Corumbaíba busca recursos e deve estrear na Taça Brasil em 2020

Foto: Rafael Tomazeti/EG.
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Com o título do Campeonato Goiano de Futsal 2019, sobre o Goiás, há a possibilidade do Corumbaíba disputar a Taça Brasil pela primeira vez na próxima temporada. O clube venceu o estadual nos últimos três anos, sendo 2017 em parceria com Caldas Novas. Porém, jamais disputou um dos principais torneios do futebol de salão nacional.

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Para que seja viável a disputa na Taça Brasil adulto 2ª divisão em 2020, o grande nome de mobilização política é o prefeito da cidade, Wisner Araújo de Almeida. O dono do cargo máximo do município pretende entrar em contato com a Italac, uma multinacional de laticínios, para garantir a participação corumbaibense no torneio.

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“O grande problema são os recursos financeiros. Mas nós estaremos atrás da Italac (empresa) pelos recursos. Logicamente, é muito difícil, mas faremos de tudo. Estamos fazendo planejamento, a partir de janeiro vai começar, e vamos disputar sim (outros campeonatos). O investimento de 2020 no esporte será mais forte do que em 2019”, revelou Wisner.

Reiterando o que disse o prefeito, o atleta campeão pelo Corumbaíba, Guto, revelou uma certa promessa por parte da administração do clube para a disputa do campeonato nacional.

“Eles nos falaram que no próximo ano iríamos disputar se fôssemos campeões e nós fomos. Aí depende do nosso presidente e diretor. Mas acredito que em 2020 jogaremos a 2ª divisão da Taça Brasil”, disse Guto.

Responsável pela organização do futsal regional, o presidente da Federação Goiana de Futsal (FGFS), Murilo Macedo, é outro que falou sobre a possibilidade. Para o Corumbaíba enfim disputar a Taça Brasil da 2ª divisão, o representante da FGFS revelou uma conversa com Wisner, chefe-executivo da Prefeitura.

“Nós tivemos agora um compromisso com o prefeito de Corumbaíba para que se mova todos os esforços necessários para a equipe campeã possa participar da Taça Brasil no ano que vem. Isso mostra também um compromisso daqueles que estão participando para alavancar cada vez mais o nome do nosso esporte. O trabalho precisa ser feito a partir de agora para que se viabilize pelo alto custo”, opinou Murilo.

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