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segunda-feira, maio 23, 2022
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Depois de bater na trave pelo terceiro ano, Anápolis Vôlei fala em reestruturação

O Anápolis Vôlei viu o acesso à elite do voleibol nacional escapar por três anos consecutivos pela ponta dos dedos. Em 2021, o algoz foi o Brasília, que levou a melhor numa série de tirar o fôlego e representará o Centro-Oeste na Superliga A.


O Lobo Guará amarga mais um ano na divisão de acesso. “A sensação é a pior possível. Estamos trabalhando há três temporadas com o objetivo de subir. Sempre trabalhamos para isso. Essa sensação de derrota é a pior possível, com três anos a vaga escapando nos últimos jogos, nos últimos pontos. Infelizmente, não foi este ano, mas vamos continuar na luta”, disse ao EG o gerente Vinícius de Oliveira.

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O gerente diz que, após a nova queda, há um “sentimento de recomeço”. No momento, segundo ele, o foco é reconstruir o projeto. “É pensar em reestruturar. Quando acaba a temporada há essa oportunidade. A prioridade é reestruturar o projeto e conseguir novos investidores”, destaca.

Neste ano, o Anápolis Vôlei não teve o aporte da prefeitura, uma vez que, sem público, o programa Torcida Premiada está suspenso. Os repasses públicos eram a principal fonte de arrecadação do Lobo Guará. Para o próximo, ainda com a incerteza desse influxo de caixa, a direção auriazul foca em buscar parceiros privados.

– Nosso cenário ideal é ter bem mais investimento. Como teve a pandemia, perdemos muito sem o apoio da prefeitura. Queremos ir atrás da iniciativa privada, tentar compensar essa perda de receita – frisou.  Ele citou também que a equipe deve angariar fundos da Lei de Incentivo ao Esporte.

Na quadra

O gerente diz que ainda é muito cedo para se falar na montagem da equipe para 2022. O time deve voltar a trabalhar só no fim de novembro. Por ora, o que há de certo é que o técnico Ricardo Picinin vai passar para um cargo de gestão.

Dentro de quadra, após uma reformulação de 2020 para 2021, o gerente espera manter a espinha dorsal auriazul. “O ideal é manter uma base do ano anterior. A gente deve manter uma base, mas é normal substituir algumas peças. Quando você troca todo mundo, até o time entrosar, há uma dificuldade”, ponderou.

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Rafael Tomazeti
Jornalista formado pela Universidade Federal de Goiás. Fã de esportes e apaixonado pelo estado de Goiás. Trabalhou na Rádio Universitária 870 AM, TV UFG, Rádio 730/Portal 730, Jornal Diário do Estado, Diário de Goiás e Rádio BandNews.
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