Moacir enxerga melhora rubro-negra em relação ao último clássico: “Coletivo mais qualificado”

Foto: Paulo Marcos/ACG
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Com outro clássico pela frente, o Atlético terá a chance de quebrar a invencibilidade do Goiás na próxima rodada do estadual. O volante Moacir afirmou que o Dragão está mais preparado para enfrentar os rivais esmeraldinos, em relação ao último embate das equipes. Na ocasião, o Verde derrotou os rubro-negros por 3 a 0 que, desde então, trouxeram reforços, como Pedro Raúl, e caminham de quatro vitórias consecutivas.

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“Sem dúvida (em relação a melhora). Até pois era começo de campeonato, na quinta rodada, nosso time ainda estava se conhecendo. Agora temos uma equipe mais encorpada, com um coletivo mais qualificado. Temos tudo para fazer um bom jogo”, avaliou.

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O polivalente jogador preferiu não pontuar sobre a motivação em imprimir a primeira derrota aos rivais. No entanto, Moacir destacou que o Atlético irá utilizar da força do Accioly e sua torcida, já que ainda não perdeu como mandante em 2019, e utilizando de sua própria maneira de jogar, na busca pelo resultado positivo.

“Clássico é 50% para cada lado. Eles tem a responsabilidade deles, e nós temos a nossa. Não dá para falar que A ou B é favorito. Iremos medir forças novamente e ver quem irá sair vitorioso”, pontuou.

Volante ou lateral-direito?

Após aparições no lado direito da defesa atleticana neste início de temporada, Moacir voltou a atuar em sua posição de origem contra o Itumbiara: no meio-campo. O jogador comentou que o seu retorno à função aconteceu devido às chegadas de reforços para as laterais, como Reginaldo e Nicolas, vindos do Athletico.

“Falei quando cheguei que vim para ajudar e consegui quando precisou. O Jonathan teve algumas dores musculares na época e ficou suspenso, e só tinha ele como lateral, comigo como opção. Agora chegou o Reginaldo, que é um grande jogador e já trabalhei com ele também. E eu voltei ao meio-campo, com a suspensão do Washington, acabei atuando na última partida. A princípio é manter o foco e o trabalho coletivo. Buscar ajudar independente da posição”, disse o atleta de 33 anos.

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