Gestor do Goiânia, Alexandre Godói responde Artur Neto: “teve total autonomia” 

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O técnico Artur Neto está, atualmente, no comando da Anapolina, mas sua saída do Goiânia ainda rende discussões. Após a derrota da Rubra por 4 a 1 para o Goiás, o treinador comentou, na zona mista, sua passagem pelo Galo e afirmou que tem restrições, em relação ao time alvinegro, apenas com Alexandre de Godói. O gestor de futebol respondeu às críticas.

“Se o Artur (Neto) tem alguma mágoa ou algum rancor contra mim, nunca me passou isso. O que tenho é admiração pelo trabalho dele. Fui buscá-lo ano passado, vinha cerca de quatro anos sem trabalhar com futebol profissional. Acreditei no trabalho dele, como excelente treinador que é”, ressaltou o dirigente.

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Atual diretor de futebol alvinegro, Alexandre de Godói lembrou o momento de maior pressão vivido pelo clube no estadual 2019. Posteriormente, o Goiânia terminou em quarto lugar na competição, ao ser eliminado pelo Goiás nas semifinais.
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“Quando ele fala que queria o tirar no ano passado, não é isso. Vínhamos de duas derrotas seguidas, para Goiás e Crac, a cobrança é muito grande, inclusive da imprensa, e eu tinha de fazer alguma coisa, como gestor de futebol. Talvez isso tenha o deixado magoado, mas logo depois o projeto que tínhamos em mente deu certo, inclusive por muito mérito dele também, além do nosso mérito, por ter deixado o ambiente mais tranquilo e saudável”, detalhou, lembrando a campanha que garantiu o Goiânia na Série D 2020.

Alexandre Godói finalizou detalhando o planejamento do Goiânia para a temporada 2020, ressaltando autonomia do então treinador. Além disso, revelou alguns episódios que o incomodaram no período de preparação para o estadual.

“Nesse ano, buscamos ele e iniciamos o trabalho, mas, depois de quatro jogos sem resultado tivemos de tomar uma decisão e, talvez, tenha ficado magoado com isso. Eu não guardo nenhuma mágoa dele, tenho admiração pelo trabalho dele e torço para que vá bem na Anapolina e em outros times também”.

“Sobre ter raiva ou rancor, não tenho, apesar de ter tirado o meu irmão da comissão técnica da forma como tirou, de ter exigido o Rogério, que era nosso supervisor, não trabalhasse com a gente também e ter exigido algumas coisas esse ano que eu não concordava. Como tinha feito um trabalho muito bom, o deixei trabalhar com total autonomia nesse ano, montou elenco, fizemos de tudo para que o ambiente fosse tranquilo. Tivemos episódios de discussão e os problemas com o Arione (José de Paula), mas nada que atrapalhasse dentro do campo. Espero que ele faça um trabalho bom e que possamos classificar às quartas, semifinal e disputar uma final de campeonato”.

Ouça a entrevista de Alexandre Godói, gestor de futebol do Goiânia:

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