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segunda-feira, fevereiro 16, 2026
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Walter vê evolução no Atlético e destaca: “temos de tratar cada jogo como uma final”

O Atlético encerrou, na manhã desta sexta-feira, sua preparação para enfrentar o Fluminense. O Dragão duela com o tricolor no Maracanã, às 19h de sábado, na última rodada do primeiro turno.

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Em entrevista coletiva, o atacante Walter destacou que o plantel deve encarar cada confronto como decisão. “Temos de pensar jogo a jogo, pensar uma coisa por vez. Primeiro focar contra o Fluminense, depois contra o Coritiba. Tentar sair da lanterna. É tratar cada jogo como uma final. Faltam 20 jogos e pouca gente acredita que vamos sair dessa. Temos de ganhar 10, pelas contas que fizemos. Não temos de mostrar nada para ninguém; precisamos mais é acreditar em nós mesmos, que somos capazes de ganhar as partidas e evitar o rebaixamento”.

O Dragão tem mostrado evolução nas últimas rodadas e fez boas atuações, principalmente fora de casa, de acordo com o atacante. “Jogamos muito bem contra o Palmeiras, Vasco e São Paulo e não ganhamos; contra a Chape, fomos bem e ganhamos. Tirando o jogo contra o Bahia, fomos muito bem fora de casa, faltando as vitórias. Se a gente repetir a atuação que tivemos contra Chapecoense, Botafogo e Grêmio, vamos ter uma grande chance de sair com a vitória”.

Lei do ex

Walter marcou apenas um gol no Brasileirão. Então, nada melhor do que enfrentar um dos seus ex-clubes e fazer valer a “lei do ex”. O atacante lembrou sua passagem pela equipe carioca e não escondeu o carinho pelo tricolor. “Sou muito grato por ter jogado no Fluminense. Joguei um ano e meio lá e fui muito feliz. (Em 2013) Estava conversando com o Sport, mas o Renato Gaúcho me ligou para trabalhar com ele e, nos três meses que ele ficou no Fluminense, joguei e fui muito bem. Quando trocou de treinador, tinha o Fred, que é um grande atacante, que sou fã dele, e acabei perdendo espaço, pois jogava eu ou ele. A Unimed, que pagava 80% do meu salário, também ficou me devendo 6 meses”.

Apesar de ser uma das equipes que mais finaliza na competição, o Dragão tem o segundo pior ataque do nacional, com apenas 15 gols marcados (só o Avaí, com 10, marocu menos). Walter acredita que o time rubro-negro tem tido azar. “Muita gente fala que não tem, mas no futebol tem muita sorte. No jogo do Atlético-PR (contra o Avaí), por exemplo, o Nikão chutou e a bola ia longe do gol, mas acertou o zagueiro e entrou no gol. Temos de ter um pouco mais de sorte”.

 

 

Vitor Monteirohttps://esportegoiano.com.br/
Jornalista formado pela UFG (Universidade Federal de Goiás). Co-fundador do site Esporte Goiano e repórter da TV Record Goiás. Trabalhou também na Conmebol TV, CBF TV, Dazn, SportyNet, Canal Nosso Futebol, TV Brasil Central, Rádio Positiva FM. Rádio Universitária 870 AM, TV UFG, Rádio 730/Portal 730, Rádio e TV Sagres, jornal O Popular, MyCujoo, Eleven Sports, CBDU e Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel) de Goiás.
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