 19 decidem seus campeões, já no feminino, as mesmas divisões atuam.
Grupos foram feitos em todas as categorias. No masculino, quatro equipes compõem cada seleção por idade. No lado das meninas, apenas dois times integram. A fórmula de disputa utilizada é de todos contra todos. Nos chaveamentos menores (com dois integrantes), os clubes se enfrentam três vezes.
Finais da base – Goiano de Basquete Categorias: Sub-13, 15, 17 e 19 (Masculino e Feminino)
Data: 12, 13 e 14/10
Locais e horários: Ginásios Carlos de Pina, na sexta (14h) e sábado (8h) e Newton de Faria (8h todos os dias)
SUB 13 – MASCULINO
AEGB/SESI/Piracanjuba
Britânia
Engenharia
Mozarlândia
SUB 13 – FEMININO
Quirinópolis
Mozarlândia
SUB 15 – MASCULINO
AEGB/SESI/Piracanjuba
Engenharia
Quirinópolis
Mozarlândia
SUB 15 – FEMININO
Quirinópolis
Mozarlândia
SUB 17 – MASCULINO
AEGB/SESI/Piracanjuba
Engenharia
Rio Verde
Mozarlândia
SUB 17 – FEMININO
Quirinópolis
Mozarlândia
SUB 19 – MASCULINO
AEGB/SESI/Piracanjuba
Rio Verde
Vultures
Mozarlândia
Vivendo momentos totalmente opostos dentro da Série B, Goiás e Juventude se enfrentam nesta sexta-feira (12), às 19h15, no Estádio Alfredo Jaconi. O confronto é válido pela 31ª rodada do torneio.
Pior mandante da competição, a equipe gaúcha, 18ª colocada com 32 pontos, não faz valer o mando de casa desde o dia 21 de julho, quando, ainda pela 16ª rodada, bateu o CRB por 1 a 0. De lá pra cá, foram seis jogos sem conquistar os três pontos.
Já o Verdão, 2º colocado com 50 pontos conquistados, busca mais um triunfo fora de casa para manter a distância (que, atualmente, é de 5 pontos) para o 5º colocado e se firmar de vez na vice-liderança.
Os times
Com uma lesão muscular, o zagueiro Victor Ramos será um único desfalque do técnico Ney Franco. Edcarlos foi o substituto escolhido para iniciar a partida. O restante do time será o mesmo que empatou com o Londrina na última rodada da Série B.
Já do lado gaúcho, seis atletas estão fora de combate. Por suspensão, Leandro Lima, Elias e Felipe Mattioni não atuam, enquanto Hygor, Fred e Esquerdinha seguem no departamento médico.
Primeiro turno
No dia 21 de junho, pela 12ª rodada, a partida entre Goiás e Juventude marcou o reencontro do técnico Julinho Camargo (então treinador do Juventude), com o esmeraldino. Na oportunidade, a partida terminou empatada em 1 a 1. O destaque ficou por conta dos goleiros, que trabalharam bastante e seguraram o resultado. Relembre!
Retrospecto
Este será o 23º encontro entre as equipes. Com três vitórias a mais (10 a 7), o esmeraldino leva a melhor sobre os gaúchos. O duelo também registra 5 empates.
Ficha técnica: Juventude x Goiás
31ª rodada da Série B Data: 12 de outubro de 2018 Horário: 19h15 Local: Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS)
Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Júnior (PE) Assistentes: Marcelino Castro de Nazaré (PE) e Francisco Chaves Bezerra Júnior (PE)
Juventude: Douglas; Vidal, Micael, Rafael Bonfim e Neuton; Rodrigo, Lucas, Caio Rangel e Hugo Sanches; Denner e Douglas Kemmer (Bertotto). Técnico: Luiz Carlos Winck
Goiás: Marcos; Alex Silva, David Duarte, Edcarlos e Ernandes; Gilberto Júnior, Giovanni e Renato Cajá; Michael, Lucão e Rafinha. Técnico: Ney Franco
Em sétimo lugar na Série B, o Vila Nova é uma das equipes que segue o encalço do quarto colocado Avaí por uma das vagas no Brasileirão de 2019. O Tigre tem apenas três pontos a menos que o Leão, e o meia-atacante Lucas Braga vocalizou nesta quinta-feira (11) a esperança do elenco colorado em terminar o torneio no G-4.
De acordo com Braga, o Vila tem boas chances de subir, principalmente se fizer o dever de casa, derrotando Boa Esporte e Juventude, clubes que estão na zona de rebaixamento, no Serra Dourada.
– A possibilidade de acesso é grande. Faltam oito jogos e temos uma sequência importante em casa. Creio que as duas próximas partidas nos dirão onde poderemos chegar – comentou.
Com a Série B na reta final, o Vila Nova não pode mais errar se quiser sonhar com o acesso. Portanto, para Lucas Braga, somente uma vitória é aceitável no duelo diante do lanterna Boa Esporte. O meia-atacante, porém, ressalta a dificuldade de se enfrentar um adversário retraído.
– Não podemos nem pensar em empatar. O objetivo tem que ser apenas na vitória. Estamos focados apenas em trabalhar para buscá-la, até por ser um jogo dentro de casa, uma obrigação. Será um jogo de paciência. Não sabemos como a equipes deles virá, mas se vierem fechados, temos que tocar a bola sem entrar em desespero e fazer os gols no momento certo – afirmou.
O Colégio Ateneu Dom Bosco recebe a partir desta sexta-feira (12) a Copa Cidade de Goiânia de Vôlei. O torneio, que foi implantado no calendário goiano desde o ano passado, terá jogos também no sábado e no domingo.
Além dos times de Goiás, clubes Brasília e Minas Gerais estão na disputa. Ao todo, são 24 equipes nas categorias Infanto e Infantil, somando os naipes masculino e feminino.
A Copa Cidade de Goiânia foi idealizada pelo técnico do Goiás, Rogério Santos, em parceria com a Lince, que organiza a Liga Goiana, e a Entidade de Administração Goiana de Voleibol (EAGV). De acordo com o treinador, a iniciativa foi inspirada em torneios semelhantes, como a Copa Cidade Maravilhosa, no Rio de Janeiro, e a Taça Paraná. Agora na segunda edição, Santos vê o torneio se consolidar no calendário.
– Tivemos dificuldades para formatar a competição, mas as coisas deram certo. Chegamos a imaginar que teríamos poucas equipes, mas felizmente muitos se inscreveram no fim. É uma prova de que será um evento consolidado se tivermos um local definitivo para realizá-lo – afirmou.
Além de preencher o calendário, o técnico e organizador vê na Copa Cidade de Goiânia um facilitador do intercâmbio entre escolas de voleibol. ““É importante esse tipo de experiência. A implementação da Copa Cidade de Goiânia coloca a teste nosso trabalho, vai testar nosso desenvolvimento”, opinou.