Walter vê evolução no Atlético e destaca: “temos de tratar cada jogo como uma final”

(Foto: Paulo Marcos/ACG)
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O Atlético encerrou, na manhã desta sexta-feira, sua preparação para enfrentar o Fluminense. O Dragão duela com o tricolor no Maracanã, às 19h de sábado, na última rodada do primeiro turno.

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Em entrevista coletiva, o atacante Walter destacou que o plantel deve encarar cada confronto como decisão. “Temos de pensar jogo a jogo, pensar uma coisa por vez. Primeiro focar contra o Fluminense, depois contra o Coritiba. Tentar sair da lanterna. É tratar cada jogo como uma final. Faltam 20 jogos e pouca gente acredita que vamos sair dessa. Temos de ganhar 10, pelas contas que fizemos. Não temos de mostrar nada para ninguém; precisamos mais é acreditar em nós mesmos, que somos capazes de ganhar as partidas e evitar o rebaixamento”.

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O Dragão tem mostrado evolução nas últimas rodadas e fez boas atuações, principalmente fora de casa, de acordo com o atacante. “Jogamos muito bem contra o Palmeiras, Vasco e São Paulo e não ganhamos; contra a Chape, fomos bem e ganhamos. Tirando o jogo contra o Bahia, fomos muito bem fora de casa, faltando as vitórias. Se a gente repetir a atuação que tivemos contra Chapecoense, Botafogo e Grêmio, vamos ter uma grande chance de sair com a vitória”.

Lei do ex

Walter marcou apenas um gol no Brasileirão. Então, nada melhor do que enfrentar um dos seus ex-clubes e fazer valer a “lei do ex”. O atacante lembrou sua passagem pela equipe carioca e não escondeu o carinho pelo tricolor. “Sou muito grato por ter jogado no Fluminense. Joguei um ano e meio lá e fui muito feliz. (Em 2013) Estava conversando com o Sport, mas o Renato Gaúcho me ligou para trabalhar com ele e, nos três meses que ele ficou no Fluminense, joguei e fui muito bem. Quando trocou de treinador, tinha o Fred, que é um grande atacante, que sou fã dele, e acabei perdendo espaço, pois jogava eu ou ele. A Unimed, que pagava 80% do meu salário, também ficou me devendo 6 meses”.

Apesar de ser uma das equipes que mais finaliza na competição, o Dragão tem o segundo pior ataque do nacional, com apenas 15 gols marcados (só o Avaí, com 10, marocu menos). Walter acredita que o time rubro-negro tem tido azar. “Muita gente fala que não tem, mas no futebol tem muita sorte. No jogo do Atlético-PR (contra o Avaí), por exemplo, o Nikão chutou e a bola ia longe do gol, mas acertou o zagueiro e entrou no gol. Temos de ter um pouco mais de sorte”.

 

 

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