Luizinho Lopes não é mais o técnico do Vila Nova. O profissional foi desligado do clube nesta manhã de sexta-feira (1°), após a derrota para o Coritiba, por 2×1, no OBA. Luizinho encerra a sua segunda passagem pelo Tigrão com apenas nove jogos no comando. Foram apenas três vitórias, dois empates e quatro derrotas.
Teve ai um aproveitamento de 40,7% nesta passagem. Luizinho estreou na 12° rodada da Série B diante do América-MG, na derrota por 3×0 no OBA. O Vila marcou nove gols e sofreu 11 no seu comando, Luizinho deixa o Vila Nova na nona colocação com 27 pontos. O Tigre agora vai ao mercado em busca de um novo nome.
O meia Klebert, de 17 anos, do sub-17 do Atlético Goianiense vai ganhar sua primeira chance no elenco profissional. O técnico Rafael Lacerda subiu o atleta ao elenco principal e o meia será relacionado para o duelo diante do Athletic-MG. A partida ocorre na próxima segunda-feira (4), às 19h, na Arena Sincredi, em São João Del Rei.
Klebert foi o autor do gol de empate em 1×1, contra o Internacional, nesta quarta (30), pela 12° rodada do Brasileiro Sub-17. O atleta também já ganhou chances no elenco sub-20, no Brasileiro, onde atuou em 12 jogos, sem marcar gols. Mas, foi no sub-17 que teve o seu destaque com 15 jogos e seis gols, pela categoria.
Além de Klebert, outros atletas da base vem ganhando espaço no Atlético-GO. O goleiro Léo, que já até atuou como titular, o atacante Daniel, e o meia Yuri, são outas crias da base que vem ganhando espaço.
O Goiás terá uma novidade para encarar o Amazonas, neste sábado (2), pela 20° rodada da Série B. O zagueiro Messias retorna de suspensão após o terceiro amarelo e será novamente titular. Messias pega a vaga de Luiz Felipe, esta deve ser a única mudança no time principal.
Vagner Mancini não tem mais desfalques por lesão ou suspensão, em relação ao time que vinha atuando. O meia Rafael Gava, que se recuperou de uma lesão no tendão e foi relacionado para o duelo diante do Remo, deverá ser novamente opção no banco.
Diego Caito segue na reserva – Foto: Rosiron Rodrigues / GEC
Diego Caito, que perdeu espaço na última partida para Willean Lepo, deve seguir também na reserva. Pelos trabalhos que realizou antes da partida Mancini definiu o Goiás com: Tadeu; Willean Lepo, Messias, Titi e Moraes; Gonzalo Freitas, Juninho e Wellington Rato; Pedrinho, Jajá e Anselmo Ramon.
O Goiás perdeu a liderança após a vitória do Coritiba sobre o rival Vila Nova, por 2×1, nesta quinta-feira (21). O Verdão agora volta para a ponta até com um empate, mas precisa da vitória para se distanciar e abrir dois pontos do segundo colocado.
A Confederação Brasileira de Futebol definiu um trio de arbitragem do Rio de Janeiro, para apitar Amazonas x Goiás. A partida ocorre neste sábado (2), às 20h30, na Arena Amazônia, válido pela 20° rodada da Série B. Yuri Elino Ferreira da Cruz será o árbitro do duelo.
O técnico do Vila Nova, Luizinho Lopes, lamentou a derrota para o Coritiba por 2×1, nesta quinta-feira (31). Segundo o comandante, o Vila não teve uma noite boa, pecou nas chances que teve e não foi eficiente com um jogador a mais. O técnico destacou que a derrota foi “frustrante”, mas nada muda o fato de que a equipe segue viva na luta pelo acesso.
“A pressão é natural, vocês estar na frente de um clube grande e não vencer em casa, da forma que foi, a pressão vem mesmo. A responsabilidade é grande, a derrota foi dolorida, porém temos tempo suficiente, para reagir. Perdemos mais nesse ano no OBA, do que na minha última passagem, mas ainda tem o segundo turno todo. A derrota foi ruim, atuamos com uma mais e não conseguimos aproveitar. Ficamos sim frustrados, mas ainda há muito o que se disputar. Não podemos falar que o Vila não vai brigar lá em cima, temos que seguir, e continuar a ser fortes no OBA. Há muitos jogos ainda para reagir.”
O Vila conheceu a seu terceira derrota como mandante no OBA. Antes havia sido superado pelo Novorizontino (1×0) e América-MG (0x3). O Tigre tem apenas a a oitava melhor campanha em casa na Série B. São 19 pontos conquistados em 30 disputados, com seis vitórias, um empate e três derrotas no OBA.
O próximo compromisso do Tigrão será na segunda (11), contra o Paysandu. A partida vai ocorrer na Curuzu, às 21h30. O Vila é o atual nono colocado com 27 pontos conquistados.
Zagueiro comentou sobre o jogo após o apito final (Foto: Reprodução/Desimpedidos)
O Vila Nova desperdiçou a chance de iniciar o returno da Série B com o pé direito. Mesmo com um jogador a mais, o Tigre foi derrotado pelo Coritiba por 2 a 1. O revés mantém o time na 9ª colocação, com 27 pontos, e aumenta a pressão sobre a equipe comandada por Luizinho Lopes.
Após o jogo, o zagueiro Walisson Maia não escondeu a frustração com o desempenho colorado. “Agora é falar menos e trabalhar mais, né? Sabíamos da dificuldade que seria esse jogo. Tivemos desde o primeiro tempo um jogador a mais, mas a gente não conseguiu colocar isso em prática”.
O defensor destacou a importância do período até o próximo compromisso do Vila Nova. O Tigre volta a campo somente no próximo dia 11. Ou seja: mais de uma semana para que Luizinho Lopes consiga ajustar a equipe depois de duas derrotas consecutivas na Série B.
“Temos 11 dias aí pra trabalhar, ver o que a gente está fazendo de errado, o que a gente está fazendo de certo, pra poder melhorar. Agora é levantar a cabeça, cara, porque tem campeonato pela frente. Foi só o primeiro jogo do segundo turno. O nosso time tem muita qualidade pra reverter essa situação desses dois reveses”, finalizou.
Embora não tenha perdido posições até então, o Vila Nova pode terminar a 20ª rodada na 11ª colocação, caso seja ultrapassado por CRB e Athletico-PR. Ambas equipes ainda jogam durante o fim de semana.
Tigre não aproveitou superioridade numérica e perdeu em casa (Foto: Isabela Azine/EG)
Mesmo com um jogador a mais por boa parte do jogo, o Vila Nova acabou derrotado pelo Coritiba na abertura do returno da Série B. Em partida disputada no Onésio Brasileiro Alvarenga, o Tigre perdeu pelo placar de 2 a 1. Pagnussat (contra) e Jacy marcaram pelo Coxa, enquanto Dodô descontou.
O resultado joga um banho de água fria nas pretensões do Tigre, que agora acumula duas derrotas consecutivas. A equipe comandada por Luizinho Lopes se mantém na 9ª colocação, com 27 pontos, mas ainda pode ser ultrapassada até o fim da rodada. Enquanto o Coritiba salta para a liderança momentânea, agora com 38 tentos.
O Vila Nova volta a campo somente no próximo dia 11, quando encara o Paysandu fora de casa, às 21h30, na Curuzu. Antes, no dia 8, o Coritiba recebe a Chapecoense no Couto Pereira às 21h35.
Vila Nova 1×2 Coritiba
(Foto: Isabela Azine/EG)
A primeira etapa foi repleta de emoções no OBA. Primeiro, aos 13, o Coritiba abriu o placar com Tiago Pagnussat marcando contra. O zagueiro e capitão Vila tentou cortar cruzamento de Josué e acabou estufando as redes de seu companheiro Halls. O meia português ainda levou perigo em outra oportunidade, carimbando o travessão ao finalizar.
A resposta do Vila Nova não demorou a vir, com Guilherme Parede sofrendo pênalti de Jacy ao levar uma braçada no rosto. Dodô foi para a cobrança e deixou tudo igual: 1 a 1. Aos 29, a situação melhorou para o Tigre, com a expulsão de Filipe Machado pelo segundo cartão amarelo.
Com um jogador a mais, a equipe colorada passou a pressionar o Coxa em seu campo de defesa. Porém, em um contra-ataque fulminante, os visitantes conseguiram ir para o vestiário na vantagem. Aos 46, Alex Silva cruzou rasteiro para a finalização de Jacy no contrapé de Halls.
Já a etapa final de jogo foi de temperatura elevada, com muitas faltas e desentendimentos entre os jogadores de ambos os lados. Gustavo Bauermann, que teve a arbitragem contestada, distribuiu cartões amarelos durante o tempo.
Quanto ao futebol jogado, o Vila Nova tentou furar o ferrolho do Coxa, mas sem eficiência e esbarrando no nervosismo. Ao apito final do árbitro, o Tigre amargou derrota para o Coritiba mesmo com um jogador a mais por cerca de 70 minutos.
Ficha Técnica Vila Nova 1×2 Coritiba 20ª rodada do Brasileirão Série B Data: 31/07/2025 Horário: 21h35 Local: Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, em Goiânia (GO)
Árbitro: Gustavo Ervino Bauermann (SC) Assistentes: Gizeli Casaril e Bruno Muller (SC) 4° Árbitro: Victor Lucas Pereira Silva (GO) VAR: José Claúdio Rocha Filho (SP) AVAR: Katiuscia Mayer Berger Mendonça (ES)
Gols: Dodô (24′ 1T – 1×1) – (VIL); Pagnussat (contra) (13′ 1T – 0x1), Jacy (46′ 1T – 1×2) – (COR). Amarelos: André Luís e Todinho (VIL); Jacy, Zeca, Cóser e Filipe Machado (COR). Vermelho: Filipe Machado (29′ 1T) – (COR).
Vila Nova: Halls; Elias, Wallison Maia, Pagnussat e Willian Formiga (Higor); João Vieira (Vinícius Paiva), Arílson (Poveda), Igor Henrique e Dodô; Guilherme Parede (Gustavo Pajé) e André Luís (Júnior Todinho). Técnico: Luizinho Lopes.
Coritiba: Pedro Morisco; Alex Silva, Maicon, Jacy e Zeca; Filipe Machado, Gómez e Josué (Walisson); Lucas Ronier (Vini Paulista), Iury Castilho (Cóser) e Dellatorre (Gustavo Coutinho). Técnico: Mozart.
Vila Nova x Coritiba abrem a 20ª rodada do Brasileirão Série B na noite desta quinta-feira (31). A partida acontece no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, em Goiânia, com bola rolando a partir das 21h35.
Júnior Magal bateu papo exclusivo com o Esporte Goiano antes da luta (Foto: Samih Zakzak/EG)
Natural de Alexânia e com forte ligação com Anápolis, o lutador goiano Júnior Magal viverá, nesta sexta-feira (1º), um dos maiores desafios de sua trajetória no MMA. Aos 36 anos, o campeão mundial e sul-americano de jiu-jitsu encara Edilberto “Crocotá”, ex-UFC e veterano do esporte, em uma das lutas principais do Shooto Brasil 131, tradicional evento que será realizado em Brasília (DF).
Apesar de reconhecer o desafio físico e mental da preparação, principalmente no que tange o corte de peso, Magal encara o processo com realismo e paixão pelo esporte. “Vou ser sincero para você, cara. Sair na porrada lá, eu acho que é a parte mais fácil. Porque o treinamento e a perca de peso, cara, vou falar um negócio para você, é foda, viu? Igual, meu peso normal é 95 quilos, né? e eu estou baixando para 84 quilos então querendo ou não, sofre. Não é fácil, mas é o que eu escolhi, é o que eu gosto”, disse ao Esporte Goiano.
Apesar da parte complicada, o lutador goiano reconhece o trabalho feito visando a combate. Júnior Magal salienta que, embora o tempo longe afastado do octógono, sempre esteve com a preparação ‘na ponta dos cascos’, se mantendo ativo nos tatames do jiu-jitsu. “Sempre treinando, sempre competindo em alto rendimento. E agora é MMA, né? E vamos aí, vamos ver o que dá. Mas a expectativa boa. Estamos confiantes.”
Panorama do combate
Com ampla experiência no jiu-jitsu, levar a luta para o chão pode ser um caminho para Magal (Foto: Reprodução/Instagram)
Do outro lado do octógono estará Crocotá, baiano de 42 anos e dono de um cartel com 30 vitórias, 19 derrotas e dois empates. O adversário tem rodagem internacional e pode estar se despedindo do MMA.
“O Crocotá é um cara bastante experiente, um cara de 52 lutas, já lutou com todo mundo, já treinou com todo mundo. […] Vai ser uma luta muito boa. Eu também já lutei no mundo inteiro. […] Vão ser duas experiências, né? De volta no octógono e vendo quem se sai melhor.”
Sobre como será o desenrolar a luta, ele acredita que Crocotá deve buscar manter o combate em pé, devido ao jiu-jitsu afiado do goiano. No entanto, Magal afirma estar preparado para qualquer situação dentro do octógono, seja na trocação franca ou na luta agarrada.
Convite de lenda para lutar ‘perto de casa’
Dedé Pederneiras (de azul), com alguns de seus ex-alunos ao fundo (Foto: Reprodução)
O chamado para lutar no Shooto Brasil veio de uma figura emblemática do cenário dos esportes de combate nacional. “Cara, eu fiquei muito honrado quando o Dedé [Pederneiras] me mandou mensagem, né? […] Ele achou que seria uma luta interessante. E eu fiquei muito honrado quando um cara igual o Dedé liga pra gente. É sinal que o trabalho está sendo bem feito.”
Dedé Pederneiras é um dos principais nomes do jiu-jitsu e do MMA no Brasil. Lutou nos principais eventos enquanto atleta, mas foi como treinador que teve o reconhecimento alçado. Entre os seus mentorados, destaque para José Aldo, Renan Barão e B.J. Penn, todos ex-campeões do UFC.
Com o convite da lenda, a finalização perfeita foi o local do Shooto Brasil 131: Brasília. O que, segundo Júnior Magal, é um combustível extra. “Está praticamente em casa, né? […] Vamos levar uma torcida boa, né? Umas 30, 40 pessoas e fora a galera que vai acompanhar pelo PPV.”
Por fim, após o Shooto, o lutador já projeta o próximo desafio: o Panamericano Nogi, nos Estados Unidos. “Depois dessa luta, eu tenho o Panamericano nos Estados Unidos sem pano, o Nogi. Vou descansar uns 10 dias e já vou embarcar para os Estados Unidos para terminar a preparação”.
Flávio Tanajura manteve a invencibilidade da Rubra e, ainda por cima, equilibrou defesa e ataque do time (Foto: Jorge Luiz/AAA)
Com retorno à elite do futebol goiano garantido, a Anapolina pode coroar a campanha com o título da Divisão de Acesso neste domingo (3), diante do Centro-Oeste, no Jonas Duarte. Para o técnico Flávio Tanajura, o momento é de orgulho do grupo, mas também de concentração.
“Já estamos focado já no próximo jogo, porque a gente quer mais, a gente sabe que a gente pode mais também e a gente quer presentear a nossa torcida, se Deus quiser, com o título. Vai ser muito importante pra gente”, afirmou em entrevista ao Esporte Goiano.
Estreante como treinador profissional, Tanajura assumiu a Rubra no meio da competição, substituindo Cléber Gaúcho com o clube invicto até então. Apesar do cenário positivo nos resultados, ele enxergou espaço para evolução.
“Na verdade tem dois lados. Tem o lado bom, que a equipe estava relativamente bem na competição, apesar de estar conseguindo os resultados, né? Que são os pontos e as vitórias. Mas o time não estava conseguindo render tudo aquilo que podia, então eu vim com esse desafio, na verdade, de poder potencializar ainda mais os atletas e tentar colocar aquilo que eu acredito como modelo de jogo também.”
Com o peso da tradição da Anapolina e a expectativa do acesso, o treinador encarou a missão com convicção: “Eu cheguei aqui realmente numa pressão, porque um time grande, a exigência é grande. Eu sempre falo que a pressão no futebol é um privilégio e a gente acreditava, tinha convicção no nosso trabalho”, disse.
Equilíbrio entre ataque e defesa
Ao longo da campanha, foram feitas mudanças estratégicas que ajudaram a preservar a invencibilidade da Rubra. Com 13 jogos disputados, a Anapolina obteve sete vitórias e seis empates. No início da Divisão de Acesso, a equipe se destacava pelo ataque fulminante, porém nos últimos jogos a defesa que foi o carro-chefe.
“Eu percebia que a equipe às vezes ganhava com placares elásticos. Por exemplo, teve alguns jogos que a gente cedeu empate de 2×2 […] Então a gente conseguiu modificar isso aí, jogar um pouco mais de inteligência quando você tem o resultado”, comentou Tanajura sobre a busca por equilíbrio desde sua chegada.
Ele destacou a importância da consistência defensiva: “Não é à toa que a gente está cinco jogos também sem levar gol, então a gente tem uma consistência defensiva hoje importante”.
Vantagem do empate pelo título
Na grande final, a Anapolina joga pelo empate, por estar a frente do Centro-Oeste na tabela de classificação. Para o técnico, isso representa um mérito construído com esforço. “Eu sempre falei isso pros atletas, que a melhor coisa que tem no futebol é você depender de você mesmo”, comentou.
Ainda assim, o objetivo é claro: “A gente vai aproveitar toda essa atmosfera pra que a gente possa buscar esse título e, como foi a pergunta, a gente possa presentear o nosso torcedor com essa cereja do bolo.